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4134953 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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“Chamo, pois, de coesão referencial aquela em que um componente da superfície do texto faz remissão a outro(s) elemento(s) nela presentes ou inferíveis a partir do universo textual. Ao primeiro denomino forma referencial ou remissiva e ao segundo, elemento de referência ou referente textual” (Koch, 2010). Considerando o trecho apresentado, assinale a alternativa que NÃO apresenta um grupo de palavras que possam ser consideradas formas remissivas ou referenciais.
 

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4134952 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Leia o texto abaixo, a respeito dos gêneros e dos tipos textuais, e preencha os parênteses com os termos correspondentes, de acordo com os números a seguir:

1. Gênero(s) textual(is)

2. Tipo(s) textual(is)

Dentre as distinções entre tipos de texto e gêneros de texto, a mais famosa delas é de autoria de Marcuschi, que define o ( ) como “uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas)”. Já o ( ), para o autor, seria “uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica”. Na escola, escrevemos narrações; na vida, lemos notícias, relatamos nosso dia, recontamos um filme, lemos romances. Na escola, redigimos uma “composição à vista de gravura” (descrição); fora dela, contamos como decoramos nosso apartamento, instruímos uma pessoa sobre como chegar a um lugar desconhecido. Na escola, dissertamos sobre um tema dado; na vida, lemos artigos de opinião, apresentamos nossa pesquisa ou relatório, escrevemos uma carta de leitor discordando de um articulista. Os ( ), portanto, não são classes gramaticais para classificar textos: são entidades da vida. Dão nome a uma “família de textos”.

Um dos problemas do ensino de ( ) na escola é que ele herda as práticas cristalizadas de trabalho com os ( ), focando principalmente as estruturas linguísticas de diversos níveis e esquecendo de enfocar os temas, os valores, a entonação e as refrações de sentido dos textos, formando mais analistas textuais que leitores/produtores críticos.

(Disponível em: https://ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/generos-e-tipos-textuais – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses do texto acima.

 

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4134816 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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No trecho retirado do texto “Até logo, caro leitor”, qual é a função sintática da expressão sublinhada?
 

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4134815 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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No trecho “Testemunham cafezinhos e almoços de domingo, mas também DRs e brigas de família. Tudo isso de forma discreta”, retirado do texto, os pronomes sublinhados exercem uma função coesiva referencial chamada de:
 

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4134814 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem utilizada na passagem.

“Uma viagem de distância intergaláctica quando se tem 2 anos e pouco”.
 

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4134813 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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No trecho retirado do texto “Sem tricotar, talvez não tivéssemos chegado até aqui”, qual é o tempo e o modo do verbo composto sublinhado?
 

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4134812 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Analise as assertivas a seguir sobre o emprego das vírgulas em trechos retirados do texto:

I. Em “Ou melhor, o dia seguinte”, a vírgula foi empregada para isolar um termo de valor explicativo.
II. Em “Rapidinho saímos de casa, em Guarulhos, rumo ..... maternidade”, as vírgulas foram empregadas para isolar o aposto.
III. Em “Hoje, nem tanto”, a vírgula é facultativa, mas foi empregada nesse contexto para dar ênfase ao adjunto adverbial.

Quais estão corretas?
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os seguintes trechos retirados do texto, em relação aos mecanismos de coesão referencial e uso de pronomes, analise as assertivas abaixo:

I. Em “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental”, o termo “Ele” retoma o “diagnóstico”.
II. Em “As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo”, o pronome oblíquo “-lo” (l.20) retoma “modelo de negócios”.
III. Em “Existe uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e quebrá-la”, o pronome oblíquo “-la” retoma “regulamentação”.

Quais estão corretas?
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador”, qual é a classificação sintática do termo sublinhado?
 

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Questão presente nas seguintes provas
Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à oração sublinhada no trecho “Esses mecanismos são acentuados pela hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono”, retirado do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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