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Foram encontradas 288 questões.

3560906 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Read the text and answer question.

Brainstorming Prior Knowledge

What do you know about Antarctica, earthworms, ultraviolet light, and Elizabeth I of England? Chances are, if you were going to read a passage about any of these topics, you would spend a few moments reconnoitering in your mind what you already know. You would take stock of your prior knowledge.

Suppose you are paging through a magazine and chance upon an article entitled “Lasers: The Promise of a 21st-Century Technology.” What do you anticipate this author will talk about? Laser tools? Laser surgery? Laser scanners and printers? Laser treatments? Laser light displays? Laser weapons? The principles behind a laser as a beam of light?

Like any proficient reader, you predict the article’s content by recalling your pertinent prior knowledge that might relate to new material in the article. In the classroom, teachers need to assess what students already know about a topic and help them access this useful knowledge as a necessary precursor to comprehension. Frontloading activities that help students connect to prior knowledge jump-start learning about a topic.

Brainstorming strategies provide a promising framework for eliciting students’ prior knowledge before learning. Several classroom variations may be used: LINK (list, inquire, note, and know), Knowledge Mapping, Knowledge Ladders, and Alphabet Brainstorming. With the ubiquity of handheld technology, a brief proviso about the use of these strategies needs to be mentioned: They are intended to engage students in brainstorming what they know and have learned, and should not devolve into “look it up” googling activities.

(Adapted from BUEHL, D. Classroom Strategies for Interactive Learning. Portland: Stenhouse Publishers, 2017)

The phrasal verb “look it up” means,

 

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3560905 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Read the text and answer question.

Brainstorming Prior Knowledge

What do you know about Antarctica, earthworms, ultraviolet light, and Elizabeth I of England? Chances are, if you were going to read a passage about any of these topics, you would spend a few moments reconnoitering in your mind what you already know. You would take stock of your prior knowledge.

Suppose you are paging through a magazine and chance upon an article entitled “Lasers: The Promise of a 21st-Century Technology.” What do you anticipate this author will talk about? Laser tools? Laser surgery? Laser scanners and printers? Laser treatments? Laser light displays? Laser weapons? The principles behind a laser as a beam of light?

Like any proficient reader, you predict the article’s content by recalling your pertinent prior knowledge that might relate to new material in the article. In the classroom, teachers need to assess what students already know about a topic and help them access this useful knowledge as a necessary precursor to comprehension. Frontloading activities that help students connect to prior knowledge jump-start learning about a topic.

Brainstorming strategies provide a promising framework for eliciting students’ prior knowledge before learning. Several classroom variations may be used: LINK (list, inquire, note, and know), Knowledge Mapping, Knowledge Ladders, and Alphabet Brainstorming. With the ubiquity of handheld technology, a brief proviso about the use of these strategies needs to be mentioned: They are intended to engage students in brainstorming what they know and have learned, and should not devolve into “look it up” googling activities.

(Adapted from BUEHL, D. Classroom Strategies for Interactive Learning. Portland: Stenhouse Publishers, 2017)

According to the text, check the CORRECT statement.

 

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3560904 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Nesses tempos multi-informacionais, que colocam a necessidade da discussão sobre a regulação das mídias sociais para coibir a disseminação das chamadas fake News, Freitas Giovanette, no seu artigo para a Revista Hydra, abordou o negacionismo e os combates em relação à memória do tema da ditadura civil militar: um conjunto de narrativas “politicamente incorretas” , pautadas em negacionismos da história que pretendem “desqualificar o papel do professor e de pesquisas históricas que não atendam as demandas políticas e os interesses desses novos produtores”. O discurso desses “novos atores” está frequentemente pautado na defesa de que possuem a verdade sobre o passado e que serão os responsáveis por narrar o que os professores de História intencionalmente esconderam dos alunos.

(de Freitas Giovanette, M. (2023).

O ENSINO DE HISTÓRIA DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA EM DISPUTA: DO NEGACIONISMO AS
SAÍDAS POSSÍVEIS. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 6(12). https://doi.org/10.34024/hydra.2023.v6.14471. P. 70. Adaptado)

Sobre esse negacionismo apontado pelo autor, só é CORRETO afirmar:

 

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3560903 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Sobre a política patrimonial no município de Contagem, veja a reportagem abaixo, publicada no Portal Contagem (portal.contagem.mg.gov.br) sobre a restauração na Comunidade dos Arturos.

Comunidade dos Arturos terá dois importantes espaços restaurados para preservação da memória

A Comunidade Tradicional dos Arturos em Contagem terá restaurados dois espaços importantes e sagrados: a Casa Paterna e a Capela de Nossa Senhora do Rosário. O projeto de recuperação desses espaços foi contemplado dentro da segunda fase do Programa “Minas para Sempre”. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (18/12) durante solenidade no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, que contou com a presença da prefeita de Contagem, Marília Campos, de membros da comunidade tradicional, entre outros prefeitos e autoridades. O projeto de restauração dos patrimônios dos Arturos foi contemplado com recursos da ordem de R$ 875 mil, oriundos de medidas compensatórias ambientais. Ao todo foram selecionados dez projetos em todo Estado, com destinação total de R$12,9 milhões em recursos. [...]

Desde 2014, a Comunidade dos Arturos, de Contagem, é reconhecida como bem cultural de natureza imaterial, que constitui o patrimônio cultural mineiro, estando inscrita no Livro de Registro de Lugares do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha). O título foi concedido pelo Conselho Estadual de Patrimônio (Conep).

“Muito gratificante para nós da comunidade. É um sonho poder restaurar a nossa Casa Paterna e a nossa capela, onde tudo se iniciou na nossa comunidade. Estávamos há muitos anos na expectativa por essas melhorias”, comemorou o presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, Everton Eustáquio da Silva, o Tequinho, ao lado da vice-presidenta, Maria Aparecida da Luz, e do Capitão Mor da Irmandade, José Bonifácio da Luz, o Bengala, entre outros da nova e velha geração.

O superintendente de Política para a Promoção da Igualdade Racial, da Prefeitura de Contagem, e membro da comunidade, João Carlos Pio de Souza, também falou sobre esse momento para toda a comunidade quilombola. “São dois espaços essenciais para a comunidade quilombola dos Arturos. O primeiro, a Casa Paterna, é importante, pois é para lá que o Arthur Camilo vai quando muda para Contagem, ocupando aquele lugar. É uma casa que tem referência simbólica, sagrada. A Capela de Nossa Senhora do Rosário, tem relevância para a comunidade, porque é lá que está todo o espaço sagrado. É dali que tudo parte, não só do sagrado, mas as decisões daquilo que é importante para a comunidade quilombola dos Arturos”.

Arthur Camilo é filho de Camilo Silvério da Silva, e casou-se com Carmelinda Maria da Silva, dando origem à comunidade. Em meados do século XIX, Camilo Silvério chegou ao Brasil num navio negreiro vindo de Angola para ser escravizado.

https://portal.contagem.mg.gov.br/portal/noticias/0/3/79235

/comunidade-dos-arturos-tera-dois-importantes-espacos-restaurados-para-preservacao-da-memoria

A questão Patrimonial é trabalhada no ensino de História por meio da Educação Patrimonial, que usa situações e ações que provocam reações, interesses, questionamentos e reflexões sobre o significado e o valor dos acervos culturais e sua preservação. Sobre a reportagem acerca da Educação Patrimonial, é CORRETO afirmar:

 

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3560902 Ano: 2024
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Analise o trecho abaixo.

Ensinar História é possibilitar ao aluno rever, desconstruir e construir novos olhares no que tange à História política, econômica, social e cultural do nosso país e do mundo. Mesmo que os livros didáticos e todo currículo escolar da Educação Básica Brasileira contemplem um currículo eurocêntrico, cabe ao historiador rever o seu planejamento, ou seja, buscar estratégias para cumprir o que nos é instituído; mas, ao mesmo tempo, não eximir os discentes de sua própria história.

(extraído de BENTO, Maria Aparecida Muniz e FERREIRA, Elane Barreto dos Santos. A História Negra e a Construção da Identidade no Cotidiano Escolar. In.: XAVIER, Giovana (org). Histórias da escravidão e do pós-abolição para as escolas. Cruz das Almas: EDUFRB; Belo Horizonte: Fino Traço, 2016 (Coleção UNIAFRO; 7). p.101- fragmento)

A Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que alterou a Lei das Diretrizes e Bases da Educação para incluir a obrigatoriedade no currículo escolar brasileiro, o Ensino da História da África e da Cultura Africana e Afro-brasileira, vai justamente ao encontro do trecho de Bento e Ferreira quando propõe que resgatar a História da África é

 

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3560901 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Sobre História e Ensino de História da América, analise os fragmentos a seguir;

I - é a conquista da América que anuncia e funda nossa identidade presente [moderna]. Apesar de toda a data que permite separar duas épocas ser arbitrária, nenhuma é mais indicada para marcar o início da era moderna do que o ano de 1492, ano em que Colombo atravessa o Oceano Atlântico[...] A partir desta data, o mundo está fechado [...] Os homens descobriram a totalidade de que fazem parte. Até então, formavam parte sem todo.

(TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América:

a questão do Outro. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p. 6, Texto adaptado)

II - a experiência não só do descobrimento, mas especialmente da conquista será essencial na construção do “ego” moderno[...] é que a América Latina, desde 1492 é um momento constitutivo da Modernidade[...], a Alteridade essencial da Modernidade.

(DUSSEL, Enrique. 1492 O Encobrimento do Outro: a origem do mito da modernidade. Petrópolis: Vozes, 1993. p. 6, Texto adaptado.)

Todorov e Dussel destacam a data de 1492 e a Modernidade nas suas reflexões.

Sobre os trechos e as tendências da História da América, é CORRETO afirmar:

 

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3560900 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Observe o quadro “Proclamação da República”, de Benedito Calixto, 1893.

Enunciado 4138369-1

(Proclamação da República, Benedito Calixto, 1893, óleo sobre tela/altura: 123,5 cm; largura: 200 cm, Coleção Pinacoteca Municipal de São Paulo.)

(Disponível em: https: //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b

7/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_by_Bene dito_Calixto_1893.jpg. 07.11. 2023.)

Foi a primeira grande cena retratada por este artista sob encomenda de reproduzir, por meio de fotografias e representações, o acontecimento da Proclamação da República. Analise as assertivas sobre o quadro e seu contexto:

I – Na cena o elemento civil é excluído e o que a pintura destaca são os canhões, as cavalarias e os militares, dando um aspecto de desfile militar sem participação da sociedade.

II – O elemento central do quadro, adornado com as vestes condecoradas, é o Marechal Deodoro da Fonseca, líder e primeiro presidente da República da Espada.

III – Representa, ao contrário do que pareceu ao senso comum, um retrocesso com a imposição de uma República (da Espada), militar, centralizadora e antidemocrática.

IV – Pode ser associada a um golpe conservador, liderado pelos cafeicultores, com apoio militar para derrubar a Monarquia e evitar as reformas liberais que se anunciavam.

São CORRETAS:

 

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3560899 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Os conflitos de terra e a sua concentração são questões que geram tensão durante toda a História brasileira e que esbarram na dificuldade de legislar sobre a terra no país. Durante o império brasileiro, lançou-se como tentativa de regulamentar a questão da terra (principalmente das chamadas terras devolutas) com a Lei de Terras de 1850. Sobre a Lei de Terras de 1850 e seu contexto, analise as assertivas.

I - A Lei de Terras foi o dispositivo legal que, pela primeira vez, buscou regulamentar a questão fundiária no Império do Brasil, determinando que a única forma de acesso às terras devolutas da nação fosse através da compra ao Estado em hasta pública, garantindo, entretanto, a revalidação das antigas sesmarias, que era até então a forma de doação da terra por parte do Estado à iniciativa particular.

II – A garantia, já no primeiro artigo da Lei de Terras, de colocar ordem no campo com a não tolerância da invasão de terras públicas e a punição com cadeia para quem a desobedecesse, levou a uma adesão muito positiva e majoritária dos latifundiários à lei indicada pela corrida ao registro das terras.

III - A Lei de Terras acabou por institucionalizar a concentração fundiária com a reafirmação da escolha do Estado pelo latifúndio e pela permissividade de ações ao governo e tribunais dos latifundiários para ampliação de suas propriedades, ao mesmo tempo em que não amparou os pequenos sitiantes, que, sem dispor de informação, dinheiro ou influência, perderam suas terras.

IV – A Lei também teve a finalidade de fomentar a imigração, já que, o que se verificou após 1850, foi a intensificação do tráfico interprovincial, com a venda de escravos por parte das províncias do nordeste, que apresentavam um declínio em suas culturas de cana-de-açúcar e algodão, para as províncias do eixo econômico do Sudeste e suas lavouras cafeeiras em franca ascensão.

Estão CORRETAS:

 

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3560898 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Polêmica entre setores da sociedade civil, do Congresso Nacional, do Poder Executivo e do STF, a tese do Marco Temporal (segundo a qual os povos indígenas têm direito de ocupar apenas as terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988) evidencia como a discussão territorial sobre as terras indígenas constitui um problema de longa duração. Leia o trecho do Decreto 426, de 1845, ainda no Império Brasílico: Propunha a criação de escolas para crianças nas aldeias, o incentivo ao desenvolvimento dos ofícios e artes mecânicas, o estímulo à produção de alimentos nas terras das aldeias [...] a prática da propriedade coletiva (terras, ferramentas, roças). Entretanto, a política de criação de benefícios se dirigia somente aos índios aldeados, ou seja, aqueles índios que colaboravam com as diretrizes impostas pelas determinações dos aldeamentos, que implicavam manter-se em paz com os preceitos governamentais.

(Adaptado de MELO, Vinicius Holanda. LIMA, Martonio Mont'Alverne Barreto. Políticas indigenistas no Brasil colonial, imperial e republicano: a evolução do ordenamento jurídico brasileiro. Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito. Salvador. (v.32/2022). (p.1-27), Data de publicação.08/01/2023. (Disponível em:https://periodicos.ufba.br/index.php/rppgd/article/download/43473/28391/206983. 27.09.2023. Acesso em:23 mar.2024)

Analisando a regulamentação das terras indígenas no contexto imperial e hoje, pode-se afirmar que:

 

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3560897 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Para Michelle Perrot (2001), as mulheres não têm poder, têm poderes, já que poder, no singular, tem conotação política e designa basicamente a figura central, cardeal do Estado, que comumente se supõe masculina. No plural representa-se na sua multiplicidade de forma fragmentada, equivalente a influências difusas e periféricas, onde as mulheres têm sua representatividade. (PERROT, 2001, p. 167). Os estudos pós-coloniais e decoloniais surgem no meio acadêmico como um movimento epistemológico e político contra as situações de dominação e opressões diversas que se instauram na relação antagônica e hierárquica entre colonizador e colonizado e nos processos forjados sujeitos distintos e a hegemonia de um modelo de sujeito tomado como universal. Para o sociólogo peruano Aníbal Quijano (2005), a colonialidade é um sistema hierárquico de classificação dos saberes, locais e pessoas, que vai além dos processos históricos de colonização, pois perpetua uma lógica de “opressão e inferiorização do outro que não seja o homem heterossexual/branco/patriarcal/militar/capitalista/europeu” e repercute, na organização da sociedade, bem como em suas instituições, estruturas e subjetividades.

Tratar da questão de gênero, a partir da decolonialidade no ensino de História, significa:

 

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