Foram encontradas 4.154.899 questões.
Pedro resolveu comprar livros, lê-los e guardá-los. Seu
plano era comprar, no primeiro dia de cada mês, um livro
novo, que leria durante aquele mês e guardaria. Colocou
seu plano em prática no dia 1º de janeiro de 2022, e, no
dia 1º de março de 2022, ele tinha consigo um livro com
2 meses de posse, outro livro com um mês de posse e
um terceiro livro, que acabara de comprar, com zero mês
de posse. A média aritmética simples do tempo de posse,
em meses, desses três livros era, nesse dia, igual a 1
mês.
Continuando dessa maneira, a média aritmética simples do tempo de posse, em meses, de seus 28 livros, em 1º de abril de 2024, era igual a
Continuando dessa maneira, a média aritmética simples do tempo de posse, em meses, de seus 28 livros, em 1º de abril de 2024, era igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um livro foi impresso em duas edições diferentes, sendo
que o texto da primeira dessas edições continha 432 páginas, todas com 48 linhas de impressão. Cada linha de
texto da segunda edição era exatamente igual às linhas
da primeira edição, mas o espaçamento entre elas era tal
que cada página continha apenas 24 linhas de impressão.
Seja P a razão entre o número de linhas de cada página da primeira edição e o respectivo número de páginas e S essa mesma razão em relação à segunda edição, qual é a diferença, em valor absoluto, entre P e S?
Seja P a razão entre o número de linhas de cada página da primeira edição e o respectivo número de páginas e S essa mesma razão em relação à segunda edição, qual é a diferença, em valor absoluto, entre P e S?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O valor A era 22 e passou a ser 15,95. O valor B era 410
e passou a ser 241,08.
Qual é a diferença entre a taxa de redução do valor B e a taxa de redução do valor A?
Qual é a diferença entre a taxa de redução do valor B e a taxa de redução do valor A?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto em conformidade com a
norma-padrão.
Aquele que fica ____________ distância dos livros receia _________ perda de alguma coisa, enquanto o que se aproxima deles sente que tem algo a ganhar. O primeiro teme se confrontar _________ uma carência, _________ tenta se livrar com todas as suas forças. O segundo acredita que, por meio dos livros, e em particular da literatura, poderá, ao contrário, apaziguar _________ medos.
(Michèle Petit. Os jovens e a leitura – uma nova perspectiva, 2013. Adaptado)
Aquele que fica ____________ distância dos livros receia _________ perda de alguma coisa, enquanto o que se aproxima deles sente que tem algo a ganhar. O primeiro teme se confrontar _________ uma carência, _________ tenta se livrar com todas as suas forças. O segundo acredita que, por meio dos livros, e em particular da literatura, poderá, ao contrário, apaziguar _________ medos.
(Michèle Petit. Os jovens e a leitura – uma nova perspectiva, 2013. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os
escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente
escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de
algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia
nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava
na América Latina, naquela época, como uma comunidade
cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco
relacionados entre si.
Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris,
cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da
literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em
Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de
todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia
e começava a ler os seus próprios escritores.
Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina
passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução
Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana - uma literatura nova,
rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras
de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa
tradicional.
O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos,
levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a
me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por
todos os seus países e a viver os seus problemas e suas
lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei
a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a
sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos
que ainda me restam.
(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os
escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente
escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de
algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia
nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava
na América Latina, naquela época, como uma comunidade
cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco
relacionados entre si.
Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris,
cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da
literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em
Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de
todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia
e começava a ler os seus próprios escritores.
Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina
passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução
Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana - uma literatura nova,
rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras
de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa
tradicional.
O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos,
levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a
me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por
todos os seus países e a viver os seus problemas e suas
lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei
a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a
sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos
que ainda me restam.
(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
• “Até então, eu era um jovem peruano...” (1º parágrafo)
• “... estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana...” (3º parágrafo)
• “... e assim será nos anos que ainda me restam.” (4º parágrafo)
As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os
escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente
escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de
algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia
nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava
na América Latina, naquela época, como uma comunidade
cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco
relacionados entre si.
Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris,
cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da
literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em
Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de
todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia
e começava a ler os seus próprios escritores.
Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina
passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução
Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana - uma literatura nova,
rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras
de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa
tradicional.
O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos,
levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a
me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por
todos os seus países e a viver os seus problemas e suas
lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei
a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a
sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos
que ainda me restam.
(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os
escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente
escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de
algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia
nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava
na América Latina, naquela época, como uma comunidade
cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco
relacionados entre si.
Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris,
cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da
literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em
Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de
todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia
e começava a ler os seus próprios escritores.
Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina
passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução
Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana - uma literatura nova,
rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras
de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa
tradicional.
O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos,
levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a
me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por
todos os seus países e a viver os seus problemas e suas
lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei
a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a
sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos
que ainda me restam.
(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os
escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente
escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de
algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia
nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava
na América Latina, naquela época, como uma comunidade
cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco
relacionados entre si.
Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris,
cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da
literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em
Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de
todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia
e começava a ler os seus próprios escritores.
Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina
passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução
Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana - uma literatura nova,
rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras
de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa
tradicional.
O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos,
levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a
me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por
todos os seus países e a viver os seus problemas e suas
lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei
a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a
sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos
que ainda me restam.
(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A norma-padrão de emprego da vírgula e de colocação
pronominal foi respeitada em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container