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Homem de 59 anos com sepse abdominal evolui com sangramento em sítios de punção e hemorragia digestiva. Plaquetas 42.000/mm³, TP prolongado, fibrinogênio 85 mg/dL, dímero-D elevado. Está em reposição volêmica e antibiótico. A estratégia hemostática CORRETA, além do controle da causa, é:
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Mulher de 22 anos com equimoses e infecções de repetição. Hemograma: Hb 7,9 g/dL, neutrófilos 600/mm³, plaquetas 18.000/mm³. Reticulócitos baixos. Medula óssea com hipocelularidade acentuada, sem displasia significativa; citometria revela pequeno clone de PNH. Conforme o enunciado, a conduta CORRETA acerca do manejo inicial, considerando ausência de doador aparentado compatível imediato, deve ser:
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Homem de 66 anos com perda ponderal, sudorese noturna e esplenomegalia dolorosa. Hemograma: anemia, leucocitose discreta e dacriócitos/leucoeritroblastose no esfregaço. Biópsia de medula mostra fibrose. A conduta terapêutica CORRETA para controle de sintomas constitucionais e redução de esplenomegalia em paciente sem indicação imediata de transplante é:
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Lucas, 10 anos, apresenta obesidade de início precoce, com IMC acima do percentil 97 para idade e sexo. Ele tem histórico familiar de diabetes tipo 2 (pai e avô). No exame físico, não há sinais de puberdade precoce, mas observa-se acantose nigricans discreta no pescoço, sugestiva de alterações na sensibilidade à insulina. Os exames laboratoriais mostram níveis de glicemia de jejum normais, mas insulina de jejum levemente elevada.
Sobre a avaliação de resistência insulínica em crianças com obesidade, analise as sentenças a seguir:
I- A insulina de jejum pode apresentar valores semelhantes em crianças insulinos sensíveis e insulinorresistentes.
II- Existe ponto de corte universalmente validado para definição de resistência insulínica na população pediátrica.
III- Há variações nos níveis de insulina relacionadas à raça/etnia.
IV- Pode ocorrer reação cruzada entre insulina e próinsulina, interferindo na dosagem laboratorial.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas.
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Mulher de 29 anos, febre intermitente e sudorese noturna, com linfonodo cervical de 2,5 cm há 6 semanas. Tomografia mostra adenomegalias mediastinais. Nesse contexto, a estratégia diagnóstica CORRETA para estabelecer diagnóstico e permitir classificação adequada é:
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Homem de 70 anos, linfocitose persistente (linfócitos 18.000/mm³) e linfonodos cervicais pequenos, indolores. Citometria de fluxo em sangue periférico: população B clonal com CD19+, CD20 fraco, CD5+, CD23+, cadeia leve restrita. Em relação ao caso, o diagnóstico CORRETAMENTE compatível é:
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Considerando que os principais achados clínicos em crianças com deficiência de GH (hormônio do crescimento), também conhecida como DGH, são baixa estatura e redução na velocidade de crescimento, analise as sentenças a seguir:
I- Baixa estatura grave, definida como estatura (comprimento/altura) inferior a 2 desvios-padrão (escore z = -2) da curva da OMS.
II- Presença de condição predisponente, como lesão intracraniana e irradiação do Sistema Nervoso Central (SNC).
III- Deficiência de outros hormônios hipofisários.
IV- Sinais e sintomas de DGH/hipopituitarismo no período neonatal (hipoglicemia, icterícia prolongada, micropênis, defeitos de linha média).
Analisadas as sentenças, são investigações para DGH, apenas:
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Mulher de 33 anos chega com equimoses, gengivorragia e astenia. Hemograma: Hb 8,4 g/dL, leucócitos 18.000/mm³, plaquetas 28.000/mm³. Coagulação: TP prolongado, fibrinogênio 90 mg/dL, dímero-D elevado. Esfregaço com promielócitos anômalos e bastonetes de Auer. Suspeita-se leucemia promielocítica aguda. A medida que deve ser instituída de forma imediata, antes mesmo da confirmação por FISH/PCR, é:
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Os hormônios esteroides constituem um importante grupo de hormônios envolvidos em diversos processos fisiológicos. São considerados hormônios esteroides, EXCETO:
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Homem de 26 anos, HbSS, internado por crise dolorosa, evolui em 24 horas com febre, dor torácica e dispneia. Saturação 86% apesar de oxigênio por máscara reservatório, FR 34 irpm. Gasometria: PaO₂ 58 mmHg. Radiografia com infiltrado bilateral novo. Hb atual 8,6 g/dL (baseline 9,0). Diante do exposto, assinale a estratégia transfusional CORRETA:
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