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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação 2025: pesquisas revelam desafios, tendências e a realidade das salas de aula
Montar um raio-X da educação em 2025 não é tarefa simples, mas ajuda quem não quer navegar no escuro. Uma curadoria baseada em estudos selecionados pelo Porvir busca compreender o que acontece, hoje, dentro das salas de aula brasileiras, oferecendo uma leitura ancorada na realidade cotidiana da escola. O foco não está nos números tradicionais do Censo Escolar nem nas notas do Ideb — Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, indicador da qualidade do ensino no país. A proposta é olhar para dimensões que esses dados nem sempre capturam, como o clima escolar, as angústias, os desafios tecnológicos e a saúde mental de quem vive o dia a dia da educação.
Para quem planeja aulas, organiza o calendário escolar ou pensa políticas públicas, esse conjunto de informações funciona como ponto de partida. Ele traz o chamado chão da escola e evidencia onde estão as maiores tensões, convidando a uma leitura sem julgamentos ou busca por culpados. Encarar a realidade, com todas as suas contradições, é condição para qualquer transformação efetiva da educação.
O panorama apresentado serve para orientar decisões que façam sentido para os estudantes e para a comunidade escolar neste início de 2026.
No cotidiano das escolas, questões ligadas à segurança física e emocional, à convivência e à diversidade aparecem de forma recorrente. Pesquisas indicam que a violência de gênero permanece presente e pouco discutida, revelando a dificuldade das instituições em identificar e enfrentar esse problema. Falta formação adequada e protocolos claros, o que reforça a necessidade de políticas integradas que promovam acolhimento, segurança e uma cultura de equidade. Ao mesmo tempo, cresce um cenário de violência, exclusão, desesperança e solidão, marcado pelo isolamento de estudantes e pelo esgotamento dos educadores. A ausência de mecanismos eficazes de acolhimento fragiliza os vínculos e compromete a escola como espaço de convivência afetiva.
Situação semelhante aparece no avanço das matrículas de estudantes autistas. Embora o número tenha crescido significativamente, a estrutura escolar não acompanhou esse movimento. Faltam profissionais de apoio, formação específica para professores e adaptações curriculares, mostrando que garantir a vaga por lei não é suficiente para assegurar uma inclusão efetiva.
Outros estudos reforçam a importância de enfrentar o racismo desde a infância. A ideia de que o silêncio protegeria crianças brancas é questionada por pesquisas que apontam como essa omissão contribui para a reprodução de preconceitos. A educação antirracista, nesse sentido, deve envolver toda a comunidade, com conversas abertas e referências positivas que ajudem as crianças a compreender a diversidade e seus próprios privilégios desde cedo.
No campo da tecnologia, as pesquisas destacam impactos crescentes das telas, o uso da inteligência artificial e novos desafios da alfabetização em um mundo digital. Relatórios recentes defendem que a IA seja adotada como ferramenta complementar e ética, nunca como substituta pedagógica, com atenção à proteção do desenvolvimento cognitivo e à redução de desigualdades. Isso implica formação docente, revisão curricular e políticas de governança inclusivas.
O uso excessivo de telas continua sendo motivo de preocupação. Pesquisas indicam dificuldade de crianças e adolescentes em se desconectar, cenário associado ao aumento de irritabilidade, distração e conflitos em sala de aula. Soma-se a isso a constatação de que saber ler e escrever não garante autonomia no ambiente digital. Mesmo alfabetizados, muitos brasileiros enfrentam dificuldades para identificar notícias falsas, proteger dados pessoais ou utilizar aplicativos de serviços, o que amplia a noção de alfabetização necessária no século XXI.
A saúde mental e a valorização docente aparecem como temas centrais. A falta de segurança para o exercício da liberdade de cátedra impacta diretamente o bem-estar desses profissionais. Em escala global, o alerta é ainda mais amplo: faltam milhões de professores para cumprir metas educacionais, especialmente nos países mais pobres, onde salas lotadas e carreiras desvalorizadas dificultam a aprendizagem.
Pesquisas recentes também ressaltam que a promoção da saúde mental de crianças e adolescentes precisa ser prioridade. A escola é apontada como espaço estratégico para esse cuidado, mas não pode assumir essa tarefa sozinha. O fortalecimento de vínculos entre educação, saúde e assistência social é essencial para criar ambientes seguros, nos quais os estudantes se sintam ouvidos e amparados.
Por fim, estudos que conectam a escola a desafios sociais mais amplos mostram que temas como mudanças climáticas ainda estão distantes do cotidiano escolar, apesar de seus impactos diretos na vida de crianças e jovens. Quando aparecem, costumam ser tratados de forma pontual e pouco integrada à realidade local. Da mesma forma, pesquisas sobre a transição para o mercado de trabalho revelam um desencontro entre expectativas de jovens e empregadores. Enquanto jovens enfrentam sobrecargas invisíveis ligadas à renda e às condições de vida, empresas esperam uma maturidade pronta, sem oferecer o suporte necessário. O desafio comum a todos esses cenários é transformar a escola — e também o trabalho — em espaços de aprendizado contínuo, acolhimento e construção coletiva.
Os vocábulos destacados pertencem, no contexto do período, à seguinte classe gramatical:
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Educação 2025: pesquisas revelam desafios, tendências e a realidade das salas de aula
Montar um raio-X da educação em 2025 não é tarefa simples, mas ajuda quem não quer navegar no escuro. Uma curadoria baseada em estudos selecionados pelo Porvir busca compreender o que acontece, hoje, dentro das salas de aula brasileiras, oferecendo uma leitura ancorada na realidade cotidiana da escola. O foco não está nos números tradicionais do Censo Escolar nem nas notas do Ideb — Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, indicador da qualidade do ensino no país. A proposta é olhar para dimensões que esses dados nem sempre capturam, como o clima escolar, as angústias, os desafios tecnológicos e a saúde mental de quem vive o dia a dia da educação.
Para quem planeja aulas, organiza o calendário escolar ou pensa políticas públicas, esse conjunto de informações funciona como ponto de partida. Ele traz o chamado chão da escola e evidencia onde estão as maiores tensões, convidando a uma leitura sem julgamentos ou busca por culpados. Encarar a realidade, com todas as suas contradições, é condição para qualquer transformação efetiva da educação.
O panorama apresentado serve para orientar decisões que façam sentido para os estudantes e para a comunidade escolar neste início de 2026.
No cotidiano das escolas, questões ligadas à segurança física e emocional, à convivência e à diversidade aparecem de forma recorrente. Pesquisas indicam que a violência de gênero permanece presente e pouco discutida, revelando a dificuldade das instituições em identificar e enfrentar esse problema. Falta formação adequada e protocolos claros, o que reforça a necessidade de políticas integradas que promovam acolhimento, segurança e uma cultura de equidade. Ao mesmo tempo, cresce um cenário de violência, exclusão, desesperança e solidão, marcado pelo isolamento de estudantes e pelo esgotamento dos educadores. A ausência de mecanismos eficazes de acolhimento fragiliza os vínculos e compromete a escola como espaço de convivência afetiva.
Situação semelhante aparece no avanço das matrículas de estudantes autistas. Embora o número tenha crescido significativamente, a estrutura escolar não acompanhou esse movimento. Faltam profissionais de apoio, formação específica para professores e adaptações curriculares, mostrando que garantir a vaga por lei não é suficiente para assegurar uma inclusão efetiva.
Outros estudos reforçam a importância de enfrentar o racismo desde a infância. A ideia de que o silêncio protegeria crianças brancas é questionada por pesquisas que apontam como essa omissão contribui para a reprodução de preconceitos. A educação antirracista, nesse sentido, deve envolver toda a comunidade, com conversas abertas e referências positivas que ajudem as crianças a compreender a diversidade e seus próprios privilégios desde cedo.
No campo da tecnologia, as pesquisas destacam impactos crescentes das telas, o uso da inteligência artificial e novos desafios da alfabetização em um mundo digital. Relatórios recentes defendem que a IA seja adotada como ferramenta complementar e ética, nunca como substituta pedagógica, com atenção à proteção do desenvolvimento cognitivo e à redução de desigualdades. Isso implica formação docente, revisão curricular e políticas de governança inclusivas.
O uso excessivo de telas continua sendo motivo de preocupação. Pesquisas indicam dificuldade de crianças e adolescentes em se desconectar, cenário associado ao aumento de irritabilidade, distração e conflitos em sala de aula. Soma-se a isso a constatação de que saber ler e escrever não garante autonomia no ambiente digital. Mesmo alfabetizados, muitos brasileiros enfrentam dificuldades para identificar notícias falsas, proteger dados pessoais ou utilizar aplicativos de serviços, o que amplia a noção de alfabetização necessária no século XXI.
A saúde mental e a valorização docente aparecem como temas centrais. A falta de segurança para o exercício da liberdade de cátedra impacta diretamente o bem-estar desses profissionais. Em escala global, o alerta é ainda mais amplo: faltam milhões de professores para cumprir metas educacionais, especialmente nos países mais pobres, onde salas lotadas e carreiras desvalorizadas dificultam a aprendizagem.
Pesquisas recentes também ressaltam que a promoção da saúde mental de crianças e adolescentes precisa ser prioridade. A escola é apontada como espaço estratégico para esse cuidado, mas não pode assumir essa tarefa sozinha. O fortalecimento de vínculos entre educação, saúde e assistência social é essencial para criar ambientes seguros, nos quais os estudantes se sintam ouvidos e amparados.
Por fim, estudos que conectam a escola a desafios sociais mais amplos mostram que temas como mudanças climáticas ainda estão distantes do cotidiano escolar, apesar de seus impactos diretos na vida de crianças e jovens. Quando aparecem, costumam ser tratados de forma pontual e pouco integrada à realidade local. Da mesma forma, pesquisas sobre a transição para o mercado de trabalho revelam um desencontro entre expectativas de jovens e empregadores. Enquanto jovens enfrentam sobrecargas invisíveis ligadas à renda e às condições de vida, empresas esperam uma maturidade pronta, sem oferecer o suporte necessário. O desafio comum a todos esses cenários é transformar a escola — e também o trabalho — em espaços de aprendizado contínuo, acolhimento e construção coletiva.
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Educação 2025: pesquisas revelam desafios, tendências e a realidade das salas de aula
Montar um raio-X da educação em 2025 não é tarefa simples, mas ajuda quem não quer navegar no escuro. Uma curadoria baseada em estudos selecionados pelo Porvir busca compreender o que acontece, hoje, dentro das salas de aula brasileiras, oferecendo uma leitura ancorada na realidade cotidiana da escola. O foco não está nos números tradicionais do Censo Escolar nem nas notas do Ideb — Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, indicador da qualidade do ensino no país. A proposta é olhar para dimensões que esses dados nem sempre capturam, como o clima escolar, as angústias, os desafios tecnológicos e a saúde mental de quem vive o dia a dia da educação.
Para quem planeja aulas, organiza o calendário escolar ou pensa políticas públicas, esse conjunto de informações funciona como ponto de partida. Ele traz o chamado chão da escola e evidencia onde estão as maiores tensões, convidando a uma leitura sem julgamentos ou busca por culpados. Encarar a realidade, com todas as suas contradições, é condição para qualquer transformação efetiva da educação.
O panorama apresentado serve para orientar decisões que façam sentido para os estudantes e para a comunidade escolar neste início de 2026.
No cotidiano das escolas, questões ligadas à segurança física e emocional, à convivência e à diversidade aparecem de forma recorrente. Pesquisas indicam que a violência de gênero permanece presente e pouco discutida, revelando a dificuldade das instituições em identificar e enfrentar esse problema. Falta formação adequada e protocolos claros, o que reforça a necessidade de políticas integradas que promovam acolhimento, segurança e uma cultura de equidade. Ao mesmo tempo, cresce um cenário de violência, exclusão, desesperança e solidão, marcado pelo isolamento de estudantes e pelo esgotamento dos educadores. A ausência de mecanismos eficazes de acolhimento fragiliza os vínculos e compromete a escola como espaço de convivência afetiva.
Situação semelhante aparece no avanço das matrículas de estudantes autistas. Embora o número tenha crescido significativamente, a estrutura escolar não acompanhou esse movimento. Faltam profissionais de apoio, formação específica para professores e adaptações curriculares, mostrando que garantir a vaga por lei não é suficiente para assegurar uma inclusão efetiva.
Outros estudos reforçam a importância de enfrentar o racismo desde a infância. A ideia de que o silêncio protegeria crianças brancas é questionada por pesquisas que apontam como essa omissão contribui para a reprodução de preconceitos. A educação antirracista, nesse sentido, deve envolver toda a comunidade, com conversas abertas e referências positivas que ajudem as crianças a compreender a diversidade e seus próprios privilégios desde cedo.
No campo da tecnologia, as pesquisas destacam impactos crescentes das telas, o uso da inteligência artificial e novos desafios da alfabetização em um mundo digital. Relatórios recentes defendem que a IA seja adotada como ferramenta complementar e ética, nunca como substituta pedagógica, com atenção à proteção do desenvolvimento cognitivo e à redução de desigualdades. Isso implica formação docente, revisão curricular e políticas de governança inclusivas.
O uso excessivo de telas continua sendo motivo de preocupação. Pesquisas indicam dificuldade de crianças e adolescentes em se desconectar, cenário associado ao aumento de irritabilidade, distração e conflitos em sala de aula. Soma-se a isso a constatação de que saber ler e escrever não garante autonomia no ambiente digital. Mesmo alfabetizados, muitos brasileiros enfrentam dificuldades para identificar notícias falsas, proteger dados pessoais ou utilizar aplicativos de serviços, o que amplia a noção de alfabetização necessária no século XXI.
A saúde mental e a valorização docente aparecem como temas centrais. A falta de segurança para o exercício da liberdade de cátedra impacta diretamente o bem-estar desses profissionais. Em escala global, o alerta é ainda mais amplo: faltam milhões de professores para cumprir metas educacionais, especialmente nos países mais pobres, onde salas lotadas e carreiras desvalorizadas dificultam a aprendizagem.
Pesquisas recentes também ressaltam que a promoção da saúde mental de crianças e adolescentes precisa ser prioridade. A escola é apontada como espaço estratégico para esse cuidado, mas não pode assumir essa tarefa sozinha. O fortalecimento de vínculos entre educação, saúde e assistência social é essencial para criar ambientes seguros, nos quais os estudantes se sintam ouvidos e amparados.
Por fim, estudos que conectam a escola a desafios sociais mais amplos mostram que temas como mudanças climáticas ainda estão distantes do cotidiano escolar, apesar de seus impactos diretos na vida de crianças e jovens. Quando aparecem, costumam ser tratados de forma pontual e pouco integrada à realidade local. Da mesma forma, pesquisas sobre a transição para o mercado de trabalho revelam um desencontro entre expectativas de jovens e empregadores. Enquanto jovens enfrentam sobrecargas invisíveis ligadas à renda e às condições de vida, empresas esperam uma maturidade pronta, sem oferecer o suporte necessário. O desafio comum a todos esses cenários é transformar a escola — e também o trabalho — em espaços de aprendizado contínuo, acolhimento e construção coletiva.
Sintaticamente, a oração destacada classifica-se como:
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Educação 2025: pesquisas revelam desafios, tendências e a realidade das salas de aula
Montar um raio-X da educação em 2025 não é tarefa simples, mas ajuda quem não quer navegar no escuro. Uma curadoria baseada em estudos selecionados pelo Porvir busca compreender o que acontece, hoje, dentro das salas de aula brasileiras, oferecendo uma leitura ancorada na realidade cotidiana da escola. O foco não está nos números tradicionais do Censo Escolar nem nas notas do Ideb — Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, indicador da qualidade do ensino no país. A proposta é olhar para dimensões que esses dados nem sempre capturam, como o clima escolar, as angústias, os desafios tecnológicos e a saúde mental de quem vive o dia a dia da educação.
Para quem planeja aulas, organiza o calendário escolar ou pensa políticas públicas, esse conjunto de informações funciona como ponto de partida. Ele traz o chamado chão da escola e evidencia onde estão as maiores tensões, convidando a uma leitura sem julgamentos ou busca por culpados. Encarar a realidade, com todas as suas contradições, é condição para qualquer transformação efetiva da educação.
O panorama apresentado serve para orientar decisões que façam sentido para os estudantes e para a comunidade escolar neste início de 2026.
No cotidiano das escolas, questões ligadas à segurança física e emocional, à convivência e à diversidade aparecem de forma recorrente. Pesquisas indicam que a violência de gênero permanece presente e pouco discutida, revelando a dificuldade das instituições em identificar e enfrentar esse problema. Falta formação adequada e protocolos claros, o que reforça a necessidade de políticas integradas que promovam acolhimento, segurança e uma cultura de equidade. Ao mesmo tempo, cresce um cenário de violência, exclusão, desesperança e solidão, marcado pelo isolamento de estudantes e pelo esgotamento dos educadores. A ausência de mecanismos eficazes de acolhimento fragiliza os vínculos e compromete a escola como espaço de convivência afetiva.
Situação semelhante aparece no avanço das matrículas de estudantes autistas. Embora o número tenha crescido significativamente, a estrutura escolar não acompanhou esse movimento. Faltam profissionais de apoio, formação específica para professores e adaptações curriculares, mostrando que garantir a vaga por lei não é suficiente para assegurar uma inclusão efetiva.
Outros estudos reforçam a importância de enfrentar o racismo desde a infância. A ideia de que o silêncio protegeria crianças brancas é questionada por pesquisas que apontam como essa omissão contribui para a reprodução de preconceitos. A educação antirracista, nesse sentido, deve envolver toda a comunidade, com conversas abertas e referências positivas que ajudem as crianças a compreender a diversidade e seus próprios privilégios desde cedo.
No campo da tecnologia, as pesquisas destacam impactos crescentes das telas, o uso da inteligência artificial e novos desafios da alfabetização em um mundo digital. Relatórios recentes defendem que a IA seja adotada como ferramenta complementar e ética, nunca como substituta pedagógica, com atenção à proteção do desenvolvimento cognitivo e à redução de desigualdades. Isso implica formação docente, revisão curricular e políticas de governança inclusivas.
O uso excessivo de telas continua sendo motivo de preocupação. Pesquisas indicam dificuldade de crianças e adolescentes em se desconectar, cenário associado ao aumento de irritabilidade, distração e conflitos em sala de aula. Soma-se a isso a constatação de que saber ler e escrever não garante autonomia no ambiente digital. Mesmo alfabetizados, muitos brasileiros enfrentam dificuldades para identificar notícias falsas, proteger dados pessoais ou utilizar aplicativos de serviços, o que amplia a noção de alfabetização necessária no século XXI.
A saúde mental e a valorização docente aparecem como temas centrais. A falta de segurança para o exercício da liberdade de cátedra impacta diretamente o bem-estar desses profissionais. Em escala global, o alerta é ainda mais amplo: faltam milhões de professores para cumprir metas educacionais, especialmente nos países mais pobres, onde salas lotadas e carreiras desvalorizadas dificultam a aprendizagem.
Pesquisas recentes também ressaltam que a promoção da saúde mental de crianças e adolescentes precisa ser prioridade. A escola é apontada como espaço estratégico para esse cuidado, mas não pode assumir essa tarefa sozinha. O fortalecimento de vínculos entre educação, saúde e assistência social é essencial para criar ambientes seguros, nos quais os estudantes se sintam ouvidos e amparados.
Por fim, estudos que conectam a escola a desafios sociais mais amplos mostram que temas como mudanças climáticas ainda estão distantes do cotidiano escolar, apesar de seus impactos diretos na vida de crianças e jovens. Quando aparecem, costumam ser tratados de forma pontual e pouco integrada à realidade local. Da mesma forma, pesquisas sobre a transição para o mercado de trabalho revelam um desencontro entre expectativas de jovens e empregadores. Enquanto jovens enfrentam sobrecargas invisíveis ligadas à renda e às condições de vida, empresas esperam uma maturidade pronta, sem oferecer o suporte necessário. O desafio comum a todos esses cenários é transformar a escola — e também o trabalho — em espaços de aprendizado contínuo, acolhimento e construção coletiva.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
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Um mar de fogueirinhas
(inspirado em Eduardo Galeano)
Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo
iluminado e contou que somos todos fogueirinhas.
Cada pessoa carrega uma chama única, que arde de um jeito só seu. Não existem duas fogueiras
iguais. Algumas brilham serenas, aquecendo quem se aproxima. Outras tremulam intensas, lançando faíscas ao
redor. Há fogueiras pequenas, quase invisíveis, que sustentam a noite com sua presença silenciosa. E há aquelas
que incendeiam a vida com tanto fervor que é impossível não se deixar tocar por sua luz. Nenhuma dessas
chamas, porém, se mantém acesa sozinha.
O vento pode soprar forte, a chuva pode ameaçar apagar, o frio pode querer dominar. É no encontro
das fogueiras que nasce a verdadeira força: uma chama aquece a outra, uma brasa protege a vizinha, um fogo
inspira o outro a continuar aceso.
Quando uma chama tenta apagar outra, o campo todo se torna mais escuro. Quando uma fogueira
se recusa a compartilhar seu calor, o frio se espalha. Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra, um
incêndio se inicia, mas, quando as luzes se reconhecem como parte de um mesmo clarão, a noite inteira se
ilumina.
Autor desconhecido
Em consideração ao fragmento textual “Algumas brilham serenas” (l. 4), o elemento sublinhado exerce a função sintática de:
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Um mar de fogueirinhas
(inspirado em Eduardo Galeano)
Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo
iluminado e contou que somos todos fogueirinhas.
Cada pessoa carrega uma chama única, que arde de um jeito só seu. Não existem duas fogueiras
iguais. Algumas brilham serenas, aquecendo quem se aproxima. Outras tremulam intensas, lançando faíscas ao
redor. Há fogueiras pequenas, quase invisíveis, que sustentam a noite com sua presença silenciosa. E há aquelas
que incendeiam a vida com tanto fervor que é impossível não se deixar tocar por sua luz. Nenhuma dessas
chamas, porém, se mantém acesa sozinha.
O vento pode soprar forte, a chuva pode ameaçar apagar, o frio pode querer dominar. É no encontro
das fogueiras que nasce a verdadeira força: uma chama aquece a outra, uma brasa protege a vizinha, um fogo
inspira o outro a continuar aceso.
Quando uma chama tenta apagar outra, o campo todo se torna mais escuro. Quando uma fogueira
se recusa a compartilhar seu calor, o frio se espalha. Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra, um
incêndio se inicia, mas, quando as luzes se reconhecem como parte de um mesmo clarão, a noite inteira se
ilumina.
Autor desconhecido
Empregam-se as vírgulas neste trecho “Nenhuma dessas chamas, porém, se mantém acesa sozinha” (l. 6 e 7), com a finalidade de:
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Um mar de fogueirinhas
(inspirado em Eduardo Galeano)
Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo
iluminado e contou que somos todos fogueirinhas.
Cada pessoa carrega uma chama única, que arde de um jeito só seu. Não existem duas fogueiras
iguais. Algumas brilham serenas, aquecendo quem se aproxima. Outras tremulam intensas, lançando faíscas ao
redor. Há fogueiras pequenas, quase invisíveis, que sustentam a noite com sua presença silenciosa. E há aquelas
que incendeiam a vida com tanto fervor que é impossível não se deixar tocar por sua luz. Nenhuma dessas
chamas, porém, se mantém acesa sozinha.
O vento pode soprar forte, a chuva pode ameaçar apagar, o frio pode querer dominar. É no encontro
das fogueiras que nasce a verdadeira força: uma chama aquece a outra, uma brasa protege a vizinha, um fogo
inspira o outro a continuar aceso.
Quando uma chama tenta apagar outra, o campo todo se torna mais escuro. Quando uma fogueira
se recusa a compartilhar seu calor, o frio se espalha. Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra, um
incêndio se inicia, mas, quando as luzes se reconhecem como parte de um mesmo clarão, a noite inteira se
ilumina.
Autor desconhecido
No excerto “Cada pessoa carrega uma chama única” (l. 3), o verbo “carregar” está na voz:
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Um mar de fogueirinhas
(inspirado em Eduardo Galeano)
Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo
iluminado e contou que somos todos fogueirinhas.
Cada pessoa carrega uma chama única, que arde de um jeito só seu. Não existem duas fogueiras
iguais. Algumas brilham serenas, aquecendo quem se aproxima. Outras tremulam intensas, lançando faíscas ao
redor. Há fogueiras pequenas, quase invisíveis, que sustentam a noite com sua presença silenciosa. E há aquelas
que incendeiam a vida com tanto fervor que é impossível não se deixar tocar por sua luz. Nenhuma dessas
chamas, porém, se mantém acesa sozinha.
O vento pode soprar forte, a chuva pode ameaçar apagar, o frio pode querer dominar. É no encontro
das fogueiras que nasce a verdadeira força: uma chama aquece a outra, uma brasa protege a vizinha, um fogo
inspira o outro a continuar aceso.
Quando uma chama tenta apagar outra, o campo todo se torna mais escuro. Quando uma fogueira
se recusa a compartilhar seu calor, o frio se espalha. Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra, um
incêndio se inicia, mas, quando as luzes se reconhecem como parte de um mesmo clarão, a noite inteira se
ilumina.
Autor desconhecido
Quanto à colocação do pronome átono, é CORRETO afirmar que, em “aquecendo quem se aproxima” (l. 4), existe um exemplo de:
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Um mar de fogueirinhas
(inspirado em Eduardo Galeano)
Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo
iluminado e contou que somos todos fogueirinhas.
Cada pessoa carrega uma chama única, que arde de um jeito só seu. Não existem duas fogueiras
iguais. Algumas brilham serenas, aquecendo quem se aproxima. Outras tremulam intensas, lançando faíscas ao
redor. Há fogueiras pequenas, quase invisíveis, que sustentam a noite com sua presença silenciosa. E há aquelas
que incendeiam a vida com tanto fervor que é impossível não se deixar tocar por sua luz. Nenhuma dessas
chamas, porém, se mantém acesa sozinha.
O vento pode soprar forte, a chuva pode ameaçar apagar, o frio pode querer dominar. É no encontro
das fogueiras que nasce a verdadeira força: uma chama aquece a outra, uma brasa protege a vizinha, um fogo
inspira o outro a continuar aceso.
Quando uma chama tenta apagar outra, o campo todo se torna mais escuro. Quando uma fogueira
se recusa a compartilhar seu calor, o frio se espalha. Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra, um
incêndio se inicia, mas, quando as luzes se reconhecem como parte de um mesmo clarão, a noite inteira se
ilumina.
Autor desconhecido
Em “Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra” (l. 12), o adjetivo grifado está no grau:
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Um mar de fogueirinhas
(inspirado em Eduardo Galeano)
Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo
iluminado e contou que somos todos fogueirinhas.
Cada pessoa carrega uma chama única, que arde de um jeito só seu. Não existem duas fogueiras
iguais. Algumas brilham serenas, aquecendo quem se aproxima. Outras tremulam intensas, lançando faíscas ao
redor. Há fogueiras pequenas, quase invisíveis, que sustentam a noite com sua presença silenciosa. E há aquelas
que incendeiam a vida com tanto fervor que é impossível não se deixar tocar por sua luz. Nenhuma dessas
chamas, porém, se mantém acesa sozinha.
O vento pode soprar forte, a chuva pode ameaçar apagar, o frio pode querer dominar. É no encontro
das fogueiras que nasce a verdadeira força: uma chama aquece a outra, uma brasa protege a vizinha, um fogo
inspira o outro a continuar aceso.
Quando uma chama tenta apagar outra, o campo todo se torna mais escuro. Quando uma fogueira
se recusa a compartilhar seu calor, o frio se espalha. Quando uma fogueira tenta ser maior do que a outra, um
incêndio se inicia, mas, quando as luzes se reconhecem como parte de um mesmo clarão, a noite inteira se
ilumina.
Autor desconhecido
Se este trecho “Diz-se que um homem, ao olhar o mundo do alto, enxergou a vida humana como um imenso campo iluminado” (l. 1 e 2) for reescrito CORRETAMENTE, colocando-se todas as palavras que podem ser flexionadas de acordo com as regras morfossintático-semânticas, tem-se qual período?
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