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Foram encontradas 130 questões.

1333025 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O homo semântico
Antônio Barreto
Jarbinhas, poeta, passou a vida inteira escrevendo discursos. Redator aposentado, depois de viúvo, conversava com os chinelos. Botava pijama e lia os livros que deixara para saborear na idade da sabedoria. Porém, vez ou outra, baixava nele aquela saudade do passado rebordado de metrificadas glórias.
Saudara Murilo Rubião com multiversos hendecassílabos. Cultivara, com os melhores adubos da metáfora, o gênero epistolar de Murilo Mendes. Levara uma flor gramática para Henriqueta Lisboa (sua recôndita paixão).
De modo que dessas requentadas recordações Jarbinhas se socorria quando a solidão apertava por demais o gogó das noites mais velozes. Até que um dia o telefone tocou. E o Lemos (ex-colega de repartição, que nunca havia lido nada, a não ser o livro de ponto) convidou Jarbinhas para uma festa qualquer, em homenagem a um jovem deputado que iria tomar posse em Brasília. Detalhe: o discurso de saudação seria dele, Jarbas Augusto da Silva, o Tinhosão, o culto.
Glória das glórias! Nosso herói passou o resto da tarde lapidando as idéias, montando o esqueleto que sustentaria seus melhores verbetes. Palavras têm vida própria, ele sabia. Por isso caprichou na oficina, empinando substantivos, lustrando adjetivos, engraxando verbos, lixando artigos e parafusando pronomes. De madrugada, já cansado, burilou pela última vez o texto, colocando umas borboletas sirigaitas nos advérbios de tempo, para que a memória dos ouvintes registrasse lato sensu, a eternidade daquele momento.
Mesmo não conhecendo o jovem destinatário de sua peça oratória, não importava o lustro: ele, Jarbinhas, sabia como não ser mendace nessas horas. E foi dormir com uma frase: “ Os velhos tempos voltaram...”
Dia seguinte, vestiu o terno azul marinho, botou no pulso o Patek Phillipe, beijou a medalhinha de São Judas protetor e se mandou para o aeroporto da Pampulha, com PTA na mão.
No hotel, com um banho frio, se recompôs. E, na horinha marcada, nosso britânico herói já adentrava o Salão Nobre do próprio hotel, lugar escolhido para a festa.
Como detestava postergações! Cheio de retóricas na alma, já foi logo procurando pelo Lemos no abelhal zunzunzum de gente e outros bichos. (Aqui, diga-se de passagem: a maioria composta por jovens mensageiros ambulantes da língua de Hamlet, o que já vinha estampado nas camisetas e no boné virado.) Mas havia também barbicarecas de brinco, cabeloiros pintados, hunos nasaltrespassados, visigodos tatuados e bárbaras moçoilas vestidas de nadaquase. Democraticamente, todos dançavam o mesmo “ba-be-bi-bo-bu”, algo bem da moda. Confuso, assustado, Jarbinhas foi salvo pelo Lemos, que apareceu com um “cabelos amarrados na nuca” a tiracolo. E apresentou:
Esse é o nosso novo e digníssimo deputado, Jarbas. Filho de Ronivon e Valdirene. Irmão de Onaireves Filho, Jerry Wanderley e Cheroques Júnior... Neto de Alceni com Cameli. Todos na política, mas cada um por seu partido. Não é uma beleza?
Ao que o guapo e amistoso mancebo deputado respondeu, perguntando (ou perguntou, respondendo, tanto faz) e estendendo a mão:
E aí vovô? É o senhor então que veio detonar o lero? Muito prazer. Eu sou o Xobas Farias Maltas. Qualquer azarão pro seu lado é só me bater um grambel, falô? Transo tudo numa boa. E a galera é massa! Pega leve... Comigo num tem boné! Rá!
Salvo novamente pelo Lemos, que era o mestre de cerimônias da tribo, Jarbinhas se dirigiu ao microfone para a saudação, mas já sem nenhum plural. Tirou do paletó as oito laudas de seu impecável arrazoado linguístico e teve um súbito. E lascou:
“Senhor deputado! Tu és o quelso do pental ganírio saltando as rimpas do ferrim calério, carpindo as taipas do furor salírio nos rubios calos do pijom sidério! És o bartólio do bocal empírico que ruge e passa no festim, em ticoteios de partano estírio, rompendo as gâmbias do hortomogenério! Rá, eu tô maluco! God save the King-Kong! Alea jacta est! E tenho dito!” ─ E encerrou o papo por aí.
Sem entender por quê, foi aplaudido, apupado, ovacionado e urrado. Minutos depois, convidado oficialmente, Jarbinhas assumiu o posto de Redator dos Improvisos do nobre deputado.
Os novos tempos voltaram. E, naquela noite, Jarbinhas semancou.
SETTE, Graça (Org.) Transversais do mundo. Leitura de um tempo. Crônicas de Antônio Barreto. Belo Horizonte: Editora Lê, 1999.
VOCABULÁRIO
Alea jacta est!: A sorte está lançada (frase em Latim)
arrazoado: discurso com que defende uma causa
ba-be-bi-bo-bu: verso de letra de música
God save the King-Kong: Deus salve o King-Kong
guapo: bonito, garboso
hendecassílabos: versos de 11 sílabas métricas
homo: homem
hunos, visigodos, bárbaros: povos rudes
lato sensu: sentido amplo
língua de Hamlet: língua inglesa
lustro: polimento, refinamento
mendace: falso, hipócrita
postergações: atrasos
tinhosão: teimosão
verbetes: palavra ou expressão dicionarizada
Em “O homo Semântico”, o narrador aborda uma questão importante para o estudo da linguagem. Aponte-a:
 

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1333021 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Assinale a conta que NÃO pertence ao ativo:
 

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1332981 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O art. 30 do capítulo XIII do Código de Ética, que reza sobre as Entidades da Classe, consta constituir infração ética em quatro situações. Assinale a opção que não faz parte das situações ali citadas:
 

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1332963 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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De acordo com a Resolução CFO 63/2005 estão obrigados ao registro no Conselho Federal e à inscrição nos Conselhos Regionais de Odontologia os seguintes profissionais, EXCETO:
 

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1332884 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
O título da letra “UMA ONDA” se adequa à função de linguagem:
 

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1332821 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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A produção do conhecimento científico tem sido objeto de estudo de várias áreas do conhecimento e cada uma delas propõe questões específicas e métodos diferentes de estudo, embora existam pontos de interesse sobrepostos ou convergentes. Entre os estudos que vêm contribuindo para o corpo de conhecimento, tanto da Ciência da Informação quanto da Sociologia da Ciência, estão aqueles que:
 

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1332813 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O atendimento por telefone significa que o profissional possui conhecimentos de princípios básicos. Manter em um local de fácil acesso telefones de contato profissional e saber os principais números de emergência sem precisar recorrer à lista. Assinale o número para chamar o SAMU:
 

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1332781 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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São opções de alinhamento de parágrafos disponíveis no Microsoft Word 2003, versão português, EXCETO:
 

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1332772 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O homo semântico
Antônio Barreto
Jarbinhas, poeta, passou a vida inteira escrevendo discursos. Redator aposentado, depois de viúvo, conversava com os chinelos. Botava pijama e lia os livros que deixara para saborear na idade da sabedoria. Porém, vez ou outra, baixava nele aquela saudade do passado rebordado de metrificadas glórias.
Saudara Murilo Rubião com multiversos hendecassílabos. Cultivara, com os melhores adubos da metáfora, o gênero epistolar de Murilo Mendes. Levara uma flor gramática para Henriqueta Lisboa (sua recôndita paixão).
De modo que dessas requentadas recordações Jarbinhas se socorria quando a solidão apertava por demais o gogó das noites mais velozes. Até que um dia o telefone tocou. E o Lemos (ex-colega de repartição, que nunca havia lido nada, a não ser o livro de ponto) convidou Jarbinhas para uma festa qualquer, em homenagem a um jovem deputado que iria tomar posse em Brasília. Detalhe: o discurso de saudação seria dele, Jarbas Augusto da Silva, o Tinhosão, o culto.
Glória das glórias! Nosso herói passou o resto da tarde lapidando as idéias, montando o esqueleto que sustentaria seus melhores verbetes. Palavras têm vida própria, ele sabia. Por isso caprichou na oficina, empinando substantivos, lustrando adjetivos, engraxando verbos, lixando artigos e parafusando pronomes. De madrugada, já cansado, burilou pela última vez o texto, colocando umas borboletas sirigaitas nos advérbios de tempo, para que a memória dos ouvintes registrasse lato sensu, a eternidade daquele momento.
Mesmo não conhecendo o jovem destinatário de sua peça oratória, não importava o lustro: ele, Jarbinhas, sabia como não ser mendace nessas horas. E foi dormir com uma frase: “ Os velhos tempos voltaram...”
Dia seguinte, vestiu o terno azul marinho, botou no pulso o Patek Phillipe, beijou a medalhinha de São Judas protetor e se mandou para o aeroporto da Pampulha, com PTA na mão.
No hotel, com um banho frio, se recompôs. E, na horinha marcada, nosso britânico herói já adentrava o Salão Nobre do próprio hotel, lugar escolhido para a festa.
Como detestava postergações! Cheio de retóricas na alma, já foi logo procurando pelo Lemos no abelhal zunzunzum de gente e outros bichos. (Aqui, diga-se de passagem: a maioria composta por jovens mensageiros ambulantes da língua de Hamlet, o que já vinha estampado nas camisetas e no boné virado.) Mas havia também barbicarecas de brinco, cabeloiros pintados, hunos nasaltrespassados, visigodos tatuados e bárbaras moçoilas vestidas de nadaquase. Democraticamente, todos dançavam o mesmo “ba-be-bi-bo-bu”, algo bem da moda. Confuso, assustado, Jarbinhas foi salvo pelo Lemos, que apareceu com um “cabelos amarrados na nuca” a tiracolo. E apresentou:
Esse é o nosso novo e digníssimo deputado, Jarbas. Filho de Ronivon e Valdirene. Irmão de Onaireves Filho, Jerry Wanderley e Cheroques Júnior... Neto de Alceni com Cameli. Todos na política, mas cada um por seu partido. Não é uma beleza?
Ao que o guapo e amistoso mancebo deputado respondeu, perguntando (ou perguntou, respondendo, tanto faz) e estendendo a mão:
E aí vovô? É o senhor então que veio detonar o lero? Muito prazer. Eu sou o Xobas Farias Maltas. Qualquer azarão pro seu lado é só me bater um grambel, falô? Transo tudo numa boa. E a galera é massa! Pega leve... Comigo num tem boné! Rá!
Salvo novamente pelo Lemos, que era o mestre de cerimônias da tribo, Jarbinhas se dirigiu ao microfone para a saudação, mas já sem nenhum plural. Tirou do paletó as oito laudas de seu impecável arrazoado linguístico e teve um súbito. E lascou:
“Senhor deputado! Tu és o quelso do pental ganírio saltando as rimpas do ferrim calério, carpindo as taipas do furor salírio nos rubios calos do pijom sidério! És o bartólio do bocal empírico que ruge e passa no festim, em ticoteios de partano estírio, rompendo as gâmbias do hortomogenério! Rá, eu tô maluco! God save the King-Kong! Alea jacta est! E tenho dito!” ─ E encerrou o papo por aí.
Sem entender por quê, foi aplaudido, apupado, ovacionado e urrado. Minutos depois, convidado oficialmente, Jarbinhas assumiu o posto de Redator dos Improvisos do nobre deputado.
Os novos tempos voltaram. E, naquela noite, Jarbinhas semancou.
SETTE, Graça (Org.) Transversais do mundo. Leitura de um tempo. Crônicas de Antônio Barreto. Belo Horizonte: Editora Lê, 1999.
VOCABULÁRIO
Alea jacta est!: A sorte está lançada (frase em Latim)
arrazoado: discurso com que defende uma causa
ba-be-bi-bo-bu: verso de letra de música
God save the King-Kong: Deus salve o King-Kong
guapo: bonito, garboso
hendecassílabos: versos de 11 sílabas métricas
homo: homem
hunos, visigodos, bárbaros: povos rudes
lato sensu: sentido amplo
língua de Hamlet: língua inglesa
lustro: polimento, refinamento
mendace: falso, hipócrita
postergações: atrasos
tinhosão: teimosão
verbetes: palavra ou expressão dicionarizada
Sobre o texto, marque a opção INCORRETA:
 

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1332745 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
Analise atentamente as assertivas seguintes a respeito desta passagem extraída do texto:
“Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.”
I. No plano morfológico e sintático, considera-se a expressão “Apesar de tudo” como uma locução conjuntiva coordenativa; no plano semântico, ela expressa uma finalidade.
II. O termo “mediocrização” é um neologismo, mas, se muito utilizado com maior frequência pela comunidade linguística, pode se estabelecer de vez no idioma e se tornar parte do léxico.
III. O vocábulo “cliques” admite como variante linguística “kliques”.
IV. A palavra “blague” pode ser substituída pelo termo “piada”, sem se alterar o sentido original do texto.
Estão CORRETAS:
 

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