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4092488 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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De acordo com o Boletim Epidemiológico de Saúde do Trabalhador emitido pelo Ministério da Saúde / SINAN (2023), aproximadamente 30% das notificações de agravos relacionados ao trabalho no Brasil envolvem exposição ocupacional a ruído, com maior prevalência nos setores de transporte, construção civil e indústria de base.

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim Epidemiológico de Saúde do Trabalhador: Agravos Relacionados ao Trabalho – Notificações do SINAN 2023. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.

Considerando esse cenário epidemiológico e o conjunto de normas que regulam a Audiologia Ocupacional no país, analise as afirmativas a seguir.

I- A meatoscopia é uma etapa recomendada preferencialmente para os exames audiométricos de referência, sendo facultativa nos exames sequenciais, conforme estabelecido na NR-7.
II- O repouso auditivo mínimo de 14 horas é uma exigência legal aplicável a todos os exames audiométricos ocupacionais, independentemente de serem de referência ou sequenciais, incluindo exames de retorno ao trabalho ou mudança de função.
III- Conforme a Portaria que regulamenta a NR-7, a via óssea deve ser investigada sempre que houver alteração pela via aérea ou quando o profissional responsável julgar necessário, especialmente nos exames de referência.
IV- O fonoaudiólogo não possui autorização normativa para solicitar exames complementares dentro do contexto ocupacional, sendo a condução do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) atribuída ao médico coordenador, com atuação do fonoaudiólogo restrita às demandas expressamente delegadas.
V- O fonoaudiólogo pode coordenar Programas de Conservação Auditiva (PCA) e Programas de Prevenção de Perdas Auditivas (PPPA), participando de ações de vigilância em saúde do trabalhador e compartilhando responsabilidades com os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) de forma multiprofissional.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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4092487 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Um estudo realizado por Costa et al. (2021), identificou que a prevalência de Acidente Vascular Encefálico (AVE) aumenta progressivamente com a idade, dobrando a cada década após os 55 anos, e metade dos pacientes acometidos apresenta idade entre 60 e 69 anos. A pesquisa destaca ainda que a disfagia, frequente no pós-AVE, gera impactos psicossomáticos significativos, como frustração, vergonha, isolamento social e perda de autonomia alimentar, compondo um cenário frequentemente associado a sofrimento emocional. Ainda conforme os autores, em 2017 foram registrados mais de um milhão de atendimentos individuais em Práticas Integrativas e Complementares (PICS) no SUS, com 88% das terapias concentradas na Atenção Primária, refletindo uma ampliação do cuidado integral no sistema público.

Fonte: COSTA, Isadora Buffon; SOUZA, Janaína Medeiros de; FERNANDES, Gisele Cristina Manfrini; HEIDEMANN, Ivonete Schülter Buss; ARAKAWABELAUDE, Aline. Práticas Integrativas e Complementares na Fonoaudiologia: revisão integrativa da literatura. Distúrbios da Comunicação, São Paulo, v. 33, n. 1, p. 68-80, 2021.

Com base nas evidências científicas atuais que regem a interface entre Fonoaudiologia, saúde mental e PICS, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4092486 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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O Texto II servirá para a resolução da questão.


Texto II
Violação Ética e Exercício Ilegal da Profissão: O Caso da Estudante de Fonoaudiologia
     Em novembro de 2025, na cidade de Campina Grande (PB), a operação STUDEN realizada de forma conjunta pela Polícia Civil e pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia da 4ª Região flagrou uma estudante de fonoaudiologia, ainda no início do curso, realizando avaliações audiométricas em uma clínica de saúde ocupacional sem qualquer habilitação legal ou supervisão profissional. A investigação, iniciada após denúncias, constatou que a estudante atuava como se fosse fonoaudióloga, expondo usuários a riscos e caracterizando exercício ilegal da profissão. Aação resultou na prisão em flagrante e reforçou a importância da fiscalização profissional para a garantia da segurança da população e do cumprimento das normas éticas que regulam o exercício da Fonoaudiologia no Brasil.
Fonte: PB AGORA. Estudante de Fonoaudiologia é presa em flagrante durante ação contra exercício ilegal da profissão em Campina Grande. Paraíba, 2025. Disponível em: https://www.pbagora.com.br/noticia/policial/estudante-de-fonoaudiologia-e-presa-em-flagrante-durante-acao-contra-exercicio-ilegal-da-profissao-em-campinagrande/. Acesso em: 14/11/2025.
Afiscalização do exercício profissional nas áreas da saúde tem papel central na proteção da população, especialmente quando envolve procedimentos clínicos que, se mal executados, podem gerar riscos sanitários e comprometer sistemas de vigilância. O caso relatado no Texto IIilustra claramente a fragilidade de práticas irregulares que ocorrem nos serviços de saúde e destaca a importância de manter parâmetros rigorosos de qualificação profissional. Nesse sentido, Aith et al. (2019) ressaltam que a ausência de critérios adequados para o exercício profissional tende a produzir efeitos diretos sobre a segurança do paciente, a credibilidade institucional e a eficácia das ações de saúde pública.

Fonte: AITH, Fernando Mussa Abujamra et al. Public interest in the Brazilian health professions regulation. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 27, e3114, 2019.

A partir desse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Arealização de procedimentos clínicos por indivíduos não habilitados compromete estratégias de vigilância, segurança sanitária e qualidade assistencial, podendo desestruturar ações de Saúde Pública em diferentes níveis de atenção.

PORQUE

II- Em contextos de maior demanda assistencial, especialmente na Atenção Primária, a execução de procedimentos clínicos simples por estudantes supervisionados é considerada uma solução aceitável para manter a continuidade das ações de saúde pública, desde que observadas diretrizes gerais de capacitação.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
 

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4092485 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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O Texto II servirá para a resolução da questão.


Texto II
Violação Ética e Exercício Ilegal da Profissão: O Caso da Estudante de Fonoaudiologia
     Em novembro de 2025, na cidade de Campina Grande (PB), a operação STUDEN realizada de forma conjunta pela Polícia Civil e pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia da 4ª Região flagrou uma estudante de fonoaudiologia, ainda no início do curso, realizando avaliações audiométricas em uma clínica de saúde ocupacional sem qualquer habilitação legal ou supervisão profissional. A investigação, iniciada após denúncias, constatou que a estudante atuava como se fosse fonoaudióloga, expondo usuários a riscos e caracterizando exercício ilegal da profissão. Aação resultou na prisão em flagrante e reforçou a importância da fiscalização profissional para a garantia da segurança da população e do cumprimento das normas éticas que regulam o exercício da Fonoaudiologia no Brasil.
Fonte: PB AGORA. Estudante de Fonoaudiologia é presa em flagrante durante ação contra exercício ilegal da profissão em Campina Grande. Paraíba, 2025. Disponível em: https://www.pbagora.com.br/noticia/policial/estudante-de-fonoaudiologia-e-presa-em-flagrante-durante-acao-contra-exercicio-ilegal-da-profissao-em-campinagrande/. Acesso em: 14/11/2025.
O caso ocorrido envolvendo uma estudante do curso de Fonoaudiologia em Campina Grande (PB), resultando na prisão em flagrante durante sua atuação em uma clínica ocupacional, exemplifica uma situação que viola princípios éticos fundamentais da Fonoaudiologia, especialmente quanto ao exercício legal da profissão, à responsabilidade técnica e à proteção do usuário. Esta ocorrência, reforça o posicionamento deAith et al. (2019), que afirma que “A regulação das profissões da saúde no Brasil fundamenta-se na necessidade de proteger a população da prática não qualificada, garantindo padrões mínimos de competência e segurança. ”

Fonte: AITH, Fernando Mussa Abujamra et al. Public interest in the Brazilian health professions regulation. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 27, e3114, 2019.

Diante do caso apresentado e da perspectiva ética que rege a atuação profissional do fonoaudiólogo, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4092484 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Segundo o Ministério da Saúde, dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) indicam que, em 2022, cerca de 11,4% dos nascimentos no Brasil foram prematuros, proporção superior à média global de 10% estimada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse cenário reforça a crescente demanda por equipes especializadas nas Unidades Neonatais dos serviços municipais. Considerando esse contexto epidemiológico, as evidências científicas e os princípios da fonoaudiologia hospitalar na assistência a recém-nascidos pré-termo (RNPT), assinale a alternativa CORRETA.

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC: Estatísticas Vitais 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.
 

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4092483 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I
Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ
   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
Ainda sobre o Texto I, no Rio de Janeiro, tornam-se claras as dificuldades no acesso a serviços especializados. Com base nessa realidade, pensar na adoção de tecnologias assistivas e recursos digitais como apoio à comunicação e ao acompanhamento terapêutico poderia apontar para uma possível alternativa que tivesse como objetivo amenizar o problema enfrentado. No campo científico, Leinweber et al. (2023) analisam fatores que determinam o uso bem-sucedido de tecnologia na terapia fonoaudiológica, destacando que a participação digital depende da aceitação tecnológica, da percepção de utilidade, da facilidade de uso e das condições estruturais disponíveis ao usuário e aos profissionais.

Fonte: LEINWEBER, J.; ALBER, B.; BARTHÉL, M.; WHILLIER, A. S.; WITTMAR, S.; BORGETTO, B.; STARKE, A. Technology use in speech and language t h e r a p y : d i g i t a l p a r t i c i p a t i o n s u c c e e d s t h r o u g h a c c e p t a n c e a n d u s e o f t e c h n o l o g y . Frontiers in Communication, v. 8, art. 1176827, 2023.

Considerando o contexto e as evidências de contribuição trazidas pela tecnologia para o avanço do acompanhamento oferecido pelos fonoaudiólogos, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4092482 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I
Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ
   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
O Texto I sobre crianças com Apraxia de Fala na Infância (AFI) evidenciou as dificuldades de acesso ao diagnóstico e ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), marcadas pela falta de serviços especializados, atrasos na avaliação e desigualdade territorial na oferta de cuidados. Essas barreiras refletem não apenas a complexidade clínica da AFI, mas também limitações estruturais na organização da rede. Segundo Nascimento et al. (2025), a distribuição de fonoaudiólogos no país é desigual, com maior concentração no setor privado e nos níveis secundário e terciário, o que compromete a resolutividade da Atenção Primária e dificulta o planejamento de políticas públicas. Os autores destacam que o dimensionamento adequado deve considerar dados epidemiológicos, demanda populacional e políticas como eMulti, Atenção Domiciliar e Cuidados Paliativos, a fim de garantir equidade e continuidade do cuidado.

Fonte: NASCIMENTO, D. V. N.; MECHI-SILVA, W.; NAKAMURA, G. Dimensionamento profissional da Fonoaudiologia no Sistema Único de Saúde: desafios e perspectivas para a força de trabalho. 2025. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/codas/a/ppvSvYqgGBkhGNQJwD5KfJw/?format=html&lang=pt >. Acesso em: 15/11/2025.

Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.

I- A insuficiência de fonoaudiólogos na Atenção Primária decorre principalmente da escolha dos próprios profissionais, que têm priorizado o setor privado em busca de maior retorno financeiro, deixando de integrar serviços públicos essenciais e contribuindo para o atraso no diagnóstico e na continuidade do cuidado de crianças com AFI.
II- O dimensionamento da força de trabalho em Fonoaudiologia no SUS deve incorporar variáveis epidemiológicas, demanda populacional e distribuição etária, permitindo ajustar a oferta profissional às necessidades específicas de grupos vulneráveis.
III- A existência de protocolos nacionais consolidados para a distribuição de fonoaudiólogos nos diferentes níveis de atenção reduz significativamente a desigualdade regional, assegurando parâmetros uniformes de planejamento em todo o território brasileiro.
IV- Políticas públicas como eMulti, Atenção Domiciliar e a Política Nacional de Cuidados Paliativos ampliam o escopo da atuação fonoaudiológica e exigem modelos de dimensionamento que considerem múltiplos contextos assistenciais e práticas interprofissionais.
V- A falta de informações sistematizadas sobre carga de trabalho, necessidades locais e perfis epidemiológicos compromete o planejamento em Saúde Coletiva e limita a organização de redes de atenção para condições de alta complexidade, como a AFI.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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4092481 Ano: 2026
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I
Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ
   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
O Texto Irelata que comumente mães, de crianças com Apraxia de Fala na Infância (AFI), enfrentam longos períodos sem diagnóstico, dificuldade de acesso a terapias especializadas e necessidade de recorrer a recursos de comunicação alternativa para garantir participação escolar e social de seus filhos. Esses desafios se agravam diante da natureza complexa do transtorno. Segundo Lima et al. (2015), a AFI envolve prejuízos na programação voluntária dos gestos articulatórios, inconsistência de erros e progresso terapêutico lento, necessitando de abordagens estruturadas, como intervenções baseadas em equivalência de estímulos, os autores reforçam ainda, a relevância clínica e social do diagnóstico precoce e do acesso a terapias qualificadas, considerando que as estimativas brasileiras indicam a prevalência entre 1 e 2 casos a cada 1.000 crianças.

Fonte: LIMA, R. C.; ASSIS, G. J. A.; PEREIRA, M. E. C. Efeitos do ensino de relações condicionais sobre a produção de fala em uma criança com apraxia de fala na infância. Revista CEFAC, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 974-983, 2015.

Com base nessas informações e nos estudos acerca da Apraxia da Fala da infância, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4092480 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Estudos atuais sobre o tratamento de crianças com Paralisia Cerebral permitem a identificação de técnicas que são mais recomendadas para a utilização nessa condição de saúde, com base nos objetivos do tratamento, preferências da família/paciente e disponibilidade de recursos humanos e estrutura, como recomenda a prática em saúde baseada em evidências.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que quando o desfecho pretendido é/são:
 

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4092479 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
Provas:
As complicações decorrentes do tratamento do câncer de mama, incluindo procedimentos cirúrgicos, quimioterapia e radioterapia, demandam abordagem fisioterapêutica baseada em evidências científicas e adequada às diferentes fases do tratamento oncológico.

Considerando as condutas fisioterapêuticas indicadas, é CORRETO afirmar que:
 

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