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Foram encontradas 120 questões.

3637442 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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Segundo a Lei Orgânica de Princesa/SC, os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público______, para fins de concessão de acréscimos ulteriores, sob o mesmo título ou idêntico fundamento.

Qual das alternativas abaixo completa corretamente a lacuna do texto?

 

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3637441 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O Brasil é um país com grande diversidade geográfica, e sua vegetação é uma das mais variadas do mundo. Um dos principais biomas do Brasil, responsável por grande parte da biodiversidade do país, é caracterizado por florestas tropicais densas e um clima quente e úmido. Qual é o bioma brasileiro mais extenso?
 

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3637440 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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Sobre o processo de emancipação do município de Princesa, qual foi o papel da Assembleia Legislativa de Santa Catarina no evento?
 

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3637439 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, "pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá". A expressão destacada trata-se de uma oração:
 

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3637438 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,

 

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3637437 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

Esse fenômeno é popularmente conhecido como rios voadores, que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

 

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3637436 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

"Há uma massa de ar quente instalada na região" que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,

 

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3637435 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar "os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí".

De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado

 

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Questão presente nas seguintes provas
3637434 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados "nos termômetros" "nos últimos dias".

Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função respectivamente de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
3637433 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
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O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil


A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão".

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias.

De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai.

"Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano.

Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente.

Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis".

Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata.

"Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela.

A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais.

Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região.

"Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora.

"Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq8kjdzzex2o.adaptado.

Esse movimento do ar "deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares".

Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de predicado:

 

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