Foram encontradas 42 questões.
Ao longo do tempo, várias escolas teóricas da administração procuraram explicar como as organizações se comportam e a visão das pessoas sob cada uma destas perspectivas. Sobre o impacto na gestão de pessoa sobre as teorias administrativas é correto afirmar:
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A função da administração “direção” é responsável pela orientação das pessoas para um propósito organizacional comum. É correto afirmar sobre a função “direção”:
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A administração de recursos humanos é formada por subsistemas que englobam esta importante área organizacional. É correto afirmar sobre os subsistemas de recursos humanos:
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Dentre os fatores que influenciam o desempenho organizacional estão: a liderança e a motivação.
Assinale a afirmativa verdadeira sobre estes elementos.
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Aos melhores, o melhor
O maior desafio brasileiro para se destacar como uma potência global é conhecido de todos: a educação. Embora muito tenha sido feito em termos de inclusão nos últimos anos, as escolas ainda deixam a desejar em qualidade. Em todas as avaliações internacionais do ensino básico, costumamos ficar atrás de outros países emergentes. Nosso ensino superior, ainda que com raros e capazes centros de excelência, pouco tem contribuído para gerar as inovações de que tanto nossa economia precisa para ser mais produtiva e mais vigorosa.
O caso da jovem paulistana Tabata de Pontes, de 18 anos, mostra como o jovem brasileiro, a despeito de nossas deficiências educacionais, sabe agarrar as oportunidades que aparecem para destacar-se nos estudos. Filha de um cobrador de ônibus e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.
Sua história (...) nos deixa três mensagens distintas. A primeira é a importância do esforço individual para superar as adversidades e vencer os obstáculos que surgem diante dos objetivos almejados. A segunda é a necessidade de estruturas de apoio para ajudar aqueles que, dotados de iniciativa individual, muitas vezes não têm condição de seguir seu caminho de modo solitário. Finalmente, a terceira — e crucial — lição é o inestimável valor da meritocracia, graças à qual as universidades americanas se empenham em atrair os melhores cérebros, para poder se tornar polos de primeira linha na geração de conhecimento e inovação.
Jamais conseguiremos construir um sistema desses no Brasil enquanto houver a vitimização das crianças e dos jovens de origem pobre, tratados de forma paternalista; enquanto o Estado for refém do corporativismo de professores e daqueles setores que pouco fazem para apoiar os alunos mais promissores; e enquanto o país não acreditar na alma do sistema meritocrático: os melhores — como Tabata — merecem o melhor.
Adaptado de: GUROVITZ, Hélio. Aos melhores, o melhor. In: Revista
Época, São Paulo: Editora Globo, n.731, 21 mai. 2012. p. 8
Pelas características que apresenta, o texto deve ser corretamente classificado:
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1108132
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFC
Orgão: Câm. Beberibe-CE
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFC
Orgão: Câm. Beberibe-CE
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Receita é um termo utilizado mundialmente pela contabilidade para evidenciar a variação ativa resultante do aumento de ativos ou da redução de passivos de uma entidade, que aumente a situação líquida patrimonial, qualquer que seja o proprietário. Sobre a receita pública é correto afirmar:
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Aos melhores, o melhor
O maior desafio brasileiro para se destacar como uma potência global é conhecido de todos: a educação. Embora muito tenha sido feito em termos de inclusão nos últimos anos, as escolas ainda deixam a desejar em qualidade. Em todas as avaliações internacionais do ensino básico, costumamos ficar atrás de outros países emergentes. Nosso ensino superior, ainda que com raros e capazes centros de excelência, pouco tem contribuído para gerar as inovações de que tanto nossa economia precisa para ser mais produtiva e mais vigorosa(a).
O caso da jovem paulistana Tabata de Pontes, de 18 anos, mostra como o jovem brasileiro, a despeito de nossas deficiências educacionais, sabe agarrar as oportunidades que aparecem para destacar-se nos estudos. Filha de um cobrador de ônibus(b) e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.
Sua história (...) nos deixa três mensagens distintas. A primeira é a importância do esforço individual(d) para superar as adversidades e vencer os obstáculos(c) que surgem diante dos objetivos almejados. A segunda é a necessidade de estruturas de apoio para ajudar aqueles que, dotados de iniciativa individual, muitas vezes não têm condição de seguir seu caminho de modo solitário. Finalmente, a terceira — e crucial — lição é o inestimável valor da meritocracia, graças à qual as universidades americanas se empenham em atrair os melhores cérebros, para poder se tornar polos de primeira linha na geração de conhecimento e inovação.
Jamais conseguiremos construir um sistema desses no Brasil enquanto houver a vitimização das crianças e dos jovens de origem pobre, tratados de forma paternalista; enquanto o Estado for refém do corporativismo de professores e daqueles setores que pouco fazem para apoiar os alunos mais promissores; e enquanto o país não acreditar na alma do sistema meritocrático: os melhores(e) — como Tabata — merecem o melhor.
Adaptado de: GUROVITZ, Hélio. Aos melhores, o melhor. In: Revista
Época, São Paulo: Editora Globo, n.731, 21 mai. 2012. p. 8
A palavra que tem a mesma quantidade de fonemas de “excelência” está na alternativa:
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Aos melhores, o melhor
O maior desafio brasileiro para se destacar como uma potência global é conhecido de todos: a educação. Embora muito tenha sido feito em termos de inclusão nos últimos anos, as escolas ainda deixam a desejar em qualidade. Em todas as avaliações internacionais do ensino básico(b), costumamos ficar atrás de outros países emergentes. Nosso ensino superior, ainda que com raros e capazes centros de excelência, pouco tem contribuído para gerar as inovações de que tanto nossa economia precisa para ser mais produtiva e mais vigorosa.
O caso da jovem paulistana Tabata de Pontes, de 18 anos, mostra como o jovem brasileiro, a despeito de nossas deficiências educacionais, sabe agarrar as oportunidades que aparecem para destacar-se nos estudos. Filha de um cobrador de ônibus e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública(a) e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.
Sua história (...) nos deixa três mensagens distintas. A primeira é a importância do esforço individual para superar as adversidades e vencer os obstáculos que surgem diante dos objetivos almejados. A segunda é a necessidade de estruturas de apoio para ajudar aqueles(c) que, dotados de iniciativa individual, muitas vezes não têm condição de seguir seu caminho de modo solitário(d). Finalmente, a terceira — e crucial — lição é o inestimável valor da meritocracia, graças à qual as universidades americanas se empenham em atrair os melhores cérebros, para poder se tornar polos de primeira linha na geração de conhecimento e inovação(e).
Jamais conseguiremos construir um sistema desses no Brasil enquanto houver a vitimização das crianças e dos jovens de origem pobre, tratados de forma paternalista; enquanto o Estado for refém do corporativismo de professores e daqueles setores que pouco fazem para apoiar os alunos mais promissores; e enquanto o país não acreditar na alma do sistema meritocrático: os melhores — como Tabata — merecem o melhor.
Adaptado de: GUROVITZ, Hélio. Aos melhores, o melhor. In: Revista
Época, São Paulo: Editora Globo, n.731, 21 mai. 2012. p. 8
Assinale a alternativa em que há pelo menos uma palavra cuja grafia foi alterada pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 2008.
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Aos melhores, o melhor
O maior desafio brasileiro para se destacar como uma potência global é conhecido de todos: a educação. Embora muito tenha sido feito em termos de inclusão nos últimos anos, as escolas ainda deixam a desejar em qualidade. Em todas as avaliações internacionais do ensino básico, costumamos ficar atrás de outros países emergentes. Nosso ensino superior, ainda que com raros e capazes centros de excelência, pouco tem contribuído para gerar as inovações de que tanto nossa economia precisa para ser mais produtiva e mais vigorosa.
O caso da jovem paulistana Tabata de Pontes, de 18 anos, mostra como o jovem brasileiro, a despeito de nossas deficiências educacionais, sabe agarrar as oportunidades que aparecem para destacar-se nos estudos. Filha de um cobrador de ônibus e de uma dona de casa da periferia de São Paulo, ela começou a estudar na escola pública e, no mês passado, foi aceita para cursar a graduação em seis universidades americanas, todas cotadas entre as 20 melhores do mundo.
Sua história (...) nos deixa três mensagens distintas. A primeira é a importância do esforço individual para superar as adversidades e vencer os obstáculos que surgem diante dos objetivos almejados. A segunda é a necessidade de estruturas de apoio para ajudar aqueles que, dotados de iniciativa individual, muitas vezes não têm condição de seguir seu caminho de modo solitário. Finalmente, a terceira — e crucial — lição é o inestimável valor da meritocracia, graças à qual as universidades americanas se empenham em atrair os melhores cérebros, para poder se tornar polos de primeira linha na geração de conhecimento e inovação.
Jamais conseguiremos construir um sistema desses no Brasil enquanto houver a vitimização das crianças e dos jovens de origem pobre, tratados de forma paternalista; enquanto o Estado for refém do corporativismo de professores e daqueles setores que pouco fazem para apoiar os alunos mais promissores; e enquanto o país não acreditar na alma do sistema meritocrático: os melhores — como Tabata — merecem o melhor.
Adaptado de: GUROVITZ, Hélio. Aos melhores, o melhor. In: Revista
Época, São Paulo: Editora Globo, n.731, 21 mai. 2012. p. 8
Conforme o texto, é correto afirmar que o caso da estudante Tabata de Pontes:
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Ao ser criado pela lei 2051, Beberibe era distrito do município de:
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