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Em dramaturgia contemporânea, o termo pós-dramático costuma designar textos ou partituras
cênicas que:
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Na composição cênica, o termo marcação refere-se à/ao:
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No teatro moderno, o chamado teatro épico
brechtiano se distingue por:
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Enquanto manifestação artístico-cultural
popular, o bumba meu boi pode ser descrito, em
termos de linguagem cênica, como:
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O estudo do teatro brasileiro no contexto escolar envolve a articulação entre práticas cênicas tradicionais, processos colaborativos de criação e reflexão crítica sobre as relações entre estética, território e identidade cultural. Em diversas regiões do país, manifestações como o teatro popular nordestino, as dramaturgias negras contemporâneas e as encenações vinculadas a movimentos comunitários expressam modos distintos de organização cênica, de construção de personagens e de negociação simbólica com os espaços sociais de origem. Nesse sentido, o professor de Arte deve compreender esses processos para planejar experiências pedagógicas que promovam análise contextualizada, leitura crítica de linguagens e vivência criativa alinhada às diretrizes curriculares.
Com base nesse cenário pedagógico e nos referenciais contemporâneos de estudo do teatro brasileiro, assinale a alternativa que estabelece a análise tecnicamente consistente dessas manifestações no contexto da educação básica.
Com base nesse cenário pedagógico e nos referenciais contemporâneos de estudo do teatro brasileiro, assinale a alternativa que estabelece a análise tecnicamente consistente dessas manifestações no contexto da educação básica.
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A manifestação cultural retratada na imagem apresenta um conjunto de elementos estruturantes que a identificam de forma inequívoca dentro do patrimônio imaterial brasileiro. Entre suas características essenciais destacam-se: a dramaturgia centrada na morte e ressurreição de um boi; a presença de personagens fixos como o Amo, Pai Francisco, Catirina e os Cazumbás; a utilização de sotaques regionais que determinam a instrumentação (como Matraca, Zabumba e Orquestra); e o uso de indumentárias altamente elaboradas, com forte ênfase no brilho, no bordado e no movimento corporal sincronizado ao toque dos grupos. Tal manifestação, amplamente enraizada no estado que lhe deu origem, constitui referência nacional e foi reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Com base na imagem e nas características descritas, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome dessa manifestação e a região de sua origem, respectivamente.
Com base na imagem e nas características descritas, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome dessa manifestação e a região de sua origem, respectivamente.
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Quando nós, povos indígenas, tratamos e olhamos o nosso
corpo, olhamos a partir do nosso ponto de vista de transformação.
O corpo está em constante transformação, está em movimento.
Uma das coisas que eu levantei na minha tese de doutorado é
exatamente como nós, povos indígenas, compreendemos e
conceituamos o corpo. Cheguei a uma questão que o corpo, do
nosso ponto de vista, é a síntese de todos os elementos, os nossos
especialistas falam que o corpo é constituído de vida água,
quando digo água, não é água que a gente conhece, é a água na
sua essência, vida-animal na sua essência, vida-vegetal, vida-luz,
vida-terra. Essa noção de constituição do corpo como elemento é
fundamental, é onde os nossos especialistas lançam mão para
transformar o corpo; então Bahsese como arte transforma o corpo
pelo poder de manipulação das qualidades sensíveis e das coisas
via palavras, pela formação que os especialistas têm, portanto,
para nós, a oralidade é importante, falar para nós não é qualquer
coisa, é a palavra que transforma, é a palavra que destrói, é a
palavra que constrói, o poder da palavra é superimportante,
portanto a arte do Bahsese é isso. Dizia o grande professor
indígena Brasilino Barreto: “Esse poder que está na ponta da
boca”. Assim como para os brancos o poder está na caneta, na
escrita.
João Paulo Barrreto Yepamahsã e Luiz Davi Vieira Gonçalves. Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização. In: Naine Terena e Andreia Duarte (Org.). Teatro e os povos indígenas: janelas abertas para a possibilidade. Rio de Janeiro: Editora Outra Margem / São Paulo: N-1 Edições, 2023 (com adaptações).
A partir da leitura desse texto, assinale a opção correta.
João Paulo Barrreto Yepamahsã e Luiz Davi Vieira Gonçalves. Teatro e povos indígenas: o perigo da folclorização. In: Naine Terena e Andreia Duarte (Org.). Teatro e os povos indígenas: janelas abertas para a possibilidade. Rio de Janeiro: Editora Outra Margem / São Paulo: N-1 Edições, 2023 (com adaptações).
A partir da leitura desse texto, assinale a opção correta.
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Acerca da dança e do ensino de dança no Brasil, assinale a opção
correta.
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O Projeto Pés iniciou-se em 2011, como pesquisa do
movimento expressivo com pessoas com deficiência,
desenvolvido através de técnicas do teatro-dança. Adaptação é
uma palavra muito usada nesse meio. É a ideologia de trabalho
segundo a qual não são os alunos que devem adaptar-se à
metodologia, mas a metodologia que deve estar apta aos seus
alunos.
Iara Morais Pacheco. Projeto pés: identidade e criação em artes com pessoas com deficiência. Internet:<bdm.unb.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o trecho apresentado, assinale a opção correta a respeito do ensino de dança.
Iara Morais Pacheco. Projeto pés: identidade e criação em artes com pessoas com deficiência. Internet:<bdm.unb.br> (com adaptações).
Tendo como referência inicial o trecho apresentado, assinale a opção correta a respeito do ensino de dança.
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Texto 1A2
Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência
de um intérprete dessa raça? Entretanto, lembrava que, em meu
país, onde mais de vinte milhões de negros somavam quase
metade de sua população de sessenta milhões de habitantes, na
época, jamais assistira a um espetáculo cujo papel principal
tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria,
então, o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas
indagações avançaram mais longe: na minha pátria, tão orgulhosa
de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e
brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só
em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas
encarnando qualquer personagem — Hamlet ou Antígona —
desde que possuísse o talento requerido. Ocorria de fato o
inverso: até mesmo um Imperador Jones, se levado aos palcos
brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator
branco caiado de preto, a exemplo do que sucedia desde sempre
com as encenações de Otelo. Mesmo em peças nativas, tipo O
Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca
(1939), de Ernani Fornari, em papéis destinados especificamente
a atores negros foi norma a exclusão do negro autêntico em favor
do negro caricatural. Brochava-se de negro um ator ou atriz
brancos quando o papel contivesse certo destaque cênico ou
alguma qualificação dramática. Intérprete negro só se utilizava
para imprimir certa cor local ao cenário, em papéis ridículos,
brejeiros e de conotações pejorativas.
Abdias do Nascimento. Teatro experimental do negro: trajetória e reflexões.
In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 25, 1997.
Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
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