No contexto do tratamento para esquizofrenia, um efeito colateral comumente associado ao uso de haloperidol, mas raramente associado ao uso de clozapina, é o(a)
Homem de 28 anos, solteiro e residindo com os pais, comparece
ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPs), com visível
constrangimento ao longo da consulta. Apesar de sua resistência
inicial, relata que tem pensamentos recorrentes e indesejados,
os quais invadem sua cabeça, tendo como temática a sua mãe
sendo vítima de grande violência. Enfatiza sua angústia com
esses pensamentos, que já duram mais de 6 meses, provocando
significativo prejuízo em sua vida pessoal e profissional. Afirma
ter o entendimento de que não há fundamento nessas ideias e
que não faz sentido sofrer com isso.
A denominação para a descrição clínica apresentada é
Homem de 45 anos procura Unidade Básica de Saúde (UBS)
do seu bairro, por não conseguir controlar a frequência e
a quantidade do uso de bebida alcoólica. Por conta disso,
está faltando ao trabalho e não consegue se lembrar do que
acontece quando bebe. O médico da UBS investigará os pontos
mais importantes que podem indicar o padrão de dependência
a substâncias psicoativas de acordo com o Manual Diagnóstico
Estatístico de Saúde Mental (DSM-5).
O médico deve investigar sobre
Homem de 23 anos, estudante universitário, é levado à Unidade
de Pronto Atendimento (UPA) por um amigo da moradia
estudantil, que o encontrou chorando, trancado no banheiro
com diversas cartelas de medicamentos próximas de si.
O paciente nega ter ingerido qualquer fármaco ou outras
substâncias, mas admite estar pensando em dar fim à própria
vida. Refere tristeza profunda há cerca de 2 meses, com piora
recente após o término de um relacionamento. Diz estar
“sem propósito na vida” e que “ninguém sentiria falta” se
ele morresse. Conta que viu na internet que tomar muitos
comprimidos de paracetamol seria a melhor forma de morrer.
Relata insônia inicial e terminal, perda de apetite, queda de
rendimento acadêmico e isolamento social. Nega uso atual de
drogas ilícitas, mas admite consumo de álcool eventualmente.
Abandonou psicoterapia após 2 sessões. Todos os familiares
vivem em outro estado.
Ao exame, apresenta-se vígil, orientado, com discurso
discretamente lentificado, sem alucinações ou delírios evidentes.
O contato visual é pobre, o afeto está intensamente rebaixado
e não modulante. Exames laboratoriais gerais solicitados à
chegada na UPA não mostram alterações.
Qual é a conduta adequada ao caso clínico apresentado?
Mulher de 52 anos chega ao acolhimento de Unidade Básica de
Saúde (UBS), muito chorosa, e relata: “Estou com dificuldade
para dormir, não tenho comido direito, desde o ocorrido ...
é o meu filho, sabe ... ele morreu há 3 dias ... e a dor no meu
coração está muito forte, quase insuportável”. A paciente chora
copiosamente e diz que sonha com uma pessoa gritando o
nome de seu filho, relembrando o momento em que o tinha
encontrado na rua, vítima de atropelamento. Após o primeiro
acolhimento, ela fica um pouco mais calma, relatando que não
pensa em se matar, que nunca tinha sido atendida por psiquiatra
ou tomado medicamentos antes, mas que nesse momento
precisa de muita ajuda.
Diante do caso, qual a conduta adequada?