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Com relação à diferenciação entre transtorno neurocognitivo maior, transtorno amnésico e outros transtornos cognitivos, assinale a afirmativa correta.
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Gestante de 33 anos, G3P1A1, encontra-se com gestação única na 20ª semana. História obstétrica revela um parto prematuro espontâneo prévio com 32 semanas, associado a trabalho de parto espontâneo. Na gestação atual, encontra-se assintomática. Ultrassonografia transvaginal mostra: comprimento cervical de 27 mm, colo fechado, sem dilatação. Não há sinais de infecção, sangramento transvaginal ou contrações uterinas.
A melhor estratégia para prevenção de novo parto prematuro nesse momento é
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Gestante de 35 anos, G2P1, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto ativo, sob analgesia peridural. Bolsa rota há 3 horas, líquido claro. Dilatação cervical de 6 cm, dinâmica uterina com 4–5 contrações em 10 minutos. Durante a monitorização intraparto, a cardiotocografia evidencia linha de base fetal: 150 bpm, variabilidade ausente, desacelerações tardias recorrentes, em mais de 50% das contrações e ausência de acelerações. Ao exame clínico materno: PA 120 × 80 mmHg, FC 88 bpm, afebril. Apresentação cefálica em plano +1.
A conduta mais adequada é
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Gestante de 30 anos, G2P1, com 32 semanas e 4 dias de gestação, em pré-natal regular, sem comorbidades conhecidas. Ultrassonografia obstétrica realizada por suspeita de baixo ganho ponderal materno evidencia: peso fetal estimado: percentil 6; circunferência abdominal: percentil 4; líquido amniótico normal; placenta grau II, posterior. A Dopplerfluxometria mostrou artéria umbilical com índice de pulsatilidade elevado, fluxo diastólico presente; artéria cerebral média: índice de pulsatilidade reduzido; relação cérebro-placentária (RCP): < percentil 5 e ducto venoso: onda “a” preservada. Cardiotocografia basal reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 36 anos, G3P2, com 34 semanas de gestação, procura atendimento na emergência obstétrica por sangramento transvaginal súbito, indolor, de moderada intensidade, iniciado há cerca de 1 hora. Nega contrações uterinas, dor abdominal ou trauma. Refere pré-natal regular.
Ao exame: PA: 120 × 80 mmHg, FC: 92 bpm, útero flácido, indolor. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: toque vaginal não realizado. Ultrassonografia obstétrica recente (há 5 dias) demonstra placenta prévia centro-total, com feto único, vivo, em apresentação cefálica. Monitorização fetal atual mostra FCF normal e reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 32 anos, G2P1, com 38 semanas de gestação, dá entrada na maternidade com queixa de dor abdominal súbita e intensa, associada a sangramento vaginal escuro em pequena quantidade. Refere diminuição da movimentação fetal nas últimas horas. Nega trauma. Ao exame: PA: 140 × 90 mmHg, FC: 102 bpm, útero hipertônico e doloroso à palpação. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: colo uterino com 4 cm de dilatação e bolsa íntegra. Monitorização fetal: batimentos cardíacos fetais com bradicardia e variabilidade mínima. Ultrassonografia sugere área retroplacentária compatível com descolamento. Feto único e vivo.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Primigesta de 27 anos, com 40 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto sob analgesia peridural. Evoluiu para dilatação cervical completa há 3 horas, com dinâmica uterina adequada. Ao exame obstétrico no período expulsivo, observa-se: apresentação cefálica fletida, variedade de posição occipitotransversa direita (OTD), altura da apresentação em plano +3 de DeLee, batimentos cardíacos fetais normais. Peso fetal estimado: 3.200 g. Pelvimetria clínica adequada. A paciente é cooperativa, faz puxos espontâneos durante a contração, ainda que não haja evolução do período expulsivo.
Considerando que a paciente começa a dar sinais de exaustão, a conduta mais adequada é
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Multigesta de 28 anos, G3P2, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 6 horas, líquido claro com grumos. Refere 2 contrações em 10 minutos, durante 30 segundos. Não realizou analgesia. Ao exame obstétrico: dilatação cervical: 7 cm, apagamento: 90%, apresentação cefálica em plano +1, variedade de posição occipitoanterior, contrações uterinas: 2 em 10 minutos, batimentos cardíacos fetais normais, boa variabilidade. Peso fetal estimado: 3.300 g. Pelvimetria clínica adequada. Partograma mostra lentificação da progressão da dilatação, sem ultrapassar a linha de ação.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Primigesta de 26 anos, 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 14 horas, líquido tinto de mecônio. Analgesia peridural instalada há 4 horas. Partograma mostra: dilatação completa há 4 horas, contrações uterinas 5–6 em 10 minutos, altura da apresentação estacionada em plano 0 há 3 horas, variedade de posição occipitoanterior, batimentos cardíacos fetais com diminuição da variabilidade. Peso fetal estimado: 4.500 g. Pelvimetria clínica sem alterações evidentes.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 29 anos, G1P0, com 34 semanas de gestação, previamente hígida, procura emergência por cefaleia intensa de início súbito, associada a náuseas, turvação visual e episódio de confusão mental transitória nas últimas horas. Refere também um episódio breve de escotomas cintilantes. Nega trauma, febre ou uso de drogas ilícitas.
Ao exame: PA: 150 × 109 mmHg, confirmada após repouso; FC: 96 bpm; FR: 18 irpm; Glasgow 14 (desorientação temporoespacial leve); sem déficits motores focais. Exames laboratoriais iniciais: glicemia capilar: 60 mg/dL, eletrólitos: normais, relação proteinúria/creatininúria de 0,8. Ressonância magnética de encéfalo evidencia áreas de hipersinal em T2/FLAIR, bilaterais e simétricas, predominando nas regiões parieto-occipitais, com padrão compatível com edema vasogênico.
O diagnóstico mais provável é
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