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4121734 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
Cada forma dos porquês — "por que", "por quê", "porque" e "porquê" — apresenta valor morfológico e função sintática específicos.
Com base nessas distinções, analise as frases da Coluna 01 e correlacione cada lacuna ao tipo de "porquê" adequado, indicado na Coluna 02.

Coluna 01
(   ) O pesquisador explicou o ______ da alteração metodológica no artigo científico.
(   ) A comissão deseja saber ______ o projeto foi rejeitado pela banca avaliadora.
(   ) O projeto foi rejeitado ______ não atendia aos critérios do edital.
(   ) A reunião foi cancelada, mas ninguém soube informar ______.

Coluna 02
I.por que II.por quê III.porque IV.porquê

Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
 

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4121733 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
Com base nas regras de regência verbal, analise atentamente as afirmativas a seguir:

I.Os estudantes aspiram o cargo público desde o início da graduação.
II.A pesquisadora agradeceu aos orientadores pelo apoio recebido durante o projeto.
III.Assistimos à palestra inaugural do congresso internacional.
IV.Chegamos ao laboratório antes do horário previsto.
V.Júlia namora com um colega da faculdade há dois anos.

Identifique aquela(s) que NÃO está(ão) de acordo com a norma-padrão e assinale a alternativa que a(s) indica(m):
 

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4121732 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
A colocação pronominal na norma-padrão da Língua Portuguesa admite três possibilidades: ênclise, mesóclise e próclise.
Analise o trecho a seguir e identifique corretamente as ocorrências destacadas:
"Encaminhar-lhe-ei(I) o relatório final amanhã, conforme solicitado pela coordenação, e entregaram-me(II) os documentos complementares ao término da reunião."
Assinale a alternativa que classifica corretamente as ocorrências destacadas:
 

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4121731 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
Cientistas criam carne de laboratório com resíduos de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition aponta um método inovador desenvolvido por pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar bactérias que produzem celulose, formando a estrutura necessária para que a carne cultivada desenvolva sua própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada como suporte para células animais, permitindo a produção de carne cultivada em laboratório", explicou Christian Harrison, estudante de doutorado da University College London (UCL), enquanto segurava um frasco de levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um subproduto frequentemente descartado. Testes das propriedades mecânicas desse material indicam resultados promissores para reproduzir a textura e a sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e não um produto final, já que ainda há desafios significativos relacionados à escala de produção e à padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o primeiro país a autorizar a venda do produto, em dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que liberaram as primeiras comercializações em junho de 2023. Segundo empresas do setor, os principais obstáculos continuam sendo a redução de custos e a produção em larga escala com segurança alimentar.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-criam-carne-de-laborato rio-com-residuos-de-cerveja/
Ao mencionar as declarações de Christian Harrison, o texto amplia a compreensão sobre o impacto potencial da pesquisa. A fala do pesquisador reforça a ideia de que o projeto apresenta não apenas relevância científica, mas também:
 

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4121730 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
Cientistas criam carne de laboratório com resíduos de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition aponta um método inovador desenvolvido por pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar bactérias que produzem celulose, formando a estrutura necessária para que a carne cultivada desenvolva sua própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada como suporte para células animais, permitindo a produção de carne cultivada em laboratório", explicou Christian Harrison, estudante de doutorado da University College London (UCL), enquanto segurava um frasco de levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um subproduto frequentemente descartado. Testes das propriedades mecânicas desse material indicam resultados promissores para reproduzir a textura e a sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e não um produto final, já que ainda há desafios significativos relacionados à escala de produção e à padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o primeiro país a autorizar a venda do produto, em dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que liberaram as primeiras comercializações em junho de 2023. Segundo empresas do setor, os principais obstáculos continuam sendo a redução de custos e a produção em larga escala com segurança alimentar.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-criam-carne-de-laborato rio-com-residuos-de-cerveja/
Embora apresente resultados promissores, o estudo é descrito com certa cautela quanto à sua aplicação prática. A menção à "fase de prova de conceito" indica que:
 

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4121729 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
Cientistas criam carne de laboratório com resíduos de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition aponta um método inovador desenvolvido por pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar bactérias que produzem celulose, formando a estrutura necessária para que a carne cultivada desenvolva sua própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada como suporte para células animais, permitindo a produção de carne cultivada em laboratório", explicou Christian Harrison, estudante de doutorado da University College London (UCL), enquanto segurava um frasco de levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um subproduto frequentemente descartado. Testes das propriedades mecânicas desse material indicam resultados promissores para reproduzir a textura e a sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e não um produto final, já que ainda há desafios significativos relacionados à escala de produção e à padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o primeiro país a autorizar a venda do produto, em dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que liberaram as primeiras comercializações em junho de 2023. Segundo empresas do setor, os principais obstáculos continuam sendo a redução de custos e a produção em larga escala com segurança alimentar.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-criam-carne-de-laborato rio-com-residuos-de-cerveja/
A proposta apresentada no texto articula inovação tecnológica e reaproveitamento de resíduos industriais, sugerindo uma abordagem que ultrapassa a simples criação de um novo alimento. Ao considerar os elementos destacados na pesquisa, pode-se afirmar que o diferencial do método desenvolvido pelos cientistas está relacionado principalmente:
 

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4121728 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIDAVI
Orgão: Pref. Agrolândia-SC
Cientistas criam carne de laboratório com resíduos de cerveja
Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition aponta um método inovador desenvolvido por pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis destinadas ao cultivo de carne em laboratório.
A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar bactérias que produzem celulose, formando a estrutura necessária para que a carne cultivada desenvolva sua própria textura.
"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada como suporte para células animais, permitindo a produção de carne cultivada em laboratório", explicou Christian Harrison, estudante de doutorado da University College London (UCL), enquanto segurava um frasco de levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.
Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.
O estudo explora especificamente o uso da celulose bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um subproduto frequentemente descartado. Testes das propriedades mecânicas desse material indicam resultados promissores para reproduzir a textura e a sensação na boca da carne convencional.
Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e não um produto final, já que ainda há desafios significativos relacionados à escala de produção e à padronização do processo.
De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o primeiro país a autorizar a venda do produto, em dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que liberaram as primeiras comercializações em junho de 2023. Segundo empresas do setor, os principais obstáculos continuam sendo a redução de custos e a produção em larga escala com segurança alimentar.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-criam-carne-de-laborato rio-com-residuos-de-cerveja/
Ao situar o cenário internacional da carne cultivada, o texto contextualiza o estágio de desenvolvimento do setor. As informações sobre autorizações em Singapura e nos Estados Unidos permitem concluir que o mercado de carne cultivada:
 

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4121695 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Matias Olímpio-PI
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Assinale a frase que respeita a regência correta do verbo "implicar" (no sentido de acarretar) e dos demais termos:
 

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4121693 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Matias Olímpio-PI
Provas:
No contexto da BNCC, o termo "multissemiótico" refere-se a textos que:
 

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4121692 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Matias Olímpio-PI
Provas:
Assinale a alternativa que apresenta plena observância às normas de concordância:
 

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