Foram encontradas 358.287 questões.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
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A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
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A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
Entre 1997 e 1999, surgiram 256 novos
estabelecimentos do setor calçadista no Rio Grande do
Sul. Essas novas empresas apresentam perfil distinto das
que as antecederam: de um modo geral, são oriundas de
fábricas que encerraram suas atividades ou que praticaram
downsizing em seus postos de trabalho e caracterizam-se
por apresentar porte pequeno ou medio, com baixos
custos fixos, reduzido pessoal e administração econômica
e sem endividamentos, muitas em regime cooperativo.
Juntamente com as remanescentes, têm
procurado maximizar o grau de aproveitamento de seus
ativos fixos já instalados, particularmente máquinas e
equipamentos, com uma crescente preocupação em
substituir o layout usual da indústria calçadista, passando
do sistema de esteiras rolantes para o de células de
produção nas áreas de corte, costura e montagem do
produto final.
Essa nova configuração das empresas do Vale
favoreceu, nos últimos anos, a conquista de espaços nos
mercados de grifes, principalmente no mercado norteamericano. Mais da metade dos sapatos exportados pelo
Brasil no ano passado teve como destino sofisticadas
redes de varejo daquele país.
De acordo com os agentes representantes das
grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro
está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no
preço. O preço médio dos calçados de inverno brasileiros
está 50% abaixo dos preços cobrados pela indústria
italiana.
Os fabricantes brasileiros calculam em 5% a margem de retorno para a indústria do negocio com as
grifes internacionais. Mas a maior vantagem está na
garantia de ganho de escala de produção, pois o produtor
permanece com a carteira cheia o ano inteiro.
A questão da competitividade do cluster do Vale
do Rio dos Sinos, indiscutivelmente, deve ser tratada como
um desafio que implica mudanças nos modelos mentais
dos tomadores de decisão das empresas da região; devem
ser reconsiderados aspectos como gestão do
conhecimento, cooperação e compartilhamento de
informações, assimilação de novos valores e regras de
sucesso e reconhecimento, entendimento das leis de
mercado e a busca pelo aprimoramento de técnicas de
vendas, principalmente pela reorganização e renovação de
instrumentos já bastante conhecidos, como feiras e
eventos, bem como a melhor utilização de novos meios
que surgem atraves das tecnologias de informação e da
configuração em rede da nova sociedade.
Tais instrumentos podem e devem ser utilizados
na construção de uma nova identidade ("Marca Brasil") a
ser compartilhada pelo conjunto de empresas da cadeia coureiro-calçadista do Vale dos Sinos como alavanca
principal da competitividade local.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo
A história da indústria coureiro-calçadista do Vale dos
Sinos
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
tem sua historia ligada aos imigrantes alemães, que se
estabeleceram na região ainda na primeira metade do
século XIX. A pecuária já existente na região favoreceu o
estabelecimento de curtumes e de uma indústria artesanal
de artefatos de couro calcada na mão de obra intensiva de
formação familiar.
A característica artesanal do trabalho manteve-se
praticamente durante todo o século XIX, mas logo cedeu
lugar a uma industrialização crescente, inicialmente
exportadora para o mercado nacional e, já na década de
1960, para o mercado internacional.
O mercado externo adquiriu crescente
importância para o calçado brasileiro e, especialmente,
para o Vale dos Sinos a partir do final da década de 1970.
Ao final da década de 90, o Brasll ocupava a terceira
posição entre os principais produtores mundiais de
calçados.
Na primeira metade da década de 90, o complexo
calçadista do Rio Grande do Sul participava com cerca de
75% da produção brasileira de calçados de couro, B0% do
faturamento das exportações desse tipo de calçado e 75%
do volume comercializado com o mercado exterior.
As exportações de calçados nos últimos três anos
(a partir de 1999) tiveram ainda uma grande impulsão em
razáo da desvalorização da moeda frente ao dólar. Esse
fator aumentou muito a competitividade do produto
brasileiro perante competidores tradicionais como a Índia,
aChinaealtália.
O complexo coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
tem sido considerado, mais recentemente, um cluster,
tendo em vista a concentração geográfica de indústrias e
afins; a disponibilidade de mão de obra qualificada; a
presenÇa de serviços de apoio tecnológico; a divisão e a
especialização interfirmas na cadeia vertical de produção
de calçados; a relação horizontal, especialmente sob a
forma de subcontratação para a elaboração de partes da
produção; a existência de pequenas e médias empresas e
de associaçôes patronais.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Para responder à questão, leia o texto abaixo
A história da indústria coureiro-calçadista do Vale dos
Sinos
A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
tem sua historia ligada aos imigrantes alemães, que se
estabeleceram na região ainda na primeira metade do
século XIX. A pecuária já existente na região favoreceu o
estabelecimento de curtumes e de uma indústria artesanal
de artefatos de couro calcada na mão de obra intensiva de
formação familiar.
A característica artesanal do trabalho manteve-se
praticamente durante todo o século XIX, mas logo cedeu
lugar a uma industrialização crescente, inicialmente
exportadora para o mercado nacional e, já na década de
1960, para o mercado internacional.
O mercado externo adquiriu crescente
importância para o calçado brasileiro e, especialmente,
para o Vale dos Sinos a partir do final da década de 1970.
Ao final da década de 90, o Brasll ocupava a terceira
posição entre os principais produtores mundiais de
calçados.
Na primeira metade da década de 90, o complexo
calçadista do Rio Grande do Sul participava com cerca de
75% da produção brasileira de calçados de couro, B0% do
faturamento das exportações desse tipo de calçado e 75%
do volume comercializado com o mercado exterior.
As exportações de calçados nos últimos três anos
(a partir de 1999) tiveram ainda uma grande impulsão em
razáo da desvalorização da moeda frente ao dólar. Esse
fator aumentou muito a competitividade do produto
brasileiro perante competidores tradicionais como a Índia,
aChinaealtália.
O complexo coureiro-calçadista do Vale dos Sinos
tem sido considerado, mais recentemente, um cluster,
tendo em vista a concentração geográfica de indústrias e
afins; a disponibilidade de mão de obra qualificada; a
presenÇa de serviços de apoio tecnológico; a divisão e a
especialização interfirmas na cadeia vertical de produção
de calçados; a relação horizontal, especialmente sob a
forma de subcontratação para a elaboração de partes da
produção; a existência de pequenas e médias empresas e
de associaçôes patronais.
Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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