Foram encontradas 148 questões.
Uma das técnicas de redação mais conhecidas do jornalismo condiz com a organização da notícia, colocando a informação mais importante, com o conteúdo mais relevante, no início da matéria, e os dados de menor valor, mas que acrescentem na narrativa, por último. Esse recurso é conhecido no jornalismo como:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O bem é contagioso
Quando um ser humano testemunha ações notáveis de bondade, vive uma experiência única definida por pesquisadores como elevação moral. Estudos têm demonstrado que esse sentimento deflagra o otimismo e estimula a pessoa a querer agir de modo mais altruísta e fraterno com os semelhantes. Uma parceria entre a neurociência e a psicobiologia oferece uma nova contribuição a essa área, ao esmiuçar o funcionamento do cérebro e do corpo quando a elevação moral acontece.
Em um estudo da Universidade Estadual do Oregon (EUA), 104 universitários assistiram a vídeos que mostram atos heroicos de bondade ou simplesmente situações divertidas. Enquanto isso, pesquisadores mediam sua frequência cardíaca e a atividade no córtex pré-frontal medial, uma estrutura do sistema límbico que tem papel importante nos processos da integração emocional e cognitiva. Outro item avaliado foi a arritmia sinusal respiratória – a flutuação da frequência cardíaca com a inspiração e a expiração –, a qual sinaliza a atividade do sistema nervoso parassimpático (SNP). Esse sistema estimula ações que acalmam a pessoa, enquanto o sistema nervoso simpático (SNS), ligado à frequência cardíaca, está relacionado a reações do tipo “lutar ou fugir”.
Uma vez que a atividade do SNP está ligada a sentimentos de simpatia em relação à outras pessoas e a um comportamento mais sociável, os pesquisadores imaginavam que esse sistema nervoso estaria mais ativo quando os participantes vivenciassem momentos de elevação moral. O acerto foi parcial: os participantes que assistiram a vídeos inspiradores da elevação moral apresentaram aumento na atividade não só do SNP, mas também do SNS. Já os outros estudantes, que viram apenas vídeos divertidos, não exibiram mudanças em nenhum desses sistemas nervosos. A ativação simultânea do SNP e do SNS despertou o interesse de Sarina Saturn, professora de psicologia da Universidade Estadual do Oregon e coautora do estudo. “É realmente um padrão incomum, no qual você vê esses dois sistemas recrutados para uma emoção”, avalia.
Ao pesquisar mais sobre o tema, ela verificou que o SNP e o SNS são ativados ao mesmo tempo em situações relacionadas a atos que beneficiam outras pessoas e que pressupõem estar alerta e estimulado, como cuidar dos filhos ou ter relações sexuais. Sarina deduz que a elevação moral deve estar vinculada a um padrão semelhante. Um gesto altruísta pressupõe, em geral, uma situação de sofrimento de algum indivíduo ou grupo, a qual gera estresse.
Observar que esse sofrimento é amenizado ou eliminado por um ato bondoso faz o SNP tranquilizar o coração, o que desfaz o estresse e abre espaço para um sentimento caloroso e agradável. O conjunto da experiência traz uma sensação de bem-estar que nos dá a impressão de que agir de forma compassiva e altruísta vale a pena.
Outro detalhe ressaltado pelos pesquisadores foi a atividade do córtex pré-frontal durante a experiência. Segundo eles, ocorreram variações de nível considerável nas comparações entre duas situações de elevação moral. A explicação para isso teria origem numa diferença entre essas situações: na primeira, ajuda-se uma pessoa com ferimentos físicos; na segunda, a pessoa não está ferida.
No primeiro caso, o córtex pré-frontal registrou maior atividade, o que indicaria que ele faz “escolhas” nas situações de elevação moral. “Pesquisas anteriores mostravam que, quando você vê alguém com dores físicas, essa parte do cérebro se acende, o que pode explicar [o fenômeno]”, afirma Sarina.
Os pesquisadores concluíram que a elevação moral estimula o altruísmo ao misturar o desejo de proteger os outros e a excitação. Para a professora, o provável responsável por isso é a oxitocina, conhecida como o “hormônio do amor” por ser liberada quando se está perto da pessoa amada e já relacionada a sentimentos altruísticos.
Enquanto planeja experiências que ampliem os conhecimentos científicos sobre à elevação moral, Sarina considera praticamente certo que esse sentimento tem efeito positivo sobre qualquer pessoa. “Penso que tendemos a absorver o que estamos testemunhando e que isso tem um impacto no nosso corpo e no nosso cérebro. Descobrimos que basta mostrar um vídeo inspirador de uma pessoa sendo gentil para fazer esses eventos dramáticos ocorrerem no corpo e permitir que você, por sua vez, queira entrar nessa corrente do bem e ser pró-social”.
(Fonte: http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/o-bem-e-contagioso - Texto adaptado)
Analise as seguintes propostas de alterações em palavras do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Se a palavra ‘Sarina’ fosse substituída por ‘pesquisadores’, apenas duas alterações seriam necessárias para manter a correção gramatical do período em que está inserida.
( ) Caso a palavra ‘ou’ fosse substituída por ‘e’, a forma verbal ‘faz’, também na mesma linha, deveria necessariamente sofrer ajustes em vista da concordância da frase.
( ) Se a palavra ‘pessoa’ fosse passada para o plural, somente duas alterações seriam necessárias para manter a concordância do período e uma delas seria a mudança do adjetivo para a forma ‘gentis’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De acordo com Radfaher, “ela pode criar relações personalizadas e consensuais. Isso não significa perguntar o nome do visitante e reproduzi-lo nas páginas de um endereço de internet, mas descobrir seus anseios e tentar realizá-los. À medida que uma escuta o consumidor, informa e respeita seus valores, estimulando-o, torna-se cada vez mais fácil estabelecer uma relação de confiança, fidelidade e respeito.”
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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A execução de um leiaute consistente envolve conceitos estéticos consagrados, como função e estrutura, além dos princípios básicos da Gestalt. A imagem e o texto são os principais elementos de um design e, para compor uma informação, é necessário que se estabeleça uma relação entre si. Assinale a alternativa que NÃO representa a relação entre imagem e texto.
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O tempo é um dos principais fatores para definição de conteúdos na produção de programas TV. Quando se trata de matérias noticiosas, a pauta poderá agilizar a produção, se contiver informações mais detalhadas sobre o evento, hora e local do que deverá ser registrado. Conforme Nilson Lage, assinale a alternativa que NÃO complementa informações que uma “boa pauta de notícias deve conter”.
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2245061
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
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Conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Bagé, o funcionário gozará, obrigatoriamente, por ano, 30 (trinta) dias de férias, de acordo com a escala que for organizada. Assinale a alternativa correta em relação ao regramento para concessão/gozo de férias.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 24, 28 e 29.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O bem é contagioso
Quando um ser humano testemunha ações notáveis de bondade, vive uma experiência única definida por pesquisadores como elevação moral. Estudos têm demonstrado que esse sentimento deflagra o otimismo e estimula a pessoa a querer agir de modo mais altruísta e fraterno com os semelhantes. Uma parceria entre a neurociência e a psicobiologia oferece uma nova contribuição a essa área, ao esmiuçar o funcionamento do cérebro e do corpo quando a elevação moral acontece.
Em um estudo da Universidade Estadual do Oregon (EUA), 104 universitários assistiram a vídeos que mostram atos heroicos de bondade ou simplesmente situações divertidas. Enquanto isso, pesquisadores mediam sua frequência cardíaca e a atividade no córtex pré-frontal medial, uma estrutura do sistema límbico que tem papel importante nos processos da integração emocional e cognitiva. Outro item avaliado foi a arritmia sinusal respiratória – a flutuação da frequência cardíaca com a inspiração e a expiração –, a qual sinaliza a atividade do sistema nervoso parassimpático (SNP). Esse sistema estimula ações que acalmam a pessoa, enquanto o sistema nervoso simpático (SNS), ligado .... frequência cardíaca, está relacionado a reações do tipo “lutar ou fugir”.
Uma vez que a atividade do SNP está ligada a sentimentos de simpatia em relação .... outras pessoas e a um comportamento mais sociável, os pesquisadores imaginavam que esse sistema nervoso estaria mais ativo quando os participantes vivenciassem momentos de elevação moral. O acerto foi parcial: os participantes que assistiram a vídeos inspiradores da elevação moral apresentaram aumento na atividade não só do SNP, mas também do SNS. Já os outros estudantes, que viram apenas vídeos divertidos, não exibiram mudanças em nenhum desses sistemas nervosos. A ativação simultânea do SNP e do SNS despertou o interesse de Sarina Saturn, professora de psicologia da Universidade Estadual do Oregon e coautora do estudo. “É realmente um padrão incomum, no qual você vê esses dois sistemas recrutados para uma emoção”, avalia.
Ao pesquisar mais sobre o tema, ela verificou que o SNP e o SNS são ativados ao mesmo tempo em situações relacionadas a atos que beneficiam outras pessoas e que pressupõem estar alerta e estimulado, como cuidar dos filhos ou ter relações sexuais. Sarina deduz que a elevação moral deve estar vinculada a um padrão semelhante. Um gesto altruísta pressupõe, em geral, uma situação de sofrimento de algum indivíduo ou grupo, a qual gera estresse.
Observar que esse sofrimento é amenizado ou eliminado por um ato bondoso faz o SNP tranquilizar o coração, o que desfaz o estresse e abre espaço para um sentimento caloroso e agradável. O conjunto da experiência traz uma sensação de bem-estar que nos dá a impressão de que agir de forma compassiva e altruísta vale a pena.
Outro detalhe ressaltado pelos pesquisadores foi a atividade do córtex pré-frontal durante a experiência. Segundo eles, ocorreram variações de nível considerável nas comparações entre duas situações de elevação moral. A explicação para isso teria origem numa diferença entre essas situações: na primeira, ajuda-se uma pessoa com ferimentos físicos; na segunda, a pessoa não está ferida.
No primeiro caso, o córtex pré-frontal registrou maior atividade, o que indicaria que ele faz “escolhas” nas situações de elevação moral. “Pesquisas anteriores mostravam que, quando você vê alguém com dores físicas, essa parte do cérebro se acende, o que pode explicar [o fenômeno]”, afirma Sarina.
Os pesquisadores concluíram que a elevação moral estimula o altruísmo ao misturar o desejo de proteger os outros e a excitação. Para a professora, o provável responsável por isso é a oxitocina, conhecida como o “hormônio do amor” por ser liberada quando se está perto da pessoa amada e já relacionada a sentimentos altruísticos.
Enquanto planeja experiências que ampliem os conhecimentos científicos sobre .... elevação moral, Sarina considera praticamente certo que esse sentimento tem efeito positivo sobre qualquer pessoa. “Penso que tendemos a absorver o que estamos testemunhando e que isso tem um impacto no nosso corpo e no nosso cérebro. Descobrimos que basta mostrar um vídeo inspirador de uma pessoa sendo gentil para fazer esses eventos dramáticos ocorrerem no corpo e permitir que você, por sua vez, queira entrar nessa corrente do bem e ser pró-social”.
(Fonte: http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/o-bem-e-contagioso - Texto adaptado)
A respeito do uso de crase no texto, analise as seguintes assertivas:
I. A lacuna pontilhada da linha 10 deve ser preenchida por ‘à’, visto que ‘ligado’ pede uma preposição e em sua sequência há um substantivo feminino.
II. A lacuna pontilhada da linha 11 deveria ser preenchida por ‘à’, já que a expressão ‘em relação’ pede uma preposição e em sua sequência há um substantivo feminino.
III. A lacuna pontilhada da linha 34 não deve ser preenchida por ‘à’, visto já haver uma preposição antes de sua ocorrência, ‘sobre’. O emprego da crase, nesse caso, ocasionaria incorreção à frase.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o .............. intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento ............., é quando os pequenos a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ............. por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 05, 24 e 29.
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Em relação à prescrição, no direito civil, é correto afirmar que:
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