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A armadilha da carga cognitiva: por que estudar mais tempo nem sempre te ajuda a aprender mais
Por Alejandra Martins
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A
solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações,
segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade
Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência
máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior
parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por
que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por
acumulação, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos
fundamentais ★ memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado,
menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A
memória de trabalho está ligada ___ capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula
certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio.
Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, ___ capacidade de reter e manipular
informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico
onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você
colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’
(processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é ___ quantidade de
esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as
novas informações ▲ segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a
extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por
explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz
menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se
a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você
cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender
depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove
elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações
em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências
indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas
horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer
intervalos para descansar.
(Disponível em: www.bbc.com/portuguese/articles/ckg1y1gzgypo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Ao afirmar que o cérebro aprende por integração e não por acumulação, a autora sugere que a eficácia no estudo está ligada à:
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Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice
anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,
mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país
desde o início da série histórica, em 2011.
No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.
Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia
do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.
Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o
quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é
menor do que era há 14 anos.
O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram
felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado
(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde
mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da
média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a
economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das
maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção
econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.
A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2
adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a
ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser
considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.
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Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice
anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,
mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país
desde o início da série histórica, em 2011.
No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.
Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia
do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.
Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o
quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é
menor do que era há 14 anos.
O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram
felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado
(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde
mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da
média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a
economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das
maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção
econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.
A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2
adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a
ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser
considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.
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anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,
mas fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país
desde o início da série histórica, em 2011.
No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.
Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia
do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.
Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o
quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é
menor do que era há 14 anos.
O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram
felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado
(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde
mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da
média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a
economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das
maiores altas registradas no estudo. A pesquisa aponta que essa melhora de percepção
econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.
A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2
adultos em 29 países. No Brasil, foram entrevistadas mil pessoas. A amostra brasileira tende a
ser mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, fator que deve ser
considerado na leitura dos dados, segundo o próprio instituto.
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Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice
anual de felicidade do instituto Ipsos. O resultado representa alta em relação ao ano anterior,
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desde o início da série histórica, em 2011.
No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.
Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia
do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.
Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o
quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é
menor do que era há 14 anos.
O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram
felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado
(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde
mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da
média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a
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econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.
A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2
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do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
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O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
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felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
os países pesquisados nesse quesito. Em seguida aparecem sentir-se valorizado ou amado
(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde
mental aparece em segundo lugar, mencionada por 37% dos brasileiros insatisfeitos, acima da
média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a
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econômica está relacionada ao aumento de felicidade observado em vários países neste ciclo.
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desde o início da série histórica, em 2011.
No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados.
Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram o levantamento, enquanto Hungria (54%) e Coreia
do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.
Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o
quadro é menos otimista. Em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes é
menor do que era há 14 anos.
O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
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felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
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(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
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média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
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A pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026 com 23.2
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do Sul (57%) têm os menores índices. A média mundial ficou em 74%. A tendência de alta é
ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses.
Apenas Holanda, Índia e Argentina registraram recuo no período. No longo prazo, porém, o
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menor do que era há 14 anos.
O Brasil é uma das poucas exceções: saiu de 77% naquele ano para 80% em 2026,
acumulando alta de três pontos percentuais no período. Para os brasileiros que se declaram
felizes, o principal motor é a fé ou a vida espiritual, citada por 22% — o maior índice entre todos
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(34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%).
Entre os que se declaram infelizes no Brasil, a situação financeira pessoal é o fator mais citado,
por 54% — índice alinhado à média global de 57%, que se repete em 28 dos 29 países. A saúde
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média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
países. No Brasil, 43% consideram a situação econômica boa, e a proporção que avalia a
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média mundial de 30%.
O levantamento também mapeia como os entrevistados avaliam a economia de seus
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economia positivamente cresceu dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025, uma das
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