Homem, 35 anos de idade, assintomático, realiza check-up com exames que apresentam HBsAg positivo, HBeAg positivo, HBV-DNA 2.500.000 UI/mL, TPG/ALT normal. Sorologias para HIV, HCV e HDV são negativas. Ultrassonografia do fígado sem alterações. Neste momento, a conduta mais adequada inclui:
Mulher, 38 anos de idade, com dor abdominal, metrorragia e perda ponderal há cerca de três meses. Durante a investigação, realizou ressonância de pelve com uma lesão expansiva no ovário direito. Coleta de antígeno CA 125 de 221,9 U/mL (ref.: < 35 U/mL) e antígeno carcinoembrionário CEA de 99,3 ng/mL (ref.: < 5 ng/mL). Submetida à videolaparoscopia diagnóstica com lesão oncológica em anexo direito e carcinomatose peritoneal, sem a possibilidade de ressecção total. Realizadas biópsias com o achado de adenocarcinoma com estudo imuno-histoquímico a seguir:
CK7: negativo CK20: positivo CDX2: positivo GATA3: negativo ER (receptor de estrogênio): negativo PR (receptor de progesterona): negativo HER2: negativo PAX8: negativo WT1: negativo
Neste caso, o exame com maior probabilidade de confirmar o sítio primário é:
Homem, 45 anos de idade, com antecedente de trauma
raquimedular, em uso crônico de baclofeno e olanzapina, é
internado na UTI por sepse secundária à infecção urinária.
Durante a internação, evoluiu com delirium hiperativo,
necessitando de doses de resgate de haloperidol
endovenoso, por impossibilidade de utilização da via oral. No
terceiro dia de UTI, passou a apresentar febre persistente de
39 °C, tremores e espasticidade, mantendo FC de 140 bpm,
PA de 140×60 mmHg, FR de 25 irpm, SpO2 de 95% em ar
ambiente. Em relaçãoao caso descrito, assinale a alternativa
que apresenta a conduta mais adequada, após a passagem
de sonda nasoenteral.
Mulher, 48 anos de idade, refere que nos últimos dois anos apresentou oito episódios de edema de lábios e lesões eritematosas, edematosas e pruriginosas pelo corpo. As lesões cutâneas desaparecem completamente em algumas horas e o angioedema em até três dias. Em duas ocasiões, associou o quadro com consumo de camarão. Nega broncoespasmo, vômitos ou dor abdominal. Boa resposta a anti-histamínicos e adrenalina, utilizada em algumas ocasiões durante atendimento em pronto atendimento. Em acompanhamento por lombalgia há seis anos, estando medicada com anti-inflamatório não esteroidal de demanda. Hipertensão arterial sistêmica há quatro anos, em uso de diurético. Em relação ao caso apresentado, qual é a melhor hipótese diagnóstica?
Mulher, 18 anos de idade, com rinite alérgica e sinusites de
repetição desde a infância. Há um ano, diarreia com restos
alimentares e perda ponderal, com piora após ingestão de
massas e pão.
ECO transtorácico com alteração segmentar e fração de ejeção reduzida. Cateterismo cardíaco sem lesões obstrutivas. O ECG é apresentado na imagem a seguir:
Em relação ao caso apresentado, a conduta mais adequada deve incluir:
Mulher, 65 anos de idade, com doença renal crônica, realiza
hemodiálise por cateter duplo lúmen tunelizado de longa
permanência em veia jugular interna direita há
aproximadamente três anos. Comparece ao pronto-socorro
com queixa de febre e tremores durante as últimas três
sessões de hemodiálise. Foi coletada hemocultura periférica à
chegada, com crescimento em 10 horas de Staphylococcus
aureus sensível a oxacilina. A hemocultura de cateter de
hemodiálise apresentou crescimento de S. aureus com
mesmo perfil de sensibilidade em 4 horas. Em relação ao caso
apresentado, as condutas mais adequadas são:
Paciente com carcinoma renal de células claras metastático
para pulmão, ossos e fígado, com progressão de doença após
duas linhas de tratamento prévias, procura o pronto-socorro
por quadro de confusão, hiporexia e edema de membros
inferiores. Ao exame clínico, apresenta Glasgow 14, FC de
110 bpm.
• Exames laboratoriais:
Hb: 6,8 g/dL
Albumina: 2,8 g/dL
FA: 1150 U/L
TGO/AST: 62 U/L
TGP/ALT: 88 U/L
Bilirrubina total: 1,5 mg/dL
Cr: 1,2 mg/dL
Fósforo: 2,5 mg/dL
Em casa, permanecia a maior parte do tempo sentado ou
deitado nas últimas duas semanas. Em relação ao caso
apresentado, as condutas mais adequadas são:
Mulher, 62 anos de idade, diabética, ex-tabagista de 40 anos-maço, com antecedente de câncer de mama tratado com cirurgia e
radioterapia há três anos; atualmente em uso de tamoxifeno. Há duas horas, apresenta dor torácica à esquerda, acompanhada de
episódio de síncope. Ao exame clínico, encontra-se eupneica, com PA de 120×70 mmHg FC de 110 bpm, SpO2 de 93% em ar
ambiente, sem outras alterações. Exames laboratoriais com hemograma normal e troponina T–us 98 ng/mL na chegada e 131 ng/mL
após duas horas (ref.: 14 ng/mL). POCUS: sem alteração na contratilidade global ou segmentar de VE. O ECG é apresentado a
seguir: Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa que apresenta o manejo mais adequado para esta paciente.
Durante investigação de nefrolitíase, uma mulher de 54 anos
de idade, com diabetes, hipertensão e histórico de fratura de
ossos longos, realiza uma tomografia de abdome que revela
nódulo em adrenal esquerda de 2,8 cm, densidade de <10 UH
na fase sem contraste. Nega uso de corticoides. Exames
laboratoriais: cortisol após 1 mg de dexametasona 2,5 µg/dL
(ref.: < 1,8 µg/dL), ACTH plasmático 8 pg/mL (ref.: 7 a
45 pg/mL), aldosterona 9 ng/dL, renina não supressa, DHEAS
dentro dos limites da normalidade. Em relação ao caso
apresentado, a conduta mais adequada é: