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4133655 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
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As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

No parágrafo final do texto, a autora apresenta a declaração de Marcela Esteves como recurso para construir um argumento de:
 

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4133654 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
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As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, a análise sobre o “embelezamento” das experiências profissionais nos currículos permite inferir que essa prática:
 

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4133653 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
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As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é a ideia principal do texto?
 

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4133612 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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Acerca do emprego de artigos e pronomes, considere as assertivas a seguir.

I. Em "Os estudantes entregaram seus trabalhos no prazo", o termo "os" é classificado como artigo indefinido, enquanto "seus" é pronome relativo.
II. Em "Alguns candidatos solicitaram revisão da prova", o termo "alguns" exerce função de pronome indefinido.
III. Em "Ela apresentou a proposta aos avaliadores", o termo "a" é classificado como artigo definido feminino singular.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4133610 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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Assinale a alternativa CORRETA sobre períodos compostos por coordenação.
 

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4133609 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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Acerca do emprego dos tempos e modos verbais, considere as assertivas a seguir.

I. No período "Se o candidato estudar com disciplina, alcançará bons resultados", o verbo "estudar" está no futuro do subjuntivo.
II. No período "Era necessário que os servidores cumprissem o prazo estabelecido", o verbo "cumprissem" está no pretérito imperfeito do subjuntivo.
III. No período "Os pesquisadores analisaram os dados antes de divulgar o relatório", o verbo "analisaram" está no pretérito imperfeito do indicativo.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4133608 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo
Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.
No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.
Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.
A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.
Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.
Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.
O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
Considere o excerto a seguir.

"Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias..."

Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE as palavras destacadas.
 

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4133607 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo
Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.
No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.
Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.
A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.
Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.
Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.
O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
Com base no excerto "Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas...", considere as assertivas a seguir.

I. A expressão "dessa forma" estabelece uma relação de conclusão ou consequência em relação às informações anteriores.
II. O emprego dessa expressão em destaque contribui para a coesão textual, conectando logicamente os períodos do texto.
III.A expressão em destaque poderia ser substituída por "porém" sem prejuízo do sentido original.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4133606 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo
Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.
No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.
Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.
A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.
Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.
Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.
O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
Em "...aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.", o termo em destaque, nesse contexto, apresenta sentido mais próximo de:
 

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4133605 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Rio Branco Sul-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo
Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.
No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.
Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.
A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.
Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.
Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.
O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
No título do texto: "A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo", observa-se um recurso expressivo caracterizado pela omissão de elementos que podem ser subentendidos pelo contexto, recurso este conhecido como:
 

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