Foram encontradas 80 questões.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao sentido apresentado pelas expressões destacadas.
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1015379
Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Assinale a alternativa INCORRETA. São deveres do Vereador, além de outros previstos na Lei Orgânica,
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“Foi só a partir de 1990 que o Brasil estreou no mundo das avaliações do ensino, com a criação do Saeb, a primeira das provas aplicadas pelo Ministério da Educação para diagnosticar as mazelas escolares.”
A preposição com, no fragmento acima, estabelece relação de
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979648
Ano: 2012
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. De acordo com o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu – Resolução nº 30/2005, a Câmara Municipal de Foz do Iguaçu poderá ser convocada, extraordinariamente, em caso de urgência e interesse público relevante
I. pelo Presidente da Câmara.
II. pelo Prefeito Municipal.
III. pela maioria absoluta de seus membros.
IV. por qualquer um dos vereadores.
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“Uma das mais relevantes contribuições que tais termômetros dão ao ensino é expor não só aos educadores, mas também a pais e estudantes, a verdadeira situação das salas de aula.”
As expressões destacadas correspondem a uma ideia de
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970272
Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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“Leitor, se não tens desprezo
De vir descer às senzalas,
Trocar tapetes e salas
Por um alcouce cruel,
Vem comigo, mas… cuidado…
Que o teu vestido bordado
Não fique no chão manchado,
No chão do imundo bordel.
(…)
Vinde ver como rasgam-se as entranhas
De uma raça de novos Prometeus,
Ai, vamos ver guilhotinadas almas
Da senzala nos vivos mausoléus.”
O texto acima compõe a obra literária Os Escravos, esta obra deu ao seu autor o título de Poeta dos Escravos. Qual escritor brasileiro é reconhecido até hoje por esse pseudônimo?
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Todas as expressões destacadas abaixo funcionam como adjunto adverbial de tempo, EXCETO
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961594
Ano: 2012
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Assinale a alternativa correta. De acordo com o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu – Resolução nº 30/2005, a Mesa da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, será composta
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta
I. de um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal.
II. do Presidente da República.
III. do Presidente do Congresso Nacional.
IV. de mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros.
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Quanto mais prova, melhor
Pela primeira vez, uma pesquisa investiga a eficácia das
avaliações do ensino no Brasil. Conclusão: o sistema é
bom, mas falta usá-lo mais em prol da excelência
Renata Betti
Tudo o que se sabia sobre a educação brasileira até adécada de 80 era fruto dos censos demográficos divulgados a cada dez anos e de estimativas imprecisas. Não havia sequer consenso sobre o número de escolas no país - variava de 190000 a 230000, dependendo da fonte. Foi só a partir de 1990 que o Brasil estreou no mundo das avaliações do ensino, com a criação do Saeb, a primeira das provas aplicadas pelo Ministério da Educação para diagnosticar as mazelas escolares. Desde aí, surgiram centenas de aferições municipais, estaduais e federais, do nível fundamental ao superior. Já é possível, por exemplo, comparar o grau de aprendizado em um minúsculo município brasileiro ao de escolas da Coreia do Sul. Até hoje, no entanto, pouco se estudou o uso prático desse gigantesco universo estatístico. A primeira pesquisa nacional do gênero, conduzida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com a Fundação Victor Civita, acaba de ser concluída. O foco é o ensino básico. Coordenador do levantamento, o inglês Nigel Brooke, da UFMG, resume a ideia geral: "O Brasil já conseguiu colocar de pé um sólido sistema para medir o nível da educação, mas falta aprimorá-lo e usá-lo de forma mais eficiente na rotina escolar".
O trabalho, que consumiu um ano, chama atenção para a necessidade de criar alternativas nos estados e municípios às provas oficiais do MEC. É consenso que o conjunto de avaliações federais cujo carro-chefe, por sua abrangência, é a Prova Brasil - funciona como um bom termômetro da qualidade, permitindo comparar estados, municípios e até escolas ao longo de décadas. Só que,segundo enfatiza a pesquisa, é difícil transformar esses grandes diagnósticos em um plano objetivo para avançar na sala de aula. Antes de tudo, porque a divulgação dos resultados pelo MEC custa a sair - às vezes quase dois anos, como ocorreu na última Prova Brasil. É tempo valioso que os colégios perdem em voo cego, sem o mapa das deficiências na mão. A pesquisa lança luz ainda sobre uma fragilidade pouco comentada acerca dos termômetros do ensino do MEC: muitas vezes, a amostra de alunos testados nas escolas é pequena para que se produza a partir dela um indicador capaz de espelhar a realidade com todas as suas nuances.
O estudo também lembra que não existe no Brasil um currículo nacional unificado - a matéria ensinada varia muito de uma rede de ensino para outra. Nesse sentido, produzir diagnósticos mais localizados, feitos sob medida para cada lugar, pode ser de grande valor.
"Quanto mais aproximado for o retrato da sala de aula, melhor ele servirá para subsidiar os professores sobre as lacunas que devem atacar", reforça Maria Helena Guimarães, que esteve à frente do Inep, o instituto nacional de pesquisas educacionais do MEC, entre 1994 e 2002. Nos últimos cinco anos, começaram a crescer no país as avaliações estaduais do ensino: hoje, dezesseis dos 27 estados já têm uma. Um grupo minoritário, que inclui São Paulo, Minas Gerais e Ceará, faz uso bem prático dos resultados, traçando a partir deles metas e políticas de bônus para as equipes daquelas escolas que as atingirem.
Uma das mais relevantes contribuições que tais termômetros dão ao ensino é expor não só aos educadores, mas também a pais e estudantes, a verdadeira situação das salas de aula. Só assim eles podem fazer uma escolha bem embasada de uma determinada escola e exercer o papel decisivo de fiscalizar e cobrar avanços. Isso é coisa recente. No princípio, esses medidores da educação frequentemente não vinham a público, sobretudo aqueles feitos na esfera estadual. Ficavam confinados nas repartições, tratados como meros instrumentos internos de gestão. A falta de transparência traduzia o corporativismo de uma classe de educadores que sempre repudiou as comparações. Se isso não foi de todo superado, o novo estudo mostra de forma enfática que o Brasil já conta com um valioso diagnóstico sobre o ensino. Resta fazer desse gigantesco banco de dados um permanente aliado na busca pela excelência.
Revista Veja, edição 2240, de 26 de outubro de 2011. p. 128-130.
(adaptado)
“...esses medidores da educação frequentemente não vinham a público, sobretudo aqueles feitos na esfera estadual.”
A expressão frequentemente
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