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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica a e cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica a e cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
"Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica a e cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
- Planejamento e Gestão
( ) A Universalidade visa possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada aberta e preferencial da Rede de Atenção à Saúde (RAS).
( ) O acolhimento das pessoas no serviço de saúde deve ocorrer apenas mediante agendamento prévio, sem necessidade de vinculação e corresponsabilização pela atenção às suas necessidades de saúde.
( ) As equipes que atuam na Atenção Básica nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) devem priorizar exclusivamente usuários previamente cadastrados em detrimento das demais pessoas que procuram o serviço.
( ) O acesso universal aos serviços de saúde permite o estabelecimento de restrições de atendimento com base em critérios administrativos locais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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I. As leishmanioses tegumentares causam lesões na pele, mais comumente ulcerações, podendo, na forma mucosa, atingir as mucosas do nariz e da boca.
II. A leishmaniose visceral afeta principalmente as vísceras, especialmente o fígado, o baço, os gânglios linfáticos e a medula óssea, podendo evoluir para o óbito.
III. Entre os sintomas da leishmaniose visceral incluem-se febre, emagrecimento, anemia, aumento do fígado e do baço, hemorragias e imunodeficiência.
Assinale a alternativa correta:
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Assinale a alternativa correta:
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