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Foram encontradas 40 questões.

2531999 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
Marque com V os fragmentos que constituem exemplos de intertextualidade e com F, os demais.
( ) " 'Pai, onde se paga?'"
( ) "Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol."
( ) " 'que sabe de mi largo caminar.'".
( ) " 'Uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais'"
( ) " 'A rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma, nem pede para ser olhada'"
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
 

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2531990 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IMA
Orgão: CREF-15

No que tange a regulamentação da Profissão de Educação Física, considere:

I. O exercício das atividades de Educação Física e a designação de Profissional de Educação Física é prerrogativa dos profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física.

II. Serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física os profissionais possuidores de diploma em Educação Física expedido por instituição de ensino superior estrangeira, desde que requeiram a revalidação do diploma.

III. Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do desporto.

IV. Serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física os profissionais que, até a data de 1º de novembro de 1999, tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos Profissionais de Educação Física, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física.

Está correto o que se afirma apenas em:

 

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2531986 Ano: 2016
Disciplina: Direito Penal
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
No que diz respeito à aplicação da lei penal prevista no Título I do Código Penal, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2531981 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IMA
Orgão: CREF-15

Qual a composição do Conselho Federal de Educação Física?

 

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2531964 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
De acordo com a Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow, é correto afirmar que a necessidade das pessoas de se sentirem dignas, respeitadas por si e pelos outros, com prestígio e reconhecimento, caracteriza o tipo de necessidade:
 

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2529398 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
Constitui um ponto de vista do autor, expresso no texto:
 

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2529385 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
No texto,
 

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2529324 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
"Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol."
Os dois-pontos que aparecem nessa frase exercem a mesma função que
 

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2528796 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo , mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
 

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2527658 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMA
Orgão: CREF-15

Nos termos da Constituição Federal de 1988, acerca do mandado de injunção, é correto afirmar que:

 

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