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Foram encontradas 80 questões.

2516635 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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Com relação à ética profissional, analise os itens a seguir e marque a alternativa incorreta.
 

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2516419 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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A escolha da forma de ordenação depende muito da natureza dos documentos. A ordenação cronológica consiste em:
 

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2516304 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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Discutir o aborto por amor à vida
Leonardo Boff
Custa-me crer que haja pessoas que defendam o aborto pelo aborto. Ele implica eliminar uma vida ou interferir num processo vital que culmina com a emergência da vida humana. Eu pessoalmente sou contra o aborto, pois amo a vida em cada uma de suas fases e em todas as suas formas.
Mas esta afirmação não me torna cego para uma realidade macabra que não pode ser ignorada e que desafia o bom-senso e os poderes públicos. Por ano fazem-se no Brasil cerca de 800 mil abortos clandestinos. A cada dois dias morre uma mulher vítima de um aborto clandestino mal assistido.
Essa realidade deve ser enfrentada não com a polícia, mas com uma saúde pública responsável e com senso de realismo. Considero farisaica a atitude daqueles que de forma intransigente defendem a vida embrionária e não adotam a mesma atitude face aos milhares de crianças nascidas e lançadas na miséria, sem comida e sem carinho, perambulando pelas ruas de nossas cidades. A vida deve ser amada em todas as suas formas e idades e não apenas em seu primeiro alvorecer no seio da mãe. Cabe ao Estado e a toda a sociedade criar as condições para que as mães não precisem abortar.
Eu mesmo assisti, nos degraus da catedral de Fortaleza, a uma mãe famélica, pedindo esmola e amamentando o filho com o sangue de seu próprio seio. Era a figura do pelicano. Perplexo e tomado de compaixão, levei-a até a casa do cardeal dom Aloísio Lorscheider, e ali lhe demos toda a assistência possível.
Mesmo assim, ocorrem abortos, sempre dolorosos e que afetam profundamente a psique da mãe. Narro o que escreveu um eminente psicanalista da escola junguiana de São Paulo, Léon Bonaventure, na introdução que fez a um livro desafiador e instigante e não livre de questionamento: Aborto: perda e renovação: Um paradoxo na busca da identidade feminina (Paulus, 2006), de Eva Pattis, uma psicanalista infantil de origem suíça, reconhecida em seu meio.
Conta Léon Bonaventure, com sutileza de um fino psicanalista para quem a espiritualidade constitui uma fonte de integração e de cura de feridas da alma. Uma senhora procurou um sacerdote e lhe confessou que havia outrora praticado um aborto. Depois de ouvir sua confissão, o sacerdote, com profundo senso humano, lhe perguntou: “Que nome deu ao seu filho”? A mulher, perplexa, ficou calada por longo tempo.
Então, disse o sacerdote: ”Vamos dar-lhe um nome. E se a senhora concordar vamos também batizá-lo”. A senhora anuiu com a cabeça. E simbolicamene assim o fizeram. Depois o sacerdote falou do mistério da vida humana. Disse: “Há vidas que vêm a esta Terra por 10, 50 e até 100 anos; outras jamais verão a luz do sol. No calendário litúrgico da Igreja há a festa dos Santos Inocentes, no dia 28 de dezembro, aqueles que Herodes mandou matar no momento em que a Divina Criança veio ao mundo. Que esse dia seja também o dia de aniversário de seu filho”.
“Na tradição cristã” — continuou o sacerdote — “os filhos eram sempre vistos como um presente de Deus e uma bênção para a vida. No passado nossos pais iam à Igreja oferecer seus filhos a Deus. Nunca é tarde para você também oferecer seu filho a Deus”.
O sacerdote terminou sua fala com as seguintes palavras consoladoras: ”Como ser humano não posso julgá-la. Mas se você pecou contra a vida, o Deus da vida pode reconciliá-la com a vida e com Ele. Vá em paz e viva”.
O Papa Francisco sempre recomenda misericórdia, compreensão e ternura na relação dos sacerdotes para com os fiéis. Esse sacerdote viveu avant la lettre esses valores profundamente humanos e que pertencem à prática do Jesus histórico. Que eles possam inspirar a outros sacerdotes a terem a mesma humanidade.
Site de origem: Discutir o aborto por amor à vida, por Leonardo
Boff (Jornal do Brasil). IN:http://agenciapatriciagalvao.org.br/direitos-sexuais-e-reprodutivos/discutir-o-aborto-por amor-vida-por-leonardo-boff/
Atente para o período:
“Cabe ao Estado e a toda a sociedade criar as condições para que as mães não precisem abortar.”
Sobre o período em evidência é correto afirmar:
 

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2516149 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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Na correspondência oficial, há três tipos de expedientes que se diferenciam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando. Marque a 2ª coluna em relação a 1ª:
1 - Ofício
2 - Aviso
3 - Memorando
( ) Tem como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e também com particulares.
( ) Modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna.
( ) É expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia.
 

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2516088 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
É correto afirmar que integram a Administração Pública Indireta:
 

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2515886 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Assinale a alternativa correta em que constam as teorias da motivação de Douglas McGregor que utilizam os seguintes pressupostos: “ O trabalho é em si mesmo desagradável para a maioria das pessoas” e “O trabalho é tão natural como o lazer, se as condições forem favoráveis”.
 

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2515514 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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Discutir o aborto por amor à vida
Leonardo Boff
Custa-me crer que haja pessoas que defendam o aborto pelo aborto. Ele implica eliminar uma vida ou interferir num processo vital que culmina com a emergência da vida humana. Eu pessoalmente sou contra o aborto, pois amo a vida em cada uma de suas fases e em todas as suas formas.
Mas esta afirmação não me torna cego para uma realidade macabra que não pode ser ignorada e que desafia o bom-senso e os poderes públicos. Por ano fazem-se no Brasil cerca de 800 mil abortos clandestinos. A cada dois dias morre uma mulher vítima de um aborto clandestino mal assistido.
Essa realidade deve ser enfrentada não com a polícia, mas com uma saúde pública responsável e com senso de realismo. Considero farisaica a atitude daqueles que de forma intransigente defendem a vida embrionária e não adotam a mesma atitude face aos milhares de crianças nascidas e lançadas na miséria, sem comida e sem carinho, perambulando pelas ruas de nossas cidades. A vida deve ser amada em todas as suas formas e idades e não apenas em seu primeiro alvorecer no seio da mãe. Cabe ao Estado e a toda a sociedade criar as condições para que as mães não precisem abortar.
Eu mesmo assisti, nos degraus da catedral de Fortaleza, a uma mãe famélica, pedindo esmola e amamentando o filho com o sangue de seu próprio seio. Era a figura do pelicano. Perplexo e tomado de compaixão, levei-a até a casa do cardeal dom Aloísio Lorscheider, e ali lhe demos toda a assistência possível.
Mesmo assim, ocorrem abortos, sempre dolorosos e que afetam profundamente a psique da mãe. Narro o que escreveu um eminente psicanalista da escola junguiana de São Paulo, Léon Bonaventure, na introdução que fez a um livro desafiador e instigante e não livre de questionamento: Aborto: perda e renovação: Um paradoxo na busca da identidade feminina (Paulus, 2006), de Eva Pattis, uma psicanalista infantil de origem suíça, reconhecida em seu meio.
Conta Léon Bonaventure, com sutileza de um fino psicanalista para quem a espiritualidade constitui uma fonte de integração e de cura de feridas da alma. Uma senhora procurou um sacerdote e lhe confessou que havia outrora praticado um aborto. Depois de ouvir sua confissão, o sacerdote, com profundo senso humano, lhe perguntou: “Que nome deu ao seu filho”? A mulher, perplexa, ficou calada por longo tempo.
Então, disse o sacerdote: ”Vamos dar-lhe um nome. E se a senhora concordar vamos também batizá-lo”. A senhora anuiu com a cabeça. E simbolicamene assim o fizeram. Depois o sacerdote falou do mistério da vida humana. Disse: “Há vidas que vêm a esta Terra por 10, 50 e até 100 anos; outras jamais verão a luz do sol. No calendário litúrgico da Igreja há a festa dos Santos Inocentes, no dia 28 de dezembro, aqueles que Herodes mandou matar no momento em que a Divina Criança veio ao mundo. Que esse dia seja também o dia de aniversário de seu filho”.
“Na tradição cristã” — continuou o sacerdote — “os filhos eram sempre vistos como um presente de Deus e uma bênção para a vida. No passado nossos pais iam à Igreja oferecer seus filhos a Deus. Nunca é tarde para você também oferecer seu filho a Deus”.
O sacerdote terminou sua fala com as seguintes palavras consoladoras: ”Como ser humano não posso julgá-la. Mas se você pecou contra a vida, o Deus da vida pode reconciliá-la com a vida e com Ele. Vá em paz e viva”.
O Papa Francisco sempre recomenda misericórdia, compreensão e ternura na relação dos sacerdotes para com os fiéis. Esse sacerdote viveu avant la lettre esses valores profundamente humanos e que pertencem à prática do Jesus histórico. Que eles possam inspirar a outros sacerdotes a terem a mesma humanidade.
Site de origem: Discutir o aborto por amor à vida, por Leonardo
Boff (Jornal do Brasil). IN:http://agenciapatriciagalvao.org.br/direitos-sexuais-e-reprodutivos/discutir-o-aborto-por amor-vida-por-leonardo-boff/
Ao usar a voz passiva sintética em “Por ano fazem-se no Brasil cerca de 800 mil abortos clandestinos.”, o articulista:
 

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2514946 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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Discutir o aborto por amor à vida
Leonardo Boff
Custa-me crer que haja pessoas que defendam o aborto pelo aborto. Ele implica eliminar uma vida ou interferir num processo vital que culmina com a emergência da vida humana. Eu pessoalmente sou contra o aborto, pois amo a vida em cada uma de suas fases e em todas as suas formas.
Mas esta afirmação não me torna cego para uma realidade macabra que não pode ser ignorada e que desafia o bom-senso e os poderes públicos. Por ano fazem-se no Brasil cerca de 800 mil abortos clandestinos. A cada dois dias morre uma mulher vítima de um aborto clandestino mal assistido.
Essa realidade deve ser enfrentada não com a polícia, mas com uma saúde pública responsável e com senso de realismo. Considero farisaica a atitude daqueles que de forma intransigente defendem a vida embrionária e não adotam a mesma atitude face aos milhares de crianças nascidas e lançadas na miséria, sem comida e sem carinho, perambulando pelas ruas de nossas cidades. A vida deve ser amada em todas as suas formas e idades e não apenas em seu primeiro alvorecer no seio da mãe. Cabe ao Estado e a toda a sociedade criar as condições para que as mães não precisem abortar.
Eu mesmo assisti, nos degraus da catedral de Fortaleza, a uma mãe famélica, pedindo esmola e amamentando o filho com o sangue de seu próprio seio. Era a figura do pelicano. Perplexo e tomado de compaixão, levei-a até a casa do cardeal dom Aloísio Lorscheider, e ali lhe demos toda a assistência possível.
Mesmo assim, ocorrem abortos, sempre dolorosos e que afetam profundamente a psique da mãe. Narro o que escreveu um eminente psicanalista da escola junguiana de São Paulo, Léon Bonaventure, na introdução que fez a um livro desafiador e instigante e não livre de questionamento: Aborto: perda e renovação: Um paradoxo na busca da identidade feminina (Paulus, 2006), de Eva Pattis, uma psicanalista infantil de origem suíça, reconhecida em seu meio.
Conta Léon Bonaventure, com sutileza de um fino psicanalista para quem a espiritualidade constitui uma fonte de integração e de cura de feridas da alma. Uma senhora procurou um sacerdote e lhe confessou que havia outrora praticado um aborto. Depois de ouvir sua confissão, o sacerdote, com profundo senso humano, lhe perguntou: “Que nome deu ao seu filho”? A mulher, perplexa, ficou calada por longo tempo.
Então, disse o sacerdote: ”Vamos dar-lhe um nome. E se a senhora concordar vamos também batizá-lo”. A senhora anuiu com a cabeça. E simbolicamene assim o fizeram. Depois o sacerdote falou do mistério da vida humana. Disse: “Há vidas que vêm a esta Terra por 10, 50 e até 100 anos; outras jamais verão a luz do sol. No calendário litúrgico da Igreja há a festa dos Santos Inocentes, no dia 28 de dezembro, aqueles que Herodes mandou matar no momento em que a Divina Criança veio ao mundo. Que esse dia seja também o dia de aniversário de seu filho”.
“Na tradição cristã” — continuou o sacerdote — “os filhos eram sempre vistos como um presente de Deus e uma bênção para a vida. No passado nossos pais iam à Igreja oferecer seus filhos a Deus. Nunca é tarde para você também oferecer seu filho a Deus”.
O sacerdote terminou sua fala com as seguintes palavras consoladoras: ”Como ser humano não posso julgá-la. Mas se você pecou contra a vida, o Deus da vida pode reconciliá-la com a vida e com Ele. Vá em paz e viva”.
O Papa Francisco sempre recomenda misericórdia, compreensão e ternura na relação dos sacerdotes para com os fiéis. Esse sacerdote viveu avant la lettre esses valores profundamente humanos e que pertencem à prática do Jesus histórico. Que eles possam inspirar a outros sacerdotes a terem a mesma humanidade.
Site de origem: Discutir o aborto por amor à vida, por Leonardo
Boff (Jornal do Brasil). IN:http://agenciapatriciagalvao.org.br/direitos-sexuais-e-reprodutivos/discutir-o-aborto-por amor-vida-por-leonardo-boff/
Leia o trecho abaixo.
“Perplexo e tomado de compaixão, levei-a até a casa do cardeal dom Aloísio Lorscheider, e ali lhe demos toda a assistência possível.”
Quanto aos elementos linguísticos usados no texto, é verdadeiro o que se afirma em:
 

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2514195 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
"Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/ consumista / materialista poderemos encontrar pela frente a escuridão."
Essa declaração encerra
 

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2514124 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
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Sobre a Outlook.com podemos afirmar, EXCETO:
 

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