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Foram encontradas 183 questões.

2515321 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, é definida fisiologicamente como obstrução crônica ao fluxo aéreo. É um fator de risco que predispõe a infecções bacterianas e virais. É correto afirmar:
I) Dentre as causas estão: tabagismo, exposição ocupacional, fatores genéticos.
II) Dispnéia progressiva, tosse com expectoração, às vezes presença de sibilos são alguns dos sintomas.
III) Achados comuns no raio X de tórax: grandes volumes pulmonares, área cardíaca pequena, diafragma rebaixado e achatado.
IV) O treinamento físico inclui: treinamento dos músculos respiratórios, técnicas de controle da respiração, para redução da dispnéia,manobras expiratórias forçadas
 

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2515306 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
...... muitos anos, o gaúcho era livre para percorrer ....... cavalo largas distâncias, pondo ..... prova suas qualidades de cavaleiro.
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.
 

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2515250 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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A distância percorrida pelo veículo, após o condutor perceber efetivamente o perigo, é denominada:
 

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2514979 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Um cão, apenas
Cecília Meireles
Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – , eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma da vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu.
Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.
(inéditos – crônicas. Rio de Janeiro, Bloch, 1967.p.19-20.)
Relacione as palavras grifadas na primeira coluna com seu sinônimo na segunda coluna.
1ª COLUNA 2ª COLUNA
1 Gostaria de ocupar-me dele. preencher um espaço
2 O triste cãozinho ocupava o jardim. sério
3 O grave não é morrer, mas deixar de viver. atravessou
4 Passou por entre as grades do portão. cuidar
Marque a alternativa CORRETA:
 

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2514968 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Um cão, apenas
Cecília Meireles
Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – , eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma da vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu.
Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.
(inéditos – crônicas. Rio de Janeiro, Bloch, 1967.p.19-20.)
Por que o cãozinho se levanta ao ver a narradora?
 

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2514938 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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O tecido adiposo está localizado principalmente abaixo da pele, nos mesentérios e omentos e atrás do peritônio. Embora seja principalmente gordura, o tecido adiposo também é composto de pequenas quantidades de proteína e água, e exerce uma profunda influência sobre a homeostase do corpo. O modelo teórico de Behnke da composição corporal propõe limites de percentuais saudáveis para a gordura corporal de homens e mulheres. De acordo com o modelo teórico de Behnke, assinale a alternativa correta para o percentual de gordura corporal de homens e mulheres respectivamente.
 

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2514704 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Preencha as lacunas com: que/quê, porque/porquê, por que/por quê:
A) ........... ele não veio?
B) O relógio ........... comprei não funcionava.
C) Muitas vezes erramos .......... não pensamos ao agir.
D) Jamais se soube .......... de sua renúncia.
Marque a alternativa correta:
 

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2514701 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Uns perus pro seu juiz
Era uma vez seu Porfírio.
Era uma vez seu Candinho.
Vizinhos de cerca, colegas de escola, vagos parentes.
Seu Porfírio, briguento como ele só.
Brigava com os parentes por causa de heranças, brigava com os vizinhos por causa de limites de terras, brigava até com os filhos por causa de dinheiro.
Seu Candinho, o contrário.
Amigo de todo mundo, resolvia seus problemas com conversas, com prosa, com jeitinho.
Um dia seu Candinho recebeu uma herança de um parente afastado.
Seu Porfírio ficou morrendo de inveja. Começou a falar mal de seu Candinho a todo mundo:
- Bonzinho? Pois sim! Estes são os piores...
Seu Candinho fez que não sabia e foi vivendo.
E cada vez seu Porfírio ficava com mais raiva de seu Candinho.
Então seu Porfírio inventou que o riacho que passava pela duas fazendas era dele só e desviou o curso do riacho. Seu Candinho ficou sem água.
Aí seu Candinho ficou zangado.
Procurou o advogado dele, doutor Alex, e mandou uma ação em cima de seu Porfírio.
A demanda se arrastou, com uns tais de embargos, e umas tais de ações suspensivas, umas tais de peritagens, uns tais de recursos, até que o julgamento foi marcado.
Seu Candinho foi procurar o advogado:
- Seu doutor, o senhor não achava bom se a gente mandasse aí uns perus pro seu juiz? Será que não facilitava as coisas?
O advogado botou a mão na cabeça:
- Que é isso, seu Candinho? O juiz é o doutor Honório, o juiz mais severo do Estado! Se o senhor manda um presente pra ele, ele é capaz de dar ganho ao seu Porfírio só pra mostrar como ele é honesto...
Seu Candinho saiu dali pensando...
No dia do julgamento estava todo mundo nervoso. Menos seu Candinho:
- Não se preocupem, nós vamos ganhar. Podem ter certeza... Não carece de ninguém ficar nervoso...
Doutor Honório chegou de cara fechada, como se estivesse zangado com alguma coisa, não cumprimentou ninguém.
O julgamento foi rápido e realmente seu Candinho ganhou.
Seu Porfírio foi condenado a pagar um dinheirão ao seu Candinho e ainda teve de voltar o rio pra onde ele estava.
Seu Candinho deu uma bruta festa pra comemorar.
E então, com um sorriso muito malandro, ele perguntou ao doutor Alex:
- Viu como foi bom mandar uns perus pro juiz?
- O quê? O senhor mandou os perus pro juiz?
- Mandei sim, doutor, mandei sim. Só que eu mandei no nome do seu Porfírio...
Ruth Rocha
Pelo que você entendeu do conto, ação, demanda, embargo, ação suspensiva, peritagens, recursos e julgamento, são palavras comumente faladas entre:
 

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2514668 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Numere a SEGUNDA COLUNA de acordo com a PRIMEIRA COLUNA:
PRIMEIRA COLUNA SEGUNDA COLUNA
A 1 Presidente, Governadores e Prefeitos Poder Legislativo
B 2 Senadores, Deputados e Vereadores Poder Judiciário
C 3 Juízes, Desembargadores, Ministros do STJ e STF Poder Executivo
Marque a alternativa CORRETA:
 

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2514550 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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A paciente A.M.C 85 anos, apresenta comprometimento de memória, alteração do padrão comportamental, deterioração progressiva de funções cognitivas específicas.Diagnosticada com Doença de Alzheimer(DA). É correto afirmar:
I) Na reabilitação cognitiva, dentre outras abordagens a da adaptação funcional corresponde ao retreino de atividades de vida.
II) No diagnóstico diferencial, na demência vascular há evidências em neuroimagem compatíveis com doença cerebrovascular, compatíveis geralmente com alterações cerebrais isquêmicas ou que não se encontra na DA.
III) As metas primárias de tratamento são: melhorar a qualidade de vida, maximizar o desempenho funcional e promover o mais alto grau de autonomia
 

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