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4092592 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Dois pacientes do sexo masculino, ambos com fibrilação atrial permanente e uso irregular de anticoagulante, são atendidos pelo SAMU em momentos distintos, com diagnóstico clínico de isquemia aguda de membro inferior, ambos com início súbito dos sintomas há menos de 6 horas.

 •     Paciente A

Dor intensa em membro inferior esquerdo;

Extremidade fria e pálida;

Pulsos distais ausentes;

Sensibilidade tátil discretamente reduzida em pododáctilos;

Força muscular preservada;

Dor exacerbada à palpação, sem rigidez muscular.

•      Paciente B

Dor muito intensa em membro inferior direito;

Extremidade fria, pálida e marmórea;

Pulsos distais ausentes;

Hipoestesia extensa do pé e da perna distal;

Déficit motor evidente (dificuldade para dorsiflexão do pé);

Dor espontânea menos intensa no momento da avaliação.

Considerando a classificação de gravidade da isquemia aguda, o prognóstico do membro e a conduta mais adequada no atendimento pré-hospitalar, é CORRETO afirmar que:

 

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4092591 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.

Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.

Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?

 

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4092590 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.

Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?

 

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4092589 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Mulher, 29 anos é atendida pelo SAMU em domicílio, 5 dias após tireoidectomia total por bócio multinodular. Refere início súbito de parestesias periorais e em extremidades, seguido de espasmos musculares dolorosos nas mãos. Evoluiu com ansiedade intensa e dificuldade para falar. Ao exame: consciente, ansiosa, mãos em posição de espasmo carpopedal. Sinal de Trousseau positivo. ECG no monitor: QTc prolongado. A acompanhante informa que a paciente recebeu alta hospitalar há 48 horas e não iniciou suplementação prescrita.

Diante do quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais adequada no ambiente pré-hospitalar?

 

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4092588 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Homem, 64 anos, encontrado em domicílio após episódio de síncope. Histórico de doença coronariana e insuficiência cardíaca. Ao atendimento inicial pelo SAMU, apresenta-se consciente, porém confuso. Após estabilização primária, são observados os seguintes parâmetros: Glasgow: 13 (O3 V4 M6); PA: 86 × 52 mmHg (PAM ≈ 63 mmHg), após 500 mL de cristaloide; FC: 122 bpm; FR: 28 irpm; SpO₂: 92% com O₂ suplementar a 4 L/min. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Lactato capilar: 4,1 mmol/L. ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST. Durante a avaliação secundária, o paciente mantém instabilidade hemodinâmica, apesar das medidas iniciais.

Considerando os critérios de gravidade e os princípios do atendimento pré-hospitalar, qual é a conduta MAIS adequada em relação ao transporte?

 

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4092587 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Mulher, 82 anos, institucionalizada, é atendida pelo SAMU após episódio de rebaixamento agudo do nível de consciência. A cuidadora refere urina turva e com odor fétido há 2 dias, sem febre. Possui antecedentes de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 35%) e doença renal crônica estágio 3. Faz uso regular de furosemida, carvedilol e losartana. Ao exame: Glasgow: 12 (O3 V4 M5); Temperatura= 36,1 °C; FC= 96 bpm; FR= 30 irpm; PA= 92 × 58 mmHg; SpO₂= 93% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Diurese referida nas últimas 12 horas: mínima. Glicemia capilar: 168 mg/dL.

Durante a monitorização, o acesso venoso periférico é obtido com dificuldade. Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada no ambiente pré-hospitalar?

 

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4092586 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Homem, 58 anos, é encontrado inconsciente em via pública. Equipe do SAMU inicia atendimento pré-hospitalar. Ao chegar ao local, o paciente encontrava-se em parada cardiorrespiratória, sem pulso central palpável, apneico. O monitor cardíaco evidencia o ritmo caótico, irregular, sem complexos QRS organizados. Imediatamente, são iniciadas manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, com oxigenação e monitorização contínua. Após confirmação do ritmo, qual deve ser a conduta CORRETA segundo o Advanced Cardiac Life Support (ACLS) atual?
 

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4092585 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Pacientes que são usuários de antipsicóticos podem sofrer com efeitos colaterais importantes, principalmente aqueles que geram o que chamamos de síndrome parkinsoniana (rigidez articular, dificuldade de marcha, bradicinesia). Estes sintomas são mais comuns nos antipsicóticos que têm maior potência em bloqueio dopaminérgico D2 em região nigroestriatal. O antipsicótico com o maior potencial de bloqueio D2 dentre os abaixo listados é o:
 

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4092584 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Caso hipotético: paciente com diagnóstico de transtorno bipolar que havia entrado recentemente em mania, passou por internação e recebeu alta, com aumento da dose de lítio para a seguinte posologia: 2 comprimidos pela manhã e 2 comprimidos à noite. Em uma primeira litemia, não havia apresentado problemas e, com a resolução do quadro, recebeu alta. Após 5 dias da alta, passou a apresentar tremores, dor de cabeça e a vomitar. É CORRETO afirmar que esses sintomas podem ser originários de um aumento da litemia após ajuste de dose e pode acontecer já quando a litemia está maior do que:
 

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4092583 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
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Caso hipotético: paciente de 19 anos, previamente hígido e que não tem histórico de uso de substâncias ou doenças clínicas, com exames normais feitos 3 meses antes, tendo apenas história familiar positiva para esquizofrenia (irmão e tio paterno), passou a ficar mais isolado em seu quarto, comendo e se comunicando menos, com alguns solilóquios e em alguns momentos tendo discurso desorganizado. No momento da consulta, durante exame físico, o médico percebe que o paciente está com diversas lesões de pele e, ao ser questionado, ele verbaliza que está percebendo fibras saindo de sua pele, principalmente dos braços, e que estava arrancando todas. É CORRETO afirmar que esse tipo de delírio e o epônimo que comumente é associado a ele são, respectivamente:
 

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