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A congada é um auto popular representado por populações afro-brasileiras durante festejos ou festividades católicas, como Natal e Dia de Reis. Trata-se de uma manifestação corporal híbrida, posto que apresenta em seu bojo traços da herança africana — como se pode pressupor com base no nome (congada — originalmente vem de Congo, em português) — e da ibérica, particularmente a portuguesa. Seu tema básico é a luta, e para representá-la, a dança é encenada em autos populares que correspondem a uma espécie de ópera, em que contam uma encenação própria, tendo cada participante um papel determinado.
Com base nas origens do ritual descrito no texto, identifica-se a seguinte característica:
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Os planos de desenvolvimento formulados pelo governo da Argentina para a Patagônia na década de 1960 têm semelhanças evidentes com os projetos que formulou o governo brasileiro para a região da Amazônia na década de 1970. Em ambos, trata-se, no fundamental, de planos de desenvolvimento industrial subsidiados pelo Estado central.
São características comuns às duas regiões mencionadas no texto que justificam a semelhança nas políticas de desenvolvimento:
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Se o avanço dos direitos políticos após o movimento de 1930 foi limitado e sujeito a sérios recuos, o mesmo não se deu com os direitos sociais. Desde o primeiro momento, a liderança que chegou ao poder em 1930 dedicou grande atenção ao problema trabalhista e social. Vasta legislação foi promulgada, culminando na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1943.
O paradoxo político-social apresentado no texto é resultado do(a)
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A fome convive hoje com as condições materiais para resolvê-la. Vejamos um pouco mais de perto: a evolução recente da expansão do padrão agrário/agrícola vai nos esclarecer parte do mistério em que, mesmo com queda de preços, cresce a área plantada, aprofundando as contradições entre produção de alimentos e aumento da fome no mundo. A produção de alimentos vem sendo cada vez mais concentrada nas mãos de menos produtores. Acredita-se que se trata de um problema técnico ou de distribuição, seja de renda ou dos próprios alimentos.
O paradoxo apresentado no texto é resultante da
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Em 1968, apesar da ditadura cada vez mais sufocante, em especial com o Ato Institucional número 5, que abriu caminho para um regime de exceção que não tinha nenhum pudor em agir ao arrepio da ordem legal para perseguir, prender, cassar, exilar e “desaparecer” opositores de todos os matizes políticos, alguns movimentos ainda eram possíveis — como o Movimento Intersindical Antiarrocho (MIA), uma frente contra as políticas econômicas que impunham perdas salariais aos trabalhadores, a qual reunia sindicalistas de todos os matizes, moderados, comunistas e mesmo “pelegos” (em geral identificados com o governo). No entanto, para que o modelo de desenvolvimento dependente e excludente proposto pelos governos militares, elaborado em conjunto com as elites, funcionasse a contento, era imprescindível que esses movimentos estivessem em silêncio — especialmente o movimento sindical.
A ação do movimento mencionado tinha como propósito criticar a
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Essa campanha governamental foi desenvolvida para combater o problema de
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Um dos impactos sociais das tecnologias de comunicação e informação, presente nesse texto, diz respeito à
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Uma plataforma de streaming anunciou a estreia da nova série documental de quatro episódios, Línguas da nossa língua, com produção da Pindorama Filmes.
Línguas da nossa língua traz questões fundamentais sobre a construção do nosso idioma e sobre como a variedade aproximada de 270 línguas nativas e africanas faladas no Brasil impacta a identidade cultural do país. A série aborda português, galego, guarani, tukano, iorubá, quimbundo, língua da Tabatinga, nheengatu e Libras, entre outras. Além de outros falares, como português caipira, português tapuia, baianês, carioquês, sergipanês, mineirês.
Com música de abertura original composta por Arnaldo Antunes e leitura exclusiva de autores clássicos da literatura brasileira por Maria Bethânia, a série traz um encontro emocionante entre Caetano Veloso e Yeda Pessoa de Castro, referência em estudos de línguas africanas no Brasil.
“É uma oportunidade para pensarmos o Brasil e nossa identidade a partir da enorme diversidade de línguas aqui faladas. Os brasileiros ainda falam português ou já temos uma língua brasileira?”, questiona o diretor da série.
A função desse texto, que trata de uma produção para streaming, caracteriza-o como um(a)
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Baixa umidade e incêndios
Comemorado no dia 5 de setembro, o Dia da Amazônia foi abafado pelo fogo. Mais de mil cidades brasileiras estavam em alerta em razão dos baixos níveis de umidade. A escassez hídrica severa em vários estados, como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, em agosto de 2024, somada a incêndios provocados pela baixa umidade e pelo ser humano, causou uma grande onda de fogo e de calor no país. Enquanto parte da Amazônia e do Pantanal ardia em chamas, milhares de focos de incêndio eram identificados em São Paulo. Passaram-se os dias e tudo parece voltar ao normal até o surgimento de novos focos. O que será do país no próximo verão? E o que nós e as autoridades federais e estaduais poderemos fazer com urgência?
R.G.S., Porto Alegre, via e-mail.
Esse exemplar do gênero carta de leitor, acerca de uma reportagem sobre o Dia da Amazônia, tem por finalidade
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Elvis, de Baz Luhrmann, e Priscilla, de Sofia Coppola, foram duas cinebiografias de Elvis Presley recentemente lançadas, e somente uma delas era adequada para o rei.
Elvis é uma cinebiografia musical que acompanha a verdadeira história de Elvis Presley (Austin Butler) desde seus primeiros dias nos empobrecidos Mississippi e Memphis até sua glamorosa década final em Las Vegas. Atormentado pela dor causada pela morte de sua mãe, ele busca conforto em seu casamento com Priscilla, mas no centro de seu mito está a controvérsia em torno do Coronel Tom Parker (Tom Hanks), que transforma seu talento em uma mercadoria e deixa o rei em espiral, em uma crise existencial.
Embora o filme Priscilla mude o livro de Priscilla Presley, Elvis & Eu, ele ainda honra seu material original ao seguir uma jovem Priscilla (Cailee Spaeny) enquanto ela inicia um relacionamento romântico complexo e complicado com Elvis Presley (Jacob Elordi), que é retratado como um marido terno e um abusador monstruoso em igual medida. Enquanto o tributo bombástico de Luhrmann a Elvis homenageia o ícone, Priscilla atesta a falibilidade do homem por trás da lenda.
Ambos os filmes pintam uma imagem holística de Elvis Presley, mas apenas um será lembrado como um encapsulamento definitivo de sua essência.
Esse texto é uma resenha, pois cumpre o propósito de
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