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As neoplasias primárias do trato gastrointestinal de cães são pouco frequentes e correspondem a menos de 2% de todas as neoplasias nessa espécie. Devido à evolução clínica silenciosa, essas neoplasias representam um grande desafio ao clínico e ao cirurgião, já que estas estão, na maioria das vezes, na dependência do local acometido, em estágio avançado de desenvolvimento, quando as primeiras manifestações clínicas são reconhecidas pelo proprietário do animal. Os cães com neoplasias esofágicas primárias podem ficar assintomáticos até que a neoformação fique suficientemente grande para causar manifestações clínicas de obstrução esofágicas. As manifestações clínicas que podem ser encontradas são:
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O Histoplasma capsulatum é o agente causador da histoplasmose, uma das principais doenças que acomete o sistema respiratório inferior de cães e gatos. Este patógeno é frequentemente isolado de fezes de aves e morcegos. A infecção ocorre por:
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O meloxicam é um anti-inflamatório não esteroide com seletividade em COX-2 utilizado em diferentes países em cães e gatos. Sua vasta implementação está relacionada com a abordagem da dor aguda, principalmente após procedimentos cirúrgicos, e da dor crônica, como em osteoartrites. Os efeitos adversos do meloxicam sobre os sistemas renal, hepático e gastrintestinal são mínimos quando utilizado em doses terapêuticas, no entanto, doses elevadas ou utilização do fármaco por tempo prolongado pode desencadear estes efeitos. Para o controle da dor em cães o meloxicam pode ser implementado:
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A paratuberculose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria não esporulada, o Mycobacterium avium subsp. paratuberculosis (Map), que se replica nos macrófagos da lâmina própria do intestino delgado e grosso, e que acomete principalmente ruminantes domésticos e selvagens. Os sintomas clínicos da doença são:
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O vírus da leucose bovina (BLV) é o agente causal de duas condições clínicas relacionadas aos bovinos: o linfossarcorma, doença neoplásica comum no gado adulto, e linfocitose persistente, proliferação benigna das células linfóides. Devido a inexistência de tratamento ou de uma vacina eficaz, as pesquisas concentram-se nos modos de transmissão e no desenvolvimento de programas de controle e prevenção da infecção. Sobre a transmissão dessa doença em bovinos, é correto afirmar que:
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A vacinação pode proporcionar uma resposta imune aos felinos, análoga à que se segue à infecção natural, e é o método mais eficaz, com à melhor relação custobenefício para o controle das principais doenças infecciosas. A vacinação contra panleucopenia felina, rinotraqueíte infecciosa e calicivirose felina reduziu consideravelmente a morbidade e a mortalidade por essas doenças. Sobre as vacinas que são consideradas essenciais e recomendadas aos felinos, temos:
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A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) é uma zoonose amplamente distribuída no território brasileiro, ocorrendo em todas as regiões do país e constitui um problema de saúde pública em 85 países, distribuídos em quatro continentes. A transmissão é vetorial, pela picada de artrópodes denominados flebotomíneos, relativos ao gênero Lutzomyia, conhecidos popularmente, dependendo da disposição geográfica, como mosquito palha, tatuquira, birigui, entre outros. Sobre as formas clínicas que a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) pode apresentar, podemos afirmar que:
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Os últimos 20 anos foram marcados por um intenso progresso tecnológico e por importantes alterações culturais e sociais com reflexos tanto em saúde humana como animal. Entretanto, infelizmente, as zoonoses causadas por parasitas intestinais de cães não deixaram de ser um problema permanente de saúde pública nos países em desenvolvimento, e uma preocupação crescente nos países desenvolvidos (Katagiri e Sequeira, 2007).
Os parasitas intestinais estão entre os agentes patogênicos mais comumente encontrados em animais de companhia e constituem uma das principais causas de transtornos intestinais em cães. Ancylostoma caninum é um nematódeo hematófago do intestino delgado de cães cuja principal forma de infecção nos cães é efetuada pela:
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A adenite equina, o garrotilho, é uma enfermidade bacteriana contagiosa, causada por uma bactéria não esporulada, a Streptococcus equi , subsp. equi , bactéria β hemolítica do grupo C de Lancefield, que afeta o trato respiratório anterior de equinos de todas as idades, com maior prevalência entre um e cinco anos de idade. Caracterizada clinicamente por:
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O carbúnculo hemático, é causado por uma bactéria anaeróbica e gram-positiva, classificado como zoonose que ataca principalmente bovinos, ovinos e eqüinos causando uma septicemia rapidamente mortal, não sendo em alguns casos possível o tratamento, por um de seus primeiros sintomas ser a morte do animal, e o controle da moléstia baseia-se na vacinação dos animais sensíveis a doença. No homem essa doença:
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