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Foram encontradas 40 questões.

2487776 Ano: 2014
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Conforme Mario Procopiuck, autor do livro Políticas públicas e fundamentos da administração pública: análise e avaliação, governança e redes de políticas, administração judiciária (2013, p.288-290), a reforma gerencial da Administração Pública Brasileira, iniciada em 1995, acabou por redefinir alguns pontos da agenda posta pela Constituição de 1988.
A proposta dessa Reforma do Estado buscou contemplar processos básicos.
Que alternativa O é considerada um processo básico pelo autor?
 

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2487047 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O ciclo PDCA é uma técnica simples para o controle de processos, que também pode ser utilizada para o gerenciamento contínuo das atividades de uma organização. É um método usado para e as atividades de um processo.
Os termos, que preenchem corretamente as lacunas acima, são
 

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2486663 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A gestão do desempenho não é um tema que se restringe à dimensão individual. Há de se pensar a abordagem da performance como elemento de legitimação institucional frente à sociedade. É o que defende Sandro Trescastro Bergue, em seu livro Gestão Estratégica de pessoas no setor público (2014, p.228). Para esse autor, é possível reconhecer três modelos fundamentais de gestão de desempenho, que são:
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
 

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2485475 Ano: 2014
Disciplina: Administração Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O surgimento e desenvolvimento de indicadores socioeconômicos têm uma estreita relação com a consolidação das atividades de governo, pois são construídos e utilizados como instrumentos para o planejamento governamental e o controle de políticas públicas no Brasil. O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH se apresenta como um dos principais índices capazes de determinar com precisão os estágios de desenvolvimento humano e de condições de vida.
Conforme José Matias-Pereira, no livro Curso de planejamento governamental: foco nas políticas públicas e nos indicadores sociais (2012, p.178), o IDH incorpora três aspectos de relevância para o bem-estar de um indivíduo, que são:
 

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2484528 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Quando a execução de uma obra não é direta pelo órgão que precisa dela, é necessário um contrato. O contrato administrativo, segundo Claudia Costin (2010, p.193-194), é o instrumento que formaliza a realização de contratação por parte da Administração Pública com uma organização privada ou pública. Em alguns casos, a legislação prevê outras formas de participação de outros órgãos e empresas na execução de obras e serviços à administração pública.
Conforme a autora, as formas de participação de outros órgãos e empresas são:
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
 

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2482962 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
As finanças públicas dizem respeito à captação de recursos pelo Estado e os gastos públicos que procuram atender às necessidades da população. Conforme Claudia Costin, em seu livro Administração Pública (2010, p.115), o Estado pode financiar seus gastos por meio de três formas básicas.
Que alternativa NÃO é considerada pela autora como uma forma básica do Estado financiar seus gastos?
 

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2482701 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Conforme Bruno Rocha Fernandes, em seu livro Gestão estratégica de pessoas com foco em competências (2013, p.67-68) explica que o modelo de competências é um referencial para a implantação de estratégias, sobretudo por sua interface com os outros processos de gestão de pessoas, para os quais constitui uma base.
Que alternativa NÃO é considerada pelo autor um processo de gestão de pessoas?
 

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2481716 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Federal
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
No Decreto Federal Nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que instituiu a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamentou dispositivos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, consta que as instituições federais de ensino poderão ofertar cursos de capacitação, previstos neste Decreto, mediante
 

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