Magna Concursos

Foram encontradas 249 questões.

3747044 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM
Provas:

Ao desenhar um processo, devem-se levar em consideração algumas boas práticas. Assinale a opção que apresenta corretamente uma dessas práticas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747043 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM

Penélope pediu um empréstimo de R$ 20.000 para comprar uma bolsa de grife. Depois de 10 meses, quitou a dívida pagando R$ 26.600.

Com base nessa situação hipotética e considerando o regime de capitalização simples, assinale a opção que apresenta a taxa mensal de juros cobrada nesse empréstimo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747042 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM
Provas:

Embora seja uma notação bastante difundida e de fácil aprendizado, o fluxograma apresenta limitações especialmente quando é aplicado à modelagem de processos mais complexos. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta uma desvantagem dessa notação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747041 Ano: 2025
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM
Provas:

No que se refere à indexação de documentos e à linguagem documentária, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747040 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM

Para uma publicação em rede social, uma astróloga deseja apresentar previsões da semana para três signos diferentes entre os doze signos do zodíaco.

Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o número de maneiras distintas pelas quais ela pode escolher os três signos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747039 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM
Provas:

A notação BPMN é amplamente utilizada para a modelagem de processos e possui características que explicam sua popularidade nas organizações. Considerando essa informação, assinale a opção que apresenta um benefício dessa notação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747038 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM

Texto para as questões de 1 a 7.

O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender-se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.

A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.

Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá-lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.

No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula-se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.

Internet: <www.redalyc.org> (com adaptações).

A elaboração de um ofício por entidade de proteção aos direitos das mulheres cobrando políticas públicas do governo referentes ao atendimento de mulheres grávidas infectadas pela doença zika deve incluir, entre outros aspectos da comunicação oficial,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747037 Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM
Provas:

No que se refere ao gerenciamento de processos em sistemas operacionais modernos, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747036 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM
Provas:

Durante a modelagem de processos, é possível usar diferentes notações, cada uma com suas características próprias. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta a notação que possui um conjunto simples e reduzido de símbolos não padronizados, facilitando o entendimento rápido da sequência das atividades.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3747035 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREM-AM

Texto para as questões de 1 a 7.

O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender-se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.

A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.

Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá-lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.

No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula-se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.

Internet: <www.redalyc.org> (com adaptações).

No último parágrafo do texto, a expressão popular “ano de mangas, ano de febre amarela”, empregada no Rio de Janeiro, no início do século XX, indicava

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas