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4209803 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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Conforme Koch e Travaglia (2011), são fatores de coerência:
I. Conhecimento de mundo: desempenha papel decisivo no estabelecimento da coerência – se o texto falar de coisas absolutamente desconhecidas, será difícil calcular o seu sentido e ele parecerá destituído de coerência. II. Elementos linguísticos: servem como pistas para a ativação dos conhecimentos armazenados na memória, constituem o ponto de partida para a elaboração de inferências e ajudam a captar a orientação argumentativa dos enunciados que compõem o texto. III. Fatores de contextualização: são aqueles que ancoram o texto em uma situação comunicativa determinada.
Quais estão corretos?
 

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4209802 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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São características da ambiguidade, conforme descreve Cegalla (2010) em “Novíssima Gramática da Língua Portuguesa”:

I. Vício de linguagem que se evidencia no uso da língua falada ou escrita.

II. Defeito da frase que apresenta duplo sentido.

III. Sentido obscuro ou duvidoso decorrente do emaranhado de frases e má colocação de palavras.

Quais estão corretas?

 

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4209801 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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Sobre tipos e gêneros textuais, conforme descreve Marcuschi (2017), analise as assertivas a seguir:
I. Narração, argumentação, exposição, descrição e injunção são tipos textuais. II. São exemplos de tipos textuais: romance, edital de concurso e instruções de uso. III. Bate-papo por computador, aula expositiva e telefonema são exemplos de gêneros textuais.
Quais estão corretas?
 

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4209800 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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Conforme Fiorin (2015), inferência é a operação pela qual se admite como correta uma proposição em virtude de sua ligação com outras proposições consideradas verdadeiras. O raciocínio inferencial pode estar ou não expresso integralmente no texto. No processo argumentativo, usam-se inferências, que fazem progredir o discurso. Segundo as descrições do autor, as inferências podem ser da seguinte ordem:
I. Semântica: derivadas de regras do uso da linguagem. II. Lógica: determinadas por relações entre proposições; são decorrências necessárias de implicações entre proposições. III. Pragmática: decorrentes do significado de palavras ou expressões, como no caso dos pressupostos.
Quais estão corretas?
 

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4209799 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
Provas:
Conforme preconiza Bechara (2019), na atividade linguística, o importante para os falantes é o fonema, e não a série de movimentos articulatórios que o determina. A análise ____________ se preocupa tão somente com o(a) ______________; a ________________ atenta apenas para o(a) ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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O que é IA e como ela é utilizada na escola?

Por Ministério da Educação (Governo do Brasil)

A inteligência artificial (IA) pode ser definida como um conjunto de sistemas e modelos

computacionais voltado ___ simulação de determinadas operações cognitivas humanas,

constituindo-se historicamente a partir de contribuições de áreas como matemática,

cibernética, física, teorias da informação e comunicação, lógica, ciências da computação,

ciências cognitivas, linguística, neurociência, entre outras. Embora tenha ganhado grande

visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo, cujas bases

conceituais remontam ao século XIX e cuja formalização ocorreu ao longo do século XX.

A inteligência artificial (IA) na educação pode ser compreendida, simultaneamente,

como um campo de estudos e pesquisas (Colonna, 2025) e como um campo de aplicação de

sistemas de IA em contextos educacionais, com finalidades pedagógicas, administrativas ou de

gestão (Holmes et al., 2022). No debate contemporâneo, é frequente que a relação entre IA e

educação seja organizada em dois eixos analíticos: “aprender com IA” (uso de sistemas para

apoiar processos de ensino e aprendizagem) e “aprender sobre IA” (desenvolvimento de

conhecimentos e competências para compreender o funcionamento e os limites dos sistemas).

Essas dimensões são importantes porque evidenciam que a IA não se reduz a

ferramentas digitais aplicadas em sala de aula, mas envolve também disputas curriculares,

epistemológicas, regulatórias e políticas, relacionadas seja às formas de produzir

conhecimento, seja às formas de organizar práticas educativas e avaliar aprendizagens (Vicari

et al., 2023; Menezes et al., 2024). Organizações internacionais e documentos de referência

têm apontado que sistemas de IA — baseados em modelos preditivos, incluindo aqueles com

capacidade generativa — podem operar em diferentes dimensões da política educacional, com

aplicações que incluem apoio à aprendizagem (por exemplo, tutoria e personalização), apoio

ao ensino (preparação de atividades, sugestões de estratégias didáticas, produção de materiais

e feedback) e apoio à gestão (monitoramento de trajetórias escolares, planejamento e

automação de rotinas administrativas) (Centeno et al., 2025; CIEB, 2024a). Embora essas

aplicações já estejam em circulação no cotidiano de escolas e redes de ensino, sua expansão

ocorre em um cenário marcado por assimetrias de infraestrutura, dependência de plataformas

privadas, desafios relacionados à proteção de dados, riscos de viés algorítmico e incertezas

quanto ___ validade pedagógica de determinados usos, especialmente quando estes se

aproximam de funções avaliativas e de tomada de decisão (EUROPEAN COMMISSION; OECD;

CODE.ORG, 2025).

Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a

comunidade internacional também tem discutido abordagens voltadas ao desenvolvimento de

soluções moldadas a ambientes com conectividade limitada ou intermitente. Uma dessas

perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que

propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos,

utilizando dispositivos já disponíveis nas escolas e interfaces que demandem níveis reduzidos

de letramento digital por parte de professores e estudantes (Isotani et al., 2023; Portela et al.,

2024; Uema et al., 2025). Essa abordagem busca ampliar as oportunidades de uso pedagógico

da IA em contextos em que o acesso à internet, a equipamentos e a competências digitais

ainda é restrito, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso às inovações educacionais

e favorecer soluções mais inclusivas e adaptadas ___ realidades locais.

(Disponível em: www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf — texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego correto das vírgulas, analise as assertivas a seguir sobre trechos retirados do texto:
I. Em “Embora tenha ganhado grande visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo”, caso as duas orações sejam invertidas, o uso da vírgula é facultativo. II. No trecho “Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a comunidade internacional também tem discutido abordagens”, é possível suprimir a vírgula, pois seu uso para separar locuções adverbiais é facultativo. III. A supressão das vírgulas em “Uma dessas perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos, utilizando dispositivos já disponíveis” não acarreta alteração de sentido ou incorreção ao período.
Quais estão corretas?
 

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O que é IA e como ela é utilizada na escola?

Por Ministério da Educação (Governo do Brasil)

A inteligência artificial (IA) pode ser definida como um conjunto de sistemas e modelos

computacionais voltado ___ simulação de determinadas operações cognitivas humanas,

constituindo-se historicamente a partir de contribuições de áreas como matemática,

cibernética, física, teorias da informação e comunicação, lógica, ciências da computação,

ciências cognitivas, linguística, neurociência, entre outras. Embora tenha ganhado grande

visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo, cujas bases

conceituais remontam ao século XIX e cuja formalização ocorreu ao longo do século XX.

A inteligência artificial (IA) na educação pode ser compreendida, simultaneamente,

como um campo de estudos e pesquisas (Colonna, 2025) e como um campo de aplicação de

sistemas de IA em contextos educacionais, com finalidades pedagógicas, administrativas ou de

gestão (Holmes et al., 2022). No debate contemporâneo, é frequente que a relação entre IA e

educação seja organizada em dois eixos analíticos: “aprender com IA” (uso de sistemas para

apoiar processos de ensino e aprendizagem) e “aprender sobre IA” (desenvolvimento de

conhecimentos e competências para compreender o funcionamento e os limites dos sistemas).

Essas dimensões são importantes porque evidenciam que a IA não se reduz a

ferramentas digitais aplicadas em sala de aula, mas envolve também disputas curriculares,

epistemológicas, regulatórias e políticas, relacionadas seja às formas de produzir

conhecimento, seja às formas de organizar práticas educativas e avaliar aprendizagens (Vicari

et al., 2023; Menezes et al., 2024). Organizações internacionais e documentos de referência

têm apontado que sistemas de IA — baseados em modelos preditivos, incluindo aqueles com

capacidade generativa — podem operar em diferentes dimensões da política educacional, com

aplicações que incluem apoio à aprendizagem (por exemplo, tutoria e personalização), apoio

ao ensino (preparação de atividades, sugestões de estratégias didáticas, produção de materiais

e feedback) e apoio à gestão (monitoramento de trajetórias escolares, planejamento e

automação de rotinas administrativas) (Centeno et al., 2025; CIEB, 2024a). Embora essas

aplicações já estejam em circulação no cotidiano de escolas e redes de ensino, sua expansão

ocorre em um cenário marcado por assimetrias de infraestrutura, dependência de plataformas

privadas, desafios relacionados à proteção de dados, riscos de viés algorítmico e incertezas

quanto ___ validade pedagógica de determinados usos, especialmente quando estes se

aproximam de funções avaliativas e de tomada de decisão (EUROPEAN COMMISSION; OECD;

CODE.ORG, 2025).

Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a

comunidade internacional também tem discutido abordagens voltadas ao desenvolvimento de

soluções moldadas a ambientes com conectividade limitada ou intermitente. Uma dessas

perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que

propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos,

utilizando dispositivos já disponíveis nas escolas e interfaces que demandem níveis reduzidos

de letramento digital por parte de professores e estudantes (Isotani et al., 2023; Portela et al.,

2024; Uema et al., 2025). Essa abordagem busca ampliar as oportunidades de uso pedagógico

da IA em contextos em que o acesso à internet, a equipamentos e a competências digitais

ainda é restrito, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso às inovações educacionais

e favorecer soluções mais inclusivas e adaptadas ___ realidades locais.

(Disponível em: www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf — texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual se identifique o emprego de voz passiva.
 

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O que é IA e como ela é utilizada na escola?

Por Ministério da Educação (Governo do Brasil)

A inteligência artificial (IA) pode ser definida como um conjunto de sistemas e modelos

computacionais voltado ___ simulação de determinadas operações cognitivas humanas,

constituindo-se historicamente a partir de contribuições de áreas como matemática,

cibernética, física, teorias da informação e comunicação, lógica, ciências da computação,

ciências cognitivas, linguística, neurociência, entre outras. Embora tenha ganhado grande

visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo, cujas bases

conceituais remontam ao século XIX e cuja formalização ocorreu ao longo do século XX.

A inteligência artificial (IA) na educação pode ser compreendida, simultaneamente,

como um campo de estudos e pesquisas (Colonna, 2025) e como um campo de aplicação de

sistemas de IA em contextos educacionais, com finalidades pedagógicas, administrativas ou de

gestão (Holmes et al., 2022). No debate contemporâneo, é frequente que a relação entre IA e

educação seja organizada em dois eixos analíticos: “aprender com IA” (uso de sistemas para

apoiar processos de ensino e aprendizagem) e “aprender sobre IA” (desenvolvimento de

conhecimentos e competências para compreender o funcionamento e os limites dos sistemas).

Essas dimensões são importantes porque evidenciam que a IA não se reduz a

ferramentas digitais aplicadas em sala de aula, mas envolve também disputas curriculares,

epistemológicas, regulatórias e políticas, relacionadas seja às formas de produzir

conhecimento, seja às formas de organizar práticas educativas e avaliar aprendizagens (Vicari

et al., 2023; Menezes et al., 2024). Organizações internacionais e documentos de referência

têm apontado que sistemas de IA — baseados em modelos preditivos, incluindo aqueles com

capacidade generativa — podem operar em diferentes dimensões da política educacional, com

aplicações que incluem apoio à aprendizagem (por exemplo, tutoria e personalização), apoio

ao ensino (preparação de atividades, sugestões de estratégias didáticas, produção de materiais

e feedback) e apoio à gestão (monitoramento de trajetórias escolares, planejamento e

automação de rotinas administrativas) (Centeno et al., 2025; CIEB, 2024a). Embora essas

aplicações já estejam em circulação no cotidiano de escolas e redes de ensino, sua expansão

ocorre em um cenário marcado por assimetrias de infraestrutura, dependência de plataformas

privadas, desafios relacionados à proteção de dados, riscos de viés algorítmico e incertezas

quanto ___ validade pedagógica de determinados usos, especialmente quando estes se

aproximam de funções avaliativas e de tomada de decisão (EUROPEAN COMMISSION; OECD;

CODE.ORG, 2025).

Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a

comunidade internacional também tem discutido abordagens voltadas ao desenvolvimento de

soluções moldadas a ambientes com conectividade limitada ou intermitente. Uma dessas

perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que

propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos,

utilizando dispositivos já disponíveis nas escolas e interfaces que demandem níveis reduzidos

de letramento digital por parte de professores e estudantes (Isotani et al., 2023; Portela et al.,

2024; Uema et al., 2025). Essa abordagem busca ampliar as oportunidades de uso pedagógico

da IA em contextos em que o acesso à internet, a equipamentos e a competências digitais

ainda é restrito, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso às inovações educacionais

e favorecer soluções mais inclusivas e adaptadas ___ realidades locais.

(Disponível em: www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf — texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual a palavra “que” esteja sendo empregada como conjunção integrante que introduz uma oração cuja função é de objeto direto.
 

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O que é IA e como ela é utilizada na escola?

Por Ministério da Educação (Governo do Brasil)

A inteligência artificial (IA) pode ser definida como um conjunto de sistemas e modelos

computacionais voltado ___ simulação de determinadas operações cognitivas humanas,

constituindo-se historicamente a partir de contribuições de áreas como matemática,

cibernética, física, teorias da informação e comunicação, lógica, ciências da computação,

ciências cognitivas, linguística, neurociência, entre outras. Embora tenha ganhado grande

visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo, cujas bases

conceituais remontam ao século XIX e cuja formalização ocorreu ao longo do século XX.

A inteligência artificial (IA) na educação pode ser compreendida, simultaneamente,

como um campo de estudos e pesquisas (Colonna, 2025) e como um campo de aplicação de

sistemas de IA em contextos educacionais, com finalidades pedagógicas, administrativas ou de

gestão (Holmes et al., 2022). No debate contemporâneo, é frequente que a relação entre IA e

educação seja organizada em dois eixos analíticos: “aprender com IA” (uso de sistemas para

apoiar processos de ensino e aprendizagem) e “aprender sobre IA” (desenvolvimento de

conhecimentos e competências para compreender o funcionamento e os limites dos sistemas).

Essas dimensões são importantes porque evidenciam que a IA não se reduz a

ferramentas digitais aplicadas em sala de aula, mas envolve também disputas curriculares,

epistemológicas, regulatórias e políticas, relacionadas seja às formas de produzir

conhecimento, seja às formas de organizar práticas educativas e avaliar aprendizagens (Vicari

et al., 2023; Menezes et al., 2024). Organizações internacionais e documentos de referência

têm apontado que sistemas de IA — baseados em modelos preditivos, incluindo aqueles com

capacidade generativa — podem operar em diferentes dimensões da política educacional, com

aplicações que incluem apoio à aprendizagem (por exemplo, tutoria e personalização), apoio

ao ensino (preparação de atividades, sugestões de estratégias didáticas, produção de materiais

e feedback) e apoio à gestão (monitoramento de trajetórias escolares, planejamento e

automação de rotinas administrativas) (Centeno et al., 2025; CIEB, 2024a). Embora essas

aplicações já estejam em circulação no cotidiano de escolas e redes de ensino, sua expansão

ocorre em um cenário marcado por assimetrias de infraestrutura, dependência de plataformas

privadas, desafios relacionados à proteção de dados, riscos de viés algorítmico e incertezas

quanto ___ validade pedagógica de determinados usos, especialmente quando estes se

aproximam de funções avaliativas e de tomada de decisão (EUROPEAN COMMISSION; OECD;

CODE.ORG, 2025).

Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a

comunidade internacional também tem discutido abordagens voltadas ao desenvolvimento de

soluções moldadas a ambientes com conectividade limitada ou intermitente. Uma dessas

perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que

propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos,

utilizando dispositivos já disponíveis nas escolas e interfaces que demandem níveis reduzidos

de letramento digital por parte de professores e estudantes (Isotani et al., 2023; Portela et al.,

2024; Uema et al., 2025). Essa abordagem busca ampliar as oportunidades de uso pedagógico

da IA em contextos em que o acesso à internet, a equipamentos e a competências digitais

ainda é restrito, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso às inovações educacionais

e favorecer soluções mais inclusivas e adaptadas ___ realidades locais.

(Disponível em: www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf — texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Embora tenha ganhado grande visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo”, a conjunção “embora” apresenta o sentido de ______________, podendo ser substituída por _________________, _______________ necessárias alterações para a manutenção da correção do período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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O que é IA e como ela é utilizada na escola?

Por Ministério da Educação (Governo do Brasil)

A inteligência artificial (IA) pode ser definida como um conjunto de sistemas e modelos

computacionais voltado ___ simulação de determinadas operações cognitivas humanas,

constituindo-se historicamente a partir de contribuições de áreas como matemática,

cibernética, física, teorias da informação e comunicação, lógica, ciências da computação,

ciências cognitivas, linguística, neurociência, entre outras. Embora tenha ganhado grande

visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo, cujas bases

conceituais remontam ao século XIX e cuja formalização ocorreu ao longo do século XX.

A inteligência artificial (IA) na educação pode ser compreendida, simultaneamente,

como um campo de estudos e pesquisas (Colonna, 2025) e como um campo de aplicação de

sistemas de IA em contextos educacionais, com finalidades pedagógicas, administrativas ou de

gestão (Holmes et al., 2022). No debate contemporâneo, é frequente que a relação entre IA e

educação seja organizada em dois eixos analíticos: “aprender com IA” (uso de sistemas para

apoiar processos de ensino e aprendizagem) e “aprender sobre IA” (desenvolvimento de

conhecimentos e competências para compreender o funcionamento e os limites dos sistemas).

Essas dimensões são importantes porque evidenciam que a IA não se reduz a

ferramentas digitais aplicadas em sala de aula, mas envolve também disputas curriculares,

epistemológicas, regulatórias e políticas, relacionadas seja às formas de produzir

conhecimento, seja às formas de organizar práticas educativas e avaliar aprendizagens (Vicari

et al., 2023; Menezes et al., 2024). Organizações internacionais e documentos de referência

têm apontado que sistemas de IA — baseados em modelos preditivos, incluindo aqueles com

capacidade generativa — podem operar em diferentes dimensões da política educacional, com

aplicações que incluem apoio à aprendizagem (por exemplo, tutoria e personalização), apoio

ao ensino (preparação de atividades, sugestões de estratégias didáticas, produção de materiais

e feedback) e apoio à gestão (monitoramento de trajetórias escolares, planejamento e

automação de rotinas administrativas) (Centeno et al., 2025; CIEB, 2024a). Embora essas

aplicações já estejam em circulação no cotidiano de escolas e redes de ensino, sua expansão

ocorre em um cenário marcado por assimetrias de infraestrutura, dependência de plataformas

privadas, desafios relacionados à proteção de dados, riscos de viés algorítmico e incertezas

quanto ___ validade pedagógica de determinados usos, especialmente quando estes se

aproximam de funções avaliativas e de tomada de decisão (EUROPEAN COMMISSION; OECD;

CODE.ORG, 2025).

Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a

comunidade internacional também tem discutido abordagens voltadas ao desenvolvimento de

soluções moldadas a ambientes com conectividade limitada ou intermitente. Uma dessas

perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que

propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos,

utilizando dispositivos já disponíveis nas escolas e interfaces que demandem níveis reduzidos

de letramento digital por parte de professores e estudantes (Isotani et al., 2023; Portela et al.,

2024; Uema et al., 2025). Essa abordagem busca ampliar as oportunidades de uso pedagógico

da IA em contextos em que o acesso à internet, a equipamentos e a competências digitais

ainda é restrito, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso às inovações educacionais

e favorecer soluções mais inclusivas e adaptadas ___ realidades locais.

(Disponível em: www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf — texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes propostas de alteração de trechos do texto:
I. Substituição da preposição “a” por “de” no trecho “apoio à gestão” (l. 24). II. Substituição da preposição “a” por “para” em “soluções moldadas a ambientes com conectividade limitada” (l. 34). III. Substituição de “já” por “ainda” em “utilizando dispositivos já disponíveis nas escolas” (l. 37).
Quais NÃO causam alterações significativas ao sentido original do trecho?
 

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