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Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
Leia o Texto II para responder à questão.
TEXTO II
O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual
Conforme Deusivania Falcão, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais.
§1º Na correria do dia a dia, a rotina se torna uma sucessão de eventos: acordar, trabalhar, almoçar, trabalhar, jantar e dormir, o que deixa pouco espaço para pausas ou outras atividades. É comum ouvir pessoas que se queixam de que o tempo está passando muito rápido. Por outro lado, há quem reclame de que o tempo está muito lento, se arrastando. O que de fato acontece?
§2º De acordo com Rafael Samhan Martins, professor de física do Colégio Liceu Albert Sabin, de Ribeirão Preto, a sensação de rapidez ou lentidão do tempo está associada à concentração e à satisfação experimentadas ao realizar atividades cotidianas. “Quando estamos envolvidos em atividades que exigem nossa total atenção, como assistir a um filme ou realizar tarefas complexas, há uma dilatação do tempo. Desviamos nossa concentração e não percebemos o tempo passando, resultando em uma experiência que parece ter durado apenas alguns minutos.”
§3º O contraponto ocorre em situações de tédio ou isopostas, nas quais o olhar constante para o relógio cria a sensação de que o tempo se estende indefinidamente. “Você fica pensando no tempo, então ele começa a ‘passar mais devagar’, porque você está percebendo ele.”, explica o físico.
Percepção Temporal
§4º Mas o que é a percepção temporal? Para Deusivania Falcão, professora de gerontologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais, como o nascimento de alguém querido, um casamento, uma formatura ou conquistas pessoais.
§5º “Esses eventos exercem uma influência significativa na construção da percepção global do tempo. Nesse contexto, a saúde mental e emocional desempenham um papel crucial na forma como a percepção do tempo se manifesta.”, analisa a especialista.
§6º E, apesar de a percepção do tempo ser única para cada indivíduo, Deusivania explica que existem nuances e semelhanças na percepção temporal entre diferentes faixas etárias. E, de acordo com a especialista, a sensação de rapidez do relógio é sentida especialmente pelos idosos.
§7º Ela explica: crianças e adolescentes tendem a perceber o tempo como passando mais lentamente, possivelmente devido à novidade constante, às experiências de aprendizagem e exploração. “Eu me recordo que, quando era criança, olhava para uma pessoa mais velha e dizia: ‘Nossa, vai faltar tanto tempo para eu chegar àquela idade’. Eu realmente achava que o tempo demorava mais, meu dia era longo.”
§8º Já na terceira idade, a especialista aponta que a percepção do tempo é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos, como mudanças na cognição, declínios na memória e na capacidade de processamento de informações, que influenciam como os eventos são registrados e percebidos. Isso contribui para a sensação de que o tempo está passando mais rápido, já que as experiências podem não ser retidas detalhadamente.
VALERI, Júlia. O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual. Disponível em:https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/o-tempo-e-imutavel-mas-a-sensacao-de-passar-rapido-ou-lentamente-depende-da-percepcao-individual/ Acesso em: 19 ago 2024 (Adaptado).
Considere o trecho abaixo, retirado do sexto parágrafo (§6º) do texto:
"E, apesar de a percepção do tempo ser única para cada indivíduo, Deusivania explica que existem nuances e semelhanças na percepção temporal entre diferentes faixas etárias. E, de acordo com a especialista, a sensação de rapidez do relógio é sentida especialmente pelos idosos."
Nessa passagem, há um elemento de coesão textual — "apesar de" — que exerce uma relação de subordinação com a oração posterior. Com base na relação mantida entre as orações, o conectivo estabelece uma ideia de:
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Disciplina: Português
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Leia o Texto II para responder à questão.
TEXTO II
O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual
Conforme Deusivania Falcão, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais.
§1º Na correria do dia a dia, a rotina se torna uma sucessão de eventos: acordar, trabalhar, almoçar, trabalhar, jantar e dormir, o que deixa pouco espaço para pausas ou outras atividades. É comum ouvir pessoas que se queixam de que o tempo está passando muito rápido. Por outro lado, há quem reclame de que o tempo está muito lento, se arrastando. O que de fato acontece?
§2º De acordo com Rafael Samhan Martins, professor de física do Colégio Liceu Albert Sabin, de Ribeirão Preto, a sensação de rapidez ou lentidão do tempo está associada à concentração e à satisfação experimentadas ao realizar atividades cotidianas. “Quando estamos envolvidos em atividades que exigem nossa total atenção, como assistir a um filme ou realizar tarefas complexas, há uma dilatação do tempo. Desviamos nossa concentração e não percebemos o tempo passando, resultando em uma experiência que parece ter durado apenas alguns minutos.”
§3º O contraponto ocorre em situações de tédio ou isopostas, nas quais o olhar constante para o relógio cria a sensação de que o tempo se estende indefinidamente. “Você fica pensando no tempo, então ele começa a ‘passar mais devagar’, porque você está percebendo ele.”, explica o físico.
Percepção Temporal
§4º Mas o que é a percepção temporal? Para Deusivania Falcão, professora de gerontologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais, como o nascimento de alguém querido, um casamento, uma formatura ou conquistas pessoais.
§5º “Esses eventos exercem uma influência significativa na construção da percepção global do tempo. Nesse contexto, a saúde mental e emocional desempenham um papel crucial na forma como a percepção do tempo se manifesta.”, analisa a especialista.
§6º E, apesar de a percepção do tempo ser única para cada indivíduo, Deusivania explica que existem nuances e semelhanças na percepção temporal entre diferentes faixas etárias. E, de acordo com a especialista, a sensação de rapidez do relógio é sentida especialmente pelos idosos.
§7º Ela explica: crianças e adolescentes tendem a perceber o tempo como passando mais lentamente, possivelmente devido à novidade constante, às experiências de aprendizagem e exploração. “Eu me recordo que, quando era criança, olhava para uma pessoa mais velha e dizia: ‘Nossa, vai faltar tanto tempo para eu chegar àquela idade’. Eu realmente achava que o tempo demorava mais, meu dia era longo.”
§8º Já na terceira idade, a especialista aponta que a percepção do tempo é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos, como mudanças na cognição, declínios na memória e na capacidade de processamento de informações, que influenciam como os eventos são registrados e percebidos. Isso contribui para a sensação de que o tempo está passando mais rápido, já que as experiências podem não ser retidas detalhadamente.
VALERI, Júlia. O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual. Disponível em:https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/o-tempo-e-imutavel-mas-a-sensacao-de-passar-rapido-ou-lentamente-depende-da-percepcao-individual/ Acesso em: 19 ago 2024 (Adaptado).
Releia o período abaixo, retirado do último parágrafo do Texto II:
"Já na terceira idade, a especialista aponta que a percepção do tempo é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos, como mudanças na cognição, declínios na memória e na capacidade de processamento de informações, que influenciam como os eventos são registrados e percebidos."
Analise as proposições:
I. No trecho destacado, há 5 orações.
II. No período, há duas orações subordinadas: uma oração subordinada substantiva objetiva direta e outra oração subordinada adjetiva restritiva.
III. No trecho destacado, há três artigos.
IV. No período, há uma conjunção integrante e um pronome relativo.
Estão corretas as seguintes proposições:
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TEXTO II
O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual
Conforme Deusivania Falcão, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais.
§1º Na correria do dia a dia, a rotina se torna uma sucessão de eventos: acordar, trabalhar, almoçar, trabalhar, jantar e dormir, o que deixa pouco espaço para pausas ou outras atividades. É comum ouvir pessoas que se queixam de que o tempo está passando muito rápido. Por outro lado, há quem reclame de que o tempo está muito lento, se arrastando. O que de fato acontece?
§2º De acordo com Rafael Samhan Martins, professor de física do Colégio Liceu Albert Sabin, de Ribeirão Preto, a sensação de rapidez ou lentidão do tempo está associada à concentração e à satisfação experimentadas ao realizar atividades cotidianas. “Quando estamos envolvidos em atividades que exigem nossa total atenção, como assistir a um filme ou realizar tarefas complexas, há uma dilatação do tempo. Desviamos nossa concentração e não percebemos o tempo passando, resultando em uma experiência que parece ter durado apenas alguns minutos.”
§3º O contraponto ocorre em situações de tédio ou isopostas, nas quais o olhar constante para o relógio cria a sensação de que o tempo se estende indefinidamente. “Você fica pensando no tempo, então ele começa a ‘passar mais devagar’, porque você está percebendo ele.”, explica o físico.
Percepção Temporal
§4º Mas o que é a percepção temporal? Para Deusivania Falcão, professora de gerontologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais, como o nascimento de alguém querido, um casamento, uma formatura ou conquistas pessoais.
§5º “Esses eventos exercem uma influência significativa na construção da percepção global do tempo. Nesse contexto, a saúde mental e emocional desempenham um papel crucial na forma como a percepção do tempo se manifesta.”, analisa a especialista.
§6º E, apesar de a percepção do tempo ser única para cada indivíduo, Deusivania explica que existem nuances e semelhanças na percepção temporal entre diferentes faixas etárias. E, de acordo com a especialista, a sensação de rapidez do relógio é sentida especialmente pelos idosos.
§7º Ela explica: crianças e adolescentes tendem a perceber o tempo como passando mais lentamente, possivelmente devido à novidade constante, às experiências de aprendizagem e exploração. “Eu me recordo que, quando era criança, olhava para uma pessoa mais velha e dizia: ‘Nossa, vai faltar tanto tempo para eu chegar àquela idade’. Eu realmente achava que o tempo demorava mais, meu dia era longo.”
§8º Já na terceira idade, a especialista aponta que a percepção do tempo é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos, como mudanças na cognição, declínios na memória e na capacidade de processamento de informações, que influenciam como os eventos são registrados e percebidos. Isso contribui para a sensação de que o tempo está passando mais rápido, já que as experiências podem não ser retidas detalhadamente.
VALERI, Júlia. O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual. Disponível em:https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/o-tempo-e-imutavel-mas-a-sensacao-de-passar-rapido-ou-lentamente-depende-da-percepcao-individual/ Acesso em: 19 ago 2024 (Adaptado).
Com base no Texto II, a oração destacada na passagem -- "Eu realmente achava que o tempo demorava mais, meu dia era longo." - mantém a mesma classificação que a da oração destacada na alternativa:
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O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual
Conforme Deusivania Falcão, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais.
§1º Na correria do dia a dia, a rotina se torna uma sucessão de eventos: acordar, trabalhar, almoçar, trabalhar, jantar e dormir, o que deixa pouco espaço para pausas ou outras atividades. É comum ouvir pessoas que se queixam de que o tempo está passando muito rápido. Por outro lado, há quem reclame de que o tempo está muito lento, se arrastando. O que de fato acontece?
§2º De acordo com Rafael Samhan Martins, professor de física do Colégio Liceu Albert Sabin, de Ribeirão Preto, a sensação de rapidez ou lentidão do tempo está associada à concentração e à satisfação experimentadas ao realizar atividades cotidianas. “Quando estamos envolvidos em atividades que exigem nossa total atenção, como assistir a um filme ou realizar tarefas complexas, há uma dilatação do tempo. Desviamos nossa concentração e não percebemos o tempo passando, resultando em uma experiência que parece ter durado apenas alguns minutos.”
§3º O contraponto ocorre em situações de tédio ou isopostas, nas quais o olhar constante para o relógio cria a sensação de que o tempo se estende indefinidamente. “Você fica pensando no tempo, então ele começa a ‘passar mais devagar’, porque você está percebendo ele.”, explica o físico.
Percepção Temporal
§4º Mas o que é a percepção temporal? Para Deusivania Falcão, professora de gerontologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais, como o nascimento de alguém querido, um casamento, uma formatura ou conquistas pessoais.
§5º “Esses eventos exercem uma influência significativa na construção da percepção global do tempo. Nesse contexto, a saúde mental e emocional desempenham um papel crucial na forma como a percepção do tempo se manifesta.”, analisa a especialista.
§6º E, apesar de a percepção do tempo ser única para cada indivíduo, Deusivania explica que existem nuances e semelhanças na percepção temporal entre diferentes faixas etárias. E, de acordo com a especialista, a sensação de rapidez do relógio é sentida especialmente pelos idosos.
§7º Ela explica: crianças e adolescentes tendem a perceber o tempo como passando mais lentamente, possivelmente devido à novidade constante, às experiências de aprendizagem e exploração. “Eu me recordo que, quando era criança, olhava para uma pessoa mais velha e dizia: ‘Nossa, vai faltar tanto tempo para eu chegar àquela idade’. Eu realmente achava que o tempo demorava mais, meu dia era longo.”
§8º Já na terceira idade, a especialista aponta que a percepção do tempo é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos, como mudanças na cognição, declínios na memória e na capacidade de processamento de informações, que influenciam como os eventos são registrados e percebidos. Isso contribui para a sensação de que o tempo está passando mais rápido, já que as experiências podem não ser retidas detalhadamente.
VALERI, Júlia. O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual. Disponível em:https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/o-tempo-e-imutavel-mas-a-sensacao-de-passar-rapido-ou-lentamente-depende-da-percepcao-individual/ Acesso em: 19 ago 2024 (Adaptado).
No segundo parágrafo (§2º) do Texto II, a estratégia empregada pela autora, ao fazer referência a um professor de física do Colégio Liceu Albert Sabin, tem como principal objetivo:
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O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual
Conforme Deusivania Falcão, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais.
§1º Na correria do dia a dia, a rotina se torna uma sucessão de eventos: acordar, trabalhar, almoçar, trabalhar, jantar e dormir, o que deixa pouco espaço para pausas ou outras atividades. É comum ouvir pessoas que se queixam de que o tempo está passando muito rápido. Por outro lado, há quem reclame de que o tempo está muito lento, se arrastando. O que de fato acontece?
§2º De acordo com Rafael Samhan Martins, professor de física do Colégio Liceu Albert Sabin, de Ribeirão Preto, a sensação de rapidez ou lentidão do tempo está associada à concentração e à satisfação experimentadas ao realizar atividades cotidianas. “Quando estamos envolvidos em atividades que exigem nossa total atenção, como assistir a um filme ou realizar tarefas complexas, há uma dilatação do tempo. Desviamos nossa concentração e não percebemos o tempo passando, resultando em uma experiência que parece ter durado apenas alguns minutos.”
§3º O contraponto ocorre em situações de tédio ou isopostas, nas quais o olhar constante para o relógio cria a sensação de que o tempo se estende indefinidamente. “Você fica pensando no tempo, então ele começa a ‘passar mais devagar’, porque você está percebendo ele.”, explica o físico.
Percepção Temporal
§4º Mas o que é a percepção temporal? Para Deusivania Falcão, professora de gerontologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais, históricos e culturais, como o nascimento de alguém querido, um casamento, uma formatura ou conquistas pessoais.
§5º “Esses eventos exercem uma influência significativa na construção da percepção global do tempo. Nesse contexto, a saúde mental e emocional desempenham um papel crucial na forma como a percepção do tempo se manifesta.”, analisa a especialista.
§6º E, apesar de a percepção do tempo ser única para cada indivíduo, Deusivania explica que existem nuances e semelhanças na percepção temporal entre diferentes faixas etárias. E, de acordo com a especialista, a sensação de rapidez do relógio é sentida especialmente pelos idosos.
§7º Ela explica: crianças e adolescentes tendem a perceber o tempo como passando mais lentamente, possivelmente devido à novidade constante, às experiências de aprendizagem e exploração. “Eu me recordo que, quando era criança, olhava para uma pessoa mais velha e dizia: ‘Nossa, vai faltar tanto tempo para eu chegar àquela idade’. Eu realmente achava que o tempo demorava mais, meu dia era longo.”
§8º Já na terceira idade, a especialista aponta que a percepção do tempo é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos, como mudanças na cognição, declínios na memória e na capacidade de processamento de informações, que influenciam como os eventos são registrados e percebidos. Isso contribui para a sensação de que o tempo está passando mais rápido, já que as experiências podem não ser retidas detalhadamente.
VALERI, Júlia. O tempo é imutável, mas a sensação de passar rápida ou lentamente depende da percepção individual. Disponível em:https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/o-tempo-e-imutavel-mas-a-sensacao-de-passar-rapido-ou-lentamente-depende-da-percepcao-individual/ Acesso em: 19 ago 2024 (Adaptado).
Da leitura do Texto II, conclui-se que se trata de um texto predominantemente:
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Leia o texto para responder à questão.
TEXTO 1
Como funciona nossa percepção do tempo?
Não sei se você teve a mesma percepção, mas o último mês de janeiro, pra mim, durou uma eternidade. No entanto, fevereiro tem passado bem rápido - já estamos no dia 11! A percepção pessoal do tempo é uma das coisas mais curiosas do cérebro e compreender esse mecanismo nos mostra que o tempo, que é uma das únicas coisas certas sobre a vida, pode, na verdade, ser bem incerta (pelo menos, como visto pelo cérebro humano).
A psicóloga Claudia Hammond, autora do livro Time Warped: Unlocking the Mysteries of Time Perception (sem versão em português), explica no livro um pouco sobre como nossa mente percebe o tempo e como a gente pode manipular isso a nosso favor. Em Time Warped, ela explica que aquele clichê cinematográfico da batida de carro em slow motion é, na verdade, um registro próximo à maneira como de fato percebemos o tempo diante de uma situação de medo extremo. Nesses momentos, o tempo mental, que é como o livro chama a maneira como o cérebro percebe a passagem do tempo, realmente desacelera. O cérebro se comporta assim diante de qualquer situação em que o indivíduo se sinta ameaçado.
Para Hammond, o sistema cerebral de registro da passagem do tempo é flexível e, embora não esteja exatamente claro, certamente leva em conta emoções, expectativas, o quanto suas tarefas exigiam de você naquele período e até a temperatura, além dos sentidos (um evento auditivo parece durar mais que um efeito visual). E ela explica que a maioria das pessoas se lembra muito mais vividamente daquilo que viveu entre os 15 e os 25 anos, e o motivo é simples: geralmente, é nessa época da vida em que temos mais experiências novas, em contraste com os anos seguintes. E coisas novas tendem a ter um tratamento especial do tempo real, que parece perceber episódios assim como mais duradouros. Ou seja: se existe um período da sua vida que parece particularmente longo, chances são que você tenha tido muitas experiências novas durante aquela época.
No livro, Hammond também fala que, à medida que envelhecemos, os últimos 10 anos parecem ter se passado mais rápido do que as décadas anteriores, que parecem ter durado mais. Faça o teste com eventos que tenham acontecido nos últimos 10 anos e eles vão parecer muito mais recentes, enquanto coisas que aconteceram nas décadas anteriores parecem bem mais distantes na sua linha do tempo pessoal.
O truque para fazer o tempo passar devagar (quando olhado em retrospecto, claro)? A riqueza das memórias. Hammond e outros cientistas que estudam o tema, como David Eagleman, concordam que fazer coisas novas cria registros novos no cérebro; portanto, memórias mais ricas e, por fim, quando olhamos aquele evento em retrospecto, o tempo parece ter passado mais devagar. E é por isso que aquela atividade rotineira e entediante, como dirigir até o trabalho, pode parecer durar pra sempre enquanto você está nela, mas quando você olha pra trás, nem parece que durou: é porque o seu cérebro não registrou nada de novo acontecendo.
E na verdade, não precisa exatamente fazer coisas novas, mas olhar diferente para coisas que você já faz também funciona. Repare mais, busque detalhes que você não enxergava antes. Force seu cérebro a registrar algo que ele não havia registrado antes. O tempo percebido na hora vai parecer mais rápido, verdade, mas quando você olhar pra trás, vai perceber que as novas memórias geraram uma distorção da percepção do tempo, de acordo com cientistas. Meditação também ajuda, porque ela é baseada na atenção plena, um estado mental que também obriga o cérebro a observar e absorver sensações corriqueiras com mais atenção e concentração e, portanto, como novas sensações.
FREITAS, Ana. Como Funciona nossa percepção do tempo? Disponível em: https:/frevistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/201 4/02/como-funciona-nossa-percepcao-detempo. html Acesso em: 15 set. 2024.
Com base na leitura do Texto I e considerando a ideia principal desse texto, julgue as afirmativas abaixo utilizando (V) para verdadeiras e (F) para falsas.
( ) A velocidade da passagem do tempo mental diminui em situações de extrema ameaça, como o medo intenso.
( ) Claudia Hammond afirma que eventos auditivos parecem ser mais efêmeros que eventos visuais.
( ) A maioria das pessoas se lembra mais intensamente das experiências que viveu entre 15 e 25 anos de idade, pois, geralmente, são períodos com menos experiências inéditas.
( ) Fazer coisas novas ajuda a criar memórias mais ricas, o que pode fazer com que o tempo pareça passar mais devagar quando olhado em retrospecto.
( ) Atividades costumeiras, como dirigir para o trabalho, parecem durar muito enquanto estão acontecendo, mas em retrospecto o cérebro não as registra como eventos duradouros.
Escolha a alternativa com a sequência correta:
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TEXTO 1
Como funciona nossa percepção do tempo?
Não sei se você teve a mesma percepção, mas o último mês de janeiro, pra mim, durou uma eternidade. No entanto, fevereiro tem passado bem rápido - já estamos no dia 11! A percepção pessoal do tempo é uma das coisas mais curiosas do cérebro e compreender esse mecanismo nos mostra que o tempo, que é uma das únicas coisas certas sobre a vida, pode, na verdade, ser bem incerta (pelo menos, como visto pelo cérebro humano).
A psicóloga Claudia Hammond, autora do livro Time Warped: Unlocking the Mysteries of Time Perception (sem versão em português), explica no livro um pouco sobre como nossa mente percebe o tempo e como a gente pode manipular isso a nosso favor. Em Time Warped, ela explica que aquele clichê cinematográfico da batida de carro em slow motion é, na verdade, um registro próximo à maneira como de fato percebemos o tempo diante de uma situação de medo extremo. Nesses momentos, o tempo mental, que é como o livro chama a maneira como o cérebro percebe a passagem do tempo, realmente desacelera. O cérebro se comporta assim diante de qualquer situação em que o indivíduo se sinta ameaçado.
Para Hammond, o sistema cerebral de registro da passagem do tempo é flexível e, embora não esteja exatamente claro, certamente leva em conta emoções, expectativas, o quanto suas tarefas exigiam de você naquele período e até a temperatura, além dos sentidos (um evento auditivo parece durar mais que um efeito visual). E ela explica que a maioria das pessoas se lembra muito mais vividamente daquilo que viveu entre os 15 e os 25 anos, e o motivo é simples: geralmente, é nessa época da vida em que temos mais experiências novas, em contraste com os anos seguintes. E coisas novas tendem a ter um tratamento especial do tempo real, que parece perceber episódios assim como mais duradouros. Ou seja: se existe um período da sua vida que parece particularmente longo, chances são que você tenha tido muitas experiências novas durante aquela época.
No livro, Hammond também fala que, à medida que envelhecemos, os últimos 10 anos parecem ter se passado mais rápido do que as décadas anteriores, que parecem ter durado mais. Faça o teste com eventos que tenham acontecido nos últimos 10 anos e eles vão parecer muito mais recentes, enquanto coisas que aconteceram nas décadas anteriores parecem bem mais distantes na sua linha do tempo pessoal.
O truque para fazer o tempo passar devagar (quando olhado em retrospecto, claro)? A riqueza das memórias. Hammond e outros cientistas que estudam o tema, como David Eagleman, concordam que fazer coisas novas cria registros novos no cérebro; portanto, memórias mais ricas e, por fim, quando olhamos aquele evento em retrospecto, o tempo parece ter passado mais devagar. E é por isso que aquela atividade rotineira e entediante, como dirigir até o trabalho, pode parecer durar pra sempre enquanto você está nela, mas quando você olha pra trás, nem parece que durou: é porque o seu cérebro não registrou nada de novo acontecendo.
E na verdade, não precisa exatamente fazer coisas novas, mas olhar diferente para coisas que você já faz também funciona. Repare mais, busque detalhes que você não enxergava antes. Force seu cérebro a registrar algo que ele não havia registrado antes. O tempo percebido na hora vai parecer mais rápido, verdade, mas quando você olhar pra trás, vai perceber que as novas memórias geraram uma distorção da percepção do tempo, de acordo com cientistas. Meditação também ajuda, porque ela é baseada na atenção plena, um estado mental que também obriga o cérebro a observar e absorver sensações corriqueiras com mais atenção e concentração e, portanto, como novas sensações.
FREITAS, Ana. Como Funciona nossa percepção do tempo? Disponível em: https:/frevistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/201 4/02/como-funciona-nossa-percepcao-detempo. html Acesso em: 15 set. 2024.
No trecho, retirado do Texto I, “Force seu cérebro a registrar algo que ele não havia registrado antes", a palavra em destaque, “Force”, pode ser substituída corretamente, sem alteração de sentido e nos mesmos número e pessoa do verbo, por:
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TEXTO 1
Como funciona nossa percepção do tempo?
Não sei se você teve a mesma percepção, mas o último mês de janeiro, pra mim, durou uma eternidade. No entanto, fevereiro tem passado bem rápido - já estamos no dia 11! A percepção pessoal do tempo é uma das coisas mais curiosas do cérebro e compreender esse mecanismo nos mostra que o tempo, que é uma das únicas coisas certas sobre a vida, pode, na verdade, ser bem incerta (pelo menos, como visto pelo cérebro humano).
A psicóloga Claudia Hammond, autora do livro Time Warped: Unlocking the Mysteries of Time Perception (sem versão em português), explica no livro um pouco sobre como nossa mente percebe o tempo e como a gente pode manipular isso a nosso favor. Em Time Warped, ela explica que aquele clichê cinematográfico da batida de carro em slow motion é, na verdade, um registro próximo à maneira como de fato percebemos o tempo diante de uma situação de medo extremo. Nesses momentos, o tempo mental, que é como o livro chama a maneira como o cérebro percebe a passagem do tempo, realmente desacelera. O cérebro se comporta assim diante de qualquer situação em que o indivíduo se sinta ameaçado.
Para Hammond, o sistema cerebral de registro da passagem do tempo é flexível e, embora não esteja exatamente claro, certamente leva em conta emoções, expectativas, o quanto suas tarefas exigiam de você naquele período e até a temperatura, além dos sentidos (um evento auditivo parece durar mais que um efeito visual). E ela explica que a maioria das pessoas se lembra muito mais vividamente daquilo que viveu entre os 15 e os 25 anos, e o motivo é simples: geralmente, é nessa época da vida em que temos mais experiências novas, em contraste com os anos seguintes. E coisas novas tendem a ter um tratamento especial do tempo real, que parece perceber episódios assim como mais duradouros. Ou seja: se existe um período da sua vida que parece particularmente longo, chances são que você tenha tido muitas experiências novas durante aquela época.
No livro, Hammond também fala que, à medida que envelhecemos, os últimos 10 anos parecem ter se passado mais rápido do que as décadas anteriores, que parecem ter durado mais. Faça o teste com eventos que tenham acontecido nos últimos 10 anos e eles vão parecer muito mais recentes, enquanto coisas que aconteceram nas décadas anteriores parecem bem mais distantes na sua linha do tempo pessoal.
O truque para fazer o tempo passar devagar (quando olhado em retrospecto, claro)? A riqueza das memórias. Hammond e outros cientistas que estudam o tema, como David Eagleman, concordam que fazer coisas novas cria registros novos no cérebro; portanto, memórias mais ricas e, por fim, quando olhamos aquele evento em retrospecto, o tempo parece ter passado mais devagar. E é por isso que aquela atividade rotineira e entediante, como dirigir até o trabalho, pode parecer durar pra sempre enquanto você está nela, mas quando você olha pra trás, nem parece que durou: é porque o seu cérebro não registrou nada de novo acontecendo.
E na verdade, não precisa exatamente fazer coisas novas, mas olhar diferente para coisas que você já faz também funciona. Repare mais, busque detalhes que você não enxergava antes. Force seu cérebro a registrar algo que ele não havia registrado antes. O tempo percebido na hora vai parecer mais rápido, verdade, mas quando você olhar pra trás, vai perceber que as novas memórias geraram uma distorção da percepção do tempo, de acordo com cientistas. Meditação também ajuda, porque ela é baseada na atenção plena, um estado mental que também obriga o cérebro a observar e absorver sensações corriqueiras com mais atenção e concentração e, portanto, como novas sensações.
FREITAS, Ana. Como Funciona nossa percepção do tempo? Disponível em: https:/frevistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/201 4/02/como-funciona-nossa-percepcao-detempo. html Acesso em: 15 set. 2024.
Depreende-se do Texto I que a percepção do tempo é diferente de acordo com determinadas circunstâncias e ações. Com base nisso, é correto afirmar que:
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Disciplina: Matemática Financeira
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Uma pessoa recebeu um empréstimo bancário no valor de A reais. Ele foi dividido em duas parcelas mensais, a serem pagas ao final do primeiro e do segundo mês, sendo cobrados juros compostos à taxa de i ao mês. Sabendo que o valor da primeira parcela foi P reais, podemos concluir que o valor da segunda parcela foi de:
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Disciplina: Português
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Leia o texto e responda à questão.
Texto II
Cordel: entretenimento e educação
Cordel quer dizer cordão,
Mas esse que eu vou mostrar
É um gênero textual,
Poesia popular,
É lúdico, paradidático,
Suporte eficaz e prático
Para o docente educar.
Antes se chamou Folheto,
Hoje chamamos Cordel,
Também se chamou Romance
Por seu leitor mais fiel.
Sempre lido nos serões,
Por diversas gerações,
Vem cumprindo o seu papel.
O cordel dispensa status,
Pompa do academicismo.
É leve, é jocoso, é sério,
Épico que “veste” o lirismo.
É literatura séria,
Tem origem na Ibéria,
Nasceu do Trovadorismo.
(...)
SILVA, Antonio Carlos da. (Rouxinol do Rinaré). Cordel: entretenimento e educação. Disponível em: https://teucordel.com.br/produtos/cordel-entretenimento-e-educacao/. Acesso em: 4 set. 2024.
Com base no conteúdo do poema, leia as afirmações a seguir e marque "V" para (verdadeiro) ou "F" para (falso).
De acordo com o Texto II, o Cordel:
( ) é chamado de folheto e também foi denominado como romance.
( ) nasceu do Trovadorismo, com origem na Ibéria, e é um gênero textual popular.
( ) sempre foi considerado parte do academicismo, por isso há a valorização da pompa e do status.
( ) é um gênero textual que mistura elementos lúdicos com características paradidáticas.
( ) é um gênero exclusivamente sério, por isso não é comum haver elementos descontraídos em sua narrativa.
Assinale a opção correta:
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