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Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informa-conhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026.
Em “Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados.”, as expressões destacadas estabelecem, respectivamente, relação de
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informa-conhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do seguinte excerto mantém o sentido original: “Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados.”.
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O modelo orçamentário brasileiro é composto por instrumentos integrados que buscam converter o planejamento estratégico em ações concretas. A Constituição Federal de 1988 estabelece uma hierarquia funcional e temporal entre esses instrumentos. De acordo com o ciclo orçamentário e com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), assinale a alternativa correta.
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No processo de auditoria de um Sistema de Informação Gerencial (SIG), foram estabelecidas as seguintes premissas normativas para o fluxo de dados:
1. A inserção correta dos dados (P) é condição suficiente para a geração automática de relatórios (Q).
2. A geração automática de relatórios (Q) ocorre apenas se houver o disparo de notificações eletrônicas à chefia (R).
3. Verificou-se, por meio de log de sistema, que as notificações eletrônicas não foram disparadas (/neg R).
Com base na lógica sentencial e nas regras de dedução, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A proposição “Se os dados foram corretamente inseridos, então a chefia recebeu notificações” (P →R) é uma conclusão válida por transitividade.
II. Dado que (\neg R) é verdadeiro, a afirmação “Os dados foram corretamente inseridos” (P) configura uma contradição lógica.
III. A estrutura apresenta uma falha de “Afirmação do Consequente”, o que impede qualquer conclusão sobre a inserção dos dados (P).
IV. O argumento é formalmente válido, independentemente de falhas físicas no servidor, pois a validade lógica foca a relação de derivação entre premissas e conclusão.
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Em uma unidade administrativa pública, uma equipe apresentou queda no desempenho coletivo após mudanças nos fluxos de trabalho. O gerente do setor passou a centralizar decisões, reduzir a participação dos servidores nas definições das atividades e priorizar o cumprimento de metas operacionais. Como consequência, observou-se aumento de conflitos internos, baixa cooperação entre os membros da equipe e redução do engajamento nas atividades institucionais. Considerando os fundamentos da gestão de pessoas, a liderança e o trabalho em equipe, assinale a alternativa correta.
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Em um órgão público, o setor de almoxarifado observou variações frequentes nos preços de aquisição de materiais de consumo utilizados nas atividades administrativas. Para garantir maior controle logístico e consistência nos registros de saída dos itens, a unidade passou a adotar métodos formais de avaliação de estoques. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
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No contexto da transformação digital nas organizações públicas, a preservação dos ativos de informação exige uma abordagem integrada entre infraestrutura de armazenamento e protocolos de segurança. Com base nos pilares da Segurança da Informação e nas características técnicas dos dispositivos de armazenamento, assinale a alternativa correta.
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Uma instituição federal identificou gargalos operacionais em seu centro de distribuição, caracterizados por backtracking, excesso de movimentação de materiais e conflitos de competência entre as seções de Recebimento e Armazenagem. O diagnóstico organizacional apontou que o layout atual é do tipo por processo, enquanto a demanda institucional exige uma lógica de fluxo contínuo. Para solucionar a ineficiência logística e a ambiguidade de autoridade, a gestão deve
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e OperacionalPlanejamento Estratégico
O planejamento estratégico constitui uma das funções administrativas fundamentais, mesmo nas instituições públicas. Assim, o planejamento estratégico caracteriza-se por
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Em determinada instituição pública, um servidor responsável pelo atendimento administrativo recebeu solicitação informal de um colega para antecipar a análise de seu processo funcional, alegando urgência pessoal. Embora não houvesse impedimento técnico imediato, existiam diversos processos protocolados anteriormente aguardando análise na ordem regular de tramitação. O servidor compreendeu a situação do colega, mas também reconheceu que a decisão poderia impactar a igualdade no atendimento aos demais interessados. Considerando a ética no serviço público e os princípios que orientam a conduta administrativa, a atitude eticamente adequada é
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