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Entre os parasitas mais comuns em animais domésticos,
destacam-se helmintos gastrintestinais, ectoparasitas e
protozoários. O diagnóstico e o controle dependem de
identificação adequada e aplicação de medidas
integradas.
Sobre os parasitas de animais domésticos e seus métodos de controle, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Sobre os parasitas de animais domésticos e seus métodos de controle, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
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A vigilância epidemiológica em Medicina Veterinária é
essencial para detectar precocemente doenças,
identificar fatores de risco e orientar medidas de
controle. Entre os métodos utilizados, destacam-se a
vigilância ativa e a passiva, cada uma com funções
específicas.
Sobre os métodos de vigilância epidemiológica, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Sobre os métodos de vigilância epidemiológica, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
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A Raiva é uma das zoonoses mais graves e letais, com
100% de letalidade conhecida em humanos e animais
após o aparecimento dos sintomas clínicos. No contexto
do controle da doença em animais de companhia (cães e
gatos) e animais de produção (bovinos, equinos), analise
as alternativas abaixo acerca do diagnóstico, tratamento
e controle e assinale CORRETAMENTE:
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No contexto da Inspeção Federal (SIF), o conceito
de condenação condicional refere-se ao destino dado a
carcaças ou partes de animais que apresentam
alterações.
Assinale a alternativa CORRETA que descreve corretamente uma situação que pode levar à condenação condicional, conforme a legislação vigente (RIISPOA):
Assinale a alternativa CORRETA que descreve corretamente uma situação que pode levar à condenação condicional, conforme a legislação vigente (RIISPOA):
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A Defesa Sanitária Animal no Brasil é regida por um
conjunto de normas federais que estabelecem diretrizes
para prevenção, controle e erradicação de enfermidades
de importância para a saúde animal e a saúde pública.
Entre os instrumentos legais utilizados no país, destaca-se o PNCEBT, Programa Nacional de Controle e
Erradicação da Brucelose e Tuberculose Bovinas.
Assinale a alternativa CORRETA sobre suas determinações:
Assinale a alternativa CORRETA sobre suas determinações:
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A respeito das Doenças Transmitidas por Alimentos
(DTAs) e o papel do Médico Veterinário na inspeção,
analise as alternativas e assinale a CORRETA:
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No contexto da biossegurança em medicina veterinária,
o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) é essencial para prevenir acidentes e reduzir o
risco de transmissão de patógenos entre animais e
profissionais.
Assinale a alternativa que apresenta um EPI de uso obrigatório em procedimentos que envolvem risco de respingos de fluidos biológicos:
Assinale a alternativa que apresenta um EPI de uso obrigatório em procedimentos que envolvem risco de respingos de fluidos biológicos:
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Sobre seleção, triagem laboratorial, procedimentos técnicos e critérios éticos em
programas de doação de sangue para cães e gatos, com base nas recomendações de boas práticas
em medicina veterinária transfusional e evidências científicas regionais, analise as assertivas abaixo:
I. Critérios clínico-hematológicos para elegibilidade de doadores incluem: animal domiciliado, tutor responsável com termo de consentimento, estado geral saudável, temperamento cooperativo, peso mínimo e limiares laboratoriais específicos — por exemplo, para cães, hematócrito ≥40% e hemoglobina ≥13 g/dL; para gatos, limiares hematócrito ≥35% e hemoglobina ≥ 11,5 g/dL. O intervalo mínimo entre doações deve ser de 90 dias.
II. A triagem infecciosa deve ser ajustada à epidemiologia local. No Rio Grande do Sul, recomenda-se incluir na triagem infecciosa de bolsas de sangue de cães os seguintes agentes: Rangelia vitalii, Babesia spp., Ehrlichia spp., Anaplasma spp., Mycoplasma haemocanis e Leishmania sp. A testagem para Brucella canis deve ser considerada conforme risco epidemiológico e finalidade reprodutiva do doador.
III. Boas práticas técnicas de triagem e liberação de hemocomponentes incluem: coleta de amostras do doador e bolsa de sangue com antissepsia e tricotomia, quarentena das bolsas até liberação dos resultados da triagem infecciosa, preferência por técnicas sorológicas para detecção de patógenos e uso complementar de técnicas moleculares (PCR) em áreas endêmicas; bolsas com alterações identificadas no controle de qualidade (ex.: swirling 2 do concentrado de plaquetas no momento da liberação ou grau de hemólise <0,5% no dia de dispensação do concentrado de hemácias, presença de coágulos, ruptura de selos) devem ser tratadas conforme protocolo e, habitualmente, não liberadas para transfusão.
Quais estão corretas?
I. Critérios clínico-hematológicos para elegibilidade de doadores incluem: animal domiciliado, tutor responsável com termo de consentimento, estado geral saudável, temperamento cooperativo, peso mínimo e limiares laboratoriais específicos — por exemplo, para cães, hematócrito ≥40% e hemoglobina ≥13 g/dL; para gatos, limiares hematócrito ≥35% e hemoglobina ≥ 11,5 g/dL. O intervalo mínimo entre doações deve ser de 90 dias.
II. A triagem infecciosa deve ser ajustada à epidemiologia local. No Rio Grande do Sul, recomenda-se incluir na triagem infecciosa de bolsas de sangue de cães os seguintes agentes: Rangelia vitalii, Babesia spp., Ehrlichia spp., Anaplasma spp., Mycoplasma haemocanis e Leishmania sp. A testagem para Brucella canis deve ser considerada conforme risco epidemiológico e finalidade reprodutiva do doador.
III. Boas práticas técnicas de triagem e liberação de hemocomponentes incluem: coleta de amostras do doador e bolsa de sangue com antissepsia e tricotomia, quarentena das bolsas até liberação dos resultados da triagem infecciosa, preferência por técnicas sorológicas para detecção de patógenos e uso complementar de técnicas moleculares (PCR) em áreas endêmicas; bolsas com alterações identificadas no controle de qualidade (ex.: swirling 2 do concentrado de plaquetas no momento da liberação ou grau de hemólise <0,5% no dia de dispensação do concentrado de hemácias, presença de coágulos, ruptura de selos) devem ser tratadas conforme protocolo e, habitualmente, não liberadas para transfusão.
Quais estão corretas?
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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a situação clínica/alteração laboratorial
ao hemocomponente/hemoderivado mais indicado.
Coluna 1
1. Paciente felino com critérios laboratoriais e clínicos de anemia hemolítica imunomediada não associativa (Ht 12%, hemoglobina 4,1 g/dL, reticulócitos absolutos 110.000/µL, autoaglutinação).
2. Paciente felino com suspeita de ingestão de rodenticida (TP e TTPA marcadamente prolongados), sangramento ativo.
3. Paciente canino com petéquias e contagem de plaquetas 12.000/µL será submetido à cirurgia para retirada de neoplasia hepática.
4. Paciente canino com suspeita de sepse após trauma por briga com outro cão. Coagulograma com hipofibrinogenemia e aumento de dímero-D.
5. Paciente canino com hepatotoxicidade por Cyca revoluta, hipoalbuminemia (albumina sérica 1,5 g/dL) causando edema/ascite.
6. Paciente canino com perda sanguínea aguda (trauma), hipotensão e Ht 18%, hemoglobina de 5,5 g/dL, proteína plasmática total 44 g/dL (anemia com instabilidade hemodinâmica).
Coluna 2
( ) Concentrado de hemácias. ( ) Plasma fresco congelado. ( ) Concentrado de plaquetas. ( ) Crioprecipitado. ( ) Albumina intravenosa. ( ) Não indicar transfusão — manejar clinicamente (observação/tratamento etiológico).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Paciente felino com critérios laboratoriais e clínicos de anemia hemolítica imunomediada não associativa (Ht 12%, hemoglobina 4,1 g/dL, reticulócitos absolutos 110.000/µL, autoaglutinação).
2. Paciente felino com suspeita de ingestão de rodenticida (TP e TTPA marcadamente prolongados), sangramento ativo.
3. Paciente canino com petéquias e contagem de plaquetas 12.000/µL será submetido à cirurgia para retirada de neoplasia hepática.
4. Paciente canino com suspeita de sepse após trauma por briga com outro cão. Coagulograma com hipofibrinogenemia e aumento de dímero-D.
5. Paciente canino com hepatotoxicidade por Cyca revoluta, hipoalbuminemia (albumina sérica 1,5 g/dL) causando edema/ascite.
6. Paciente canino com perda sanguínea aguda (trauma), hipotensão e Ht 18%, hemoglobina de 5,5 g/dL, proteína plasmática total 44 g/dL (anemia com instabilidade hemodinâmica).
Coluna 2
( ) Concentrado de hemácias. ( ) Plasma fresco congelado. ( ) Concentrado de plaquetas. ( ) Crioprecipitado. ( ) Albumina intravenosa. ( ) Não indicar transfusão — manejar clinicamente (observação/tratamento etiológico).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Um cão receptor é identificado como DEA 1 negativo e Dal negativo. Considerando
os aspectos de tipagem sanguínea, compatibilidade e seleção de doador para transfusão de
concentrado de hemácias, são boas práticas que devem ser observadas nesse caso:
1. O doador deverá ser DEA 1 negativo e Dal negativo para evitar sensibilização futura do receptor.
2. Caso não se encontre doador Dal negativo, apenas Dal positivo, pode-se realizar a transfusão uma única vez, sem necessidade de teste de compatibilidade, pois o risco de reação grave é clinicamente baixo.
3. A ausência de autoanticorpos naturais para Dal em cães significa que o primeiro uso de sangue Dal positivo em receptor Dal negativo não poderá originar sensibilização. Portanto, está isento de risco de reação hemolítica.
4. Mesmo com tipagem correta, recomenda-se a realização de teste de compatibilidade sanguínea, especialmente se o receptor tiver recebido transfusão anteriormente.
5. Se o doador for DEA 1 positivo e o receptor for DEA 1 negativo, haverá risco de reação hemolítica aguda em caso de nova transfusão, podendo haver sensibilização após a primeira transfusão.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
1. O doador deverá ser DEA 1 negativo e Dal negativo para evitar sensibilização futura do receptor.
2. Caso não se encontre doador Dal negativo, apenas Dal positivo, pode-se realizar a transfusão uma única vez, sem necessidade de teste de compatibilidade, pois o risco de reação grave é clinicamente baixo.
3. A ausência de autoanticorpos naturais para Dal em cães significa que o primeiro uso de sangue Dal positivo em receptor Dal negativo não poderá originar sensibilização. Portanto, está isento de risco de reação hemolítica.
4. Mesmo com tipagem correta, recomenda-se a realização de teste de compatibilidade sanguínea, especialmente se o receptor tiver recebido transfusão anteriormente.
5. Se o doador for DEA 1 positivo e o receptor for DEA 1 negativo, haverá risco de reação hemolítica aguda em caso de nova transfusão, podendo haver sensibilização após a primeira transfusão.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
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