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Foram encontradas 196 questões.

1689741 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
O lenhador e a raposa
Um lenhador acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e, portanto, não era um animal confiável, e quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: “Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai comer seu filho!”
Um dia o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou a casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com sua boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou um machado na cabeça da raposa. Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranquilamente, e ao lado do berço, uma cobra morta.
Disponível em www.possibilidades.com>br/parabolas/lenhador.asp
Qual frase melhor resume a fábula “O lenhador e a raposa”?
 

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1683679 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
De acordo com as Resoluções COFFITO nº 418/12, n° 422/13 e n° 445/14, assinale a alternativa incorreta:
 

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1681834 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Suponha que ao entrar num determinado o elevador você leu uma placa que informava a capacidade do elevador e o número máximo de pessoas a serem transportadas. A capacidade estimada, em kg, é de nove centenas e uma dezena e a quantidade de indivíduos são treze. A quantidade de quilogramas, em média, que o engenheiro projetista desse elevador estimou para cada pessoa é de
 

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1681251 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
O Coração Roubado
Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, meu pai me deu um presente muito cobiçado: O coração, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, Best-seller mundial do gênero infanto-juvenil. Na página de abertura lá estava a dedicatória do velho, com sua inconfundível letra esparramada. Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, é tanto que a levava ao grupo escolar da Barra Funda para reler trechos do recreio.
Justamente no último dia de aula, o das despedidas, depois da festinha de formatura, voltei para a classe a fim de reunir meus cadernos e objetos escolares, antes do adeus. Mas onde estava O coração? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colega na certa o furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. Ia informar a diretoria quando, passando pelas carteiras, vi a lombada do livro, bem escondido sob uma pasta escolar. Mas... era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei. Desmascarar um ídolo? Podia ser até que não acreditassem em mim. Muitos invejavam o Plínio. Peguei o exemplar e o guardei em minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido. Lembro do abraço que Plínio me deu à saída. Parecia estar segurando as lágrimas. Balbuciou algumas palavras emocionadas. Mal pude retribuir, meus braços se recusavam a apertar o cínico.
Chegando em casa minha mãe estranhou que eu não estivesse muito feliz. Não, eu amargava minha primeira decepção. Afinal, Plínio era um colega que devíamos imitar pela vida afora, como costumava dizer a professora. Seria mais difícil sobreviver sem o seu exemplo. Por outro lado, considerava se não errara em não delatá-lo. “Vocês estão todos enganados, e a senhora também, sobre o caráter de Plínio. Ele roubou meu livro e depois ainda foi me abraçar...” Passados muitos anos reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia rápida carreira na Justiça. Recebia cumprimentos. Brrr. Magistrado de futuro o tal que furtara meu presente de fim de ano! Que toldara muito cedo minha crença na humanidade! Decidi falar a verdade. Caso alguém se referisse a ele, o que passou a acontecer, eu garantia que se tratava de um ladrão. Se roubava já no curso primário, imaginem agora... Sempre que o rumo de uma conversa levava às grandes decepções, aos enganos de falsas amizades, eu contava, a quem quisesse ouvir, o episódio do embusteiro do Grupo Escolar Conselheiro Antônio Prado, em breve desembargador ou secretário de Justiça.
– Não piche assim o homem – advertiu-me minha mulher. – Por que não? É um ladrão! – Mas quando pegou seu livro era criança. – O menino é o pai do homem – rebatia, vigorosamente.
Plínio fixara-se como um marco para mim. Toda vez que o procedimento de alguém me surpreendia, a face oculta de uma pessoa era revelada, lembrava-me irremediavelmente dele. Limpinho. Penteadinho. E com a mão de gato se apoderando de meu livro.
Certa vez tomaram a sua defesa:
– Plínio, um ladrão? Calúnia! Retire-se da minha presença! Quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu endereço atual. Durante a mudança alguns livros despencaram de uma estante improvisada. Um deles O coração, de Amicis. Saudades. Havia quantos anos que não o abria? Quarenta ou mais? Lembrei da dedicatória de meu falecido pai. Ele tinha boa letra. Procurei-a na página de rosto. Não a encontrei. Teria a tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a caligrafia paterna:
“Ao meu querido filho Plínio, com todo amor e carinho de seu pai.”
In: REY, Marcos. O coração roubado e outras crônicas. Ática: São Paulo, 1994.
Em “[...] meu pai me deu um presente muito cobiçado [...]”, a análise morfológica correta e respectiva das palavras é:
 

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1681019 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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São exemplos de Despesas de Capital, exceto:
 

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1674588 Ano: 2016
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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A higiene pessoal do recepcionista é importante para imagem da empresa. Diante disso, a afirmativa sobre higiene pessoal correta é:
 

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1674479 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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A razão entre as medidas das arestas de dois cubos é de 2 para 3. A aresta do cubo menor mede 3,6 cm. A razão entre os volumes do cubo menor e do cubo maior corresponde aproximadamente a:
 

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1674129 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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A floricultura “Arte em Flores” vendeu sete dúzias de girassóis em abril. Em maio, vendeu o dobro de girassóis e, em junho, fez o triplo das vendas de maio. O número de flores girassóis vendidas nesse trimestre é:
 

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1673986 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Dentre as alternativas abaixo qual não se refere aos atributos conferidos ao ato administrativo.
 

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1673985 Ano: 2016
Disciplina: Secretariado
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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No que diz respeito à função do recepcionista, é correto afirmar:
 

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