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Analise a figura a seguir.

As planilhas eletrônicas têm contribuído para um aumento na produtividade dos seus usuários. Na figura apresentada, retirada de uma planilha eletrônica criada no aplicativo Microsoft® Office Excel® 2007, a fórmula que permite calcular o “Total”, cujo resultado é mostrado na célula D6 (R$ 400,00), é a seguinte:
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O Capítulo XVI do CTB trata das penalidades a serem aplicadas pela autoridade de trânsito às infrações contidas no mesmo código. São exemplos de penalidades:
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Verificada a reincidência, no período de doze meses, da infração prevista no artigo 162, III do CTB ( dirigir veículo com Carteira Nacional de Habilitação de categoria diferente da do veículo que esteja conduzindo) que cabe o recolhimento do documento de habilitação, a autoridade de trânsito procederá à cassação da CNH do condutor infrator. Conforme determinado no art. 263, II do referido código, o infrator poderá requerer a sua reabilitação, submetendo- se a todos os exames necessários à habilitação, após
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Saiba como ajustar o relógio biológico e tirar proveito dos ritmos corporais
Juliana Vines
Seu relógio biológico está errado. E não adianta culpar o horário de verão. A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador.
Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles
"Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador", afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza.
"Todas as funções orgânicas têm um ritmo de 24 horas e se ajustam ao dia e à noite", explica o professor Luiz Menna-Barreto, um dos coordenadores do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da USP.
Há hormônios que são mais produzidos durante o sono noturno. Dormir de dia não vale.
Estão nesse grupo a melatonina e o hormônio de crescimento, ambos com importantes funções reguladoras do metabolismo. Trocar o dia pela noite acaba sendo um fator de risco. A Organização Mundial da Saúde já incluiu distúrbios dos ritmos biológicos entre os fatores cancerígenos.
"Enfermeiras que trabalham à noite têm dez vezes mais chances de ter câncer de mama", diz o pesquisador John Fontenele Araujo, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Como lobos
Um descompasso entre os ritmos também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de obesidade.
"Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina relacionada com a saciedade", afirma Eduardo Santos, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás.
Deixando os hormônios de lado, a medicina indiana ayurveda diz que isso de estender a madrugada é contra a natureza humana.
"Não temos hábitos noturnos como lobos. Somos programados para viver de dia", diz Aderson da Rocha, médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
"Acordar de manhã junto com o nascer do sol é essencial para a prática do ioga."
A cronobiologia, que é o estudo desses ritmos fisiológicos, influencia até a prescrição de medicamentos. "Aproveitarmos essas informações para potencializar o efeito de um remédio ou aumentar o cuidado com uma doença", diz Amouny Mourad, farmacêutica membro do Conselho Regional de Farmácia de SP.
Quem sofre de hipertensão ou de asma, por exemplo, deve tomar remédios de longa duração porque a maior parte das crises acontece à noite.
Calma, não é preciso madrugar para estar em sintonia com os ritmos biológicos.
O grande problema, de acordo com os especialistas, é a falta de regularidade nos horários do sono, a longo prazo. Ou pior ainda: a privação do sono.
"O trabalho faz com que as pessoas durmam menos ou não controlem seus horários", afirma Claudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além disso, apesar de os hormônios serem os mesmos, sempre há diferenças individuais que também precisam ser respeitadas .
Há pessoas de hábitos mais matutinos e as vespertinas, que funcionam mais tarde. No horário de verão, são essas que mais sofrem.
O pesquisador Leandro Duarte comprovou isso em sua tese. "O fato de iniciarmos nossas atividades no escuro e terminarmos com o dia ainda claro confunde o relógio biológico. Os vespertinos sentem desconforto durante todo esse período."
Os sinais da falta de sono são cansaço e tentativa de recuperar tudo no fim de semana. Sintomas comuns, nesses tempos em que sincronizar ritmos biológicos à agenda não é fácil para vespertinos nem para matutinos.
Mas é possível negociar com o cérebro, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, colunista da Folha e professora da UFRJ.
"Nós podemos passar por cima do relógio biológico e escolhernossos próprios horários. A única coisa que não controlamos é o fato de que precisamos dormir todos os dias."
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/821114-saibacomo- ajustar-o-relogio-biologico-e-tirar-proveito-dos-ritmos-corporais.shtml>. Acesso em 01 dez. 2010.
“‘Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador’, afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza”. Esse trecho ajuda a expressar a ideia de que, ao
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A obrigação de pagar tributo decorre de uma relação jurídica que dá origem ao crédito tributário. A respeito da obrigação tributária, conclui-se que
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É sabido que, em diversos momentos e por diferentes razões, em uma organização, podem acontecer atritos entre os funcionários e que, se esses atritos não forem resolvidos, podem gerar um impacto negativo sobre a organização como um todo. Dentro das funções administrativas existe uma que está diretamente ligada ao trabalho com os funcionários. Esta função é
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Dentre os conhecimentos básicos da profissão de enfermagem está o cuidado com feridas provocadas por queimaduras. A depender do tamanho e da profundidade da lesão, pode ser necessário o uso de enxerto, que consiste na aplicação de pele saudável em uma parte do corpo do paciente visando à reepitelização da área lesionada. Em relação a esse procedimento, sabe-se que:
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Arte sem arte
Ferreira Gullar
NÃO TENHO a pretensão de estar sempre certo no que escrevo, nas opiniões que emito, muito embora acredite seriamente nelas.
Não foi à toa que, de gozação, me apelidaram de profissional do pensamento, por tanto atazanar os amigos com minhas indagações e tentativas de explicação. Por isso também volto a certos temas, desde que descubra, ao repensá-los, modos outros de enfocá-los e entendê-los.
Se há um tema sobre o qual estou sempre indagando é a situação atual das artes plásticas, precisamente porque exorbitaram os limites do que - segundo meu ponto de vista - se pode chamar de arte. Sei muito bem que alguém pode alegar que arte não se define e que toda e qualquer tentativa de fazê-lo contraria a natureza mesma da arte.
Esse é um argumento ponderável e muito usado ultimamente, mas acerca do qual levanto dúvidas. Concordo com a tese de que arte não se define, mas não resta dúvida de que, quando ouço Mozart, sei que é música e, quando vejo Cézanne, sei que é pintura. Logo, a dificuldade ou mesmo a impossibilidade de definir o que é arte não elimina o fato de que as obras de arte têm qualidades específicas que as distinguem do que não o é.
Do contrário, cairíamos numa espécie de vale-tudo, numa posição insustentável mesmo para o mais radical defensor do que hoje se intitula de arte contemporânea.
Isto é, o sujeito teria de admitir que uma pintura medíocre tem a mesma qualidade expressiva que uma obra-prima e que ele mesmo teria de se obrigar a gostar indistintamente de toda e qualquer coisa que lhe fosse apresentada como arte. Por mais insensato que possa ser alguém na defesa de uma tese qualquer, não poderia evitar que esta ou aquela coisa que vê ou ouve ou lê tenha a capacidade maior ou menor de sensibilizálo, emocioná-lo ou deixá-lo indiferente.
Creio não haver dúvida de que, seja ou não possível definir o que é arte, há coisas que nos emocionam ou nos fascinam ou nos deslumbram e outras que nos deixam indiferentes.
Se se der ou não a tais coisas a qualificação de arte, pouco importa: é inegável que a "Bachiana nº 4" é belíssima e que um batecum qualquer não se lhe compara, não nos dá o prazer que aquela obra de Villa-Lobos nos dá.
Do mesmo, um desenho de Marcelo Grassmann me encanta e um desenho medíocre me deixa indiferente. Mas um artista conceitual – ou que outra qualificação se lhe dê – responderá que esta visão minha é velha, ultrapassada, pois ainda leva em conta valores estéticos, enquanto a nova arte não liga mais para isso. Mas pode haver arte sem valor estético? Arte sem arte?
Essa pergunta me leva à experiência radical de Lygia Clark (1920-1988), sob muitos aspectos antecipadora do que hoje se chama arte conceitual.
Dando curso à participação do espectador na obra de arte - elemento fundamental da arte neoconcreta -, chega à conclusão
de que pode ele ir além, de espectador-participante a autor da obra, bastando, por exemplo, cortar papel ou provocar em si mesmo sensações táteis ou gustativas. Assim atingimos, diz ela, o singular estado de arte sem arte.
de que pode ele ir além, de espectador-participante a autor da obra, bastando, por exemplo, cortar papel ou provocar em si mesmo sensações táteis ou gustativas. Assim atingimos, diz ela, o singular estado de arte sem arte.
De fato, esse rumo tomado por alguns artistas resultou da destruição da linguagem estética e na entrega a experiências meramente sensoriais, anteriores, portanto, a toda e qualquer formulação.
Descartando assim a expressão estética, concluíram que se negar a realizar a obra é reencontrar as fontes genuínas da arte. E, se o que se chama de arte é o resultado de uma expressão surgida na linguagem da pintura, da gravura ou da escultura, buscar se expressar sem se valer dessa linguagem seria fazer arte sem arte ou, melhor dizendo, ir à origem mesma da expressão.
Isso nos leva, inevitavelmente, a perguntar se toda expressão é arte. Exemplo: se amasso uma folha de papel, o que daí resulta é uma forma expressiva; pode-se dizer que se trata de uma obra de arte? Se admito que sim, todo mundo é artista e tudo o que se faça é arte.
Já eu considero uma piada achar que todas as pessoas têm o mesmo talento artístico de Leonardo da Vinci e de Vincent van Gogh ou que esse talento seja apenas mais um preconceito inventado pelos antigos. As pessoas são iguais em direitos, mas não em qualidades
Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2111201022.htm. Acesso em 21 nov. 2010.
No primeiro parágrafo, o argumento contrário introduzido por “muito embora” permite o entendimento de que
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Em um ponto de ônibus, perto de sua casa, dona Maria pode pegar transporte utilizando-se de duas linhas de ônibus para ir ao trabalho. Os ônibus de uma linha passam de 25 em 25 minutos e os da outra de 40 em 40 minutos, e às 7h10min da manhã os ônibus das duas linhas passam juntos. Desta forma, entre 7horas da manhã e meia noite de um mesmo dia, o número de vezes que os ônibus das duas linhas irão passar juntos nesse ponto é igual a:
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) possui um serviço de consulta sobre prestadoras, códigos e valores do serviço de chamada de longa distância internacional. Para consultar esse serviço, é necessário ter em mãos, dentre outros parâmetros,
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