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A capacitação de fontes e porta-vozes é um dos instrumentos de comunicação que mais se popularizaram nos últimos anos. Aperfeiçoar os assessorados para compreender a imprensa, atender adequadamente suas demandas, ser proativos e aproveitar as oportunidades para transmitir mensagens de maneira eficiente e com elas informar e influenciar os interessados tornou-se uma estratégia prioritária para as equipes de comunicação.
DUARTE, Jorge (org.) Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho [et al.]. 5. ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 2018. p. 446.
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A origem etimológica da palavra “texto” é “textum”, que significa tecido ou entrelaçamento. Na Web, o texto aproxima-se deste último significado: mais do que um mero conjunto de palavras ou frases organizadas segundo um conjunto de regras preestabelecidas, o texto transforma-se numa tessitura informativa formada por um conjunto de blocos informativos ligados através de hiperligações (links), ou seja, num hipertexto.
CANAVILHAS, João (org.). Webjornalismo: 7 caraterísticas que marcam a
diferença. Covilhã: Livros LabCom, 2014. p. 5.
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Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
Os elementos manipulados pelos fechadores numa retranca com foto são, em geral, chapéu, título, olho, texto, intertítulo e legenda. Alguns usam janelas – destaques inseridos geralmente entre as colunas, que dão respiro aos tijolos de texto. Os cuidados não diferem muito de outros fechamentos, como de notas, textos breves sem foto, textos-legenda e entrevistas.
PEREIRA JÚNIOR, Luiz Costa. Guia para edição jornalística. 4. ed. São Paulo:
Vozes, 2012. p. 145.
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Texto 6
Os elementos manipulados pelos fechadores numa retranca com foto são, em geral, chapéu, título, olho, texto, intertítulo e legenda. Alguns usam janelas – destaques inseridos geralmente entre as colunas, que dão respiro aos tijolos de texto. Os cuidados não diferem muito de outros fechamentos, como de notas, textos breves sem foto, textos-legenda e entrevistas.
PEREIRA JÚNIOR, Luiz Costa. Guia para edição jornalística. 4. ed. São Paulo:
Vozes, 2012. p. 145.
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Um vulto infantil que passeava no parapeito do 5º andar do Edifício Carminha, na esquina principal de Ubatuba (SP), atraiu multidão, mobilizou os bombeiros e terminou levando à delegacia o dono de um circo: era o anão acrobata, que se exibia para promover o espetáculo.
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1987. p. 36.
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Enquanto a mídia privada informa apenas o resultado de algumas votações avaliadas como de grande impacto social, os veículos institucionais transmitem informação a respeito de todo o processo de tramitação de um projeto de lei, por exemplo, desde a sua apresentação pelo parlamentar, até as alterações realizadas por meio de emendas e substitutivos em cada uma das comissões por onde a matéria passa, até a sua aprovação definitiva ou sua rejeição, seja no Plenário, seja de modo conclusivo/terminativo (quando não é necessário passar pelo Plenário).
BARROS, Antonio; BERNARDES, Cristiane Brum. A pluralização das fontes de
informação política no Brasil: as mídias legislativas. Rumores, v. 4, p. 2-12,
2009. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/285610207_A_pluralizacao_das_font
es_de_informacao_politica_no_Brasil_as_midias_legislativas . Acesso em: 25
dez. 2025.
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As entrevistas coletivas tendem a ser supervalorizadas por muitas fontes, que sonham em se ver cercadas de jornalistas fazendo perguntas sobre alguma realização. Nada mais equivocado, uma vez que as redações tendem à busca da exclusividade e as informações, durante uma coletiva, são distribuídas da mesma forma para todos. A função das entrevistas coletivas limita-se a casos em que há necessidade de reunir jornalistas de vários veículos, ao mesmo tempo, para passar informações relevantes e de interesse público imediato. É atribuição do assessor fazer avaliação adequada dos riscos e vantagens da coletiva e fazer a preparação adequada da fonte. A sequência básica de uma coletiva consiste em informar as regras (como serão feitas as perguntas, critérios, duração e outros aspectos que possam gerar conflitos ou dúvidas), apresentação da fonte, exposição do tema, questionamentos, encerramento e, dependendo das circunstâncias, entrevistas individuais e distribuição do material.
DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho [et al.]. 5. ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 2018. p. 317.
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