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Cada forma dos porquês — "por que", "por quê",
"porque" e "porquê" — apresenta valor morfológico e
função sintática específicos.
Com base nessas distinções, analise as frases da Coluna 01 e correlacione cada lacuna ao tipo de "porquê" adequado, indicado na Coluna 02.
Coluna 01
( ) O pesquisador explicou o ______ da alteração metodológica no artigo científico.
( ) A comissão deseja saber ______ o projeto foi rejeitado pela banca avaliadora.
( ) O projeto foi rejeitado ______ não atendia aos critérios do edital.
( ) A reunião foi cancelada, mas ninguém soube informar ______.
Coluna 02
I.por que II.por quê III.porque IV.porquê
Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Com base nessas distinções, analise as frases da Coluna 01 e correlacione cada lacuna ao tipo de "porquê" adequado, indicado na Coluna 02.
Coluna 01
( ) O pesquisador explicou o ______ da alteração metodológica no artigo científico.
( ) A comissão deseja saber ______ o projeto foi rejeitado pela banca avaliadora.
( ) O projeto foi rejeitado ______ não atendia aos critérios do edital.
( ) A reunião foi cancelada, mas ninguém soube informar ______.
Coluna 02
I.por que II.por quê III.porque IV.porquê
Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
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Com base nas regras de regência verbal, analise
atentamente as afirmativas a seguir:
I.Os estudantes aspiram o cargo público desde o início da graduação.
II.A pesquisadora agradeceu aos orientadores pelo apoio recebido durante o projeto.
III.Assistimos à palestra inaugural do congresso internacional.
IV.Chegamos ao laboratório antes do horário previsto.
V.Júlia namora com um colega da faculdade há dois anos.
Identifique aquela(s) que NÃO está(ão) de acordo com a norma-padrão e assinale a alternativa que a(s) indica(m):
I.Os estudantes aspiram o cargo público desde o início da graduação.
II.A pesquisadora agradeceu aos orientadores pelo apoio recebido durante o projeto.
III.Assistimos à palestra inaugural do congresso internacional.
IV.Chegamos ao laboratório antes do horário previsto.
V.Júlia namora com um colega da faculdade há dois anos.
Identifique aquela(s) que NÃO está(ão) de acordo com a norma-padrão e assinale a alternativa que a(s) indica(m):
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A colocação pronominal na norma-padrão da Língua
Portuguesa admite três possibilidades: ênclise,
mesóclise e próclise.
Analise o trecho a seguir e identifique corretamente as ocorrências destacadas:
"Encaminhar-lhe-ei(I) o relatório final amanhã, conforme solicitado pela coordenação, e entregaram-me(II) os documentos complementares ao término da reunião."
Assinale a alternativa que classifica corretamente as ocorrências destacadas:
Analise o trecho a seguir e identifique corretamente as ocorrências destacadas:
"Encaminhar-lhe-ei(I) o relatório final amanhã, conforme solicitado pela coordenação, e entregaram-me(II) os documentos complementares ao término da reunião."
Assinale a alternativa que classifica corretamente as ocorrências destacadas:
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Cientistas criam carne de laboratório com resíduos
de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition
aponta um método inovador desenvolvido por
pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da
fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis
destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos
ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de
cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar
bactérias que produzem celulose, formando a estrutura
necessária para que a carne cultivada desenvolva sua
própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas
bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada
como suporte para células animais, permitindo a
produção de carne cultivada em laboratório", explicou
Christian Harrison, estudante de doutorado da University
College London (UCL), enquanto segurava um frasco de
levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer
em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz
vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que
de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose
bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um
subproduto frequentemente descartado. Testes das
propriedades mecânicas desse material indicam
resultados promissores para reproduzir a textura e a
sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho
ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por
ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e
não um produto final, já que ainda há desafios
significativos relacionados à escala de produção e à
padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um
mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o
primeiro país a autorizar a venda do produto, em
dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que
liberaram as primeiras comercializações em junho de
2023. Segundo empresas do setor, os principais
obstáculos continuam sendo a redução de custos e a
produção em larga escala com segurança alimentar.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-criam-carne-de-laborato
rio-com-residuos-de-cerveja/
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Cientistas criam carne de laboratório com resíduos
de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition
aponta um método inovador desenvolvido por
pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da
fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis
destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos
ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de
cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar
bactérias que produzem celulose, formando a estrutura
necessária para que a carne cultivada desenvolva sua
própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas
bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada
como suporte para células animais, permitindo a
produção de carne cultivada em laboratório", explicou
Christian Harrison, estudante de doutorado da University
College London (UCL), enquanto segurava um frasco de
levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer
em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz
vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que
de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose
bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um
subproduto frequentemente descartado. Testes das
propriedades mecânicas desse material indicam
resultados promissores para reproduzir a textura e a
sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho
ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por
ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e
não um produto final, já que ainda há desafios
significativos relacionados à escala de produção e à
padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um
mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o
primeiro país a autorizar a venda do produto, em
dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que
liberaram as primeiras comercializações em junho de
2023. Segundo empresas do setor, os principais
obstáculos continuam sendo a redução de custos e a
produção em larga escala com segurança alimentar.
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rio-com-residuos-de-cerveja/
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Cientistas criam carne de laboratório com resíduos
de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition
aponta um método inovador desenvolvido por
pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da
fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis
destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos
ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de
cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar
bactérias que produzem celulose, formando a estrutura
necessária para que a carne cultivada desenvolva sua
própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas
bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada
como suporte para células animais, permitindo a
produção de carne cultivada em laboratório", explicou
Christian Harrison, estudante de doutorado da University
College London (UCL), enquanto segurava um frasco de
levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer
em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz
vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que
de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose
bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um
subproduto frequentemente descartado. Testes das
propriedades mecânicas desse material indicam
resultados promissores para reproduzir a textura e a
sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho
ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por
ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e
não um produto final, já que ainda há desafios
significativos relacionados à escala de produção e à
padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um
mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o
primeiro país a autorizar a venda do produto, em
dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que
liberaram as primeiras comercializações em junho de
2023. Segundo empresas do setor, os principais
obstáculos continuam sendo a redução de custos e a
produção em larga escala com segurança alimentar.
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rio-com-residuos-de-cerveja/
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Cientistas criam carne de laboratório com resíduos
de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition
aponta um método inovador desenvolvido por
pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da
fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis
destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos
ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de
cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar
bactérias que produzem celulose, formando a estrutura
necessária para que a carne cultivada desenvolva sua
própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas
bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada
como suporte para células animais, permitindo a
produção de carne cultivada em laboratório", explicou
Christian Harrison, estudante de doutorado da University
College London (UCL), enquanto segurava um frasco de
levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer
em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz
vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que
de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose
bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um
subproduto frequentemente descartado. Testes das
propriedades mecânicas desse material indicam
resultados promissores para reproduzir a textura e a
sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho
ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por
ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e
não um produto final, já que ainda há desafios
significativos relacionados à escala de produção e à
padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um
mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o
primeiro país a autorizar a venda do produto, em
dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que
liberaram as primeiras comercializações em junho de
2023. Segundo empresas do setor, os principais
obstáculos continuam sendo a redução de custos e a
produção em larga escala com segurança alimentar.
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Assinale a frase que respeita a regência correta do
verbo "implicar" (no sentido de acarretar) e dos demais
termos:
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No contexto da BNCC, o termo "multissemiótico"
refere-se a textos que:
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Assinale a alternativa que apresenta plena observância
às normas de concordância:
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