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Foram encontradas 120 questões.

1119725 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
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O valor da expressão (3-5)2 + 30 - [4.(-1/4)]3 é igual a:

 

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1119724 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
A quantia de R$ 900,00 foi repartida em partes diretamente proporcionais às idades de Dimitri, 5 anos, Luiz, 7 anos e Nicolas, 8 anos. Então a diferença entre as quantias que Nicolas e Luiz receberam é, em reais, de
 

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1119723 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
Paula gastou 3/10 do seu salário para pagar dívidas, 5/14 do restante dividiu em três partes iguais para comprar roupas, ir à feira e pagar o aluguel. As frações correspondentes ao aluguel e a fração que sobrou do salário são, respectivamente,
 

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1119722 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
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A contagem de um ano, para um planeta do sistema solar, é o tempo que o planeta gasta para dar uma volta em torno do Sol. Na Terra o ano equivale a 365 dias e em Mercúrio o ano tem 88 dias. Se uma pessoa tem 40 anos como habitante da Terra, então se ela vivesse em Mercúrio teria aproximadamente a idade de:
 

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1119721 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
O quinto termo da sequência (−1, 3, −5, 7, ...) somado ao quinto termo da sequência (1, 3, 6, 10, ...) é:
 

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1119720 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
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A solidão é distinta do simples fato de se estar sem uma pessoa por perto; da mesma forma, estar acompanhado não é a garantia de eliminá-la. Nos grandes centros urbanos, estamos cercados por milhões de pessoas. Seria aceitável pensar que os solitários eram as antigas pessoas do campo, separadas por quilômetros de um aglomerado.

Podemos dizer o contrário hoje: nas grandes cidades, o mal da solidão é ainda mais devastador. Concentração demográfica, sim, porém com esvaziamento de laços pessoais e significativos. Grandes condomínios que acumulam histórias paralelas que nunca se encontram. Vizinhos que trocam cumprimentos formais nas áreas comuns, mas sabem que não podem contar com ninguém. Pessoas que não criam vínculos afetivos que tornem a existência mais interessante.

A solidão sempre deixa um gosto melancólico sobre a experiência da vida. Não estamos falando da doença chamada depressão, em que uma pessoa, contra a vontade, vai perdendo vínculos com o mundo. Estamos falando de algo que não é uma doença psíquica. A solidão é um problema contemporâneo. Isolamento social não é apenas uma situação atípica: transformou-se em verdadeira epidemia.

(Adaptado de: KARNAL, Leandro. O dilema do porco-espinho. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018, edição digital.)

Seria aceitável pensar que os solitários eram as antigas pessoas do campo... (1° parágrafo)

Na frase acima, identifica-se

 

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1119719 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
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A solidão é distinta do simples fato de se estar sem uma pessoa por perto; da mesma forma, estar acompanhado não é a garantia de eliminá-la. Nos grandes centros urbanos, estamos cercados por milhões de pessoas. Seria aceitável pensar que os solitários eram as antigas pessoas do campo, separadas por quilômetros de um aglomerado.

Podemos dizer o contrário hoje: nas grandes cidades, o mal da solidão é ainda mais devastador. Concentração demográfica, sim, porém com esvaziamento de laços pessoais e significativos. Grandes condomínios que acumulam histórias paralelas que nunca se encontram. Vizinhos que trocam cumprimentos formais nas áreas comuns, mas sabem que não podem contar com ninguém. Pessoas que não criam vínculos afetivos que tornem a existência mais interessante.

A solidão sempre deixa um gosto melancólico sobre a experiência da vida. Não estamos falando da doença chamada depressão, em que uma pessoa, contra a vontade, vai perdendo vínculos com o mundo. Estamos falando de algo que não é uma doença psíquica. A solidão é um problema contemporâneo. Isolamento social não é apenas uma situação atípica: transformou-se em verdadeira epidemia.

(Adaptado de: KARNAL, Leandro. O dilema do porco-espinho. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018, edição digital.)

Depreende-se do texto que a solidão
 

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1119718 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
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Está correta a redação deste livre comentário:
 

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1119717 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP
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As pessoas se odeiam no trânsito, seguram seus volantes como baterias antiaéreas, usam a buzina como o botão que dá a partida num míssil. Mas, no fundo, as pessoas são boas. E sou testemunha.

Em trem, já fui carregado por um indiano que nunca mais vi. Desconhecidos me ajudaram a subir escadas sem pedir nada em troca. “Quer uma ajuda” é um mantra com que todo deficiente, como eu, que sou cadeirante, habitua-se rotineiramente.

O ódio existe, sempre existiu. Algumas pessoas se desrespeitam na internet, discordam umas das outras, usam argumentos que consideram ofensivos, como “vai ler”, “vai estudar”. A não ser psicopatas, que não são poucos, algumas pessoas, quando flagradas, arrependem-se, pedem desculpas, são fotografadas de cabeça baixa, tristes.

O homem tem empatia. Tem capacidade de sentir (e até prever) o que o outro sente. Foi Kant quem disse que o altruísmo é uma condição humana. E os evolucionistas, como Darwin, garantem que os genes humanos criaram um agente inédito, não biológico, ao comportamento animal: a cultura.

Culinária, música, poesia, competições esportivas, folclore, religião, filosofia, noção da vida e da morte são próprios dos homens, nos distinguem, nos diferenciam, nos afastam do passado primata. Como o altruísmo.

Kant insistia: conservar a própria vida é um dever; ser bom quando se pode é um dever. Existem pessoas tão capacitadas para o altruísmo, que, mesmo sem qualquer vaidade ou interesse, experimentam uma satisfação grande com o contentamento do outro; fazem o bem não por uma inclinação, mas por um dever. Daí nasceu a ideia de utopia. Eu prefiro acreditar que ela existe. E lutar por ela.

(Adaptado de: RUBENS PAIVA, Marcelo. Disponível em: cultura.estadao.com.br)

Considere as afirmações abaixo.

I. O autor repudia o uso de expressões carregadas de agressividade, como “vai estudar”, por já ter sido vítima de linguagem ofensiva, conforme afirma em tom confessional.

II. No último parágrafo, infere-se que o autor, ao defender a ideia de utopia, manifesta-se a favor da promoção de uma sociedade que preze pelo bem-estar da comunidade.

III. No texto, fatos advindos da experiência pessoal do autor confirmam o argumento de que existem pessoas altruístas.

Está correto o que se afirma APENAS em

 

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1119716 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: IAPEN-AP

A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi aprovada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 1948. Com a Declaração, estabeleceu-se que a humanidade compartilha de alguns valores comuns, considerados fundamento, inspiração e orientação no processo de desenvolvimento da comunidade internacional, compreendida não apenas como uma comunidade constituída por Estados-nação independentes, mas também de indivíduos livres e iguais.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos é uma resposta à intolerância étnica e racial verificada durante a Segunda Guerra Mundial. O holocausto, os campos de concentração, a morte de milhares de seres humanos, a maior parte judeus – além de comunistas, homossexuais e todos aqueles que se opunham à marcha dos regimes autoritários europeus – constituem desdobramentos dramáticos dessa intolerância. Para entender por que os direitos humanos se converteram em bandeira de luta, é preciso entender os acontecimentos da Segunda Guerra.

A afirmação dos direitos humanos é ao mesmo tempo universal e positiva. Universal porque alcança todos os homens, independentemente de raça, cor, credo religioso, classe, gênero, nacionalidade ou qualquer outra sorte de clivagem econômica, política, social ou cultural. Positiva porque coloca em movimento um conjunto de preceitos que visam proteger os direitos humanos. Agora, não se trata apenas de proclamar princípios e atribuir-lhes fundamento teórico. Trata-se, antes de tudo, de assegurá-los mediante a criação de leis, normas e regulamentos, seja no âmbito de um Estado nacional, seja no âmbito de convenções internacionais.

Os direitos humanos não constituem uma agenda com fim determinado. medida que as sociedades humanas se transformam, e se tornam mais complexas as relações sociais, novos direitos vão sendo criados. Isso significa que as lutas em torno das conquistas desses direitos são contínuas, visando vigiar o rigoroso cumprimento dos acordos e das leis.

(Adaptado de: ADORNO, Sérgio. “Os Primeiros 50 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU”. Disponível em: nevusp.org)

Considere as afirmações abaixo.

I. Uma vez que as sociedades atuais vêm se tornando cada vez mais diversificadas, os princípios que nortearam a proclamação dos Direitos Humanos, em 1948, ficaram obsoletos e já não atendem às demandas de organizações internacionais.

II. Para compreender as motivações que impulsionaram a aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, deve-se levar em conta os desdobramentos da Segunda Guerra Mundial.

III. Depreende-se do texto que, além de serem anunciados e teorizados, os direitos humanos precisam ser mantidos e protegidos por meio da criação de leis, normas e regulamentos.

Está correto o que consta APENAS de

 

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