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“Entende-se por conteúdos estruturantes os conhecimentos de grande amplitude, conceitos, teorias ou práticas, que identificam e organizam os campos de estudos de uma disciplina escolar, considerados fundamentais para a compreensão de seu objeto de estudo/ensino.”(PARANÁ, 2008, p. 25). De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica - DCN (2008), analise as afirmativas a seguir como (V) verdadeiro ou (F) falso:
I) Os conteúdos estruturantes da disciplina de Arte são: elementos formais, composição, movimentos e períodos, e eles devem ser trabalhados separadamente.
II) O conteúdo estruturante movimentos e períodos deve estar presente em vários momentos do ensino, o professor pode mostrar as relações que cada movimento e período de uma determinada área da arte estabelece com as outras áreas e como apresentam características em comum, coincidindo ou não com o mesmo período histórico.
III) As DCN (2008) propõem que, para o planejamento das aulas de todas as séries da Educação Básica, (incluir vírgulas) os conteúdos sejam organizados de forma horizontal, o que também indica um encaminhamento metodológico, pois em toda ação pedagógica planejada devem estar presentes especificidades dos três conteúdos estruturantes, ou seja, dos elementos formais, composição e movimentos e períodos.
IV) Dos conteúdos estruturantes organizam-se os conteúdos básicos a serem trabalhados a cada ano, compostos tanto pelos assuntos mais estáveis e permanentes da disciplina, (incluir vírgula) quanto pelos que se apresentam em função do movimento histórico e das atuais relações sociais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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No contexto do ensino de Arte no Brasil, Ana Mae Barbosa, arte-educadora, elaborou, nos anos de 1990, a chamada Proposta Triangular que expõe basicamente que aprender/ensinar arte deve envolver a apreciação, contextualização e o fazer artístico. De acordo com essa proposta, leia as afirmativas a seguir e analise-as, marcando (V) para verdadeira e (F) para falsa:
I) Essa proposta foi inicialmente pensada para o trabalho em museus, inspirada na DBAE (Discipline Based Art Education) norte-americana, que teve origem no final dos anos de 1960 nos Estados Unidos. ( )
II) A ordem correta e indicada para a utilização da Proposta Triangular em sala de aula é iniciar pela contextualização, seguida da apreciação e, por fim, o fazer. ( )
III) Os três campos conceituais: apreciação, contextualização e fazer artístico também podem ser nomeados de: fruição, reflexão e produção, respectivamente. ( )
IV) O fazer artístico é a produção do aluno e de produtores de arte. Considera-se, desde o imaginário, a elaboração e a formalização do objeto artístico. ( )
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
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Com relação à definição de poluição sonora, é correto afirmar que:
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Os “modelos e materiais” mencionados no texto devem ser entendidos como similares aos que são usados na composição musical contemporânea.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Como sons de timbres iguais e frequências diferentes são ondas sonoras de formatos distintos, é possível identificar se uma mesma nota foi emitida por lira ou flauta.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Os “intervalos musicais” expressam a distância entre as notas de uma escala ou, em termos físicos, a diferença entre as frequências dessas notas.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
O “sistema de sons” desenvolvido pelos gregos em experiências com partições de corda e a consequente descoberta das frequências associadas a comprimentos variados de corda resultaram na invenção da lira.
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