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4177351
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Campo Alegre-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Campo Alegre-SC
Provas:
Uma aplicação financeira possui características únicas
frente à maioria das demais aplicações operantes: durante os
seis primeiros meses de aplicação, opera-se em juros simples,
e nos dois seguintes, em juros compostos; em seguida, mais
seis meses em juros simples (considerando como base para
cálculo dos juros, o último montante), e mais dois em juros
compostos, seguindo dessa forma. Assim, se a taxa de juros,
seja simples ou compostos, é igual a 1% mensal, e o capital é
igual a 100 mil reais, qual das alternativas traz os juros obtidos
nessa aplicação financeira após 12 meses? (Considere duas
casas decimais e critérios de arredondamento a cada aplicação
mensal, quando necessário).
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A difícil arte de viver entre eras
Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho
celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso
— e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e
contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me
importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando
no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó
tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso
tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover
em outro aparelho. Perdeste, coroa!
Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri
diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade
era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz
um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de
colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu
pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei
para o velho modo analógico e venho guardando em discos
físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?
Meu antigo computador, que tinha uma providencial
entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo
do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias
e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar
mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso,
mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos
remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a
experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings
de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título,
compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a
nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.
Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio
demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada
fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando
enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta
de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a
obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do
mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem
muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola,
“¡resistiré, resistiré!”.
A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos.
Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda
por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu
senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das
facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que
insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as
famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.
Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor,
um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma
que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao
virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais
um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso,
para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como
esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.
Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
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A difícil arte de viver entre eras
Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho
celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso
— e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e
contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me
importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando
no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó
tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso
tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover
em outro aparelho. Perdeste, coroa!
Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri
diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade
era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz
um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de
colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu
pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei
para o velho modo analógico e venho guardando em discos
físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?
Meu antigo computador, que tinha uma providencial
entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo
do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias
e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar
mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso,
mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos
remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a
experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings
de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título,
compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a
nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.
Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio
demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada
fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando
enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta
de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a
obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do
mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem
muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola,
“¡resistiré, resistiré!”.
A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos.
Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda
por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu
senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das
facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que
insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as
famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.
Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor,
um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma
que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao
virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais
um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso,
para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como
esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.
Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
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A difícil arte de viver entre eras
Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho
celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso
— e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e
contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me
importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando
no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó
tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso
tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover
em outro aparelho. Perdeste, coroa!
Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri
diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade
era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz
um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de
colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu
pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei
para o velho modo analógico e venho guardando em discos
físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?
Meu antigo computador, que tinha uma providencial
entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo
do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias
e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar
mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso,
mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos
remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a
experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings
de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título,
compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a
nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.
Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio
demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada
fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando
enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta
de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a
obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do
mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem
muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola,
“¡resistiré, resistiré!”.
A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos.
Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda
por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu
senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das
facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que
insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as
famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.
Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor,
um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma
que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao
virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais
um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso,
para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como
esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.
Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
I. Em “Apanhei de novo da tecnologia”, a expressão “da tecnologia” funciona como complemento da forma verbal “apanhei”.
II. Em “Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás”, a oração “que tinha uma providencial entrada para CD e DVD” caracteriza “computador”, acrescentando uma informação sobre esse termo.
Está correto o que se afirma em:
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Questão presente nas seguintes provas
A difícil arte de viver entre eras
Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho
celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso
— e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e
contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me
importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando
no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó
tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso
tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover
em outro aparelho. Perdeste, coroa!
Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri
diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade
era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz
um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de
colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu
pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei
para o velho modo analógico e venho guardando em discos
físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?
Meu antigo computador, que tinha uma providencial
entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo
do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias
e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar
mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso,
mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos
remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a
experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings
de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título,
compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a
nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.
Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio
demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada
fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando
enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta
de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a
obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do
mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem
muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola,
“¡resistiré, resistiré!”.
A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos.
Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda
por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu
senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das
facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que
insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as
famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.
Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor,
um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma
que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao
virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais
um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso,
para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como
esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.
Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A difícil arte de viver entre eras
Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho
celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso
— e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e
contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me
importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando
no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó
tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso
tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover
em outro aparelho. Perdeste, coroa!
Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri
diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade
era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz
um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de
colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu
pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei
para o velho modo analógico e venho guardando em discos
físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?
Meu antigo computador, que tinha uma providencial
entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo
do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias
e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar
mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso,
mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos
remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a
experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings
de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título,
compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a
nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.
Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio
demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada
fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando
enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta
de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a
obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do
mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem
muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola,
“¡resistiré, resistiré!”.
A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos.
Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda
por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu
senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das
facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que
insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as
famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.
Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor,
um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma
que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao
virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais
um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso,
para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como
esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.
Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4177345
Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Campo Alegre-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Campo Alegre-SC
Provas:
- NRsNR 6: Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
- NRsNR 26: Sinalização de Segurança
- Saúde e Segurança no Ambiente de TrabalhoSegurança do Trabalho e Prevenção de Infortúnios
Ao chegar para organizar uma sala que passará por
pequenos reparos, o agente operacional encontra partes soltas
no reboco, poeira acumulada, ferramentas manuais separadas
para uso e circulação de servidores no corredor próximo. Antes
de iniciar o serviço, a segurança do trabalho exige que ele:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um reparo de carpintaria, o agente operacional precisa
substituir uma tábua de fechamento em uma estrutura simples
de madeira. A peça antiga apresenta empenamento leve,
marcas de umidade em uma extremidade e folgas nos pontos
de fixação. Antes de instalar a nova peça, ele confere medidas,
esquadro, ponto de apoio e tipo de fixador a ser utilizado.
Nesse serviço, a execução correta deve considerar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Sistemas e Processos Construtivos
- Instalações em Edificações
- Coberturas e Pavimentos
- Procedimentos Finais e Manutenção
- Acabamento em Edificações
- Manutenção em Edificações
Em uma manutenção simples realizada em prédio
municipal, o agente operacional precisa avaliar pequenos
reparos em parede, piso, telhas e aparelho sanitário. Sobre
esses serviços, analise as assertivas:
I. Em reparos de parede e piso, a preparação da superfície contribui para a aderência do material aplicado e para melhor acabamento do serviço.
II. Na troca de telhas, o encaixe e a sobreposição devem ser observados, pois a colocação irregular pode favorecer entrada de água.
III. Na substituição de aparelho sanitário, a conferência do assentamento da peça e das conexões deve ocorrer antes do uso regular, inclusive para verificar possíveis vazamentos.
Está(ão) CORRETA(S):
I. Em reparos de parede e piso, a preparação da superfície contribui para a aderência do material aplicado e para melhor acabamento do serviço.
II. Na troca de telhas, o encaixe e a sobreposição devem ser observados, pois a colocação irregular pode favorecer entrada de água.
III. Na substituição de aparelho sanitário, a conferência do assentamento da peça e das conexões deve ocorrer antes do uso regular, inclusive para verificar possíveis vazamentos.
Está(ão) CORRETA(S):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um reparo de alvenaria, o agente operacional precisa
preparar pequena quantidade de argamassa para
assentamento de blocos. Ao organizar o serviço, ele considera
o tipo de aplicação, a quantidade necessária para uso imediato
e a consistência da mistura durante a execução. Nesse preparo,
é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container