Foram encontradas 235 questões.
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Encantos e ilusões do namoro virtual
Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos(e). Os mais exibidos também usam a internet(a), muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.
O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas(d). Mas o efeito surpresa persiste.
Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.
Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades(c) “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço(b) por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.
(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)
Uma opção apresenta ERRO quanto à classificação gramatical do termoemdestaque.Assinale-a:
Provas
No Demonstrativo Balanço Financeiro da Administração Pública os restos a pagar são classificados como:
Provas
Leia o texto e responda à questão proposta:
Ainda não estive com o livro nas mãos, mas já ouvi algo a respeito e me parece que deve ser uma leitura não só interessante como necessária.(a) Chama-se “O culto da emoção”, do filósofo francês Michel Lacroix, onde ele defende que a busca irrefreável por emoções fortes(b), tendência dos dias de hoje, é, no fundo, um sintoma da nossa insensibilidade. “É de lirismo verdadeiro que precisamos, não de adrenalina”, diz o autor. Ou seja, andamos muito trepidantes e frenéticos, mas pouco contemplativos.
Generalizando, dá pra dizer que todos nós ficamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e pelo risco: só se houver perigo, só se for radical, só se for inédito, só se causar impacto. Não que isso deva ser contraindicado. Creio que uma dose de enfrentamento com o desconhecido faz bem para qualquer pessoa. Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize pelo que faz(c) e não arraste forçosamente aqueles que nada têm a ver com suas ambições aventureiras(d). Vá você e que Deus lhe acompanhe.
O que não dá é para viciar-se em novidades e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica. Só as emoções obrigatórias é que são ordinárias. Nascimentos, casamentos e mortes emocionam apenas os que estão realmente envolvidos(e), senão é teatro − aquele teatrinho básico que se pratica em sociedade.
Lembro como se fosse ontem, mas aconteceu há exatos 20 anos. Eu estava sozinha − não havia um único rosto conhecido a menos de um oceano de distância − sentada na beira de um lago, recanto especialmente bonito. Foi então que me bateu uma felicidade sem razão e sem tamanho. Deve ser o que chamam de plenitude. Não havia acontecido nada, eu apenas havia atingido uma conexão absoluta comigo mesma. Não há como contar isso sem ser piegas. Aliás, não há como contar, ponto. Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.
De lá pra cá, nem hino nacional, nem gol, nem parabéns a você me tocam de fato. Isso são alegrias encomendadas, e mesmo quando bem-vindas, ainda assim são apenas alegrias, que é diferente de comoção . O que me cala profundamente é perceber uma verdade que escapou dos lábios de alguém, um gesto que era pra ser invisível mas eu vi, um olhar que disse tudo, uma demonstração sincera de amizade, um cenário esplendoroso, um silêncio que se basta. E também sensações íntimas e indivisíveis: você conquistou, você conseguiu, você superou. Quem, além de você, vai alcançar a dimensão das suas pequenas vitórias particulares?
Eu disse pequenas? Me corrijo. Contemplar um lago, rever um amigo, rezar para seu próprio deus, ver seu filho crescer, perdoar, gostar de si mesmo: tudo isso é gigantesco pra quem ainda sabe sentir.
(MEDEIROS, Martha. Revista O GLOBO: 09/07/2006)
O pronome em destaque cujo referente se encontra dentro do próprio texto é:
Provas
Sobre vencimento, remuneração e subsídio, conforme previsto na Constituição Federal, pode-se asseverar:
Provas
Leia o texto e responda à questão proposta:
Ainda não estive com o livro nas mãos, mas já ouvi algo a respeito e me parece que deve ser uma leitura não só interessante como necessária. Chama-se “O culto da emoção”, do filósofo francês Michel Lacroix, onde ele defende que a busca irrefreável por emoções fortes, tendência dos dias de hoje, é, no fundo, um sintoma da nossa insensibilidade. “É de lirismo verdadeiro que precisamos, não de adrenalina”, diz o autor. Ou seja, andamos muito trepidantes e frenéticos, mas pouco contemplativos.
Generalizando, dá pra dizer que todos nós ficamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e pelo risco: só se houver perigo, só se for radical, só se for inédito, só se causar impacto. Não que isso deva ser contraindicado. Creio que uma dose de enfrentamento com o desconhecido faz bem para qualquer pessoa. Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize pelo que faz e não arraste forçosamente aqueles que nada têm a ver com suas ambições aventureiras. Vá você e que Deus lhe acompanhe.
O que não dá é para viciar-se em novidades e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica. Só as emoções obrigatórias é que são ordinárias. Nascimentos, casamentos e mortes emocionam apenas os que estão realmente envolvidos, senão é teatro − aquele teatrinho básico que se pratica em sociedade.
Lembro como se fosse ontem, mas aconteceu há exatos 20 anos. Eu estava sozinha − não havia um único rosto conhecido a menos de um oceano de distância − sentada na beira de um lago, recanto especialmente bonito. Foi então que me bateu uma felicidade sem razão e sem tamanho. Deve ser o que chamam de plenitude. Não havia acontecido nada, eu apenas havia atingido uma conexão absoluta comigo mesma. Não há como contar isso sem ser piegas. Aliás, não há como contar, ponto. Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.
De lá pra cá, nem hino nacional, nem gol, nem parabéns a você me tocam de fato. Isso são alegrias encomendadas, e mesmo quando bem-vindas, ainda assim são apenas alegrias, que é diferente de comoção. O que me cala profundamente é perceber uma verdade que escapou dos lábios de alguém, um gesto que era pra ser invisível mas eu vi, um olhar que disse tudo, uma demonstração sincera de amizade, um cenário esplendoroso, um silêncio que se basta. E também sensações íntimas e indivisíveis: você conquistou, você conseguiu, você superou. Quem, além de você, vai alcançar a dimensão das suas pequenas vitórias particulares?
Eu disse pequenas? Me corrijo. Contemplar um lago, rever um amigo, rezar para seu próprio deus, ver seu filho crescer, perdoar, gostar de si mesmo: tudo isso é gigantesco pra quem ainda sabe sentir.
(MEDEIROS, Martha. Revista O GLOBO: 09/07/2006)
Os verbos auxiliares em destaque indicam que a autora quer que se entenda o conteúdo das proposições:
a) “Testar os próprios limites PODE ser não só prazeroso como educativo [...].”
b) “DEVE ser o que chamam de plenitude.”
respectivamente, como:
Provas
Suponha que você queira salvar em seu computador o edital do concurso para a Câmara Municipal de Linhares, disponível no site da FUNCAB. Este conceito é chamado de:
Provas
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
No Sistema Único de Saúde, o instrumento legal que estabelece procedimentos para orientar e instrumentalizar as ações e serviços de saúde do trabalhador é:
Provas
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional deve ser realizado:
Provas
A lei é redigida segundo normas próprias, diferentes das utilizadas na redação de outros documentos oficiais. Um texto legal pode conter os seguintes elementos: preâmbulo, títulos, capítulos, seções, artigos, parágrafos, itens, alíneas, incisos etc. Na redação de uma lei, denomina-se “preâmbulo”:
Provas
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoRelações entre Indivíduo e Organização
De acordo com Fela Moscovici, as relações interpessoais desenvolvem-se em decorrência do processo de interação. Em situações de trabalho em grupo, há atividades a serem executadas, e interações e sentimentos serão despertados. À medida que as atividades e interações prosseguem, inevitavelmente os sentimentos as influenciarão. Esses sentimentos devem ser de comunicação, cooperação, respeito, amizade. Mas outros sentimentos, diferentes dos esperados, podem ser despertados e influenciarão as próprias atividades. Com base nessa afirmação, a única afirmativa NÃO aceitável é:
Provas
Caderno Container