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Homem de 61 anos retorna ao ambulatório 12 meses após
prostatectomia radical robótica por adenocarcinoma de próstata
localizado. Evoluiu com continência urinária adequada, porém
mantém incapacidade de obter ereções suficientes para atividade
sexual.
Antecedentes: sem diabetes; sem hipertensão; não tabagista.
História sexual: função erétil normal antes da cirurgia.
Relatório cirúrgico: preservação bilateral dos feixes neurovasculares.
Exames: testosterona normal; PSA indetectável.
A melhor opção terapêutica inicial é
Antecedentes: sem diabetes; sem hipertensão; não tabagista.
História sexual: função erétil normal antes da cirurgia.
Relatório cirúrgico: preservação bilateral dos feixes neurovasculares.
Exames: testosterona normal; PSA indetectável.
A melhor opção terapêutica inicial é
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Mulher de 29 anos apresenta episódios recorrentes de dor
lombar esquerda há três anos, com piora após grande ingestão
hídrica. Nega febre, hematúria, litíase prévia ou infecções
urinárias recorrentes.
Exame físico: PA: 118/72 mmHg; FC: 74 bpm; afebril
Exames laboratoriais: creatinina: 0,8 mg/dL; ureia: 28 mg/dL; EAS sem alterações.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; sem cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; sem cálculos ou massas.
Renograma DTPA: função renal diferencial esquerda: 42%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta terapêutica é
Exame físico: PA: 118/72 mmHg; FC: 74 bpm; afebril
Exames laboratoriais: creatinina: 0,8 mg/dL; ureia: 28 mg/dL; EAS sem alterações.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; sem cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; sem cálculos ou massas.
Renograma DTPA: função renal diferencial esquerda: 42%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta terapêutica é
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Homem de 67 anos apresenta hematúria macroscópica indolor e
intermitente há três semanas. Tabagista de 40 maços-ano,
hipertenso e dislipidêmico.
Exames: hemoglobina: 13,8 g/dL; creatinina: 0,9 mg/dL; citologia urinária positiva para células uroteliais atípicas de alto grau.
Cistoscopia: lesão papilífera única em parede lateral esquerda da bexiga, com aproximadamente 2 cm.
RTU de bexiga: ressecção completa realizada.
Anatomopatológico: carcinoma urotelial papilífero; alto grau; estádio Ta; músculo detrusor presente; sem invasão muscular.
A melhor conduta complementar é
Exames: hemoglobina: 13,8 g/dL; creatinina: 0,9 mg/dL; citologia urinária positiva para células uroteliais atípicas de alto grau.
Cistoscopia: lesão papilífera única em parede lateral esquerda da bexiga, com aproximadamente 2 cm.
RTU de bexiga: ressecção completa realizada.
Anatomopatológico: carcinoma urotelial papilífero; alto grau; estádio Ta; músculo detrusor presente; sem invasão muscular.
A melhor conduta complementar é
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Homem de 72 anos com piora progressiva dos sintomas urinários
há quatro anos. Refere jato fraco, hesitação miccional,
esvaziamento incompleto, polaciúria e noctúria. Apresentou dois
episódios de retenção urinária aguda nos últimos oito meses.
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; hipertensão arterial; dislipidemia.
Medicações: tansulosina 0,4 mg/dia; finasterida 5 mg/dia.
Exame físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 78 bpm;
Toque retal: próstata de aproximadamente 88 g; consistência fibroelástica; sem nódulos suspeitos.
Exames: PSA: 3,9 mg/mL; creatinina: 1,0 mg/dL; resíduo pósmiccional: 240 mL; IPSS: 28 pontos.
A melhor conduta terapêutica é
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; hipertensão arterial; dislipidemia.
Medicações: tansulosina 0,4 mg/dia; finasterida 5 mg/dia.
Exame físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 78 bpm;
Toque retal: próstata de aproximadamente 88 g; consistência fibroelástica; sem nódulos suspeitos.
Exames: PSA: 3,9 mg/mL; creatinina: 1,0 mg/dL; resíduo pósmiccional: 240 mL; IPSS: 28 pontos.
A melhor conduta terapêutica é
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Homem de 64 anos é encaminhado ao ambulatório de Urologia
após identificação de PSA elevado em exame de rotina. Nega
hematúria, dor óssea, perda ponderal ou sintomas urinários
relevantes.
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; dislipidemia; extabagista.
História familiar: pai com câncer de próstata aos 71 anos.
Exame físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 74 bpm; IMC: 27 kg/m².
Toque retal: próstata de 42 g; nódulo endurecido em lobo direito; comprometimento inferior a 50% do lobo.
PSA: total: 8,6 ng/mL; livre/total: 12%.
Ressonância magnética: PI-RADS 4 em zona periférica direita; sem invasão extracapsular; sem invasão de vesículas seminais.
Biópsia por fusão: adenocarcinoma acinar; Gleason 3+4 = 7; ISUP 2; 3/12 fragmentos positivos.
Tomografia e cintilografia óssea sem metástases.
Considerando os achados, assinale a afirmativa correta.
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; dislipidemia; extabagista.
História familiar: pai com câncer de próstata aos 71 anos.
Exame físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 74 bpm; IMC: 27 kg/m².
Toque retal: próstata de 42 g; nódulo endurecido em lobo direito; comprometimento inferior a 50% do lobo.
PSA: total: 8,6 ng/mL; livre/total: 12%.
Ressonância magnética: PI-RADS 4 em zona periférica direita; sem invasão extracapsular; sem invasão de vesículas seminais.
Biópsia por fusão: adenocarcinoma acinar; Gleason 3+4 = 7; ISUP 2; 3/12 fragmentos positivos.
Tomografia e cintilografia óssea sem metástases.
Considerando os achados, assinale a afirmativa correta.
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Homem de 48 anos submetido a transplante renal há 36 horas.
Evoluiu inicialmente com boa diurese e melhora da função renal.
Nas últimas 6 horas apresentou queda abrupta da diurese, dor
em fossa ilíaca direita e aumento da creatinina.
Exame físico: PA: 148/92 mmHg; FC: 96 bpm; temperatura: 36,8 °C.
Exames laboratoriais: creatinina: aumento de 2,1 para 3,5 mg/dL; potássio: 5,8 mEq/L.
Ultrassonografia Doppler: ausência de fluxo arterial intrarrenal; ausência de fluxo na artéria renal do enxerto; veia renal pérvia; sem hidronefrose.
A hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta para o caso são:
Exame físico: PA: 148/92 mmHg; FC: 96 bpm; temperatura: 36,8 °C.
Exames laboratoriais: creatinina: aumento de 2,1 para 3,5 mg/dL; potássio: 5,8 mEq/L.
Ultrassonografia Doppler: ausência de fluxo arterial intrarrenal; ausência de fluxo na artéria renal do enxerto; veia renal pérvia; sem hidronefrose.
A hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta para o caso são:
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Mulher de 56 anos realiza tomografia computadorizada de
abdome para investigação de dor abdominal inespecífica.
Identifica-se incidentalmente massa renal sólida à esquerda.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia; extabagista.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG: 92 mL/min/1,73m².
tomografia contrastada: massa sólida no polo inferior do rim esquerdo de 3,2 cm; realce heterogêneo; sem invasão da gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.
A melhor conduta terapêutica, considerando a viabilidade de cirurgia preservadora de néfrons, é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia; extabagista.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG: 92 mL/min/1,73m².
tomografia contrastada: massa sólida no polo inferior do rim esquerdo de 3,2 cm; realce heterogêneo; sem invasão da gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.
A melhor conduta terapêutica, considerando a viabilidade de cirurgia preservadora de néfrons, é
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Homem de 31 anos procura o pronto-socorro após trauma
contuso em bolsa escrotal durante partida de futebol há
aproximadamente 5 horas. Relata dor testicular direita intensa
imediatamente após o trauma, acompanhada de aumento
progressivo do volume escrotal, náuseas e dificuldade para
caminhar.
Nega febre, disúria ou sintomas urinários prévios.
Ao exame físico: temperatura: 36,8 oC; frequência cardíaca: 92 bpm; pressão arterial: 124/78 mmHg.
Exame genital: hemiescroto direito aumentado de volume; equimose escrotal extensa; dor intensa à palpação; dificuldade de identificação dos contornos testiculares; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia Doppler escrotal demonstra: hematocele moderada; heterogeneidade do parênquima testicular; descontinuidade da túnica albugínea; fluxo vascular intratesticular parcialmente preservado.
Considerando o quadro clínico e os exames complementares, a melhor conduta é
Nega febre, disúria ou sintomas urinários prévios.
Ao exame físico: temperatura: 36,8 oC; frequência cardíaca: 92 bpm; pressão arterial: 124/78 mmHg.
Exame genital: hemiescroto direito aumentado de volume; equimose escrotal extensa; dor intensa à palpação; dificuldade de identificação dos contornos testiculares; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia Doppler escrotal demonstra: hematocele moderada; heterogeneidade do parênquima testicular; descontinuidade da túnica albugínea; fluxo vascular intratesticular parcialmente preservado.
Considerando o quadro clínico e os exames complementares, a melhor conduta é
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Mulher de 58 anos com febre alta há três dias, calafrios, náuseas,
vômitos e dor lombar direita intensa. Antecedentes de diabetes
mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e obesidade.
Exame físico:
Temperatura: 39,1 °C; FC: 118 bpm; PA: 100/62 mmHg.
Exame abdominal: dor importante à punho-percussão lombar direita.
Exames laboratoriais: leucócitos: 18.500/mm³; PCR: 28 mg/dL; Creatinina: 1,6 mg/dL; EAS: leucocitária intensa e bacteriúria.
Tomografia: pielonefrite aguda direita sem obstrução urinária, abscesso ou coleções.
A melhor conduta inicial é
Exame físico:
Temperatura: 39,1 °C; FC: 118 bpm; PA: 100/62 mmHg.
Exame abdominal: dor importante à punho-percussão lombar direita.
Exames laboratoriais: leucócitos: 18.500/mm³; PCR: 28 mg/dL; Creatinina: 1,6 mg/dL; EAS: leucocitária intensa e bacteriúria.
Tomografia: pielonefrite aguda direita sem obstrução urinária, abscesso ou coleções.
A melhor conduta inicial é
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Homem de 24 anos procura o pronto-socorro com dor testicular
esquerda iniciada há 48 horas. Relata início gradual dos sintomas,
com piora progressiva da dor e aumento do volume escrotal.
Refere disúria leve e aumento da frequência urinária há
aproximadamente uma semana. Nega trauma local. Refere
atividade sexual desprotegida com nova parceira há cerca de um
mês.
Exame físico: temperatura: 38,2 °C; FC: 94 bpm; PA: 122/78 mmHg.
Exame genital: testículo esquerdo em posição anatômica normal.; epidídimo aumentado e doloroso.; reflexo cremastérico preservado.; sinal de Prehn positivo.
Exames: leucócitos: 13.200/mm³; EAS: piuria moderada; ultrassonografia doppler: fluxo arterial preservado.; hiper vascularização epididimária.
A melhor conduta é
Exame físico: temperatura: 38,2 °C; FC: 94 bpm; PA: 122/78 mmHg.
Exame genital: testículo esquerdo em posição anatômica normal.; epidídimo aumentado e doloroso.; reflexo cremastérico preservado.; sinal de Prehn positivo.
Exames: leucócitos: 13.200/mm³; EAS: piuria moderada; ultrassonografia doppler: fluxo arterial preservado.; hiper vascularização epididimária.
A melhor conduta é
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