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Foram encontradas 130 questões.

1332446 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Ao receber uma ligação de um cliente nervoso e mal educado, a telefonista deve:
 

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1332150 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O judeu de Bethesda
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC.), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, depois de mais de duas horas, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos.
Ler livros, glorificar livros, eis uma tradição judaica milenar. Vem de longe e não se buscam muitas explicações científicas para ela. Não obstante, Karl Alexander, da Universidade Johns Hopkins, somando aos 39 estudos sobre o assunto, completou uma pesquisa com alunos do ensino fundamental. Concluiu que, das vantagens acadêmicas acumuladas pelos alunos mais ricos até a 9ª série, dois terços advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias. Segundo a Secretaria de Educação americana, as perdas dos mais pobres nas férias são “devastadoras”. Um pai judeu, sem perder a linham provavelmente diria: ora bolas, é o que sempre pensei. [...]
Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra.
Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.
Desviando parcialmente do assunto, quero sugerir aos pais que façam manifestações, que acampem em frente à casa dos prefeitos, até que se mude uma situação vergonhosa. Uma pesquisa recente com as bibliotecas públicas brasileiras pôs a descoberto que (além de fecharem às 6 da tarde.) apenas 20% delas abrem aos sábados e só 1% aos domingos. Como é possível que, nas horas e dias de folga das escolas, as bibliotecas permaneçam fechadas? No caso das leituras de férias, são os únicos dias em que muitos pais poderiam ir à biblioteca para escolher livros com os filhos.
A biblioteca é um centro ativo da aprendizagem. Deve ser vista como um núcleo ligado ao esforço pedagógico institucional e não como um apêndice das escolas. É cenário de visitação. Nela os livros não constituem apenas enfeites, precisam ser manuseados pelos leitores.
Para aqueles que cuidam da educação como ofício, as implicações da pesquisa da Johns Hopkins não são menos revolucionárias. Mostram ser preciso fazer alguma coisa, somente para conseguir não andar para trás nas férias. Por exemplo, programas públicos de leitura. Não são programas caros nem complicados, basta criar monitorias para garantir que as leituras sejam feitas. A leitura é um bem cultural afeto não só aos leitores, senão a toda a comunidade escolar.
Em um nível mais ambicioso, sobretudo para alunos mais vulneráveis, poderiam ser criados cursos de férias. Não se trata de fazer a mesma coisa que no período letivo, pois seria repetir um ensino aborrecido e pouco produtivo. Precisamos de projetos intelectualmente desafiadores, atividades que estimulem os miolos, jogos e muitas outras coisas. O que precisa ser aprendido não é muito diferente, mas viria vestido com roupas mais alegres. E, como sabemos que cabeça vazia é oficina do diabo, essas atividades podem até mesmo ter outras consequências benéficas, por evitar rumos pouco recomendáveis em que se desaguam as amplas energias desses jovens.
(MOURA CASTRO, Cláudio de. Revista Veja, 18/6/2010 – Texto adaptado)
Assinale a afirmativa CORRETA, de acordo com as características do texto.
 

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1332072 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
No texto acima, o autor
 

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1332010 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O judeu de Bethesda
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC.), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, depois de mais de duas horas, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos.
Ler livros, glorificar livros, eis uma tradição judaica milenar. Vem de longe e não se buscam muitas explicações científicas para ela. Não obstante, Karl Alexander, da Universidade Johns Hopkins, somando aos 39 estudos sobre o assunto, completou uma pesquisa com alunos do ensino fundamental. Concluiu que, das vantagens acadêmicas acumuladas pelos alunos mais ricos até a 9ª série, dois terços advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias. Segundo a Secretaria de Educação americana, as perdas dos mais pobres nas férias são “devastadoras”. Um pai judeu, sem perder a linham provavelmente diria: ora bolas, é o que sempre pensei. [...]
Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra.
Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.
Desviando parcialmente do assunto, quero sugerir aos pais que façam manifestações, que acampem em frente à casa dos prefeitos, até que se mude uma situação vergonhosa. Uma pesquisa recente com as bibliotecas públicas brasileiras pôs a descoberto que (além de fecharem às 6 da tarde.) apenas 20% delas abrem aos sábados e só 1% aos domingos. Como é possível que, nas horas e dias de folga das escolas, as bibliotecas permaneçam fechadas? No caso das leituras de férias, são os únicos dias em que muitos pais poderiam ir à biblioteca para escolher livros com os filhos.
A biblioteca é um centro ativo da aprendizagem. Deve ser vista como um núcleo ligado ao esforço pedagógico institucional e não como um apêndice das escolas. É cenário de visitação. Nela os livros não constituem apenas enfeites, precisam ser manuseados pelos leitores.
Para aqueles que cuidam da educação como ofício, as implicações da pesquisa da Johns Hopkins não são menos revolucionárias. Mostram ser preciso fazer alguma coisa, somente para conseguir não andar para trás nas férias. Por exemplo, programas públicos de leitura. Não são programas caros nem complicados, basta criar monitorias para garantir que as leituras sejam feitas. A leitura é um bem cultural afeto não só aos leitores, senão a toda a comunidade escolar.
Em um nível mais ambicioso, sobretudo para alunos mais vulneráveis, poderiam ser criados cursos de férias. Não se trata de fazer a mesma coisa que no período letivo, pois seria repetir um ensino aborrecido e pouco produtivo. Precisamos de projetos intelectualmente desafiadores, atividades que estimulem os miolos, jogos e muitas outras coisas. O que precisa ser aprendido não é muito diferente, mas viria vestido com roupas mais alegres. E, como sabemos que cabeça vazia é oficina do diabo, essas atividades podem até mesmo ter outras consequências benéficas, por evitar rumos pouco recomendáveis em que se desaguam as amplas energias desses jovens.
(MOURA CASTRO, Cláudio de. Revista Veja, 18/6/2010 – Texto adaptado)
Segundo o Moura Castro, os livros são importantes para a formação cultural, no sentido de forjar o cidadão, e é nas bibliotecas, em meio a todos os livros, que um mundo diferente é descoberto pelo leitor. Contudo, nos três últimos parágrafos, faz uma crítica às bibliotecas quanto ao seu papel e função que, segundo ele, têm caído no esquecimento. Observe os textos não verbais abaixo selecionados e identifique aquele que mais se aproxima da relação livro/ leitor/biblioteca criticada pelo autor no seu texto.
Alternativa 3-1
http://www.brincandonarede.com.br/conto/Livros/ conto13/img/biblioteca
 

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1332001 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O balancete de verificação levantado em 31/12/2010, para fins de encerramento do exercício, apresentou os seguintes saldos contábeis:
Estoque Inicial R$ 150.000,00
Compras de Mercadorias R$ 700.000,00
ICMS sobre vendas R$ 110.000,00
Vendas de mercadorias R$ 550.000,00
Estoque Final R$ 60.000,00
Com base nos saldos apresentados acima podemos afirmar que o custo das mercadorias vendidas foi de:
 

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1331930 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O uso do símbolo !$ \rightarrow !$ antes de uma notação na CDU significa:
 

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1331863 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
Provas:
Um profissional de recepção estará preparado para suas funções se, EXCETO:
 

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1331860 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
Provas:
Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª e assinale a opção CORRETA na ordem de cima para baixo:
I - Ramal
II - DDG
III - ENLACE
IV - DDR
V - PULSO
( ) Critério de medição de uma chamada por tempo, distância e horário.
( ) Meio pelo qual se efetuam as ligações entre ramais e linhas-tronco.
( ) são os terminais de onde saem e entram as ligações telefônicas.
( ) serviço interurbano franqueado, cuja cobrança das ligações é feita no telefone chamado.
( ) as chamadas externas vão direto para o ramal desejado, sem passar pela telefonista.
 

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1331792 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
Observe o trecho da letra de música de Chico Buarque de Holanda:
“ ( ... ) O meu guri... ai o meu guri... olha aí ( ... )
Espero ele chegar cá em cima no morro,
Essa onda de assalto tá um horror...”
Há informações implícitas em textos conotados, que somente se traduzem no contexto. A palavra “onda“ no trecho acima tem o sentido de um recurso lingüístico denominado:
 

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1331754 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Uma conta pertencente ao ativo será:
 

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