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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisCharges
Você já ouviu falar em “pinturas rupestres”? São as mais antigas formas de arte produzidas pelo ser humano – algumas datam de 40.000 anos antes de Cristo! – e se encontram nas paredes das cavernas que serviam de moradia. Essas pinturas mostram situações do dia a dia das pessoas daquela época, como a que inspirou o próximo texto.
Texto VIII

Disponível em<www.wordpress.com.br/search?q=charges> (Acesso em 12/09/2017.)
A charge retrata uma cena ou situação com intenção crítica, usando o desenho como linguagem. Nessa charge, a mensagem tem sentido crítico, uma vez que
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Chegando até aqui, talvez você esteja um tanto cansado, mas agora falta pouco. Gostaríamos que você se divertisse com um tipo de texto de que gente da sua idade (e da nossa também) geralmente gosta bastante: os quadrinhos. Convidamos para nossa prova a turma da Mônica.
Texto VII

Disponível em (Acesso em 12/09/2017.)
Para transmitir a mensagem de humor da tira, o cartunista Maurício de Souza recorreu a um conjunto de elementos, que partem
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Verbal e Não Verbal
Chegando até aqui, talvez você esteja um tanto cansado, mas agora falta pouco. Gostaríamos que você se divertisse com um tipo de texto de que gente da sua idade (e da nossa também) geralmente gosta bastante: os quadrinhos. Convidamos para nossa prova a turma da Mônica.
Texto VII

Disponível em (Acesso em 12/09/2017.)
A história em quadrinhos constitui-se da linguagem verbal associada a elementos não verbais, como o desenho e o contorno dos balões. No último quadrinho da tira, as linhas e expressões faciais mostram que
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Comum no jornalismo, o infográfico usa elementos visuais (imagens, fotografia, desenhos, números) e a linguagem verbal para se expressar. O resultado é um texto informativo, de compreensão fácil e rápida. Este infográfico faz um resumo prático de um dos aspectos ligados ao tema desta prova.
Texto VI

Disponível em (Acesso em 12/09/2017.)
A palavra leguminosas é formada a partir de legume seguida pela terminação -osa(s). O uso desse elemento final deu à palavra um sentido de
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Comum no jornalismo, o infográfico usa elementos visuais (imagens, fotografia, desenhos, números) e a linguagem verbal para se expressar. O resultado é um texto informativo, de compreensão fácil e rápida. Este infográfico faz um resumo prático de um dos aspectos ligados ao tema desta prova.
Texto VI

Disponível em (Acesso em 12/09/2017.)
Tradicionalmente usada para representar os produtos que devemos consumir em favor da saúde, a “pirâmide alimentar” traz um conjunto de informações. Nesse infográfico, observa-se que
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A personagem da história de Carlos Drummond de Andrade tinha razão: o couro é um produto realmente útil e nobre. Mas não precisa vir dos animais. Há “couros” produzidos a partir de uma relação mais pacífica entre o homem e os demais seres vivos. Veja este:
Texto V


Couro Vegetal
É um material à base de látex natural, extraído das seringueiras nativas da floresta amazônica e confeccionado pelo processo tradicional dos seringueiros em suas moradas na floresta.
Do "Encauchado" ao Couro Vegetal
Os seringueiros desde o início aproveitaram o látex para confeccionar artigos para o próprio uso como a bolsa "capanga", os sapatos de seringa e o saco encauchado: o procedimento do saco encauchado deu origem ao couro vegetal, um tecido de algodão banhado em látex, defumado e vulcanizado em estufas especiais.
Maior agregação de valor
A produção das lâminas de couro vegetal permite uma maior agregação de valor na colocação do seringueiro, comparado com os métodos tradicionais de beneficiamento do látex. Antes o seringueiro ganhava cerca de R$ 1,50 por quilo de borracha seca, utilizando 3,3 litros de látex. Hoje ele ganha R$ 3,00 para cada lâmina de couro vegetal, utilizando 1,3 litros de látex por lâmina.
Qualidade e inocuidade ecológica
Pesquisas foram feitas no sentido de melhorar a durabilidade e qualidade do couro vegetal a fim de atender às exigências do mercado.
Hoje o couro vegetal é um material de boa qualidade, internacionalmente reconhecido como um produto ecologicamente inócuo. A comercialização dos produtos de couro vegetal se tornou um
motivo de esperança para a melhoria da vida dos seringueiros, sua permanência na floresta e o
desenvolvimento sustentável da Amazônia.


Adquirindo os produtos Seringueira, além de colaborar para a preservação da Amazônia e evitar a
matança de animais, você está gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta.
Para obter mais informação sobre nossos produtos e para informação de preço, favor entrar em
contato conosco.
Glossário:
- látex: seiva da seringueira
- vulcanizado: que passou pela vulcanização, ou seja, processo de tratamento da borracha
- inocuidade: característica do que é inócuo, inofensivo
Disponível em <www.amazonlink.org/seringueira> (Adaptado. Acesso em 11/09/2017.)
Na frase “Adquirindo os produtos da Seringueira /.../ você estará gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta”, o segmento sublinhado expressa a ideia de
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A personagem da história de Carlos Drummond de Andrade tinha razão: o couro é um produto realmente útil e nobre. Mas não precisa vir dos animais. Há “couros” produzidos a partir de uma relação mais pacífica entre o homem e os demais seres vivos. Veja este:
Texto V


Couro Vegetal
É um material à base de látex natural, extraído das seringueiras nativas da floresta amazônica e confeccionado pelo processo tradicional dos seringueiros em suas moradas na floresta.
Do "Encauchado" ao Couro Vegetal
Os seringueiros desde o início aproveitaram o látex para confeccionar artigos para o próprio uso como a bolsa "capanga", os sapatos de seringa e o saco encauchado: o procedimento do saco encauchado deu origem ao couro vegetal, um tecido de algodão banhado em látex, defumado e vulcanizado em estufas especiais.
Maior agregação de valor
A produção das lâminas de couro vegetal permite uma maior agregação de valor na colocação do seringueiro, comparado com os métodos tradicionais de beneficiamento do látex. Antes o seringueiro ganhava cerca de R$ 1,50 por quilo de borracha seca, utilizando 3,3 litros de látex. Hoje ele ganha R$ 3,00 para cada lâmina de couro vegetal, utilizando 1,3 litros de látex por lâmina.
Qualidade e inocuidade ecológica
Pesquisas foram feitas no sentido de melhorar a durabilidade e qualidade do couro vegetal a fim de atender às exigências do mercado.
Hoje o couro vegetal é um material de boa qualidade, internacionalmente reconhecido como um produto ecologicamente inócuo. A comercialização dos produtos de couro vegetal se tornou um
motivo de esperança para a melhoria da vida dos seringueiros, sua permanência na floresta e o
desenvolvimento sustentável da Amazônia.


Adquirindo os produtos Seringueira, além de colaborar para a preservação da Amazônia e evitar a
matança de animais, você está gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta.
Para obter mais informação sobre nossos produtos e para informação de preço, favor entrar em
contato conosco.
Glossário:
- látex: seiva da seringueira
- vulcanizado: que passou pela vulcanização, ou seja, processo de tratamento da borracha
- inocuidade: característica do que é inócuo, inofensivo
Disponível em <www.amazonlink.org/seringueira> (Adaptado. Acesso em 11/09/2017.)
A origem do couro vegetal, como explica o texto, foi o “encauchado”, uma espécie de saco impermeabilizado pelo látex. Na origem desse produto, pode-se observar que o seringueiro
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A personagem da história de Carlos Drummond de Andrade tinha razão: o couro é um produto realmente útil e nobre. Mas não precisa vir dos animais. Há “couros” produzidos a partir de uma relação mais pacífica entre o homem e os demais seres vivos. Veja este:
Texto V


Couro Vegetal
É um material à base de látex natural, extraído das seringueiras nativas da floresta amazônica e confeccionado pelo processo tradicional dos seringueiros em suas moradas na floresta.
Do "Encauchado" ao Couro Vegetal
Os seringueiros desde o início aproveitaram o látex para confeccionar artigos para o próprio uso como a bolsa "capanga", os sapatos de seringa e o saco encauchado: o procedimento do saco encauchado deu origem ao couro vegetal, um tecido de algodão banhado em látex, defumado e vulcanizado em estufas especiais.
Maior agregação de valor
A produção das lâminas de couro vegetal permite uma maior agregação de valor na colocação do seringueiro, comparado com os métodos tradicionais de beneficiamento do látex. Antes o seringueiro ganhava cerca de R$ 1,50 por quilo de borracha seca, utilizando 3,3 litros de látex. Hoje ele ganha R$ 3,00 para cada lâmina de couro vegetal, utilizando 1,3 litros de látex por lâmina.
Qualidade e inocuidade ecológica
Pesquisas foram feitas no sentido de melhorar a durabilidade e qualidade do couro vegetal a fim de atender às exigências do mercado.
Hoje o couro vegetal é um material de boa qualidade, internacionalmente reconhecido como um produto ecologicamente inócuo. A comercialização dos produtos de couro vegetal se tornou um
motivo de esperança para a melhoria da vida dos seringueiros, sua permanência na floresta e o
desenvolvimento sustentável da Amazônia.


Adquirindo os produtos Seringueira, além de colaborar para a preservação da Amazônia e evitar a
matança de animais, você está gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta.
Para obter mais informação sobre nossos produtos e para informação de preço, favor entrar em
contato conosco.
Glossário:
- látex: seiva da seringueira
- vulcanizado: que passou pela vulcanização, ou seja, processo de tratamento da borracha
- inocuidade: característica do que é inócuo, inofensivo
Disponível em <www.amazonlink.org/seringueira> (Adaptado. Acesso em 11/09/2017.)
O texto está no site de uma organização de amparo aos seringueiros da Amazônia, que extraem
e processam o látex. Segundo o texto, o couro vegetal, feito de látex, é “ecologicamente
inócuo” porque
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A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?
Texto IV
Casa no campo
Zé Rodrix / Tavito
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras
Pastando solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
E meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros e nada mais
Glossário:
CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.
As expressões “esperança de óculos” e “filho de cuca legal” demonstram que a linguagem teve aqui, respectivamente, emprego
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A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?
Texto IV
Casa no campo
Zé Rodrix / Tavito
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras
Pastando solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
E meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros e nada mais
Glossário:
CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.
Nos versos em que foi usado, o verbo plantar tem um sentido diferente do comum. Quando diz “Onde eu possa plantar meus amigos / meus discos e livros”, o eu lírico dá a entender que pretende
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