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231875 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
A penhora ou o arresto de bens, previstos na Lei de Execuções Fiscais, poderão recair, excepcionalmente, sobre:
 

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A negação da proposição “Todas as frutas não são verdes.” é:
 

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Uma calculadora apresenta um estranho defeito na tecla “x”, que normalmente deveria executar a operação de multiplicação. Na tentativa de entender o defeito, Carlos fez as seguintes operações:
  • 2 x 3 e obteve como resultado o número 9.
  • 3 x 4 e obteve como resultado o número 16.
  • 4 x 3 e obteve como resultado o número 15.
  • 6 x 7 e obteve como resultado o número 49.
Acreditando que os resultados acima são suficientes para descobrir o defeito, Carlos realizou a operação “8 x 6” e encontrou, como resultado,
 

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231305 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
Analise as assertivas abaixo.
I. A lei que estipular o aumento de contribuição social destinada ao custeio da seguridade social precisará se sujeitar ao princípio da anterioridade mitigada.
II. Um dos requisitos a ser atendidos pelas instituições de educação e de assistência social contempladas no artigo 150, inciso VI, alínea c, da Constituição Federal, para que as mesmas possam usufruir da imunidade prevista em tal norma é a manutenção de escrituração regular de suas receitas e despesas.
III. É possível o uso de medida provisória para regulamentar a matéria disposta no artigo 155, parágrafo segundo, inciso XII, da Constituição Federal.
IV. O empréstimo compulsório pode ser instituído por medida provisória.
Em relação às assertivas acima transcritas, é correto dizer que:
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto Pare. E leia devagar – (disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação), que está subdividido em quatro partes.

Parte 1

Se você está lendo este artigo na versão impressa, é provável que só leia metade do que está escrito aqui. Se você está lendo em uma versão online, provavelmente não lerá um quinto. Pelo menos, são esses os veredictos de dois projetos de pesquisa respectivamente, do Poynter Institutes Eyetrack, e de Jakob Nielsen. Ambos sugerem que muitas pessoas não têm mais concentração para ler artigos até o final.

E o problema não fica apenas por aí. De acordo com acadêmicos, estamos nos tornando leitores menos atentos também. Professor da Bath Spa University, Greg Garrard recentemente revelou que teve de encurtar a lista de leitura de seus alunos, enquanto Keith Thomas, historiador em Oxford, afirma estar perplexo com seus colegas mais novos, que analisam fontes com um mecanismo de busca em vez de lê-las em sua totalidade.

Estamos, então, ficando burros? De acordo com The Shallows, livro de tecnologia de Nicholas Carr, os hábitos online estão danificando as faculdades mentais necessárias para processar e entender informações textuais mais longas. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro – sem que ele, necessariamente, se aprofunde em algum conteúdo. A leitura é frequentemente interrompida com a chegada do último e-mail, e, agora, o internauta ainda absorve pequenas rajadas de palavras no Twitter e no Facebook.

Tudo isso significa que, embora, por conta da internet, nós tenhamos nos tornado bons em coletar uma ampla gama de petiscos, também estamos gradualmente esquecendo como sentar, contemplar e relatar fatos.

Parte 2 - Um movimento pelo slow reading

Continua lendo? Você provavelmente faz parte de uma minoria em extinção. Mas não importa: uma revolução literária está chegando. Primeiro, veio a slow food (comer devagar), depois a slow travel (a viagem lenta). Agora, as campanhas estão se juntando por um movimento de slow reading (leitura lenta). Acadêmicos e intelectuais querem que dediquemos nosso tempo para ler, e reler.

– Se você quer uma experiência profunda com um livro, se quer internalizar isso, para misturar as ideias dos autores com __ suas próprias e fazer disso uma experiência pessoal, você deve ler devagar – diz John Miedema, autor de Slow Reading.

Lancelot R. Fletcher, primeiro autor contemporâneo __ popularizar o termo slow reading, discorda. Ele argumenta que ler devagar não é tanto sobre libertar a criatividade do leitor, mas, sim, sobre descobrir a do autor.

– Minha intenção era combater o pós-modernismo para encorajar a descoberta do conteúdo autoral. Eu disse a meus estudantes para acreditarem que o texto foi escrito por Deus. Se você não consegue entender algo escrito no texto, é sua culpa, não do autor – diz.

Ao mesmo tempo em que Fletcher utilizou o termo como uma ferramenta acadêmica, o slow reading se tornou um conceito mais amplo. Miedema escreveu em seu site que o slow reading, assim como a slow food, é uma ideia que pode ajudar __ conectar o leitor à sua vizinhança:

– A continuidade dos relacionamentos por meio da leitura é vivenciada quando pegamos livros emprestados com amigos ou lemos longas histórias para nossos filhos.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Parte 3 - As estranhas e novas técnicas de leitura

Keith Thomas, professor de História de Oxford, não se vê como parte da comunidade que lê devagar, mas tem, no entanto, escrito sobre a sua perplexidade com as técnicas de leitura dinâmica no meio acadêmico.

– Eu não acredito que usar uma ferramenta de busca para palavras em um texto é um substituto decente para a leitura dele. Você não consegue ter um bom senso do trabalho ou entender seu contexto. Metade das coisas que descobri em minhas pesquisas veio quando tropecei em algo que não estava esperando – afirma.

Alguns acadêmicos discordam veementemente. O professor de Literatura Pierre Bayard escreveu um livro sobre como os leitores podem formar opiniões válidas sobre um texto que apenas folhearam:

– É possível ter uma conversa apaixonada sobre um livro que não se leu – disse ele em How to Talk About Books that You Haven’t Read, sugerindo que esse blefe está ainda “no coração do processo criativo”.

Os leitores slow, é claro, discordam.

– Você talvez esteja hábil para iniciar uma conversa básica se apenas leu o sumário do livro, mas, para o tipo de leitura que eu quero que meus alunos façam, as palavras importam – afirma Tracy Seeley, professora de Inglês na Universidade de San Francisco, e autora de um blog sobre o slow reading.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Instrução: A questão refere-se à parte 4 do texto.

Parte 4 - A importância de desconectar

O que deve ser feito, então? Os leitores slow percebem que a rejeição total à web é extremamente irrealista, mas muitos sentem que o isolamento temporário à tecnologia é a resposta. Os alunos de Tracy, por exemplo, têm defendido desligar o computador por um dia na semana. Mas, dado o ritmo em que a maioria vive, é possível? Garrard parece pensar que sim:

– Eu não estou julgando. Estou no iPhone agora mesmo, checando meu e-mail, mas eu regularmente crio feriados no meio da minha semana para ler. São quatro ou cinco horas com a internet desligada.

Mas, ainda que pense que iPads e Kindles são “um bom meio termo, particularmente se você está na estrada”, John Miedema revela que, para a real leitura lenta, simplesmente não existe um substituto para aspectos particulares do livro de papel:

– A encadernação de um livro captura uma experiência ou uma ideia em um tempo e espaço particulares.

Teve fôlego para chegar até aqui? Parabéns. Você já está apto a se alinhar ao movimento do slow reading. Basta, agora, tomar coragem para praticar mais vezes na semana. Desconecte sua internet e abra um livro.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Analise as seguintes propostas sobre alterações no texto.

I. Substituição de extremamente irrealista por eminentemente real (l. 01).

II. Supressão do pronome eu (l. 04 - 2ª ocorrência).

III. Troca de ainda que (l. 06) por à medida que.

Quais provocam alteração semântica?

 

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Considere a seguinte sequência de palavras: segurança, terminal, quantidade, quimera, sexagenário, sabonete, ...
Das alternativas seguintes, a palavra que completa de forma lógica a sequência acima é
 

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Dadas as proposições:
p: os gatos são marrons.
q: os cães são amarelos.
Uma das formas de representação, em linguagem simbólica, da proposição “Não é verdade que, se os gatos não são marrons, então os cães são amarelos.” é
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto Pare. E leia devagar – (disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação), que está subdividido em quatro partes.

Instrução: As questão refere-se à parte 1 do texto.

Parte 1

Se você está lendo este artigo na versão impressa, é provável que só leia metade do que está escrito aqui. Se você está lendo em uma versão online, provavelmente não lerá um quinto. Pelo menos, são esses os veredictos de dois projetos de pesquisa respectivamente, do Poynter Institutes Eyetrack, e de Jakob Nielsen. Ambos sugerem que muitas pessoas não têm mais concentração para ler artigos até o final.

E o problema não fica apenas por aí. De acordo com acadêmicos, estamos nos tornando leitores menos atentos também. Professor da Bath Spa University, Greg Garrard recentemente revelou que teve de encurtar a lista de leitura de seus alunos, enquanto Keith Thomas, historiador em Oxford, afirma estar perplexo com seus colegas mais novos, que analisam fontes com um mecanismo de busca em vez de lê-las em sua totalidade.

Estamos, então, ficando burros? De acordo com The Shallows, livro de tecnologia de Nicholas Carr, os hábitos online estão danificando as faculdades mentais necessárias para processar e entender informações textuais mais longas. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro – sem que ele, necessariamente, se aprofunde em algum conteúdo. A leitura é frequentemente interrompida com a chegada do último e-mail, e, agora, o internauta ainda absorve pequenas rajadas de palavras no Twitter e no Facebook.

Tudo isso significa que, embora, por conta da internet, nós tenhamos nos tornado bons em coletar uma ampla gama de petiscos, também estamos gradualmente esquecendo como sentar, contemplar e relatar fatos.

Assinale a alternativa que mais se aproxima do significado que a expressão coletar uma ampla gama de petiscos (l. 12) tem no texto.

 

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223080 Ano: 2010
Disciplina: Direito Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
Quanto ao inadimplemento das obrigações, é incorreto afirmar que:
 

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223030 Ano: 2010
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
De acordo com os termos da Lei nº 5.194/66, o Conselho competente poderá aplicar penalidade por infrações ao exercício da atividade desenvolvida por engenheiros, arquitetos e agrônomos. Não constitui penalidade aplicável por infração:
 

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