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Foram encontradas 80 questões.

378926 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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A Lei Orgânica do Município de Porto Alegre estabelece normas de fiscalização contábil, financeira e orçamentária em sua Seção IV do Capítulo V (Do Orçamento, Competência e Atribuições do Poder Legislativo). Em relação a esse tema, analise as assertivas a seguir, assinalando V (verdadeiro) ou F (falso):

( ) A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Município, quanto à legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e economicidade, será exercida pela Câmara Municipal.

( ) O controle exercido pela Câmara Municipal é dito controle externo, e é desempenhado com auxílio do Tribunal de Contas do Estado.

( ) A fiscalização exercida pela Câmara Municipal abrange somente os órgãos e entidades da administração direta, mas não os órgãos e entidades de administração indireta ou entidades mantidas pelo município.

( ) O controle interno está a cargo de cada Poder, observado o disposto na legislação federal e estadual, bem como pelos conselhos populares.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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378162 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Assim como a Constituição Federal de 1988 (artigo 167, inciso III), a Lei Orgânica do Município de Porto Alegre, através do artigo 122, Inciso III, veda a realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital, norma que ficou conhecida na literatura por regra de ouro. Sobre esse tema, analise as afirmações seguintes:

I. Interpretação da regra de ouro sugere que os entes da federação ficam proibidos de contratar empréstimos para fazer frente a despesas correntes.

II. Interpretação da regra de ouro sugere que os entes da federação podem contratar empréstimos para pagamentos de juros e encargos da dívida, pois esse item integra as despesas de capital.

III. A regra de ouro, juntamente com os limites de gasto com pessoal, atuam diretamente no sentido de conter déficit e acumulação de dívidas.

Quais estão corretas?

 

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371260 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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O Estado desempenha, na atualidade, funções mais amplas do que a execução dos serviços públicos essenciais relativos à segurança e à justiça, que eram propostos a ele pela teoria econômica clássica. Uma das áreas de atuação do governo na atualidade está relacionada à sua função distributiva. Analise as medidas seguintes, visando a identificar qual ou quais corresponde(m) a essa função.
I. Introduzir maior progressividade nos tributos de forma a arrecadar mais que proporcionalmente de indivíduos de nível de renda eleva, e ampliar a oferta de serviços gratuitos como educação e saúde.
II. Executar políticas fiscais e monetárias visando agir sobre a demanda agregada e sobre os preços.
III. Realizar gastos sem que ocorra uma contraprestação de serviços ou produção de bens, como no programa da bolsa família.
Quais estão corretas?
 

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371093 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Uma turma de Estatística de certa Universidade tem 12 alunos. Um desses alunos desistiu do curso e outro aluno, com 18 anos de idade, ocupou sua vaga. Desse modo, a média de idades dos alunos dessa turma diminuiu 18 meses. A partir desses dados, pode-se afirmar que o aluno que desistiu do curso tem

 

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371044 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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O orçamento público é entendido como um plano de governo para guiar as ações do Poder Público a curto e a médio prazo. A Constituição Federal, em seus artigos 165 a 169, estabelece o ciclo orçamentário, o qual inclui o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Sobre esse tema, é INCORRETO afirmar que:
 

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370855 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Analise as seguintes afirmativas sobre o controle judicial da administração pública:

I. O mandado de segurança coletivo poderá ser impetrado pelo Ministério Público.

II. Os partidos políticos, com representação no Congresso Nacional, possuem legitimidade para a impetração de Mandado de Segurança Coletivo.

III. A impetração de Mandado de segurança coletivo obsta ajuizamento de demandas individuais que questionem o mesmo ato administrativo.

Quais estão corretas?

 

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370760 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para o conjunto 20, 40 e 80, pode-se afirmar que:

 

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370533 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem(a) andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o(c) que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer(b) coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O(d) outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas(e) perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Assinale a alternativa cuja classificação do pronome esteja INCORRETA, de acordo com seu emprego no texto.
 

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369423 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Considerando as regras da Constituição da República Federativa do Brasil sobre os Direitos Sociais, analise as seguintes afirmativas:

I. É vedada a redução de salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo.

II. A duração do trabalho normal não deverá ser superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais.

III. As férias serão remuneradas com pelo menos um terço a mais que o salário normal.

Quais estão corretas?

 

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368957 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Considerando o emprego correto do vocábulo “que”, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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