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4173958 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS

A armadilha da carga cognitiva: por que estudar mais tempo nem sempre te ajuda a aprender mais

Por Alejandra Martins

Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A

solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações,

segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade

Francisco de Vitoria, na Espanha.

“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência

máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior

parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por

que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por

acumulação, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos

fundamentais ★ memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado,

menos é mais, afirma a especialista.

Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A

memória de trabalho está ligada ___ capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula

certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio.

Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, ___ capacidade de reter e manipular

informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico

onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você

colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’

(processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é ___ quantidade de

esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as

novas  informações ▲ segundo Valle.

A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a

extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por

explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz

menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se

a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você

cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender

depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.

O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove

elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações

em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências

indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas

horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer

intervalos para descansar.

(Disponível em: www.bbc.com/portuguese/articles/ckg1y1gzgypo – texto adaptado especialmente para esta prova).

Ao afirmar que o cérebro aprende por integração e não por acumulação, a autora sugere que a eficácia no estudo está ligada à:

 

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4173947 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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O professor está para o estudante assim como o médico está para o:
 

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4173932 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que a palavra está escrita corretamente.
 

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4173931 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “histórica”, recebe acento gráfico seguindo a mesma regra da palavra:
 

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4173930 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual é a quantidade de fonemas (sons) e grafemas (letras), respectivamente, da palavra “pessoas”?
 

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4173929 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “A amostra brasileira tende a ser mais urbana”, retirado do texto, as palavras “amostra” e “brasileira” são classificadas, respectivamente, como:
 

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4173928 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “está relacionada ao aumento de felicidade”, retirado do texto, o termo “ao” é formado pela união de:
 

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4173927 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “avaliam a economia positivamente”, retirado do texto, a palavra “positivamente” é classificada como um advérbio de:
 

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4173926 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “43% consideram a situação econômica boa”, retirado do texto, o verbo flexionado “consideram” está empregado em qual tempo verbal?
 

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4173925 Ano: 2026
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População brasileira é a 7ª mais feliz do mundo, diz pesquisa
Por Redação g1

Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice

anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,

mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país

desde o início da série histórica, em 2011.

No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.

Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia

do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é

ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.

Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o

quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é

menor do que era há 14 anos.

O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,

acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram

felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos

os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado

(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).

Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,

por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde

mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da

média mundial de 30%.

O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus

países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a

economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das

maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção

econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.

A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2

adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a

ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser

considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.



(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/20/pesquisa-felicidade-brasil.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “o Brasil aparece em sétimo lugar”, retirado do texto, o termo “sétimo” classifica-se como um numeral:
 

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