Foram encontradas 1.637 questões.
Considere que os seguintes eventos tenham sido registrados em uma entidade durante determinado exercício financeiro.
- Em janeiro, foi registrada a aprovação da lei orçamentária anual, com a previsão da receita e a fixação da despesa no valor de R$ 400.000,00.
- Em fevereiro, foram arrecadados impostos no valor de R$ 80.000,00.
- O valor do empenho de despesas de pessoal foi de R$ 60.000,00.
Em conformidade com as regras relativas à execução do orçamento dispostas na Lei n.º 4.320/1964, julgue o item subsequente com base nas informações apresentadas.
A despesa de pessoal só poderá ser liquidada após o seu efetivo pagamento.
A despesa de pessoal só poderá ser liquidada após o seu efetivo pagamento.
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2446098
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Julgue o item a seguir, relativo aos créditos da fazenda pública e à dívida ativa.
Após apurada a sua liquidez e certeza, os créditos da fazenda pública exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento devem ser inscritos em registro próprio como dívida ativa.
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2446097
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Julgue o item a seguir, relativo aos créditos da fazenda pública e à dívida ativa.
Os créditos de natureza não tributária devem ser escriturados como receita do exercício em que forem arrecadados, nas respectivas rubricas orçamentárias. Em relação aos créditos de natureza tributária, por sua vez, deve-se aguardar parecer da procuradoria da fazenda, para se efetuarem esses registros.
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2446096
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Julgue o item a seguir, relativo aos créditos da fazenda pública e à dívida ativa.
A cobrança de atualização monetária, multa e juros de mora deve ser considerada no valor da receita da respectiva dívida ativa.
A cobrança de atualização monetária, multa e juros de mora deve ser considerada no valor da receita da respectiva dívida ativa.
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Em novembro de 2010, determinada entidade adquiriu, a prazo, material de expediente para estoque no valor de R$ 4.000,00, com recebimento imediato desse material. No mês seguinte, dezembro de 2010, essa obrigação foi inscrita em restos a pagar. Todo esse material foi consumido entre os meses de janeiro e dezembro de 2011. Finalmente, em dezembro de 2011, esses restos a pagar foram pagos.
Considerando essa situação hipotética e as regras contidas na Lei n.º 4.320/1964, que dispõe sobre o exercício financeiro e inscrição em restos a pagar, julgue o item a seguir.
A despesa orçamentária com a compra de material deve ser anulada em 2010, e sua dotação deve ser revertida, já que tanto o consumo como o pagamento dessa despesa foram efetuados somente em 2011.
Considerando essa situação hipotética e as regras contidas na Lei n.º 4.320/1964, que dispõe sobre o exercício financeiro e inscrição em restos a pagar, julgue o item a seguir.
A despesa orçamentária com a compra de material deve ser anulada em 2010, e sua dotação deve ser revertida, já que tanto o consumo como o pagamento dessa despesa foram efetuados somente em 2011.
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2446094
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Em novembro de 2010, determinada entidade adquiriu, a prazo, material de expediente para estoque no valor de R$ 4.000,00, com recebimento imediato desse material. No mês seguinte, dezembro de 2010, essa obrigação foi inscrita em restos a pagar. Todo esse material foi consumido entre os meses de janeiro e dezembro de 2011. Finalmente, em dezembro de 2011, esses restos a pagar foram pagos.
Considerando essa situação hipotética e as regras contidas na Lei n.º 4.320/1964, que dispõe sobre o exercício financeiro e inscrição em restos a pagar, julgue o item a seguir.
A despesa orçamentária com a compra do material de expediente pertence ao exercício de 2011, quando se deu seu efetivo consumo.
Considerando essa situação hipotética e as regras contidas na Lei n.º 4.320/1964, que dispõe sobre o exercício financeiro e inscrição em restos a pagar, julgue o item a seguir.
A despesa orçamentária com a compra do material de expediente pertence ao exercício de 2011, quando se deu seu efetivo consumo.
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Em novembro de 2010, determinada entidade adquiriu, a prazo, material de expediente para estoque no valor de R$ 4.000,00, com recebimento imediato desse material. No mês seguinte, dezembro de 2010, essa obrigação foi inscrita em restos a pagar. Todo esse material foi consumido entre os meses de janeiro e dezembro de 2011. Finalmente, em dezembro de 2011, esses restos a pagar foram pagos.
Considerando essa situação hipotética e as regras contidas na Lei n.º 4.320/1964, que dispõe sobre o exercício financeiro e inscrição em restos a pagar, julgue o item a seguir.
No caso de a administração pública ter verificado que o fornecedor cumpriu suas obrigações, uma vez que o material de expediente fora entregue no exercício de 2010, os restos a pagar devem ser classificados como processados.
Considerando essa situação hipotética e as regras contidas na Lei n.º 4.320/1964, que dispõe sobre o exercício financeiro e inscrição em restos a pagar, julgue o item a seguir.
No caso de a administração pública ter verificado que o fornecedor cumpriu suas obrigações, uma vez que o material de expediente fora entregue no exercício de 2010, os restos a pagar devem ser classificados como processados.
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2446092
Ano: 2012
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
En Venezuela, el tiempo para registrar una empresa, una propiedad y obtener el deseado documento que convierta a un ciudadano en propietario de ese bien podría llevar hasta cuatro meses en el mejor de los casos. Si se trata de empresas más complejas y el documento fuera rechazado por no llevar tal o cual requisito exigido por el registrador, la espera podría extenderse hasta por seis meses. Lograr el objetivo requeriría sortear innumerables pasos, a los que se agrega la discrecionalidad del funcionario que el destino nos puso en el camino.
Para los especialistas esto no es solo un problema de eficiencia en la gestión. De lo que se trata es de un sistema que está paralizando la economía del país y promueve que muchos emprendedores opten por la informalidad ante las vicisitudes de ingresar al sórdido mundo de los registros. Es como empujar a la gente a vivir fuera de los procesos legales, ante lo engorroso que se vuelven esos procesos.
Hernando de Soto, economista peruano, describe en su libro: "Imagine un país donde nadie puede identificar quién es dueño de qué, las direcciones domiciliarias no pueden ser fácilmente identificadas, la gente no puede ser obligada a pagar sus deudas, la propiedad no puede ser dividida en participaciones y donde las reglas que rigen la propiedad varían de barrio en barrio. Usted acaba de trasladarse a la vida de un país en vías de desarrollo o uno que acaba de salir del comunismo". Sigue Soto: "En cada país que investigamos, encontramos que casi tan difícil como volverse legal es seguir siéndolo. Inevitablemente, la cosa no es tanto que los migrantes quebranten la ley sino que la ley los quebranta a ellos, motivo para salirse del sistema".
Para los especialistas esto no es solo un problema de eficiencia en la gestión. De lo que se trata es de un sistema que está paralizando la economía del país y promueve que muchos emprendedores opten por la informalidad ante las vicisitudes de ingresar al sórdido mundo de los registros. Es como empujar a la gente a vivir fuera de los procesos legales, ante lo engorroso que se vuelven esos procesos.
Hernando de Soto, economista peruano, describe en su libro: "Imagine un país donde nadie puede identificar quién es dueño de qué, las direcciones domiciliarias no pueden ser fácilmente identificadas, la gente no puede ser obligada a pagar sus deudas, la propiedad no puede ser dividida en participaciones y donde las reglas que rigen la propiedad varían de barrio en barrio. Usted acaba de trasladarse a la vida de un país en vías de desarrollo o uno que acaba de salir del comunismo". Sigue Soto: "En cada país que investigamos, encontramos que casi tan difícil como volverse legal es seguir siéndolo. Inevitablemente, la cosa no es tanto que los migrantes quebranten la ley sino que la ley los quebranta a ellos, motivo para salirse del sistema".
El Universal, Caracas (adaptado).
De acuerdo con las ideas y estructuras del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
En los países investigados por Hernando de Soto, mantener legal un negocio puede ser desalentador.
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2446091
Ano: 2012
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
En Venezuela, el tiempo para registrar una empresa, una propiedad y obtener el deseado documento que convierta a un ciudadano en propietario de ese bien podría llevar hasta cuatro meses en el mejor de los casos. Si se trata de empresas más complejas y el documento fuera rechazado por no llevar tal o cual requisito exigido por el registrador, la espera podría extenderse hasta por seis meses. Lograr el objetivo requeriría sortear innumerables pasos, a los que se agrega la discrecionalidad del funcionario que el destino nos puso en el camino.
Para los especialistas esto no es solo un problema de eficiencia en la gestión. De lo que se trata es de un sistema que está paralizando la economía del país y promueve que muchos emprendedores opten por la informalidad ante las vicisitudes de ingresar al sórdido mundo de los registros. Es como empujar a la gente a vivir fuera de los procesos legales, ante lo engorroso que se vuelven esos procesos.
Hernando de Soto, economista peruano, describe en su libro: "Imagine un país donde nadie puede identificar quién es dueño de qué, las direcciones domiciliarias no pueden ser fácilmente identificadas, la gente no puede ser obligada a pagar sus deudas, la propiedad no puede ser dividida en participaciones y donde las reglas que rigen la propiedad varían de barrio en barrio. Usted acaba de trasladarse a la vida de un país en vías de desarrollo o uno que acaba de salir del comunismo". Sigue Soto: "En cada país que investigamos, encontramos que casi tan difícil como volverse legal es seguir siéndolo. Inevitablemente, la cosa no es tanto que los migrantes quebranten la ley sino que la ley los quebranta a ellos, motivo para salirse del sistema".
Para los especialistas esto no es solo un problema de eficiencia en la gestión. De lo que se trata es de un sistema que está paralizando la economía del país y promueve que muchos emprendedores opten por la informalidad ante las vicisitudes de ingresar al sórdido mundo de los registros. Es como empujar a la gente a vivir fuera de los procesos legales, ante lo engorroso que se vuelven esos procesos.
Hernando de Soto, economista peruano, describe en su libro: "Imagine un país donde nadie puede identificar quién es dueño de qué, las direcciones domiciliarias no pueden ser fácilmente identificadas, la gente no puede ser obligada a pagar sus deudas, la propiedad no puede ser dividida en participaciones y donde las reglas que rigen la propiedad varían de barrio en barrio. Usted acaba de trasladarse a la vida de un país en vías de desarrollo o uno que acaba de salir del comunismo". Sigue Soto: "En cada país que investigamos, encontramos que casi tan difícil como volverse legal es seguir siéndolo. Inevitablemente, la cosa no es tanto que los migrantes quebranten la ley sino que la ley los quebranta a ellos, motivo para salirse del sistema".
El Universal, Caracas (adaptado).
De acuerdo con las ideas y estructuras del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
El uso del verbo "sortear" en el texto remite a la idea de tener que escoger los mejores caminos hacia la legalidad.
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2446090
Ano: 2012
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
En Venezuela, el tiempo para registrar una empresa, una propiedad y obtener el deseado documento que convierta a un ciudadano en propietario de ese bien podría llevar hasta cuatro meses en el mejor de los casos. Si se trata de empresas más complejas y el documento fuera rechazado por no llevar tal o cual requisito exigido por el registrador, la espera podría extenderse hasta por seis meses. Lograr el objetivo requeriría sortear innumerables pasos, a los que se agrega la discrecionalidad del funcionario que el destino nos puso en el camino.
Para los especialistas esto no es solo un problema de eficiencia en la gestión. De lo que se trata es de un sistema que está paralizando la economía del país y promueve que muchos emprendedores opten por la informalidad ante las vicisitudes de ingresar al sórdido mundo de los registros. Es como empujar a la gente a vivir fuera de los procesos legales, ante lo engorroso que se vuelven esos procesos.
Hernando de Soto, economista peruano, describe en su libro: "Imagine un país donde nadie puede identificar quién es dueño de qué, las direcciones domiciliarias no pueden ser fácilmente identificadas, la gente no puede ser obligada a pagar sus deudas, la propiedad no puede ser dividida en participaciones y donde las reglas que rigen la propiedad varían de barrio en barrio. Usted acaba de trasladarse a la vida de un país en vías de desarrollo o uno que acaba de salir del comunismo". Sigue Soto: "En cada país que investigamos, encontramos que casi tan difícil como volverse legal es seguir siéndolo. Inevitablemente, la cosa no es tanto que los migrantes quebranten la ley sino que la ley los quebranta a ellos, motivo para salirse del sistema".
Para los especialistas esto no es solo un problema de eficiencia en la gestión. De lo que se trata es de un sistema que está paralizando la economía del país y promueve que muchos emprendedores opten por la informalidad ante las vicisitudes de ingresar al sórdido mundo de los registros. Es como empujar a la gente a vivir fuera de los procesos legales, ante lo engorroso que se vuelven esos procesos.
Hernando de Soto, economista peruano, describe en su libro: "Imagine un país donde nadie puede identificar quién es dueño de qué, las direcciones domiciliarias no pueden ser fácilmente identificadas, la gente no puede ser obligada a pagar sus deudas, la propiedad no puede ser dividida en participaciones y donde las reglas que rigen la propiedad varían de barrio en barrio. Usted acaba de trasladarse a la vida de un país en vías de desarrollo o uno que acaba de salir del comunismo". Sigue Soto: "En cada país que investigamos, encontramos que casi tan difícil como volverse legal es seguir siéndolo. Inevitablemente, la cosa no es tanto que los migrantes quebranten la ley sino que la ley los quebranta a ellos, motivo para salirse del sistema".
El Universal, Caracas (adaptado).
De acuerdo con las ideas y estructuras del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
Del texto es correcto inferir que la economía informal venezolana está paralizada.
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