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Leia o texto abaixo, a respeito dos gêneros e dos tipos textuais, e preencha os parênteses com os termos correspondentes, de acordo com os números a seguir:
1. Gênero(s) textual(is)
2. Tipo(s) textual(is)
Dentre as distinções entre tipos de texto e gêneros de texto, a mais famosa delas é de autoria de Marcuschi, que define o ( ) como “uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas)”. Já o ( ), para o autor, seria “uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica”. Na escola, escrevemos narrações; na vida, lemos notícias, relatamos nosso dia, recontamos um filme, lemos romances. Na escola, redigimos uma “composição à vista de gravura” (descrição); fora dela, contamos como decoramos nosso apartamento, instruímos uma pessoa sobre como chegar a um lugar desconhecido. Na escola, dissertamos sobre um tema dado; na vida, lemos artigos de opinião, apresentamos nossa pesquisa ou relatório, escrevemos uma carta de leitor discordando de um articulista. Os ( ), portanto, não são classes gramaticais para classificar textos: são entidades da vida. Dão nome a uma “família de textos”.
Um dos problemas do ensino de ( ) na escola é que ele herda as práticas cristalizadas de trabalho com os ( ), focando principalmente as estruturas linguísticas de diversos níveis e esquecendo de enfocar os temas, os valores, a entonação e as refrações de sentido dos textos, formando mais analistas textuais que leitores/produtores críticos.
(Disponível em: https://ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/generos-e-tipos-textuais – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses do texto acima.
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“Uma viagem de distância intergaláctica quando se tem 2 anos e pouco”.
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I. Em “Ou melhor, o dia seguinte”, a vírgula foi empregada para isolar um termo de valor explicativo.
II. Em “Rapidinho saímos de casa, em Guarulhos, rumo ..... maternidade”, as vírgulas foram empregadas para isolar o aposto.
III. Em “Hoje, nem tanto”, a vírgula é facultativa, mas foi empregada nesse contexto para dar ênfase ao adjunto adverbial.
Quais estão corretas?
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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
I. Em “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental”, o termo “Ele” retoma o “diagnóstico”.
II. Em “As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo”, o pronome oblíquo “-lo” (l.20) retoma “modelo de negócios”.
III. Em “Existe uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e quebrá-la”, o pronome oblíquo “-la” retoma “regulamentação”.
Quais estão corretas?
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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
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