Foram encontradas 574 questões.
Em se tratando de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
| (A) Nível I | ( ) Construções onde não é rotineira a presença de pessoas. |
| (B) Nível II | ( ) É o nível mais severo quanto à perda de patrimônio. |
| (C) Nível III | ( ) A falha no SPDA pode ocasionar perda estimável de bens. |
| (D) Nível IV | ( ) Refere-se a construções de uso comum. |
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Uma das formas de medir a qualidade da água é a contagem dos coliformes fecais, bactérias que vivem no intestino de diversos animais, inclusive no ser humano, principalmente a Escherichia coli. Esses micro-organismos não se reproduzem fora do corpo, em temperatura ambiente.
Diversas doenças podem ser veiculadas pela água. Uma delas é a hepatite, cujo agente causador é eliminado pelas fezes. Febre tifoide, leptospirose e o cólera também têm na água um veículo de transmissão muito eficiente.
A medida de coliformes fecais é uma forma indireta de verificar se há riscos para a saúde humana, sendo um dos principais indicadores de balneabilidade. (BIZZO, 2011, p.65).
Bactérias, a exemplo de como Escherichia coli, apresentam, como uma de suas características,
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Análise as assertivas:
I. No Passivo circulante, são classificadas as contas representativas de Obrigações exigíveis a curto prazo.
II. As contas do Ativo figuram nas demonstrações financeiras em ordem crescente de liquidez.
III. As contas do Passivo são ordenadas em ordem decrescentes de exigibilidade,
IV. O Não Circulante é a parte de maior liquidez do Ativo.
A alternativa que contém todas as assertivas corretas é
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Texto:
O Papel da Engenharia no Desenvolvimento Sustentável
A expressão Desenvolvimento Sustentável vem sendo utilizada de diversas formas, na promoção do que se espera ser uma grande evolução da humanidade. Há alguns anos, essa expressão, além das prerrogativas associadas a ela, foi determinada por meio de diversas reuniões dos grupos de estudo no âmbito das Universidades e mesmo dos organismos da ONU. Uma comissão, denominada Comissão de Brundtland, foi criada no intuito de formar grupos técnico/científicos que promovessem a compreensão dos efeitos da acelerada deterioração do meio ambiente e do esgotamento dos recursos naturais.
Um relatório final foi publicado pela Oxford University em 1987, intitulado “Our Common Future”. Desse documento surge o que se pode chamar da definição mais completa e ampla de Desenvolvimento Sustentável, que trata exatamente da garantia de manter o desenvolvimento sem que se cause incapacidade de recursos para a perpetuação das próximas gerações. Essa definição é apoiada, segundo o relatório, em outros dois conceitos chave. Um deles trata das necessidades básicas para sobrevivência, priorizando políticas para os países mais pobres. O outro trata das limitações impostas ao crescimento das nações em geral, associadas principalmente ao estado de desenvolvimento tecnológico e de organização social em que se encontram.
E o papel do profissional de Engenharia nesse novo perfil de desenvolvimento? Com toda essa evolução nos conceitos de produção e consumo, principalmente com foco para a eficiência nos processos e na redução das emissões, é certo que os engenheiros possuam posição de destaque no Desenvolvimento Sustentável. Todas as modalidades de engenharia, além de economia e das inúmeras outras, são extremamente importantes para a compreensão desses novos conceitos já conhecidos e aplicados mundialmente. Nesse caso, devemos difundir, através dos mais diversos veículos de comunicação, a importância da educação para formação de bons engenheiros, comprometidos com o meio ambiente, e que consigam assimilar, com mais profundidade, as questões econômicas e sociais atreladas às inovações tecnológicas.
Para um engenheiro, o Desenvolvimento Sustentável é praticamente intrínseco à função, uma vez que ele concebe, projeta, cria e inova em diversos segmentos, sempre com a visão de longo prazo. Um bom exemplo é sem duvida o das grandes obras hidrelétricas, como a barragem de Itaipu, que foi reconhecida à época como grande obra da engenharia moderna e até hoje provê grande parte de nossa energia e orgulha a nós, brasileiros, com o titulo de maior hidrelétrica do mundo em capacidade de geração anual.
Enfim, para as indústrias e empresas que empregam engenheiros, o Desenvolvimento Sustentável é um objetivo fundamental a ser perseguido, tendo em vista as novas exigências do mercado globalizado. Certamente as chances de uma empresa prosperar são cada vez menores se ela não levar em conta os aspectos sustentáveis na sua corporação e, nesses aspectos, devem estar bem claras as questões sociais, ambientais e econômicas, sendo que cabe aos engenheiros interpretar as inovações e garantir a correta aplicação daquilo que tange suas áreas de atuação.
POLIQUEZI, Augusto. O Papel da Engenharia no Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <http://pactoglobalcreapr.wordpress.com/
2011/02/04/o-papel-da-engenharia-no-desenvolvimento-sustentavel/>. Acesso em: 5 jan. 2013.
No trecho “Todas as modalidades de engenharia, além de economia e das inúmeras outras, são extremamente importantes para a compreensão desses novos conceitos já conhecidos e aplicados mundialmente.”, os advérbios “além de economia e das inúmeras outras” e “extremamente” expressam, respectivamente, ideia de
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A figura a seguir representa um quadrante de volante.

O momento de inércia em relação ao eixo de rotação (0) do volante, corresponde a:
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No circuito apresentado, a lâmpada H3 está acesa. O estado do circuito indica que
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Texto:
Economia Verde defende modelos de produção mais sustentáveis
É possível conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do planeta? Um dado alarmante, publicado pela ONG norte-americana Global Footprint Network, revelou que o ser humano tem consumido mais do que a capacidade de recomposição da natureza pode suportar. Se o desenvolvimento econômico é baseado no consumo, cria-se, dessa maneira, uma espécie de cheque-mate para o futuro do planeta. Como fazer com que economias mundiais possam crescer e vencer suas crises sem agredir o planeta? A resposta pode estar no termo economia verde.
O relatório “Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza — Síntese para Tomadores de Decisão”, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), define economia verde como aquela que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e promove a igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e a escassez ecológica. Ou seja, uma economia verde prevê baixa emissão de carbono e eficiência no uso de recursos naturais, além de ser socialmente inclusiva.
Segundo o relatório do PNUMA, no regime de economia verde, o crescimento de renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privados, que priorizem a redução das emissões de carbono e da poluição, aumentando a eficiência energética e o uso de recursos. Dessa maneira, previnem-se perdas de biodiversidade do planeta.
O Programa das Nações Unidas alerta que, para a transição de uma economia marrom, que depende excessivamente da energia proveniente dos combustíveis fósseis, para a verde, que explora os recursos renováveis, são necessárias determinadas condições facilitadoras. Isso inclui regulamentos nacionais, políticas, subsídios e incentivos, mercado internacional e infraestrutura legal e protocolos comerciais e de apoio. Para Luiz Felipe Guanaes, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e diretor do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC (Unima), a conscientização do consumidor ditará as mudanças nos modelos econômicos.
“O mercado não é uma coisa fixa, ele vem se transformando desde o dia em que surgiu e a sua grande força de mudança é o consumidor, com seus impulsos de compra. A partir do momento em que a sociedade se conscientizar sobre o problema do meio ambiente, a tendência será a demanda por produtos ecologicamente corretos. Quanto mais consciente for o consumidor, mais ele exigirá meios de produção responsáveis em termos ambientais. Para isso, é preciso adequar o modo de produção atual”, explica o professor.
Conforme explica Guanaes, a agricultura orgânica é uma alternativa de produção que vem assumindo cada vez mais espaço no incremento da economia verde no Brasil. “Há 25 anos, não havia demanda para esse tipo de produto, sendo que hoje esse mercado movimenta cerca de R$ 5 bilhões. Entretanto, esses produtos ainda sofrem sobretaxa devido à falta de investimento em tecnologia para baratear a produção, ficando mais caros que os tradicionais. Se conseguirmos baratear o preço dos vegetais orgânicos, incluindo também a implementação de cooperativismos mais inteligentes, eles baterão de frente com os tradicionais”, destaca.
No que diz respeito ao aproveitamento de energias renováveis, desde 2004, o Brasil tem investido na criação de parques com aerogeradores (hélices que fazem a captação do vento para geração de energia), que entraram em funcionamento em 2006. Como explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, (Abeeólica), Elbia Melo, o país possui um clima propício para esse tipo de geração de energia, que corresponde a 1%, dos 17% provenientes de fontes alternativas, do total da matriz energética do Brasil. “Nós, brasileiros, começamos a perceber que a nossa produção de energia eólica é muito melhor que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, pois nossos ventos são melhores, além das condições do clima. Basicamente, empresas brasileiras que investem em produção de energia alternativas optam também pela eólica”, aponta a presidente.
ECONOMIA VERDE...Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/10/economia-
verde-defende-modelos-de-producao-mais-sustentaveis.html>. Acesso em: 16 jan.2013. Adaptado.
Leia as afirmações:
I. Segundo a ONG norte-americana Global Footprint Network, a capacidade do planeta em renovar seus recursos está inviabilizada devido ao consumo exagerado.
II. O relatório PNUMA revela que a economia verde, por si mesma, garante o crescimento de renda e de emprego.
III. As condições climáticas do Brasil favorecem o uso de uma economia verde mais rentável que as dos demais países da Europa e dos Estados Unidos.
Está correto, apenas, o contido em:
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Referindo a lubrificantes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.
( ) A graxa promove uma melhor vedação contra a água e as impurezas.
( ) Quando a alimentação do óleo não pode ser feita continuamente em um determinado ponto da máquina, usa-se graxa, pois ela, permanece nos pontos de aplicação.
( ) As graxas promovem maior economia em locais onde os óleos escorrem.
( ) Os óleos não resistem melhor à oxidação comparados as graxas.
( ) Os óleos não dissipam melhor o calor do que as graxas.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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A locação dos pilares P1 e P2 de uma determinada obra foi realizada pelo processo de coordenadas bipolares, através dos vértices A e B do polígono existente, com base nos dados a seguir:
| Ponto |
Coordenadas
(m)
|
|
| X | Y | |
| P1 | 140,00 | 490,00 |
| P2 | 140,00 | 480,00 |
| Alinhamento | Rumo |
Distância (m) |
| AB | 14°02’10”SE | 41,23 |
| AP1 | 75°57’50”SE | 41,23 |
| BP1 | 45°00’00”NE | 42,43 |
| AP2 | 63°26’06”SE | 44,72 |
| BP2 | 56°18’36”NE | 36,05 |
Os ângulos externos do triângulo ABP2 são
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Três amigas, planejando as férias, ligam para uma agência de viagens, fazem algumas perguntas sobre os roteiros e decidem agendar um horário e irem juntas à agência.
Ao chegarem, são atendidas por um agente muito observador e com excelente raciocínio lógico. Ele percebe que uma das amigas tem olhos verdes, outra, olhos azuis e a outra, olhos cor de mel. Na ficha de agendamento de horário constam seus nomes: Poly, Beth e Cathy. Sabe, ainda, que cada uma fará uma viagem para um destino diferente: uma irá ao Hawaii, outra, a Cancun, outra, a Ibiza. O agente de viagens, disposto a identificar quem é cada uma das amigas e qual o destino de férias, pede mais algumas informações sobre as moças e recebe as seguintes respostas:
• a de olhos verdes: “Não vou a Cancun nem a Ibiza”;
• a de olhos azuis: “Meu nome não é Beth nem Cathy”;
• a de olhos cor de mel: “Nem eu nem Beth vamos a Cancun”.
O agente de viagens conclui, então, corretamente, que:
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