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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os mecanismos de coesão textual às respectivas palavras sublinhadas nos trechos a seguir, retirados do texto.
Coluna 1 1. Conector adversativo. 2. Anáfora pronominal. 3. Marcador de coesão temporal.
Coluna 2 ( ) “No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas”. ( ) “O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas”. ( ) “Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz”, o emprego da vírgula tem a função específica de:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Consonantais: Dígrafos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre alguns vocábulos presentes no texto, analise as assertivas a seguir:
I. O vocábulo “noz-pecã” é uma palavra oxítona na qual o til marca a nasalização da letra “a”.
II. Em “colheita”, o grupo “lh” constitui um dígrafo consonantal, representando um único fonema na estrutura da palavra.
III. O vocábulo “produção” apresenta um ditongo nasal que ocorre na sílaba tônica da palavra.
Quais estão corretas?
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaSubstantivos
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação a trechos retirados do texto e seus aspectos gramaticais, assinale a alternativa INCORRETA.
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Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Nos trechos a seguir, retirados do texto, as palavras “períodos”, “plantio” e “expressiva” poderiam ser substituídas, respectivamente e sem alteração do sentido original do trecho em que ocorrem, por:
• “A nogueira por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries”. • “quem investiu no plantio precisou lidar com a enchente de 2024”. • “a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar”.
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência nominal e verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.
• “Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das 14 toneladas que estimava colher”.
• “O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas”.
• “Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar”.
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir a respeito do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O texto articula diferentes elementos explicativos do desempenho recente da produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul, envolvendo condições naturais, decisões referentes ao manejo e maturidade dos pomares.
( ) A partir das informações apresentadas, é possível compreender que pode haver baixa previsibilidade anual no cultivo da noz-pecã, com oscilações significativas entre safras em razão de fatores climáticos e de manejo das lavouras.
( ) A forma como são apresentados os relatos dos produtores contribui para a construção de uma ideia de cultivo de retorno tardio, dependente de planejamento de longo prazo e sujeito a variações climáticas relevantes.
( ) O texto evidencia uma perspectiva valorativa explícita do autor, que orienta o leitor a considerar que a expansão da cultura da noz-pecã deve ser uma alternativa prioritária para o desenvolvimento agrícola regional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o gênero textual e a situação comunicativa apresentada no texto, assinale a alternativa INCORRETA sobre as características predominantes da linguagem do texto.
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Nem toda dor de cabeça é igual, saiba quando procurar um médico
Por Bianca Queiroz
A dor de cabeça é uma das queixas mais comuns entre os brasileiros, e, justamente por
isso, muitas vezes é ignorada. Mas nem toda dor é igual. Em alguns casos, ela deixa de ser um
incômodo passageiro e passa a ser um verdadeiro sinal de alerta do organismo.
Segundo o neurologista Thiago Taya, do Hospital Brasília Águas Claras, alguns sintomas
não devem ser negligenciados. “Os principais sinais de alerta das dores de cabeça são início
súbito e intenso, podendo ser relatada como a pior da vida, acordar durante a noite por causa
da dor, mudança de padrão, presença de febre, convulsões, confusão mental ou sinais
neurológicos como fraqueza, visão dupla ou fala enrolada”, explica. A neurologista Natalia Nasser
Ximenes, do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, reforça que mudanças no padrão são um divisor
importante. “A dor de cabeça deixa de ser comum quando mudam as características, como
aumento da frequência, intensidade ou quando se torna resistente aos tratamentos habituais”,
afirma.
Nem sempre a intensidade isolada define a gravidade. O contexto da dor de cabeça é o que
mais importa. Entre os principais sinais de alerta estão:
• Dor súbita e intensa;
• Mudança no padrão habitual;
• Dor associada ___ febres ou sintomas neurológicos;
• Início após os 50 anos;
• Crises convulsivas ou perda de consciência.
Taya alerta que a localização da dor nem sempre indica risco, mas outros fatores sim. “A
persistência da dor com evolução progressiva e a presença de sinais neurológicos focais são os
principais indicativos de maior gravidade”, destaca. Já Natalia enfatiza ___ urgência nesses
casos. “Quando a dor de cabeça é de início súbito, atinge rapidamente o pico ou vem associada
a sintomas como alteração visual, fala ou força, é fundamental procurar avaliação médica”,
orienta.
Ignorar os sinais pode atrasar diagnósticos importantes. De acordo com os especialistas,
qualquer sinal de alerta já é motivo suficiente para buscar atendimento, especialmente em
pronto-socorro. “Alguns casos podem exigir e....ames de imagem para excluir condições mais
graves, como sangramentos intracranianos, infecções ou tumores”, explica Taya. Além disso, a
frequência também importa. “Mais de quatro dias de dor de cabeça por mês já pode ser um
indicativo para investigação neurológica”, completa o especialista.
Um dos maiores problemas é a banali....ação da dor de cabeça. Muitas pessoas recorrem
diretamente a analgésicos sem investigação adequada, o que pode piorar o quadro. “Um erro
comum é acreditar que a maioria das dores está ligada ___ visão, pressão alta ou sinusite, o que
atrasa a procura por um neurologista”, afirma o neurologista.
Outro risco é o uso e....essivo de medicamentos. O uso frequente de analgésicos pode
causar efeito rebote, aumentando a frequência e a intensidade da dor. O erro mais comum é
achar que sentir dor de cabeça é normal e abusar de analgésicos. Esse comportamento é
extremamente prejudicial, principalmente em casos recorrentes.
No fim das contas, tratar a dor de cabeça como algo sempre inofensivo é um risco. Observar
padrões, intensidade e sintomas associados pode ser o que separa um desconforto comum de
um problema que exige atenção imediata
(Disponível em: www.metropoles.com/saude/dor-de-cabeca-pode-indicar-algo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta reescrita do trecho a seguir, retirado do texto, caso fosse convertido para o pretérito imperfeito do indicativo, na voz passiva analítica.
“Nem sempre a intensidade isolada define a gravidade”.
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Nem toda dor de cabeça é igual, saiba quando procurar um médico
Por Bianca Queiroz
A dor de cabeça é uma das queixas mais comuns entre os brasileiros, e, justamente por
isso, muitas vezes é ignorada. Mas nem toda dor é igual. Em alguns casos, ela deixa de ser um
incômodo passageiro e passa a ser um verdadeiro sinal de alerta do organismo.
Segundo o neurologista Thiago Taya, do Hospital Brasília Águas Claras, alguns sintomas
não devem ser negligenciados. “Os principais sinais de alerta das dores de cabeça são início
súbito e intenso, podendo ser relatada como a pior da vida, acordar durante a noite por causa
da dor, mudança de padrão, presença de febre, convulsões, confusão mental ou sinais
neurológicos como fraqueza, visão dupla ou fala enrolada”, explica. A neurologista Natalia Nasser
Ximenes, do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, reforça que mudanças no padrão são um divisor
importante. “A dor de cabeça deixa de ser comum quando mudam as características, como
aumento da frequência, intensidade ou quando se torna resistente aos tratamentos habituais”,
afirma.
Nem sempre a intensidade isolada define a gravidade. O contexto da dor de cabeça é o que
mais importa. Entre os principais sinais de alerta estão:
• Dor súbita e intensa;
• Mudança no padrão habitual;
• Dor associada ___ febres ou sintomas neurológicos;
• Início após os 50 anos;
• Crises convulsivas ou perda de consciência.
Taya alerta que a localização da dor nem sempre indica risco, mas outros fatores sim. “A
persistência da dor com evolução progressiva e a presença de sinais neurológicos focais são os
principais indicativos de maior gravidade”, destaca. Já Natalia enfatiza ___ urgência nesses
casos. “Quando a dor de cabeça é de início súbito, atinge rapidamente o pico ou vem associada
a sintomas como alteração visual, fala ou força, é fundamental procurar avaliação médica”,
orienta.
Ignorar os sinais pode atrasar diagnósticos importantes. De acordo com os especialistas,
qualquer sinal de alerta já é motivo suficiente para buscar atendimento, especialmente em
pronto-socorro. “Alguns casos podem exigir e....ames de imagem para excluir condições mais
graves, como sangramentos intracranianos, infecções ou tumores”, explica Taya. Além disso, a
frequência também importa. “Mais de quatro dias de dor de cabeça por mês já pode ser um
indicativo para investigação neurológica”, completa o especialista.
Um dos maiores problemas é a banali....ação da dor de cabeça. Muitas pessoas recorrem
diretamente a analgésicos sem investigação adequada, o que pode piorar o quadro. “Um erro
comum é acreditar que a maioria das dores está ligada ___ visão, pressão alta ou sinusite, o que
atrasa a procura por um neurologista”, afirma o neurologista.
Outro risco é o uso e....essivo de medicamentos. O uso frequente de analgésicos pode
causar efeito rebote, aumentando a frequência e a intensidade da dor. O erro mais comum é
achar que sentir dor de cabeça é normal e abusar de analgésicos. Esse comportamento é
extremamente prejudicial, principalmente em casos recorrentes.
No fim das contas, tratar a dor de cabeça como algo sempre inofensivo é um risco. Observar
padrões, intensidade e sintomas associados pode ser o que separa um desconforto comum de
um problema que exige atenção imediata
(Disponível em: www.metropoles.com/saude/dor-de-cabeca-pode-indicar-algo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação a aspectos gramaticais dos trechos a seguir, assinale a alternativa INCORRETA.
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