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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- MorfologiaVerbosFormas Nominais
Para ampliar sua formação acadêmica, o estudante decidiu revisar a bibliografia indicada pelo orientador, acreditando ser necessário aprofundar os fundamentos teóricos antes de concluir a pesquisa.
Considerando a organização sintático-semântica do período e o papel desempenhado pelas orações reduzidas de infinitivo na construção do sentido global do texto, assinale a alternativa correta.
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Considerando a relação entre significação e contexto e as propostas de ensino apresentadas no texto, essa atividade favorece, prioritariamente, o desenvolvimento da capacidade de:
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“Mesmo que o texto apresente vocabulário simples, sua compreensão exige a articulação de informações explícitas e implícitas”. No contexto desse enunciado, a função exercida pela oração inicial contribui para a construção do sentido global do texto ao:
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Texto para a questão
Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.
Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.
Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.
De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.
Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.
Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.
Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.
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Ler ainda é a solução: como a leitura pode estimular o pensamento crítico e a criatividade
Por Instituto Pró-Livro
O Brasil enfrenta um cenário preocupante em relação ao hábito da leitura. Segundo a
pesquisa Retratos da Leitura 2024, realizada pela Fundação Itaú e pelo Datafolha, mais da
metade dos brasileiros não leem livros. Além disso, o estudo aponta que o Brasil perdeu
6,7 milhões de leitores nos últimos anos▲ A Bíblia é citada na pesquisa como a obra mais lida,
mas a diversidade de leituras, que estimula a formação do pensamento crítico e a ampliação de
horizontes, está em declínio. A mudança desse cenário depende da renovação das formas de
in__entivar a leitura, afirmam especialistas.
Luciana Gomes, diretora escolar, destaca a importância de cultivar o hábito da leitura desde
a infância: “A leitura é essencial para a formação da cidadania e para o desenvolvimento das
habilidades co__nitivas. Ler também estimula a criatividade, a interpretação e a capacidade
crítica, desde a infância, além de ampliar o vocabulário e melhorar a expressão escrita”.
Para Luciana, a leitura oferece um dos mais importantes exercícios para o cérebro. “Ela não só
melhora o funcionamento da memória e da atenção como também fortalece a resolução de
problemas”.
Como estimular o hábito da leitura?
Estabelecer uma rotina de leitura: Dedicar ao menos 20 minutos por dia para a leitura
pode ajudar a criar o hábito.
Participar de troca de livros e experiências de leitura: Participar de clubes de leitura
ou criar grupos com amigos para discutir livros pode aumentar o engajamento.
Incorporar a leitura em atividades cotidianas: Ler notícias, rótulos e até manuais pode
ser uma forma de estimular o interesse por textos.
Aproveitar adaptações cinematográficas: Assistir a filmes e séries inspirados em livros
pode ser uma excelente forma de aumentar o interesse pela leitura.
Leitura compartilhada: Crie um momento de leitura em família ou com amigos para
discutir as impressões sobre o livro lido.
Interesse pessoal: Busque obras que se conectem com os gostos e interesses específicos
de cada um — seja por gênero (fantasia, mistério, aventura) ou por temas atuais (identidade,
relações sociais etc.).
Desafios literários: Proponha uma meta de leitura, como “ler um livro por mês”. A leitura
também pode ser uma parte divertida das férias.
Essas foram algumas dicas e sugestões para quem deseja estimular o hábito da leitura, de
preferência fora das telas dos tablets e celulares.
(Disponível em: prolivro.org.br/2025/01/09/ler-ainda-e-a-solucao-como-a-leitura-pode-estimular-o-pensamento-critico-e-a-criatividade/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Ler ainda é a solução: como a leitura pode estimular o pensamento crítico e a criatividade
Por Instituto Pró-Livro
O Brasil enfrenta um cenário preocupante em relação ao hábito da leitura. Segundo a
pesquisa Retratos da Leitura 2024, realizada pela Fundação Itaú e pelo Datafolha, mais da
metade dos brasileiros não leem livros. Além disso, o estudo aponta que o Brasil perdeu
6,7 milhões de leitores nos últimos anos▲ A Bíblia é citada na pesquisa como a obra mais lida,
mas a diversidade de leituras, que estimula a formação do pensamento crítico e a ampliação de
horizontes, está em declínio. A mudança desse cenário depende da renovação das formas de
in__entivar a leitura, afirmam especialistas.
Luciana Gomes, diretora escolar, destaca a importância de cultivar o hábito da leitura desde
a infância: “A leitura é essencial para a formação da cidadania e para o desenvolvimento das
habilidades co__nitivas. Ler também estimula a criatividade, a interpretação e a capacidade
crítica, desde a infância, além de ampliar o vocabulário e melhorar a expressão escrita”.
Para Luciana, a leitura oferece um dos mais importantes exercícios para o cérebro. “Ela não só
melhora o funcionamento da memória e da atenção como também fortalece a resolução de
problemas”.
Como estimular o hábito da leitura?
Estabelecer uma rotina de leitura: Dedicar ao menos 20 minutos por dia para a leitura
pode ajudar a criar o hábito.
Participar de troca de livros e experiências de leitura: Participar de clubes de leitura
ou criar grupos com amigos para discutir livros pode aumentar o engajamento.
Incorporar a leitura em atividades cotidianas: Ler notícias, rótulos e até manuais pode
ser uma forma de estimular o interesse por textos.
Aproveitar adaptações cinematográficas: Assistir a filmes e séries inspirados em livros
pode ser uma excelente forma de aumentar o interesse pela leitura.
Leitura compartilhada: Crie um momento de leitura em família ou com amigos para
discutir as impressões sobre o livro lido.
Interesse pessoal: Busque obras que se conectem com os gostos e interesses específicos
de cada um — seja por gênero (fantasia, mistério, aventura) ou por temas atuais (identidade,
relações sociais etc.).
Desafios literários: Proponha uma meta de leitura, como “ler um livro por mês”. A leitura
também pode ser uma parte divertida das férias.
Essas foram algumas dicas e sugestões para quem deseja estimular o hábito da leitura, de
preferência fora das telas dos tablets e celulares.
(Disponível em: prolivro.org.br/2025/01/09/ler-ainda-e-a-solucao-como-a-leitura-pode-estimular-o-pensamento-critico-e-a-criatividade/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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