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Posso me locomover, correr, andar, engatinhar, arrastar, saltar, cair, rolar. Posso fazer caminhos pelo chão. Caminhos retos, triangulares, quadrangulares, caminhos sinuosos, curvos. Percebo minha lateralidade, minha geometria. Sinto o volume do corpo. Sinto-me como argila a ser transformada em formas. Sou uma bola, rolo. Faço com o meu corpo formas geométricas. Sou cristal. Corro. Percebo a geometria do espaço, as formas das coisas, da natureza, dos seres humanos ao meu redor. Sinto-me plena, infinita. Percebo meus limites. Vendo-os, luto por transcendê-los. Contemplo a transcendência de mim mesma. Percebo o que não tem forma, sinto apenas a sua presença. Sinto-me presente. Agora, individualizada, percebo a presença de meus semelhantes. Aproximo-me do outro. Faço uma roda. Estamos juntos, de mãos dadas: a roda fecha-se, abre-se, sobe e desce, transforma-se em triângulos, quadrados, espirais. Sinto-me líder. Os outros me seguem, se deixam levar pelos movimentos que invento. Sinto-me liderada, humilde, vou aprendendo a me relacionar comigo mesma e com os outros.
Solange Arruda. Arte do movimento. São Paulo:
PW Gráficos e Editores Associados, 1988, p. 33.
Com referência ao texto acima, julgue o item subsequente, considerando os fundamentos da dança moderna.
O texto relata uma experiência corporal na qual a bailarina vivencia o princípio ou a gênese do movimento sob uma perspectiva pessoal, com impulsos a partir do centro do seu próprio corpo em direção às extremidades; pode-se identificar a assimetria dos movimentos por meio da criação de formas e volumes espaciais, bem como a contração e a expansão do ego do bailarino, na percepção do seu isolamento, no seu relacionamento com o grupo, em suas posições de ser líder ou de ser liderado.
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A lateralidade, o equilíbrio e a coordenação motora fazem parte da psicomotricidade, que busca trabalhar a noção de ser no mundo, abordagem global que não se limita a analisar sintomas, mas atuar sobre a personalidade do indivíduo, sobre sua unidade.
Duarte e Elvio M. Boato. Educação psicomotora. 2.ª ed. Brasília:
Hildebrando e autores associados, 2006, p. 35 (com adaptações).
Acerca do desenvolvimento de habilidades motoras, julgue o item que se segue.
O equilíbrio é adquirido pela criança por meio de exercícios de absoluta pausa e estaticidade da coluna.
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A dança clássica, como elemento de expressão, pode ser utilizada no processo global e preparatório no desenvolvimento geral da criança, definindo alguns pontos, como o trabalho de respiração.
Isis G. Berton. A dança e a evolução, o ballet e seu contexto teórico,
programação didática. São Paulo: Tanz do Brasil, 1992, p. 58 (com adaptações).
Com referência ao “processo global” referido no texto acima, julgue o próximo item.
Eixo e postura são exemplos de pontos desse processo.
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A dança clássica, como elemento de expressão, pode ser utilizada no processo global e preparatório no desenvolvimento geral da criança, definindo alguns pontos, como o trabalho de respiração.
Isis G. Berton. A dança e a evolução, o ballet e seu contexto teórico,
programação didática. São Paulo: Tanz do Brasil, 1992, p. 58 (com adaptações).
Com referência ao “processo global” referido no texto acima, julgue o próximo item.
A transferência de peso constitui um ponto desse processo.
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A dança clássica, como elemento de expressão, pode ser utilizada no processo global e preparatório no desenvolvimento geral da criança, definindo alguns pontos, como o trabalho de respiração.
Isis G. Berton. A dança e a evolução, o ballet e seu contexto teórico,
programação didática. São Paulo: Tanz do Brasil, 1992, p. 58 (com adaptações).
Com referência ao “processo global” referido no texto acima, julgue o próximo item.
Os exercícios devem ser realizados sempre individualmente, sem jogos em grupo.
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A dança clássica, como elemento de expressão, pode ser utilizada no processo global e preparatório no desenvolvimento geral da criança, definindo alguns pontos, como o trabalho de respiração.
Isis G. Berton. A dança e a evolução, o ballet e seu contexto teórico,
programação didática. São Paulo: Tanz do Brasil, 1992, p. 58 (com adaptações).
Com referência ao “processo global” referido no texto acima, julgue o próximo item.
O relaxamento de todas as partes do corpo deve ser feito de forma contínua durante a aula de dança.
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A dança clássica, como elemento de expressão, pode ser utilizada no processo global e preparatório no desenvolvimento geral da criança, definindo alguns pontos, como o trabalho de respiração.
Isis G. Berton. A dança e a evolução, o ballet e seu contexto teórico,
programação didática. São Paulo: Tanz do Brasil, 1992, p. 58 (com adaptações).
Com referência ao “processo global” referido no texto acima, julgue o próximo item.
Estimulação, assimilação, localização e fortalecimento dos pontos de equilíbrio fazem parte desse processo.
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Bill Viola. The Passing. South London Gallery, London, England, 1991.
Requiem aeternam dona eis, Domine (Repouso eterno, concede-lhes, Senhor). Com essas palavras, inicia-se o intróito da missa pro defunctis (missa para o falecido), também conhecida como missa de réquiem (ou, simplesmente, réquiem), cerimônia da liturgia católico-romana na qual se honra a alma de uma pessoa falecida, ou de mais de uma, e por ela se intercede. As seções da missa que eram originalmente cantadas de forma monofônica pelo oficiante passaram a ter um tratamento musical mais elaborado e em vozes a partir da Idade Média. Desde então, tais seções suscitaram grande número de composições musicais, primariamente destinadas ao uso litúrgico, como, por exemplo, o famoso Requiem, de W. A. Mozart. No entanto, o caráter dramático do texto, especialmente na Sequência, na qual se descreve o dia da ira de Deus e o iminente julgamento da humanidade no dia do juízo final, resultou em concepções que fizeram do réquiem um gênero próprio, especialmente no século XIX, havendo versões não apropriadas para uso na igreja, principalmente em virtude do grande número de instrumentos e vozes empregados nesse gênero musical.
Internet: <www.lindsayribeiro.blogspot.com> (com adaptações).
Com base no texto e na obra The Passing apresentados acima, julgue o item a seguir.
Já a partir do século XIX e, em especial, no século XX e início do XXI, compositores vêm produzindo versões cada vez mais pessoais e livres para o réquiem, como, por exemplo, a de Paul Hindemith. Essa tendência está associada ao declínio da utilização do réquiem no contexto da liturgia da igreja católico-romana.
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Bill Viola. The Passing. South London Gallery, London, England, 1991.
Requiem aeternam dona eis, Domine (Repouso eterno, concede-lhes, Senhor). Com essas palavras, inicia-se o intróito da missa pro defunctis (missa para o falecido), também conhecida como missa de réquiem (ou, simplesmente, réquiem), cerimônia da liturgia católico-romana na qual se honra a alma de uma pessoa falecida, ou de mais de uma, e por ela se intercede. As seções da missa que eram originalmente cantadas de forma monofônica pelo oficiante passaram a ter um tratamento musical mais elaborado e em vozes a partir da Idade Média. Desde então, tais seções suscitaram grande número de composições musicais, primariamente destinadas ao uso litúrgico, como, por exemplo, o famoso Requiem, de W. A. Mozart. No entanto, o caráter dramático do texto, especialmente na Sequência, na qual se descreve o dia da ira de Deus e o iminente julgamento da humanidade no dia do juízo final, resultou em concepções que fizeram do réquiem um gênero próprio, especialmente no século XIX, havendo versões não apropriadas para uso na igreja, principalmente em virtude do grande número de instrumentos e vozes empregados nesse gênero musical.
Internet: <www.lindsayribeiro.blogspot.com> (com adaptações).
Com base no texto e na obra The Passing apresentados acima, julgue o item a seguir.
No registro da evolução estilística da música ocidental europeia, o compositor W. A. Mozart está associado ao período romântico
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Bill Viola. The Passing. South London Gallery, London, England, 1991.
Requiem aeternam dona eis, Domine (Repouso eterno, concede-lhes, Senhor). Com essas palavras, inicia-se o intróito da missa pro defunctis (missa para o falecido), também conhecida como missa de réquiem (ou, simplesmente, réquiem), cerimônia da liturgia católico-romana na qual se honra a alma de uma pessoa falecida, ou de mais de uma, e por ela se intercede. As seções da missa que eram originalmente cantadas de forma monofônica pelo oficiante passaram a ter um tratamento musical mais elaborado e em vozes a partir da Idade Média. Desde então, tais seções suscitaram grande número de composições musicais, primariamente destinadas ao uso litúrgico, como, por exemplo, o famoso Requiem, de W. A. Mozart. No entanto, o caráter dramático do texto, especialmente na Sequência, na qual se descreve o dia da ira de Deus e o iminente julgamento da humanidade no dia do juízo final, resultou em concepções que fizeram do réquiem um gênero próprio, especialmente no século XIX, havendo versões não apropriadas para uso na igreja, principalmente em virtude do grande número de instrumentos e vozes empregados nesse gênero musical.
Internet: <www.lindsayribeiro.blogspot.com> (com adaptações).
Com base no texto e na obra The Passing apresentados acima, julgue o item a seguir.
A grande maioria das composições musicais tonais da missa de réquiem baseia-se nas tonalidades maiores, especialmente na tonalidade de ré maior, que muitos identificam como a tonalidade do réquiem, em razão da atmosfera da cerimônia.
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