Foram encontradas 358.287 questões.
A questão se refere ao Estatuto Social da
FENAC S/A.
Analise o texto a seguir, acerca de auditoria
interna:
A auditoria interna será atribuição da unidade de controle interno do estado do Río Grande do Sul, com auxílio de pessoa indicada pelo Conselho de Administração, que prestará serviço auxiliar de auditoria interna, nos termos de legislação estadual específica.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
(1ª parte): O texto apresenta uma estrutura esportiva narrativa, iniciando com dados estatísticos de consumo e progredindo para a análise do mercado de trabalho fornal.
(2ª parte): A frase o setor de eventos não apenas se recuperou, no último parágrafo, pressupõe que houve um momento de queda ou crise anterior (a pandemia).
(3ª parte): A expressão Além do avanço do consumo, no terceiro parágrafo, introduz uma relação de adição, conectando o desempenho financeiro ao desempenho do mercado de trabalho.
Pode-se afirmar que:
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Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaPreposições
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
( ) Em ligadas à cultura, ao entretenimento e aos eventos, no segundo parágrafo, o emprego de crase e facultativo, visto que a regência permite a omissão da preposição diante de substantivos femininos.
( ) O acento no vocábulo mantém, presente no título do texto, e um acento diferencial de tonicidade, utilizado para diferenciar o verbo do substantivo mantem.
( ) Na frase No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor de eventos registrou saldo positivo de empregos, no sexto parágrafo, a vírgula é utilizada para separar o sujeito do predicado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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A questão se refere ao Estatuto Social da FENAC S/A.
Diz-se que a Assembleia Geral será
convocada pelo Conselho de Administração, ressalvada a
competência dos demais órgãos societários e acionistas, e
será presidida e secretariada por quem os acionistas
presentes escolherem, observado, para instalação,
"quórum" e ordem do dia. Ainda: I. O acionista não pode ser representado por procurador.
II. A Assembleia Geral será instalada somente pelo Presidente do Conselho de Administração.
III. Somente poderão tomar parte na Assembleia Geral as pessoas que comprovarem sua qualidade de acionistas e que tenham firmado o "livro de presença".
Está(ão) CORRETA(S):
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A questão se refere ao Estatuto Social da FENAC S/A.
Analise o texto a seguir:
Um dos objetos da FENAC S/A é desenvolver projetos culturais que venham a difundir e promover a cu/tura e a drte em todas as suas formas de expressão, zelando pela preservação de tradições, costumes e hábitos, podendo buscar e receber recursos, doações e patrocínios através de convênios e parcerias com entidades, instituições e órgãos civis e governamentais no Brasil e no exterior.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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